Obcecado pela minha maninha!

A obsessão começou de verdade quando Lara completou 18 anos. Eu, Lucas, o irmão mais velho, sempre a vi como a irmãzinha inocente do ensino médio. Mas um dia, na piscina de casa, ela apareceu de biquíni novo, aquele fio dental vermelho que mal cobria a bundinha empinada. Os peitinhos crescentes balançavam enquanto ela mergulhava, a água escorrendo pela pele bronzeada. Meu pau deu um salto dentro da bermuda. Daquele dia em diante, eu não conseguia mais olhar pra ela sem imaginar minha pica grossa abrindo aquela bucetinha virgem.
Eu começava a espionar. Entrava no quarto dela quando ela tomava banho, pegava as calcinhas usadas no cesto e enfiava o nariz fundo. O cheiro da buceta da minha própria irmã era doce, azedinho, viciante. Eu lambia o tecido, chupava o fundinho onde o cu dela tinha encostado, e batia punheta ali mesmo, gozando dentro da calcinha e devolvendo molhada de porra. - Porra, Lara, sua bucetinha cheira melhor que qualquer puta – eu murmurava sozinho, o pau ainda babando.
Um dia eu criei coragem. Adicionei ela no Snapchat com minha conta mesmo. “Acidente” total. Mandei foto do meu pau duro, veias saltadas, cabeça roxa brilhando de pré-gozo. Depois mandei outra mensagem: - Ei mana, foi mal, era pra minha namorada. O nome dela é quase igual ao seu, deu ruim kkk. Mas e aí, o que achou do tamanho da pica do irmão?
Ela visualizou. Demorou uns minutos. Depois respondeu só com um emoji de olhos arregalados. Eu quase gozei de novo. A ideia dela olhando pra minha rola latejante me deixava louco.
Em casa, quando nossos pais saíam, eu andava só de cueca boxer fina. Deixava o pau escapar de propósito. Ia até a cozinha pegar água, o membro balançando pesado entre as pernas. Lara estava lá, de shortinho curto, e via tudo. Ela corava, mordia o lábio, mas nunca falava nada. Uma vez eu fingi coçar a bola e a pica ficou totalmente de fora, dura, apontando pra ela.
- Lucas… tá escapando de novo – ela disse baixinho, olhos fixos na cabeça inchada.
- Ah, foi mal mana. Tá quente pra caralho hoje – respondi, sem guardar, só balançando mais um pouco. Ela ficou vermelha até o pescoço, mas eu vi o biquinho dos peitos dela marcando na regata.
À noite a gente trocava mensagem. Eu disfarçava de irmão protetor:
- Mana, me conta… você já chupou algum cara da escola?
- Já… – ela respondeu depois de um tempo.
- E engole ou cospe?
- Engulo. Gosto do gosto quente descendo na garganta.
Caralho. Eu bati punheta imaginando minha irmãzinha de joelhos, boquinha aberta, engasgando na minha pica grossa e engolindo cada jato de porra do irmão.
Aí eu criei um número falso. Pseudônimo “SafadoSecreto”. Comecei a mandar áudio e foto.
- Lara, sua bunda naquele uniforme de futebol me deixa louco. Queria abrir esse cu virgem com minha língua, depois enfiar a pica até o fundo enquanto você geme “me fode gostoso”.
Ela respondia assustada no começo, mas depois ficava curiosa:
- Quem é você? Para de mandar essas coisas…
- Sou alguém que sabe que você fica molhada lendo isso. Sua bucetinha tá piscando agora, não tá? Imagina meu pau entrando devagar, abrindo seus lábios rosados, batendo no fundo até você squirtar no meu saco.
Ela bloqueou o número depois de uma semana. Mas eu sabia que ela tinha lido tudo. E que tinha se tocado pensando nisso.
O tempo passou. Viramos “irmãos normais”. Mas a tensão estava no ar. Eu ainda cheirava as calcinhas dela escondido. Ainda batia punheta olhando foto dela de Instagram, especialmente aquela do show recente: cropped curto, os peitinhos quase pulando pra fora, shortinho jeans apertado marcando a bundinha redonda.
Eu tirei print sem pensar. Ela recebeu a notificação. No dia seguinte, quando nossos pais viajaram pro fim de semana, ela me confrontou na sala.
- Lucas, você tirou print da minha foto de novo. Para com essa merda. Eu sei que você me quer. Desde aquela época do Snapchat, das mensagens, de você andando de pau duro pra mim. Eu pensei que você ia tentar me comer de verdade. Mas fico feliz que nunca fez… porque ia ser errado pra caralho.
Ela estava de shortinho de algodão e regata fina, sem sutiã. Os mamilos duros marcando. Eu não aguentei mais.
- Lara… eu te amo pra caralho como irmã. Mas também quero te foder como homem. Quero enfiar minha pica nessa bucetinha que eu cheiro todo dia. Quero te fazer engolir minha porra enquanto você me chama de irmão safado. Se você disser não agora, eu paro pra sempre. Mas se você quiser… eu vou te comer até você não aguentar mais andar.
Ela ficou em silêncio. Olhos brilhando. Depois mordeu o lábio inferior e sussurrou:
- Eu… eu também penso nisso às vezes. Quando você andava de pau pra fora. Quando mandava aquelas fotos. Eu ficava molhada. Mas tinha medo. Agora… os pais não estão. E eu tô cansada de fingir.
Ela deu um passo à frente. A mãozinha dela tremendo tocou minha bermuda. Meu pau já estava duro como pedra.
- Mostra pra mim de novo, Lucas. Quero ver a pica do meu irmão de perto.
Eu baixei a bermuda. A rola saltou pra fora, grossa, venosa, cabeça roxa babando pré-gozo.
- Caralho, mana… olha como tá latejando pra você.
Lara se ajoelhou devagar. Olhos arregalados.
- É maior do que nas fotos… – ela disse, voz rouca. A mãozinha quente segurou o pau, apertando. - Tá quente… pulsando.
- Chupa, mana. Engole a pica do irmão como você gosta.
Ela abriu a boquinha rosa e lambeu a cabeça primeiro, provando o pré-gozo salgado.
- Hmm… gostoso… – murmurou. Depois engoliu de uma vez, até a garganta. Eu segurei a cabeça dela e comecei a foder sua boca devagar.
- Isso, putinha… engole fundo. Sua garganta tá apertando minha pica. Engole tudo, mana safada.
Ela babava, lágrimas nos olhos, mas não parava. Chupava com fome, língua girando no frenulum, mão massageando minhas bolas pesadas. Eu gemia alto:
- Porra, Lara, você mama melhor que qualquer vadia. Vou gozar na sua boca…
Ela tirou só pra dizer:
- Goza, irmão. Enche minha garganta de porra quente. Eu quero engolir tudo.
Eu explodi. Jatos grossos batendo no fundo da garganta dela. Lara engoliu tudo, sem cuspir uma gota, olhando nos meus olhos enquanto lambia o resto da cabeça.
- Delícia… sua porra é mais grossa que dos meninos da escola – ela disse, limpando o canto da boca com a língua.
Eu a levantei, tirei a regata dela. Os peitinhos perfeitos, mamilos rosados duros. Chupei um, mordi de leve, enquanto minha mão descia pro shortinho. Ela já estava encharcada.
- Sua buceta tá pingando, mana. Olha só como tá molhada pra pica do irmão.
Enfiei dois dedos na bucetinha apertada. Ela gemeu alto:
- Ai, Lucas… mexe no meu grelinho… por favor…
Eu circulei o clitóris inchado com o polegar enquanto os dedos entravam e saíam fazendo barulho de buceta molhada. Lara rebolava no meu colo.
- Me fode agora… quero sentir a pica do meu irmão me abrindo inteira.
Eu a joguei no sofá, tirei o shortinho dela. A buceta depilada, lábios inchados, brilhando de tesão. Abri as pernas dela e lambi tudo: do cu até o grelinho. Chupei o cuzinho piscando, enfiando a língua fundo.
- Que cu gostoso, mana… vou comer ele depois também.
- Sim… me come inteirinha, Lucas… sou sua putinha agora.
Eu posicionei a cabeça da pica na entrada da buceta e empurrei devagar. Ela estava apertadíssima.
- Caralho… tá me rasgando… mas continua… enfia tudo!
Eu meti até o fundo. A buceta dela engoliu minha pica inteira. Comecei a foder forte, bolas batendo na bundinha.
- Toma pica, mana! Essa bucetinha é minha agora. Vou te encher de porra todo dia.
Lara arranhava minhas costas, gemendo sem parar:
- Me fode mais forte, irmão! Me usa como vadia! Quero gozar na sua pica!
Eu virei ela de quatro. A bundinha empinada perfeita. Meti de novo na buceta, segurando os quadris, batendo fundo. Depois lambuzei o cu dela com cuspe e enfiei o dedo enquanto continuava fodendo a buceta.
- Vou comer esse cu virgem também.
- Faz… quero sentir a pica do irmão no meu cu.
Eu tirei da buceta, posicionei no cuzinho e empurrei devagar. Ela gritou de prazer e dor misturados.
- Ai porra… tá entrando… me arromba, Lucas!
Eu meti até as bolas. O cu dela apertava minha pica como um anel quente. Fodi devagar primeiro, depois mais forte. Lara rebolava, pedindo mais:
- Me enche de porra no cu, irmão! Goza dentro!
Eu não aguentei. Explodi dentro do cuzinho dela, jatos quentes enchendo o intestino. Quando tirei, a porra escorreu misturada com o cu piscando.
Nós não paramos. Ela me chupou de novo, limpando a pica suja de buceta e cu. Depois montou em mim, cavalgando como louca, peitinhos pulando.
- Olha como eu tô quicando na sua pica, meu irmãozinho…você me deixou viciada…
Gozei dentro da buceta dela dessa vez. Ela gozou junto, squirtando no meu pau, corpo tremendo inteiro.
- Porra… nunca gozei tão forte… você me destruiu, Lucas.
Ficamos abraçados, suados, porra escorrendo dela.
- Isso vai ser nosso segredo, mana. Todo fim de semana que os pais viajarem, eu vou te comer até você não conseguir sentar.
- Pode vir, irmão. Minha buceta, meu cu e minha boca são seus agora. Engulo sua porra todo dia se você quiser.
E assim começou nossa vida secreta. Eu continuava cheirando as calcinhas dela, mas agora era pra lembrar o cheiro da buceta que eu fodia todo dia. Mandava foto do pau duro e ela respondia com foto da buceta aberta, dedos dentro.
- Vem me foder logo, irmão. Tá pingando aqui esperando sua pica grossa.
A obsessão virou realidade. E era muito mais gostosa do que qualquer fantasia.

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Ficha do conto

Foto Perfil baelfire
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Nome do conto:
Obcecado pela minha maninha!

Codigo do conto:
256449

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
08/03/2026

Quant.de Votos:
3

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