Primeira vez com a titia!

Eu sempre amei minha tia Verônica desde que eu era moleque, mas agora, aos 20 anos, esse amor virou um tesão insano que não me largava. Ela, com 38 anos, era a gata mais gostosa da família inteira, aqueles peitos grandes e redondos que enchiam qualquer blusa e balançavam de um jeito hipnotizante quando ela ria ou andava, mas o que realmente me deixava louco era a bunda enorme dela, redonda, firme e empinada, que fazia qualquer homem ficar com a pica dura na hora. Eu sonhava com aquela bunda todo dia, imaginava apertando ela, sentindo a carne macia transbordando entre meus dedos, e metendo minha pica bem fundo no cu ou na buceta dela até ela gemer meu nome. Inúmeras vezes eu pegava fotos dela no Facebook ou no Instagram e batia uma punheta pensando nela me chamando de sobrinho safado enquanto eu gozava, jorrando porra quente na mão. A sensação era sempre a mesma: a pica pulsando forte na minha palma, a cabeça inchada babando pré-gozo, e eu imaginando o cheiro da buceta molhada dela, o gosto do grelinho inchado e o calor apertado da xoxota incestuosa me engolindo inteiro.
Naquele dia da reunião de família na nossa casa, com jeito mexicano cheio de cores e música, a visão dela foi demais pra mim. Ela chegou usando um vestido leve colado no corpo que marcava cada curva, os peitos quase saltando do decote e a bunda enorme balançando a cada passo que ela dava, como se estivesse me chamando pra foder. Eu fiquei duro na hora, a pica pressionando contra a calça enquanto eu tentava disfarçar conversando com todo mundo, mas meu olhar não saía daquela bunda tremendo. As crianças estavam animadas com a piñata pendurada no quintal, batendo com o bastão, mas ninguém conseguia quebrar, e a família começou a gritar meu nome: Jonas, vem aqui, quebra essa porra pra gente. Eu não aguentei o tesão acumulado e disse que ia ao banheiro rapidinho, mas na verdade corri pro meu quarto, tranquei a porta, ou pelo menos achei que tranquei, peguei o celular, abri o Facebook dela e comecei a me masturbar olhando aquelas fotos dela de biquíni na praia, a bunda enorme quase saindo da calcinha pequena, os peitos molhados brilhando ao sol.
Eu tirei a roupa toda, fiquei pelado na cama com a pica dura latejando na mão, grossa e venosa, a cabeça vermelha brilhando de pré-gozo. Comecei a bater devagar, imaginando que era a boca da tia Verônica chupando minha pica ou que eu estava agarrando aquela bunda e metendo com força. A mão subia e descia no ritmo, o som molhado da pele contra pele ecoando no quarto silencioso, meu pau pulsando cada vez mais forte enquanto eu zoomava nas fotos dela, pensando: caralho, se eu pudesse lamber esse cu gostoso dela agora, sentir o cheiro de buceta molhada misturado com perfume, eu gozaria em segundos. Eu acelerava a punheta, gemendo baixinho: porra, tia Verônica, eu quero foder sua buceta incestuosa até você implorar por mais, minha pica está tão dura pensando em você, sua safada. O tesão era tanto que eu nem ouvi os passos no corredor.
De repente a porta abriu, e lá estava ela, minha tia Verônica, parada no batente, olhando direto pra mim pelado na cama com a pica na mão ainda dura como pedra e o celular aberto nas fotos dela. Meu coração quase parou de susto, eu achei que tinha trancado direito, mas não deu tempo de esconder nada, fiquei paralisado com a mão ainda segurando o pau latejando. Ela olhou pra cena toda, fechou a porta devagar atrás de si com um clique suave, e em vez de gritar ou ficar brava como eu esperava, ela deu um sorriso safado daqueles que fazem a buceta dela provavelmente já estar molhando a calcinha. O marido dela, meu tio, estava fora a trabalho há semanas, e todo mundo sabia que ela era carente pra caralho, uma mulher madura gostosa com necessidade sexual acumulada que transava pouco e sonhava com algo novo e proibido.
- Jonas, você não precisa ficar envergonhado não, meu sobrinho, alivia esse estresse à vontade, eu entendo perfeitamente o que é isso – ela disse baixinho, se aproximando da cama, os olhos fixos na minha pica dura que não amoleceu nem um pouco. Eu ainda estava chocado, mas o desejo no olhar dela era óbvio, ela viu que eu estava me masturbando exatamente com as fotos dela no celular, e isso pareceu acender um fogo dentro dela. O peito dela subia e descia rápido, os mamilos marcando o tecido do vestido, e eu pude ver o rubor subindo no rosto dela, a buceta dela devia estar encharcada só de imaginar.
Ela se sentou na beira da cama bem perto de mim e esticou a mão sem pedir permissão, pegando minha pica com dedos macios, quentes e experientes. O toque foi elétrico, porra, a tia Verônica estava me masturbando devagar, apertando a base e subindo até a cabeça babada, fazendo carinho no meu pau como se fosse a coisa mais natural do mundo.
- Você estava tendo pensamentos sobre sua tia, né, Jonas? Confessa – ela sussurrou no meu ouvido, o hálito quente contra minha pele enquanto a mão dela continuava o vai e vem lento na minha pica latejando. Eu estava tão excitado que mal conseguia falar, mas respondi gaguejando: sim, tia, eu sempre sonhei em foder você, em meter essa pica na sua buceta ou no seu cu enorme. Ela riu baixinho, safada, e aumentou o ritmo da punheta, apertando mais forte agora, com a outra mão acariciando minhas bolas cheias de porra.
Depois de mais provocações e amassos, ela se levantou na frente da cama e começou a se despir devagar, tirando o vestido primeiro, revelando os peitos grandes presos num sutiã preto de renda que mal continha o volume, os mamilos duros apontando pra mim. Eu não resisti, me levantei da cama e agarrei aquela bunda enorme com as duas mãos, sentindo a carne macia transbordar entre meus dedos, apertando forte e puxando ela pra perto. A bunda dela era ainda melhor do que nas fotos, pesada, quente e perfeita pra foder. Ela gemeu baixinho e tirou o sutiã, deixando os peitos saltarem livres, grandes, redondos, com mamilos marrons duros que eu imediatamente comecei a chupar, alternando um e outro, sugando forte enquanto ela gemia no meu ouvido.
- Eu também estava de olho em você há tempos, Jonas, você cresceu tanto, virou um homem com essa pica grossa que eu sonhava em sentir dentro de mim – ela confessou, tirando a calcinha agora, completamente pelada na minha frente. A buceta dela era linda, raspadinha, com os lábios inchados molhados brilhando de tesão e o grelinho saliente já duro de excitação. Eu me ajoelhei na hora e enterrei o rosto ali, lambendo o grelinho com a língua rápida, sentindo o gosto salgado doce da buceta molhada dela, chupando forte enquanto ela segurava minha cabeça e rebolava contra minha boca, o cu enorme tremendo perto do meu nariz, o cheiro de mulher carente me deixando louco.
- Ai, Jonas, chupa o grelinho da tia assim, bem forte, sua língua está me deixando louca – ela sussurrou, gemendo baixo, mas eu continuei dedando a buceta dela ao mesmo tempo, enfiando dois dedos no buraco quente, apertado e molhado que sugava meus dedos como se quisesse mais. Ela estava pingando tanto que o líquido escorria pela minha mão, e eu lambi tudo sem desperdício, provando cada gota da xoxota incestuosa da minha própria tia. Depois eu virei ela de costas e lambi o cu também, enfiando a língua no cuzinho apertado enquanto apertava as bandas daquela bunda gigante, sentindo ela tremer de prazer.
Ela então me empurrou de volta pra cama, montou em mim com as pernas abertas e colocou a buceta molhada quente diretamente na cabeça da minha pica. O contato foi incrível, o calor úmido dela engolindo devagar a cabeça grossa do meu pau enquanto ela descia centímetro por centímetro até eu estar todo enterrado na buceta da tia Verônica.
- Porra, Jonas, sua pica está tão dura e grossa, enchendo a buceta da tia perfeitamente, fode ela agora com força – ela gemeu, começando a cavalgar devagar no começo, mas eu segurei aquela bunda enorme e comecei a meter de baixo pra cima com estocadas fortes, o barulho molhado de pele contra pele ecoando no quarto, a buceta dela apertando minha pica como uma luva quente encharcada. Eu cobri a boca dela com a mão porque ela estava gemendo alto demais e a família inteira estava lá fora esperando eu quebrar a piñata, mas mesmo assim ela rebolava como uma puta safada, fazendo a bunda bater contra minhas coxas cada vez mais rápido.
Eu metia com tudo agora, virando ela de quatro pra foder por trás, agarrando o cabelo dela e batendo aquela bunda enorme enquanto minha pica entrava e saía da buceta molhada com força, o grelinho dela roçando na base do meu pau a cada estocada.
- Fode mais forte, sobrinho, mete essa pica fundo na buceta da tia, me arromba, eu sou sua putinha agora – ela murmurou, abafada contra minha mão, enquanto eu sentia o orgasmo dela apertando minha pica em espasmos quentes, o suco dela escorrendo pelas minhas bolas. Eu não aguentei mais e gozei, jorrando porra quente bem fundo dentro dela, enchendo a xoxota incestuosa até transbordar enquanto tapava a boca dela pra não gritar o nome dela. Foram só cinco minutos intensos pra caralho, mas pareceu uma eternidade de prazer proibido, o suor dos nossos corpos misturado, o cheiro de sexo no ar, a buceta dela pulsando ainda no meu pau amolecendo.
Ela se vestiu rápido, ainda ofegante, me deu um beijo profundo na boca e sussurrou no meu ouvido:
- Vamos fazer isso de novo, Jonas, da próxima vez vai ser mais longo, a noite inteira, só você e eu foder sem parar até minha buceta não aguentar mais sua pica. Eu estou ansioso pra caralho pra sentir aquela xoxota de novo, aquela bunda enorme rebolando e aquela tia safada me chamando de sobrinho enquanto eu encho ela de porra. Agora vai lá quebrar a piñata, mas saiba que toda vez que eu olhar pra você vou lembrar dessa buceta molhada cheia de você.
E foi assim que eu transei pela primeira vez com minha tia Verônica, e desde então meu pau fica duro só de pensar na próxima vez que vou foder aquela bunda e aquela buceta incestuosa com toda a força que eu tenho. Porra, que delícia de família mexicana.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Primeira vez com a titia!

Codigo do conto:
256773

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
12/03/2026

Quant.de Votos:
2

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