Meu irmão me comendo no vestiário após um treino de vôlei!

O ginásio estava pegando fogo aquela noite. Sou a Larissa, nessa época tinha apenas 19 anos e jogava no clube feminino da segunda divisão, daqueles treinos que deixam a gente destruída. Três vezes por semana, das 19h às 21h, e meu irmão mais velho, que se chama Renato e tinha 25 anos nessa época, sempre me levava de carro porque morávamos um pouco longe do local do treino e meus pais trabalhavam no turno da noite. Ele chegava por volta das 20h45, ficava no carro ou esperando no corredor, de olho em mim enquanto eu pulava, suava e batia na bola. Mas naquela noite o técnico resolveu esticar o treino pra caralho pra preparar o jogo do fim de semana. As meninas estavam exaustas, pernas queimando, blusas coladas no corpo, shorts curtos marcando a bunda suada. Eu sentia o coração martelando, não só pelo esforço – eu sabia que meu irmão estava lá fora, esperando como sempre, mas com aquele olhar que eu conhecia bem demais.
Por volta das 20h30 eu não aguentei mais a espera. Meu corpo já estava quente, a buceta latejando só de imaginar ele me olhando. Fingi uma tontura forte, me dobrei um pouco no banco e chamei o técnico. - Técnico, tô me sentindo mal pra caralho, acho que vou embora mais cedo, minha cabeça tá rodando. - Ele olhou preocupado, mas assentiu. - Vai lá, descansa, amanhã a gente recupera. As meninas continuaram os saques com salto, gritando “meu!” toda hora, a bola batendo forte no piso de madeira, o técnico berrando “mais 10 minutos, porra, concentração!”. Eu peguei minha bolsa e fui pro vestiário, o coração acelerado de tesão misturado com medo.
O vestiário era pequeno, apertado, com aquele cheiro forte que eu amo até hoje – suor azedo de mulher depois de duas horas de treino, misturado com desodorante barato, spray de cabelo e o leve mofo dos bancos de madeira. Armários de metal enferrujados nas paredes, dois chuveiros no fundo pingando água fria, um banheirinho fedendo a desinfetante. Assim que fechei a porta atrás de mim, ouvi o clique da tranca. Meu irmão já estava lá dentro, tinha entrado pela porta dos fundos do ginásio que só os funcionários conheciam. Ele me esperava encostado no armário, jeans apertado marcando o volume da pica já dura. Seus olhos me comeram inteira, do short colado na buceta suada até os seios marcando a blusa úmida.
Sem falar nada no começo, ele veio pra cima de mim como um animal. Me empurrou contra o armário frio, o metal gelado nas minhas costas suadas contrastando com o calor do corpo dele. - Vem cá, sua putinha safada, hoje você não me escapa... - murmurou rouco no meu ouvido, a voz baixa mas carregada de tesão. A boca dele colou na minha num beijo faminto, língua invadindo fundo, chupando a minha com vontade, saliva escorrendo pelo meu queixo enquanto as mãos grandes entravam por baixo da minha blusa de lycra. Ele apertou meus seios com força, os mamilos duros roçando na palma dele. - Caralho, você tá toda suada do treino, cheirando a vadia safada... - sussurrou, descendo a boca pro meu pescoço, mordendo de leve.
Eu já estava molhada pra porra, já não estava aguentando mais de tanta vontade de ter aquela pica na minha bucetinha. Minhas mãos tremiam quando desabotoei a calça jeans dele rapidinho. A pica pulou pra fora, dura como pedra, latejando, a cabeça vermelha brilhando de pré-gozo lubrificado. Ele era grosso, veias saltadas, aquele cheiro masculino misturado com o meu suor me deixando louca. - Olha só como você me deixa, irmão... sua irmãzinha tá pingando só de te ver - falei baixinho, apertando a pica quente na mão, esfregando devagar enquanto ele puxava minha blusa pra cima e chupava meus seios com fome. A língua dele girava nos mamilos, sugando forte, fazendo barulho molhado que ecoava no vestiário vazio. Eu gemia baixo, mordendo o lábio pra não fazer barulho.
Ele não perdeu tempo. Puxou meu short e a calcinha de uma vez até os tornozelos, me virou de costas com força e me curvou sobre o banco de madeira. Minha bunda empinada pra ele, rebolando devagar para provoca-lo, a buceta inchada e molhada brilhando de tesão e suor do treino. Ele cuspiu na mão, esfregou na minha buceta quente que a essa altura já estava encharcada, abriu os lábios grossos com os dedos e depois passou o cuspe no meu cu piscando também. - Hoje eu vou te foder gostoso, vadiazinha. Essa buceta tá pedindo pica desde o começo do treino e ultimamente tu vem me provocando muito em casa vestindo esses seus shortinhos - disse, a voz rouca de tesão. Eu senti a cabeça grossa da pica pressionando minha entrada. Ele meteu tudo de uma vez, fundo pra caralho. Doeu um segundo porque eu ainda estava tensa dos saltos, os músculos da coxa queimando, mas eu estava tão encharcada que deslizou lisinho até o fundo, enchendo minha buceta inteira.
- Aiiiii, caralho... que pica grande, irmão, assim você me rasga, porra... me fode forte, vai, arregaça a buceta da sua maninha- gemi baixinho, segurando no banco. Ele começou a meter rápido e bruto, cada estocada sacudindo meu corpo todo. O banco rangia, os armários de metal chacoalhavam atrás de mim. A mão dele veio pra cima da minha boca, tapando firme pra abafar meus gemidos. - Shhh, cala a boca, sua vagabunda... não pode gritar não, senão as meninas vão ouvir e vão te ver tomando pica do irmão no vestiário. - Ele acelerava, a pica entrando e saindo com som molhado, porra, ploc ploc ploc, minha buceta apertando nele de tesão enquanto eu rebolava gostoso recebendo aquela pica. Eu sentia cada veia, cada centímetro batendo no meu ponto G, o cu piscando de vontade.
Do lado de fora, as vozes chegavam claras pela porta fina. “Meu!”, gritava uma das meninas no saque. A bola batia forte no piso. O técnico berrava “mais 10 minutos, porra, concentração total!”. Alguém podia entrar a qualquer segundo pra pegar garrafa de água ou celular. O risco me deixava ainda mais molhada, a buceta escorrendo melado pelas coxas. Meu irmão metia sem parar, uma mão na minha boca, a outra apertando minha bunda. De repente ele molhou o dedo na saliva e enfiou devagar no meu cu apertado enquanto continuava fodendo a buceta. - Toma no cu também, vadia... você gosta né, sua safadinha? - sussurrou no meu ouvido, o dedo girando dentro do meu cuzinho quente.
Eu tremia inteira. O prazer subiu rápido, o corpo todo convulsionando. Gozei primeiro, forte pra caralho, minha buceta apertando a pica dele como um punho, leite escorrendo, pernas bambas. Mordi a mão dele pra não gritar “porra, tô gozando!”. Ele sentiu e acelerou ainda mais, estocadas curtas e fundas, o banco quase virando. - Isso, goza na pica do seu irmão, sua vadiazinha... você é minha putinha agora, só minha... toma toda a porra agora! - rosnou baixo. Penetrou fundo uma última vez, o corpo dele colado no meu, e ejaculou. Senti cada jato quente, grosso, enchendo minha buceta até transbordar. Três, quatro, cinco jatos fortes, a porra quente me inundando, escorrendo já pelas coxas enquanto ele ainda pulsava dentro.
Ele ficou parado uns segundos, ofegante, a pica amolecendo devagar dentro de mim, o cu ainda com o dedo dele. Depois saiu com um plop molhado. A porra começou a escorrer grossa pela minha coxa direita imediatamente, branca e quente. Eu me virei rápido, puxei a calcinha e o short pra cima, apertando bem pra reter o máximo possível da porra dele dentro da buceta. O tecido ficou encharcado na hora. Ele fechou o zíper da calça, ainda com o pau brilhando de nossa mistura, e me deu um beijo na testa suada. - Volta pra quadra agora como se nada tivesse acontecido, sua safada... e guarda minha porra aí dentro até em casa. - disse baixinho, sorrindo safado. Abriu a porta dos fundos e saiu primeiro, sumindo no corredor escuro.
Eu esperei uns 30 segundos, o coração ainda disparado, as pernas tremendo, o rosto vermelho como pimentão. A buceta latejava, cheia da porra quente do meu irmão, o cu ainda sentindo o dedo dele. Voltei pra quadra cinco minutos depois, fingindo que tinha tomado um pouco de água. As meninas me olharam curiosas. - Ei, você tá bem? Tá vermelha pra caralho! - perguntou uma delas, enquanto eu sentava no banco reserva. - Minha garganta ficou um pouco apertada, mas já passou - respondi, tentando controlar a voz. Cada movimento que eu fazia, a porra dele vazava mais na calcinha, molhando o short, escorrendo devagar pela coxa por baixo da roupa. Eu sentia o cheiro leve de sexo misturado com suor, torcendo pra ninguém notar.
O treino terminou meia hora depois. Eu mal conseguia andar direito, as pernas moles, a buceta inchada e cheia de porra. Meu irmão me esperava no carro, como se nada tivesse acontecido. Entrei, fechei a porta e ele já sorriu. - Sentiu minha porra vazando o tempo todo, né, sua vadiazinha? - perguntou enquanto dava partida. No caminho pra casa eu ainda estava cheia dele, o sêmen escorrendo devagar, manchando o banco do carro. Chegamos, tomei banho rápido, mas o cheiro ficou na minha cabeça pra sempre.
Até hoje, cada vez que entro num vestiário e sinto aquele cheiro forte de suor, desodorante e o leve ar úmido, meu corpo arrepia inteiro. Lembro da pica dele me rasgando, do risco das meninas entrando, da porra quente me enchendo enquanto o técnico gritava lá fora. Foi a coisa mais perigosa e gostosa que já fizemos. Meu irmão e eu continuamos assim por meses, sempre arriscando, sempre mais safados. Mas aquela noite no vestiário... caralho, nunca vou esquecer. Toda vez que sinto o cheiro, minha buceta molha na hora, como se ele estivesse ali de novo, pronto pra me foder de novo.

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Comentários


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casalbisexpa Comentou em 06/03/2026

amo uma buceta suada e fedida




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Meu irmão me comendo no vestiário após um treino de vôlei!

Codigo do conto:
256309

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
06/03/2026

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