Meu nome é Franciele e desde os meus 2 anos eu moro só com o meu pai e a gente é daqueles que são grudados pra caralho. Ele me criou sozinha, me deu colo, me deu carinho, atenção, me ensinou tudo, e agora que eu tenho 19 anos o negócio mudou de figura sem ele perceber. Meus peitos cresceram pra tamanho F, pesados, redondos, macios pra porra, com aquela pele clarinha e mamilos rosa escuro bem grossos que ficam duros só de um vento passar. Eles balançam quando eu ando, pesam nas costas, e o meu pai... ah, ele vive comendo com os olhos. Acha que eu sou burra e não noto, mas eu vejo do canto do olho o tempo todo: aquele olhar rápido quando eu me estico pra pegar alguma coisa, o jeito que ele engole seco e desvia. Isso me deixa louca de tesão. Meu coração dispara, a xoxota fica quente, inchada, molhando a calcinha inteira, e eu tenho que correr pro quarto, trancar a porta, abrir as pernas na cama e meter os dedos fundo enquanto penso na pica dele me arrombando. Um dia eu pedi uma grana pra ele pra “comprar roupa nova pra faculdade”. Ele me deu sem pestanejar, coitado. Na internet eu escolhi tudo calculado: uma jaqueta branca super fininha, apertada no corpo, que marca cada curva, e um mini vestido de algodão leve, branco com florzinhas pequenas por todo lado, curto pra subir fácil nas coxas. Quando chegou o pacote eu experimentei no espelho do quarto. Tirei o sutiã e vesti a jaqueta. O tecido era tão fino que meus mamilos rosa escuro marcavam direitinho, e com o zíper aberto até embaixo os peitões quase pulavam pra fora. Eu mexi os ombros e eles balançaram pesados, roçando um no outro, os bicos endurecendo na hora. Meu clitóris latejou só de imaginar o olhar dele. “Porra, meu pai vai ficar louco com essas tetas”, pensei, já sentindo a xoxota ficar molhada. Faz mais ou menos uma semana que eu comecei a usar as blusas decotadas em casa. Eu via ele se esforçando pra não olhar, coitado, fingindo que assistia TV ou mexia no celular, mas os olhos traíam. Meu coração batia forte toda vez, tipo tambor no peito, e a buceta ficava encharcada. Eu ia pro quarto, tirava tudo, deitava de pernas abertas e me tocava devagar no começo: dedo circulando o clitóris inchadinho, depois enfiando dois dedos fundo, imaginando a boca dele chupando meus mamilos enquanto ele gemia “filha safada”. Eu gozava forte, mordendo o travesseiro pra não gritar, o mel escorrendo pela bunda. Ontem eu resolvi subir o nível pra valer mesmo, creio que fui muito perversa e pervertida. Coloquei a jaqueta branca sem sutiã nenhum. Apertei o zíper só até o meio dos peitos, deixando o decote profundo, quase mostrando o vale entre as duas tetas F. O tecido fininho grudava na pele, e meus mamilos rosa escuro apareciam marcando forte, duros como pedra. Cada movimento fazia eles roçarem o pano e ficarem ainda mais inchados. Eu queria que alguém chupasse aqueles bicos até doer. Fiquei andando pela casa só de jaqueta e shortinho curto, os peitos balançando livres pra todo lado, pesados, quentes. Meu pai tava na cozinha fazendo café e eu entrei rebolando de leve. Ele olhou de canto, tentou disfarçar, mas eu vi o pau dele mexendo na calça de moletom. Aí eu me abaixei devagar pra pegar os sacos de lixo embaixo da pia. Abri as pernas um pouco, empinei a bunda e me curvei. A jaqueta abriu mais, meus peitões quase saltaram pra fora, os mamilos roçando forte no tecido fino e ficando ainda mais duros e visíveis. Quando levantei, eu vi ele parado ali, olhos grudados nas minhas tetas, boca aberta, respirando pesado. O volume na calça dele tava enorme, aquela pica grossa marcando o tecido. Meu coração disparou, a xoxota latejou tão forte que eu senti o mel escorrendo pela coxa. “Caralho, ele tá de pau duro olhando pros peitos da própria filha... Ahh como queria que ele me comesse todinha agora”, pensei. Fingi que não vi nada, continuei limpando a pia, mas por dentro eu tava pegando fogo. Os bicos dos meus peitos doíam de tão duros, a buceta piscava de tesão. À noite, depois que ele foi dormir, eu não consegui ficar quieta. Deitei no sofá da sala com a TV ligada baixinho, vestindo só aquele vestido de algodão branco com florzinhas. Era confortável, mas curto pra caralho. Tirei a calcinha de propósito e mexi no vestido pra deixar um mamilo rosa escuro pra fora, duro e exposto. A coberta eu joguei meio de lado, abri as pernas bem abertas, joelhos pra cima. Minha xoxota depiladinha ficou toda à mostra: lábios grossos inchados, clitóris pontudinho brilhando, já molhada só de imaginar. Eu passei o dedo ali devagar, sentindo o calor, o cheiro de tesão subindo. Dormi assim, fingindo que tava apagada. Hoje de manhã, antes dele sair pro trabalho, eu ouvi o despertador dele tocar. Meu coração começou a bater forte pra cacete, mas eu fiquei paradinha, fingindo sono profundo, respiração lenta. Ele acendeu a luz da sala. Os passos pararam na porta. Depois entraram devagar, parando bem na frente do sofá. Eu senti o olhar dele queimando meu corpo. A luz batia direto nos meus peitos, no mamilo de fora, e descia pras minhas pernas abertas. Minha xoxota tava exposta total: clitóris inchado, lábios brilhando de mel que escorria devagar pela bundinha. Eu conseguia imaginar o que ele via: a buceta da filha molhada, rosada, pronta pra ser comida. Ele ficou lá parado um tempão, respirando pesado, tipo uns minutos inteiros. Eu ouvi ele engolir seco, talvez a mão dele descendo pra ajustar o pau duro na calça. “Porra, filha... que xoxota linda e molhada”, eu imaginava ele pensando, louco pra meter a língua ali. Meu corpo todo formigava, o clitóris latejava, mas eu não me mexi nem um milímetro. Depois ele suspirou fundo, apagou a luz e saiu pra trabalhar. O dia todo eu fiquei uma pilha de nervos e tesão. Andava pela casa com a xoxota latejando, molhando tudo. Me toquei três vezes: uma no banheiro, dedo fundo enquanto lembrava do olhar dele; outra na cama, imaginando ele chupando meus peitos F; e outra no sofá mesmo, gozando forte com as pernas abertas igual de manhã. “Ele viu minha buceta inchada... viu o mel escorrendo... vai falar alguma coisa hoje à noite ou vai socar logo aquele pauzao na minha xoxota?”, eu pensava, o corpo todo suado e quente. Quando ele chegou do trabalho à noite, o ar tava carregado. Eu tava na sala de novo, só com o mini vestido curto, sem nada por baixo, peitos balançando livres. Ele entrou, me olhou de cima a baixo, olhos parando nos meus mamilos marcando o tecido. Fechou a porta devagar e disse com a voz rouca: “Filha... a gente precisa conversar agora.” Meu coração quase saiu pela boca, mas eu abri as pernas devagar no sofá, deixando a xoxota espiar. “Sobre o quê, pai?”, perguntei inocente, mordendo o lábio. Ele se aproximou, sentou do meu lado e colocou a mão pesada na minha coxa. “Eu vi você hoje de manhã no sofá... e ontem na cozinha. Porra, você tá mostrando esses peitões enormes e essa bucetinha molhada pra mim de propósito, né? Sua vadiazinha descaradinha safada.” Eu não aguentei mais. Meu tesão explodiu. “Sim, pai... eu vi você olhando pros meus peitos F o tempo todo. Isso me deixa a xoxota pingando. Quero que você chupe meus mamilos duros, que meta essa pica grossa na buceta da sua filha. Me fode, pai, por favor, pois não estou aguentando mais de tanta vontade.” As mãos dele subiram rápido pros meus peitos, apertando forte os dois F pesados, apertando até doer gostoso. Os polegares roçavam os mamilos rosa escuro, fazendo eles endurecerem mais. “Caralho, filha, esses tetões são monstruosos... tão quentes e pesados pra mim.” Ele abaixou a cabeça e chupou um mamilo com fome, sugando forte, língua girando, mordendo de leve. Eu gemi alto: “Ahhh pai, chupa mais forte, mama essas tetas que você sempre quis chupar! Morde o bico, caralho!” Enquanto ele mamava um peito e apertava o outro, a mão dele desceu, levantou o vestido e enfiou dois dedos grossos direto na minha xoxota encharcada. O som molhado ecoou na sala. “Porra, tá encharcada, filha... sua buceta tá latejando e pingando pro pau do pai. Que vadia vagabunda e safada você virou.” Ele metia os dedos fundo, rápido, curvando pra acertar o ponto G. Meu clitóris inchado roçava na palma da mão dele. Eu gozei na hora, apertando os dedos, gemendo “Porraaaa, pai, tô gozando na sua mão, continua papai, continua!” Mas ele não parou. Eu me ajoelhei no sofá, abri a calça dele correndo e puxei aquela pica grossa, veiauda, cabeça vermelha brilhando de pré-gozo. Era enorme, quente, pulsando. “Que pauzão lindo, papai, vontade de ficar o dia todo com a boca nele... vou mamar ele todinho até engasgar.” Eu abri a boca e engoli fundo, chupando com vontade, língua lambendo embaixo, sugando as bolas pesadas. Ele segurou minha cabeça e fodeu minha boca devagar: “Isso, filha, mama o cacete do papai como a putinha que você é. Engole tudo, caralho.” Depois ele me virou de quatro no sofá, levantou o vestido, cuspiu na mão e meteu a pica toda de uma vez na minha xoxota apertada. “Ahhhhh porra, filha, sua buceta é quente pra cacete e aperta meu pau!” Ele começou a socar forte, fundo, as bolas batendo na minha bunda, meus peitos F balançando pra baixo como pêndulos. Eu empinava mais, rebolando: “Me fode pai, arromba minha xoxota com essa sua rola grossa! Enfia até o fundo, caralho! Quero sentir suas bolas batendo!” Ele metia sem parar, parecia uma britadeira na minha buceta, uma mão apertando meu peito e torcendo o mamilo, a outra esfregando meu clitóris. O som era obsceno: ploc ploc molhado, gemidos nossos misturados. Eu gozei de novo, apertando a pica dele com a buceta, gritando o nome dele. Ele rosnou e gozou dentro de mim, jatos quentes de porra grossa enchendo tudo, escorrendo pelas coxas. “Toma a porra do pai, filha... caralho, enchi sua bucetinha!” A gente ficou ofegante uns segundos, mas ele ainda tava duro dentro de mim. Tirou, me virou de costas, abriu minhas pernas e chupou minha xoxota cheia de porra dele misturada com meu mel. Língua fundo, sugando o clitóris, lambendo tudo. “Deliciosa pra caralho, filha.” Eu gozei na boca dele de novo. Depois ele me fodeu de lado no sofá, depois de frente comigo sentada no colo dele, meus peitos pulando na cara dele enquanto eu cavalgava aquela pica grossa. Ele mamava os mamilos o tempo todo, mordendo, e eu gemia: “Me fode mais, pai, me enche de porra de novo!” Gozei mais três vezes antes dele gozar pela segunda vez, dessa vez na minha boca. Eu engoli tudo, lambendo até a última gota. Agora a gente não para mais. Todo dia eu mostro meus peitos F e minha xoxota molhada pro meu pai, e ele me fode como louco na cozinha, no sofá, no quarto dele. Foi a melhor coisa que eu fiz na vida. Meu coração ainda dispara quando ele me olha, mas agora é porque eu sei que ele vai me comer inteiro.
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