O sol mal tinha começado a esquentar as cortinas quando Lucas abriu os olhos. Dezoito anos recém-completados, corpo ainda marcado pela adolescência tardia, mas já com músculos definidos de quem malhava mais por raiva do que por vaidade. O silêncio da casa era quase palpável — os pais tinham viajado cedo para o sítio do tio, e o noivo de Clara, o tal do Rafael, estava em São Paulo numa convenção de trabalho. Só restavam eles dois até segunda-feira. Ele desceu as escadas descalço, o pau já meio inchado só de lembrar do sonho que tivera com ela. Chegou na cozinha e parou na entrada, encostado no batente. Clara estava de costas, mexendo algo na frigideira. O short jeans velho, daqueles que ela usava desde os tempos de faculdade, tinha ficado largo demais depois que emagreceu uns quilos no último ano. A barra subia irregular, expondo quase toda a curva inferior da bunda — a polpa esquerda inteira à mostra, a pele morena brilhando com o calor do fogão, uma linha fina de calcinha preta aparecendo na dobra onde a carne se encontrava com a coxa. Não era calcinha de avó; era fio-dental minúsculo, o tecido sumindo entre as nádegas fartas. — Bom dia, maninha — ele murmurou, voz ainda rouca de sono. Clara virou só o rosto, o cabelo preso num coque bagunçado, um sorriso preguiçoso nos lábios cheios. — Dormiu bem, pestinha? — respondeu, voltando a atenção para os ovos. — Fiz bacon também. Tá com fome? Lucas não respondeu com palavras. Deu três passos lentos, silenciosos, até colar o corpo nas costas dela. O pau já estava duro o suficiente para marcar a calça de moletom fina. Ele encaixou a ereção bem no meio da bunda dela, devagar, só pressionando, sentindo o calor macio da carne ceder um pouco sob o tecido. Clara congelou por meio segundo. Depois soltou um suspiro curto, quase inaudível. — Lucas, que isso, menino?… — o tom era meio aviso, meio convite. Ela não se afastou. Ele passou os braços pela cintura dela, mãos abertas na barriga macia, e começou a rebolar de leve, um movimento circular quase imperceptível. O pau deslizava para cima e para baixo na dobra da bunda, preso entre as nádegas através da roupa. — Você tá me deixando louco desde que te vi aqui agora na cozinha com esse shortinho — ele sussurrou contra a nuca dela, boca roçando a pele quente. — Olha o que você faz comigo só de existir. Ela riu baixo, um riso rouco que terminou num gemido quando ele pressionou mais forte. Clara empinou a bunda de leve, rebolando de volta, um movimento lento e deliberado que fez o pau dele pulsar violentamente contra o tecido. — Seu safado… — murmurou ela, voz tremendo um pouco. — Tá duro pra caralho, né? Dá pra sentir latejando. — Desde que te vi de costas — ele confessou, mordendo de leve o ombro dela. — Quero meter nessa bunda faz tempo, Clara. Faz tempo demais. Ela desligou o fogo com um movimento brusco, virou o rosto de lado até encostar a bochecha na dele. — A gente tá sozinho… — disse, quase como se estivesse se convencendo. — Rafael só volta segunda. Ninguém vai saber. Lucas deslizou uma das mãos por dentro do short, dedos encontrando a calcinha encharcada. Passou o indicador na entrada da buceta, sentindo o mel escorrer. — Caralho, você tá pingando — grunhiu ele. Clara arfou, empurrando a bunda mais forte contra ele. — Então para de falar e vem logo, porra. Ela se soltou dos braços dele, caminhou rápido até a sala, jogou-se de bruços no sofá de três lugares, joelhos abertos, bunda empinada. O short subiu ainda mais, expondo quase tudo. Lucas ficou parado um segundo, admirando: a curva perfeita, a pele arrepiada, o tecido escuro da calcinha grudado na carne molhada. Ele se aproximou, deitou sobre ela, peso do corpo inteiro pressionando as costas dela contra o estofado. Recomeçou a roçar, agora com mais força, o pau encaixado exatamente na linha da buceta por cima da roupa. Clara gemia baixo, rosto enterrado no encosto, mãos agarrando o tecido do sofá. — Tira essa merda de short — ele pediu, voz grossa. Clara levantou o quadril o suficiente para ele puxar o short e a calcinha juntos até os joelhos. A bunda ficou completamente nua, as nádegas se abrindo um pouco, revelando a buceta inchada, lábios escuros e brilhantes de tesão, o cuzinho franzido pulsando levemente. Lucas se ajoelhou atrás dela. Ela ficou de quatro, coluna arqueada, olhando para trás por cima do ombro, olhos vidrados. — Mostra pra mim — ela pediu. — Quero ver esse pau que me deixa louca desde que você começou a crescer. Ele baixou a calça de moletom até as coxas. O pau saltou, grosso, veias saltadas, cabeça vermelha e brilhante de pré-gozo. Clara mordeu o lábio inferior, soltando um “puta que pariu” baixinho. — Vem, Lucas. Me fode. Me fode com esse pau gostoso e grosso como se fosse a última vez. Ele segurou a base, esfregou a cabeça na entrada melíflua, espalhando o líquido pelos lábios. Depois empurrou devagar, sentindo a resistência inicial, o calor apertado envolvendo centímetro por centímetro. Clara soltou um gemido longo, animalesco. — Isso… devagar… caralho, você tá muito grosso… abre minha buceta inteira… Ele parou no meio, deixou ela se acostumar, depois meteu até o talo com um movimento firme. Os dois gemeram ao mesmo tempo. A buceta dela pulsava em volta dele, quente, escorregadia, apertando como se quisesse sugar. — Porra, Clara… você é tão molhada… tão quente… Ela empurrou a bunda para trás, querendo mais. — Mete forte. Não tem mais volta agora. Me arromba, seu puto. Lucas segurou os quadris dela com força, unhas cravando na carne, e começou a bombear. Estocadas longas, profundas, saindo quase inteiro e voltando com tudo. O som molhado da carne batendo ecoava na sala vazia. A cada metida, as nádegas dela tremiam, ondulando. — Tá gostando, maninha? — ele grunhiu, inclinando-se para morder o ombro dela. — Tá gostando do pau do teu irmão mais novo te rasgando? — Tô gozando… caralho, já tô gozando… — ela respondeu entrecortada, rebolando a bunda freneticamente enquanto Lucas macetava a pica forte na buceta, voz falhando. — Não para… mete mais fundo… me enche… Ele acelerou, segurando-a pelos cabelos, puxando a cabeça dela para trás para ver o rosto contorcido de prazer. Os olhos dela estavam quase brancos, boca aberta num gemido contínuo. — Você vai gozar dentro de mim? — ela perguntou, voz rouca, suplicante. — Vai deixar teu leite quente aqui dentro? — Vou, porra, vou gozar forte, caralho… vou encher essa buceta até transbordar… Clara gozou primeiro, corpo inteiro tremendo, buceta apertando em espasmos violentos. Ela gritou o nome dele, um som cru, sem vergonha. Lucas sentiu o orgasmo dela ordenhando o pau e não aguentou mais. Deu mais cinco estocadas brutas, profundas, e gozou com força, jatos quentes enchendo o interior dela, escorrendo pelas coxas quando ele saiu um pouco. Ficaram assim alguns segundos, ofegantes, colados. Ele ainda dentro dela, amolecendo devagar. Clara virou o rosto, procurou a boca dele e o beijou com uma lentidão faminta, língua enrolando na dele. — Isso não acaba aqui — ela sussurrou contra os lábios dele. — Segunda-feira os pais voltam… mas até lá, você vai me foder em todos os cantos dessa casa. Entendeu? Lucas sorriu, mordendo o lábio inferior dela. — Entendido, maninha. Cada cômodo. Cada hora. Eles ainda estavam suados, melados, quando ouviram o barulho distante de um carro na rua. Não era ninguém conhecido. Mas o susto fez os dois rirem baixo, cúmplices, enquanto ele saía dela devagar, vendo o sêmen grosso escorrer pela buceta aberta e pingar no sofá. Clara se virou, sentou no braço do sofá, pernas abertas, exibindo tudo sem pudor. — Toma banho comigo — ordenou, dedo indicador apontando para o corredor. — E traz aquele sabonete de lavanda que você gosta. Quero sentir teu cheiro em mim o dia inteiro. Lucas pegou a mão dela e a puxou para cima. Caminharam nus até o banheiro, o short e a calcinha dela ainda embolados nos tornozelos, o pau dele balançando semi-duro, pingando os últimos vestígios do gozo. A porta do banheiro fechou com um clique suave. Eles tinham dois dias inteiros pela frente.
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