Esse conto é uma continuação direta dos seguintes contos: Tracei minha irmã mais velha parte 1 e parte 2. Os dias se arrastavam pesados desde que Clara fechou a porta do apartamento novo com Rafael. Lucas mal saía do quarto, respondia com monossílabos, perdia o apetite. A casa parecia maior, mais vazia, e o silêncio dele ecoava como uma acusação constante. Renata, aos 43 anos, ainda carregava o corpo que fazia os homens virarem o pescoço na rua: morena de pele dourada, cintura fina, quadris largos, seios firmes que desafiavam a gravidade mesmo depois de dois filhos. O casamento com o pai deles era estável, mas morno há anos — sexo uma vez por mês, se tanto. Ela sentia falta de ser desejada de verdade. Naquela tarde de quinta, ela o encontrou na cozinha, encostado na pia, olhando para o nada. — Luquinhas meu filho, o que tá acontecendo? Você tá assim desde que a Clara foi embora. Mal come, mal fala. Me conta. Lucas ergueu os olhos vermelhos, voz rouca. — Estou com tantas saudades da Clarinha, mãe. Saudade demais. Parece que arrancaram um pedaço de mim. Renata se aproximou, passou a mão no cabelo dele, gesto maternal que logo pareceu íntimo demais. — Eu sei, meu amor. Mas a vida é assim mesmo, a vida segue adiante. Quando der, a gente vai visitar ela. Rafael é um homem bom, respeitoso e um excelente namorado pra ela, vocês vão se acostumar. Ele assentiu sem convicção. Ela o abraçou rápido, apertando o corpo contra o dele por um segundo a mais do que o necessário, depois se afastou para preparar o almoço. Lucas ficou olhando enquanto ela se movia. Short de academia cinza, colado nas coxas grossas, subindo um pouco na bunda redonda quando ela se esticava para pegar o sal. O tecido marcava a linha da calcinha fio-dental por baixo. O pau dele acordou instantâneo, latejando contra a bermuda. Ele se aproximou por trás, colou o corpo nas costas dela, encaixando a ereção dura bem no rego da bunda. — Mãe… Renata congelou, depois se virou brusca, rosto vermelho de raiva. — Que porra é essa, Lucas? Sai de tras de mim agora, seu tarado! Você está louco? Eu sou sua mãe, caralho! Ele recuou, mãos erguidas. — Desculpa mãe… eu… não sei o que deu em mim. — Vai pro teu quarto. Agora, antes que eu meta a mão nessa tua cara sem vergonha. E não ousa me olhar e nem me tocar assim de novo, estamos entendidos? —Sim, mãe. Me desculpa mesmo, não vai ocorrer novamente. Ele subiu as escadas correndo, coração disparado de vergonha e tesão misturados. Trancou a porta, jogou-se na cama, baixou a bermuda e começou a se masturbar devagar, imaginando o corpo dela, a bunda empinada, os gemidos que ela faria se cedesse. O pau grosso pulsava na mão, veias saltadas, cabeça brilhando. Renata ficou na cozinha tremendo. A bronca tinha sido automática, mas a sensação do pau duro pressionando a bunda dela ainda queimava. “Filho da puta… como ele ousa”, pensou. Mas a imagem não saía da cabeça. Minutos depois, a culpa a corroeu. “Fui dura demais. Ele tá sofrendo sentindo falta da irmã, tadinho.” Subiu devagar, bateu na porta dele. — Luquinhas? Filho, abre. Desculpa ter gritado, por ter surtado com você. Nenhuma resposta. Ela girou a maçaneta — não estava trancada. Empurrou devagar. E congelou. Ele estava deitado de costas, olhos fechados, mão subindo e descendo no pau enorme, grosso como o antebraço dela, cabeça vermelha inchada. Gemidos baixos escapavam: “Mãe, nossa mãe, como você é gostosa… porra, mãe… deixa eu meter em você, deixa eu socar minha rola nessa bucetinha…”. O saco pesado balançava a cada punheta lenta. Renata sentiu o calor subir pelo corpo inteiro. A buceta pulsou, molhou a calcinha na hora. Ela ficou parada na porta entreaberta, escondida na sombra do corredor, mão apertando a coxa. “Meu Deus… que pau… tão grande, tão enorme… maior que o do pai dele.” Ficou olhando até ele gemer mais alto, quase gozando. Então recuou em silêncio, correu pro próprio quarto, trancou a porta, jogou-se na cama, abriu as pernas e enfiou dois dedos na buceta encharcada. —Que filho safado eu tenho… me deixando assim, ahhh Luquinhas… — sussurrou, esfregando o clitóris com força. Imaginou aquele pau abrindo ela, metendo fundo, enchendo tudo. Gozou em menos de dois minutos, corpo arqueado, gemendo baixo o nome dele pela primeira vez: “Lucas… caralho, eu tô gozando pra você, meu filho…”. Mais tarde, o pai estava no trabalho, a casa vazia de novo. Renata limpava a geladeira de vestidinho floral leve, sem sutiã, sem calcinha por baixo — o tecido fino roçava os mamilos duros, a saia balançava solta nas coxas. Lucas apareceu na porta da cozinha, voz baixa. — Mãe… me desculpa de novo. Eu não consigo parar de pensar em você. Desde hoje de manhã… desde que vi você com aquele shortinho legging… eu tô louco por ti. Ela se endireitou, virou devagar. Olhou para ele, olhos escuros brilhando. — Você não devia, Lucas. Isso é errado. Muito errado. Mas o tom já era diferente — rouco, hesitante. Ele se aproximou, colou por trás outra vez. O pau duro encaixou na bunda dela por cima do vestido. Dessa vez ela não recuou. — Me deixa sentir você, mãe… só um pouco, vai… — murmurou ele, mãos subindo pela cintura, apertando os seios por cima do tecido. Renata arfou, empinou a bunda de leve, rebolando contra ele. — Porra meu filho… você tá com o pau duro pra caralho de novo… — sussurrou ela, voz tremendo. — Eu vi você se punhetando pensando em mim, seu safado. Vi tudo. E gozei horrores pensando nesse seu pau gostoso. Lucas grunhiu, mordendo o pescoço dela. — Então deixa eu te dar ele. Deixa teu filho te foder como você merece. Ela virou o rosto, procurou a boca dele. O beijo foi faminto, línguas brigando, dentes mordendo. Ele a pegou no colo com facilidade, pernas dela enroscando na cintura dele, e subiu as escadas até o quarto do casal. Jogou-a na cama king size que dividia com o marido. Suspendeu o vestido até a cintura, expondo a buceta depilada, lábios inchados, mel escorrendo pelas coxas. — Abre as pernas, mãe. Quero chupar essa bucetinha melada até você implorar por mais. Renata obedeceu, joelhos dobrados, mãos abrindo os lábios para ele ver tudo. — Chupa minha bucetinha, filho. Lambe tudo, vai, faz essa língua trabalhar bem gostoso aí, vai. Faz tua mãe gozar na tua boca. Lucas mergulhou, língua plana lambendo da entrada até o clitóris, depois sugando o botão com força. Dois dedos entraram fácil, curvando para acertar o ponto G. Ela agarrou os cabelos dele, puxando. — Isso… chupa, vai, chupa gostoso a buceta da sua mãe… caralho filho, tua língua é boa… me faz gozar… vai…vai seu cachorro, faz a mamãe gooooooooooooozar. Ele acelerou, dedos bombando, língua rodando. Renata gozou gritando, corpo convulsionando, jorro quente molhando o queixo dele. — Porra… gozei forte… nunca gozei tão intensamente e forte assim, filho… Ela virou de bruços, ficou de quatro, bunda empinada, vestido amassado na cintura. — Agora vem cá Lucas, vem e me fode. Mete esse pau grosso na buceta da tua mãe, vai. Arromba e me fode todinha, me fode inteirinha. Quero sentir você gozando dentro de mim. Lucas se posicionou atrás, segurou a base do pau, esfregou a cabeça na entrada melíflua, depois empurrou devagar. A buceta dela abriu, quente, apertada, engolindo centímetro por centímetro. — Caralho, mãe… que xoxota maravilhosa é essa? Tua buceta é perfeita… tão molhada… tão quente… Ele começou a meter forte, estocadas profundas, saco batendo no clitóris dela a cada investida. As nádegas tremiam, a carne ondulando. — Mete mais forte, bomba com força e me fode forte, filho… me rasga… me fode como se fosse me matar de prazer, seu vagabundo… — Tá gostando do pau do teu menino te enchendo, vadia? — ele grunhiu, puxando os cabelos dela para trás. — Não tô aguentando mais, vou gozar, vou gozar gostoso nesse teu pau delicioso… tô gozando de novo… caralho… goza comigo… enche minha buceta de porra… Lucas acelerou frenético, metidas brutas, grunhidos animais. Gozou primeiro, jatos quentes enchendo ela até transbordar, escorrendo pelas coxas. Renata gozou junto, buceta apertando em espasmos violentos, gritando o nome dele. Caíram na cama, suados, ofegantes. Ela virou o rosto, beijou ele devagar, língua preguiçosa. — Isso não pode virar hábito, filho. Somos mãe e filho e isso é completamente errado… — sussurrou, mas o tom era mentira. Lucas sorriu contra a boca dela. — Já virou, mãe. E pra mim não tem problema se tu é minha mãe, mas você é gostosa pra caralho e eu não pretendo parar. Ela fechou os olhos, mão descendo para acariciar o pau ainda semi-duro. — Então vem cá, meu filho. Me fode de novo. Antes que teu pai chegue. Eles tinham tempo. Pouco, mas suficiente para começar tudo de novo.
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