A noite caía pesada sobre a periferia de Simões Filho, Bahia, onde as ruas estreitas e mal iluminadas ecoavam com o silêncio quebrado apenas pelo latido distante de cães vadios. A sargento Carla, uma mulher de 35 anos, curvas generosas moldadas por anos de academia e uma farda que apertava seus seios fartos e sua bunda empinada, dirigia sua viatura sozinha. Era ronda noturna, o turno que ela odiava e amava ao mesmo tempo. Seu marido, um caminhoneiro preguiçoso, estava há meses sem tocá-la direito – sempre cansado, sempre com desculpas. Carla sentia o fogo acumulado entre as pernas, uma frustração que a deixava irritada, ansiosa por qualquer faísca que pudesse acender sua libido reprimida. Naquela noite, o rádio chiou com um chamado urgente: um assalto a uma padaria na favela do Morro do Cruzeiro. O ladrão, descrito como um homem magro e ágil, havia roubado o caixa e ainda agredido dois clientes que tentaram reagir. Carla acelerou, o motor da viatura rugindo como seu desejo contido. Ela chegou ao local em minutos, o farol cortando a escuridão. O dono da padaria, um velhinho trêmulo, apontou para a direção em que o bandido fugira: um beco escuro, cheio de lixo e sombras. Com a arma em punho, Carla avançou pelo beco, seus botas pesadas ecoando no chão irregular. Seu coração batia forte, não só pelo perigo, mas pela adrenalina que sempre a excitava em momentos assim. "Polícia! Pare onde está!", gritou ela, avistando uma silhueta correndo. O homem tropeçou em uma lata e caiu, praguejando. Carla foi rápida: em segundos, estava sobre ele, torcendo seu braço para trás e algemando-o com força. Ele era jovem, uns 25 anos, corpo esguio mas musculoso, tatuagens cobrindo os braços – o tipo de marginal que ela via todos os dias, mas que naquela noite parecia irresistivelmente tentador. "Filho da puta, você tá fudido agora", murmurou ela, pressionando o joelho nas costas dele enquanto revistava seus bolsos. Encontrou o dinheiro roubado, uma faca e um celular. O bandido, chamado Diego segundo os documentos falsos, resmungava ameaças: "Me solta, sua vaca! Eu não fiz nada!". Mas Carla não ouvia. Seus olhos percorreram o corpo dele ali no chão, e uma ideia perversa brotou em sua mente. Estava sozinha, sem parceiro de ronda – o turno era dela, e ninguém viria checar por horas. Meses sem sexo... e ali estava um homem algemado, à sua mercê. Seu clitóris pulsou só de pensar. Ela o arrastou para um canto mais escuro do beco, atrás de uma pilha de entulhos, onde ninguém os veria. A lua cheia iluminava fracamente o local, suficiente para que ela visse o medo nos olhos dele misturado com confusão. "O que cê vai fazer? Me leva pro distrito, porra!", ele rosnou, tentando se debater. Carla sorriu, um sorriso cruel e lascivo. "Cala a boca, seu ladrãozinho de merda. Hoje você vai pagar de outro jeito." Com movimentos deliberados, ela desabotoou o cinto da farda, deixando a calça cair até os tornozelos. Sua calcinha era simples, preta, mas já úmida de excitação. Ela a puxou para o lado, expondo sua bunda redonda e firme, marcada levemente pelas horas sentada na viatura. "Olha pra isso, seu safado. Você vai me comer agora, ou eu te meto uma bala na cabeça." Diego piscou, atônito. "O quê? Você tá louca?" Mas Carla não deu tempo para protestos. Ela o virou de barriga para cima, ainda algemado, e sentou-se sobre seu rosto com violência, esmagando sua boca contra sua bunda suada. "Chupa meu cu, seu bandido filho da puta! Lambe tudo!", ordenou ela, truculenta, apertando as coxas grossas ao redor da cabeça dele como um torno. Diego tentou resistir, virando o rosto, mas Carla agarrou seus cabelos e forçou sua cara de volta, esfregando o ânus diretamente na língua dele. O cheiro era intenso – suor misturado com o aroma natural de sua excitação, depois de um dia inteiro de patrulha. Ele engasgou, mas ela não parou, rebolando com força, forçando a língua dele a invadir seu buraco apertado. "Assim, porra! Enfia mais fundo! Lambe como se sua vida dependesse disso, porque depende!" Carla gemia alto, sem se importar com o risco de ser ouvida – o beco era isolado, e o prazer era avassalador. Sua buceta escorria, molhando o queixo dele enquanto ela se movia para frente e para trás, usando o rosto de Diego como um brinquedo sexual. Ele, relutante no início, começou a lamber com mais vigor, talvez por medo, talvez por instinto – sua língua circulando o ânus dela, chupando os lábios inchados, penetrando o cu com estocadas úmidas. "Isso, caralho! Me come com a boca! Faz eu gozar, seu ladrão safado!" Ela rebolava violentamente agora, sua bunda quicando no rosto dele, o som de carne contra carne ecoando no beco. Cada rebolada fazia seu cu se contrair ao redor da língua dele, e ela sentia o orgasmo se aproximando como uma onda furiosa. "Mais forte! Enfia tudo! Lambe meu cu suado, seu puto!" Diego, ofegante, obedecia, sua língua fodendo o buraco dela com fúria, sugando os sucos que escorriam. Carla apertava os mamilos por cima da farda, os seios balançando enquanto ela cavalgava o rosto dele como uma amazona selvagem. De repente, o clímax veio alucinante. Carla urrou, seu corpo tremendo, rebolando descontroladamente enquanto gozava, jatos de squirt molhando o rosto e o peito de Diego. "Aaaah, porra! Tô gozando no teu rosto, seu bandido! Toma tudo!" Seu cu piscava, contraindo-se em espasmos violentos, e ela continuou esfregando, prolongando o prazer até as pernas fraquejarem. Ofegante, ela se levantou, puxando a calça de volta e abotoando o cinto como se nada tivesse acontecido. Diego jazia no chão, rosto lambuzado, olhos vidrados. "Sua louca... o que foi isso?" Carla riu, limpando o suor da testa. "Pagamento pela sua dívida com a sociedade, otário. Agora, vamos pro distrito. E se você abrir a boca sobre isso, eu te mato." Ela o arrastou de volta para a viatura, o corpo ainda formigando de satisfação. Aquela noite, a lei havia sido dobrada – e Carla, finalmente saciada, sorria no escuro.
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