Meu Deus, eu tô louca. Literalmente louca pelo meu próprio pai e isso está me matando por dentro. Moro sozinha com ele desde que a mamãe foi embora, faz uns três anos, e eu já tenho 21, mas parece que o meu corpo resolveu acordar agora pra esse desejo doentio. Toda vez que eu entro na cozinha de manhã e vejo ele lá, só de cueca boxer preta apertada, o peito largo peludo e aquele volume marcando entre as pernas, eu sinto a buceta latejar na hora. É automático. Eu finjo que tô pegando café, mas na verdade tô imaginando ele me agarrando pela cintura, me jogando de bruços em cima da mesa de madeira e enfiando aquele pauzão grosso até o fundo, me enchendo de porra quente enquanto eu grito "me fode, papai, me engravida de uma vez". Ele não faz ideia. Ou faz? Eu já tentei dar umas indiretas safadas. Uma vez, quando ele tava assistindo futebol na sala, eu sentei do lado dele de shortinho curto, sem calcinha, e abri as pernas "sem querer". Fiquei fingindo mexer no celular, mas deixei a buceta roçando na coxa dele. Nada. Ele só passou a mão na minha perna e disse "tá com frio, filha?". Frio? Porra, eu tava pegando fogo! Outra noite, eu saí do banho enrolada na toalha e deixei cair "acidentalmente" na frente dele. Meus peitos grandes, durinhos, mamilos marrons arrepiados, e a bucetinha lisinha que eu tinha acabado de depilar. Ele olhou rápido, engoliu seco e virou o rosto. "Vai se vestir, menina, senão pega resfriado". Resfriado o caralho. Eu queria que ele me pegasse ali mesmo, me chupasse até eu gozar na cara dele. À noite é pior. Eu me tranco no quarto, deito na cama de pernas abertas e começo a me tocar pensando nele. Minha mão desce devagar, roçando o clitóris inchado, e eu já tô molhada pra cacete. Imagino o cheiro dele, aquele cheiro de homem maduro, suor misturado com loção pós-barba barata. Dedo pra dentro, dois, três, e eu finjo que é o pau dele me arrombando. "Ai, papai... me come gostoso... me enche de leitinho quente, por favor...", eu gemo baixinho, mordendo o travesseiro pra não fazer barulho. Gozo forte, o corpo tremendo, mas não é suficiente. Nunca é. Eu quero o dele de verdade. Quero sentir ele pulsando dentro de mim, quero o barulho molhado da buceta engolindo aquele caralho grosso, quero ele me chamando de "putinha do papai" enquanto goza. Hoje foi o dia que tudo mudou. Era sábado à tarde, calorão daqueles de Bahia, e ele tava consertando a pia da cozinha. Sem camisa, só de bermudão velho, suor escorrendo pelo peito, pelos da barriga descendo até o cós. Eu entrei pra pegar água e parei na porta, olhando descaradamente. Meu short de algodão já tava úmido entre as pernas. Ele virou, me viu e sorriu daquele jeito paternal que me deixa louca. — Tá precisando de algo, filha? Preciso de você me fodendo até eu não aguentar mais, pensei. Mas falei outra coisa: — Só água, pai. Tá quente pra caralho hoje, né? Ele riu, passou a mão na testa suada. — Tá mesmo. Vem cá, me ajuda a segurar essa mangueira aqui que eu tô quase terminando. Eu me aproximei, o coração batendo no peito como tambor. Fiquei do lado dele, corpo quase colado. Meu braço roçou no dele, pele quente, e eu senti um cheiro forte de homem. Minha buceta contraiu sozinha. Enquanto ele mexia na torneira, eu deixei minha mão "escorregar" e encostar de leve no volume da bermuda. Ele parou por um segundo. Olhou pra mim. Eu não tirei a mão. — Pai... — minha voz saiu rouca, desesperada. — Eu... eu não aguento mais. Ele franziu a testa, mas não se afastou. — Não aguenta mais o quê, menina? Eu respirei fundo. Chega de indireta. Chega de dedinho sozinha à noite. — De você. Eu tô louca pelo seu pau, pai. Toda noite eu me masturbo pensando em você me jogando nessa mesa aqui e me enchendo de porra. Eu sou sua filha, mas eu quero ser sua vadia também. Me fode. Por favor. Me come gostoso. O silêncio durou dois segundos que pareceram uma eternidade. O rosto dele mudou. Os olhos escureceram, a respiração ficou pesada. Ele largou a ferramenta, virou pra mim devagar e me segurou pelo queixo, forçando meu olhar no dele. — Você tá falando sério, filhotinha? — a voz dele saiu grossa, rouca, cheia de desejo que ele tava segurando há sei lá quanto tempo. — Eu pensei que era coisa da minha cabeça. Toda vez que você passa rebolando com esses shortinhos curtos, eu fico de pau duro imaginando te arrombar. Ele me puxou contra o corpo dele. Senti o pau já duro, enorme, pressionando minha barriga por cima da bermuda. Meu Deus, era maior do que eu imaginava. Grosso, quente, pulsando. Ele enfiou a mão por dentro do meu short, direto na buceta encharcada. — Caralho, tá molhada pra caralho, filha. Essa bucetinha tá pingando só de olhar pro papai? Dois dedos grossos entraram em mim de uma vez, sem aviso. Eu gemi alto, as pernas tremendo. — Ai, papai... sim... me deda gostoso... eu quero ser sua putinha... Ele começou a mexer os dedos rápido, o polegar roçando meu clitóris inchado. O barulho molhado ecoava na cozinha pequena. Ele me beijou na boca pela primeira vez — um beijo bruto, língua invadindo, chupando minha saliva como se fosse a coisa mais doce do mundo. Eu me esfreguei nele, sentindo o pau crescer ainda mais. — Tira essa roupa, princesa. Quero ver esses peitos que você fica exibindo pra mim. Tirei o short e a blusinha em dois segundos. Fiquei pelada na frente dele, mamilos duros, buceta brilhando de tesão. Ele abaixou a bermuda e o pau saltou pra fora — enorme, veioso, cabeça vermelha brilhando de pré-gozo. Uns 22 centímetros fáceis, grosso como meu pulso. Eu caí de joelhos na hora. — Deixa eu chupar, pai... por favor... quero sentir gosto de pau de homem de verdade. Ele segurou minha cabeça com as duas mãos e enfiou devagar. A cabeça grossa abriu meus lábios, invadiu minha boca. Eu engasguei, baba escorrendo pelo queixo, mas continuei. Chupei com fome, língua girando na glande, descendo até as bolas pesadas e peludas. Ele gemia rouco: — Isso, filha... chupa o pau do papai... engole tudo, sua gulosa... caralho, que boca quente... Eu babava tudo, garganta relaxando pra engolir mais fundo. Ele fodia minha boca devagar, segurando meu cabelo. Lágrimas escorriam dos meus olhos, mas eu tava no paraíso. Meu dedo tava na buceta, me tocando enquanto chupava. Ele me puxou de pé de repente, me virou de costas e me jogou de bruços na mesa da cozinha — exatamente como eu imaginava todo santo dia. Peitos esmagados contra a madeira fria, bunda empinada pra ele. Ele deu um tapa forte na minha nádega. — Essa bundinha é minha agora. Essa buceta também. Vou te foder até você implorar pra parar, sua putinha incestuosa. Senti a cabeça do pau roçando minha entrada molhada. Ele esfregou pra cima e pra baixo, me torturando. — Pede, filha. Pede pro papai te arrombar. — Me fode, papai! Enfia esse caralho grosso na minha buceta! Me enche de porra, por favor! Ele entrou de uma vez. Tudo. Até o fundo. Eu gritei de prazer e dor misturados — era enorme, me esticando inteira. Ele não deu tempo de acostumar. Começou a meter forte, as bolas batendo no meu clitóris, o barulho de pele contra pele ecoando. A mesa rangia com cada estocada. — Caralho, que buceta apertada... tá me engolindo inteiro, filha... que delícia... papai vai te encher de leitinho quente... Eu empinava a bunda pra trás, rebolando, pedindo mais. — Mais forte, pai! Me quebra! Sou sua vadia, me usa! Goza dentro de mim, me engravida se quiser! Ele me segurou pelos quadris e meteu como um animal. O suor dele pingava nas minhas costas. Eu gozei primeiro, forte pra cacete, a buceta apertando o pau dele, esguichando um pouco no chão. Mas ele não parou. Continuou metendo, mais rápido, mais fundo. — Vou gozar, filha... toma... toma toda a porra do papai... Ele rosnou, enfiou até o talo e explodiu dentro de mim. Senti jato atrás de jato, quente, grosso, enchendo minha buceta até transbordar. Escorreu pelas minhas coxas, pingando no chão. Ele ficou lá dentro, pulsando, me abraçando por trás, beijando meu pescoço. — Isso, minha putinha... tá toda cheia do papai agora... Mas não acabou. Ele me virou de frente, me sentou na mesa, abriu minhas pernas e enfiou de novo. Dessa vez olhando nos meus olhos. — Olha pra mim enquanto eu te fodo. Quero ver sua cara de safada gozando no pau do pai. Ele meteu devagar agora, fundo, girando os quadris. Eu segurei nos ombros dele, unhas cravadas. Beijei ele de novo, mordendo o lábio. — Eu te amo, pai... mas te quero como homem... me fode todo dia... — Todo dia, filha. Essa buceta é minha agora. Vou te comer de manhã, de tarde e de noite. Vou te encher de porra até você não aguentar andar. Gozei de novo, gritando o nome dele. Ele gozou pela segunda vez, menos volume mas ainda quente, misturando com o que já tava dentro. Depois me carregou pro quarto, me deitou na cama e me comeu mais uma vez, de lado, devagarinho, sussurrando sacanagens no meu ouvido. — Você é minha putinha particular agora. Ninguém mais vai tocar nessa buceta. Só o pau do papai. Eu sorri, exausta, cheia de porra escorrendo, e respondi: — Finalmente, pai... eu tava desesperada por você. E assim começou nossa loucura. Todo dia, na mesa da cozinha, no sofá, no banheiro... ele me fode como eu sempre sonhei. E eu nunca mais precisei me tocar sozinha pensando nele. Porque agora ele tá dentro de mim, de verdade.
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