Minha irmã carinhosa!

Eu tinha 28 anos e vivia numa casa que parecia normal pra todo mundo, menos pra mim. Meu nome é Lucas, e o que me consumia era a Mariana, minha irmã mais velha de 30. Porra, ela era perfeita pra mim. Alta, quase 1,75, pele clara que ficava rosada fácil, corpo magrinho mas saudável, com aquelas perninhas longas, cintura fina, peitos médios empinados que balançavam de leve quando ela ria, e uma bundinha redonda que eu sonhava morder todo dia. O cabelo castanho caía nos ombros, e o humor dela era foda: sempre zoando, fazendo piada, deixando a casa leve mesmo quando o dia tava uma merda. Eu era louco por ela desde moleque, mas guardava tudo trancado no peito. Até que os sinais começaram a aparecer.
Todo dia eu chegava do trampo cansado, suado, e lá vinha ela. Antes era só um “oi irmão” rápido. Agora não. Ela me recebia na porta com um abraço apertado pra caralho, o corpo dela colando no meu, os peitos macios espremendo contra meu peito, o cheiro de sabonete e perfume barato misturado com o calor da pele. “Saudade de você, Lucas”, ela sussurrava no meu ouvido, demorando o beijo no rosto. Eu sentia a buceta dela roçando de leve na minha coxa quando ela se esticava pra me apertar mais. Meu pau inchava na hora, e eu tinha que me afastar rápido pra ela não sentir o volume. Mas ela sorria com aquele jeitinho safado, como se soubesse exatamente o que tava acontecendo.
E os banhos… ah, os banhos eram o inferno gostoso. Várias vezes eu entrava no box depois do treino, a porta do banheiro sem tranca porque a gente sempre esquece. Eu ficava lá, água quente caindo, e começava a bater uma punheta pensando nela. Minha pica é grande pra porra – uns 22 centímetros de rola grossa, veias saltadas, cabeça rosada brilhando, bolas pesadas cheias de porra. Eu segurava firme, subia e descia a mão devagar, gemendo baixo “Mariana… porra, mana, eu quero te foder”. Imaginava enfiando tudo naquela buceta dela, esticando os lábios rosados, fazendo ela gritar meu nome.
Uma noite dessas ela abriu a porta de repente. Eu tava no meio, mão bem agarrada na base da pica latejando, cabeça pra trás, água escorrendo no peito. Ela parou na porta, olhos fixos na minha rola enorme pulsando na minha mão. Não falou nada. Cara neutra, como se tivesse visto um copo de água. Só ficou uns três segundos olhando, depois fechou a porta devagar. Meu coração quase saiu pela boca. Eu gozei na hora, jatos grossos de porra batendo no azulejo, pensando que ela tinha visto tudo. No dia seguinte, nada. Nem uma piadinha, nem cara feia. Só o sorriso de sempre e o abraço mais apertado na volta do trabalho.
Isso rolou umas cinco, seis vezes. Sempre o mesmo: eu batendo punheta pensando nela, ela entrando “sem querer”, vendo a pica grossa na minha mão, expressão neutra, e saindo. Eu ficava louco. Será que ela tava gostando? Será que ficava molhada depois? Eu não aguentava mais.
Naquela sexta à noite o negócio explodiu. Eu cheguei tarde, casa vazia porque os pais tinham viajado pro interior. Mariana tava na sala de shortinho jeans curto que mal cobria a bunda, regata branca fina, sem sutiã, os bicos dos peitos marcando o tecido. Ela tava descalça, cabelo solto, cheirando a banho recente. Quando me viu, veio correndo e me abraçou forte, o corpo quente colando no meu. “Finalmente, irmão… tava morrendo de saudade hoje.” O abraço durou demais. Ela não soltava. Eu senti os peitos dela espremendo, os mamilos duros roçando meu peito. Meu pau acordou na hora, ficando duro pra caralho contra a barriga dela.
“Mari… eu preciso falar uma coisa”, eu disse rouco, voz tremendo.
Ela levantou o rosto, olhos brilhando. “Eu também, Lucas. Mas primeiro… eu vi você no banho. Todas aquelas vezes.”
Meu coração parou. “Você… viu?”
“Vi essa pica grande, grossa, latejando na sua mão. Você gemendo meu nome. Eu fingia que não via, mas saía do banheiro com a buceta pingando, irmão. Eu ia pro meu quarto, tirava a calcinha e me dedava pensando nessa rola enorme me rasgando.”
Porra, foi como se o mundo parasse. Eu não pensei. Puxei ela pela cintura e colei minha boca na dela. O beijo foi bruto, línguas se enrolando, saliva escorrendo, ela gemendo na minha boca. Minhas mãos desceram direto pra bunda, apertando aquelas nádegas firmes por cima do short. Ela mordeu meu lábio inferior e sussurrou: “Me fode, Lucas. Me come logo com essa pica que eu vejo todo dia.”
Eu arranquei a regata dela. Os peitos pularam livres, mamilos rosados duros como pedra. Eu abaixei a cabeça e chupei um, depois o outro, mordendo de leve enquanto ela gemia “isso, chupa os peitinhos da mana, irmão safado”. Minhas mãos abriram o botão do shortinho, desci tudo junto com a calcinha. A buceta dela era linda: depiladinha, lábios inchados brilhando de tesão, clitóris aparecendo pedindo língua. Um filete de mel escorria pela coxa.
Eu caí de joelhos e enfiei o rosto ali. Cheiro de mulher molhada, doce e salgado. Lambi devagar da entrada até o clitóris, depois chupei forte. Ela agarrou meu cabelo, rebolando na minha cara: “Porra, que língua gostosa… lambe essa xota da tua irmã, Lucas, enfia a língua no buraco!” Eu obedeci, meti a língua fundo, sentindo as paredes quentes pulsando, suco escorrendo no meu queixo. Ela tremia, gemendo alto “tô gozando, caralho… gozando na boca do meu irmão!”. O corpo dela convulsionou, buceta apertando minha língua, jorro quente molhando meu rosto.
Eu levantei, pau latejando dentro da calça. Ela abriu meu cinto rápido, puxou a calça e a cueca pra baixo. Minha pica pulou livre, grossa, veias roxas, cabeça brilhando de pré-gozo. “Meu Deus, que rola enorme… sempre quis isso dentro de mim.” Ela se ajoelhou, segurou com as duas mãos e enfiou na boca. Porra, que boquinha quente. Ela chupava fundo, engasgando, saliva escorrendo pelos cantos, olhos lacrimejando olhando pra mim. “Engole tudo, mana… chupa essa pica do teu irmão.” Ela gemia com a rola na boca, balançando a cabeça, mão massageando minhas bolas pesadas. Eu segurava o cabelo dela e metia na garganta, fundo até ela tossir. “Isso, engole o caralho do irmão, vadiazinha.”
Não aguentei. Levantei ela, virei de costas na mesa da sala e abri as pernas. A buceta brilhava, aberta, convidando. Eu esfreguei a cabeça da pica nos lábios, depois meti devagar. “Aaaahhh caralhooo… que buceta apertada, mana!” Ela gritou “me rasga, Lucas! Enfia tudo nessa xota faminta!” Eu empurrei até o fundo, bolas batendo na bunda dela. Comecei a meter forte, ritmo pesado, pau entrando e saindo com som molhado, porra. Ela rebolava pra trás: “Me fode gostoso, irmão… mete essa pica grossa até o talo na buceta da tua irmã mais velha!”
Eu metia sem parar, mão dando tapa na bunda branca que ficava vermelha. “Tá gostando da rola do irmão, hein? Essa buceta é minha agora!” Ela respondia gemendo alto “é sua, porra… me usa, me enche de porra!” Troquei de posição: sentei no sofá, ela subiu de frente, sentou devagar engolindo tudo. Os peitos balançando na minha cara enquanto ela cavalgava louca, rebolando, subindo e descendo rápido. Eu chupava os mamilos, mordia, ela gritava “goza dentro, Lucas… enche a buceta da mana de leitinho quente!”
Eu não aguentei mais. Segurei a cintura dela e meti pra cima com força. Senti o orgasmo subindo, bolas apertando. “Tô gozando, mana… toma toda a porra do irmão!” Jatos grossos explodiram dentro dela, enchendo a buceta quente. Ela gozou junto, apertando meu pau, leite escorrendo pelas minhas bolas.
A gente ficou ali ofegante, suor misturado, pau ainda dentro pulsando. Mas não acabou. Depois de uns minutos ela sorriu safada: “Ainda tô com fome, irmão.” Virou de quatro no chão, bundinha empinada, buceta inchada pingando nossa mistura. Eu meti de novo, dessa vez no cu dela. Devagar no começo, depois forte. “Porra, que cuzinho apertado… te fodo no rabo agora!” Ela gemia “mete no meu cu, Lucas… rasga o cu da tua irmã!” Eu metia fundo, mão no clitóris dela, até gozarmos de novo, eu enchendo o cu dela de porra quente que escorria pelas coxas.
A noite inteira foi assim. Mais duas rodadas na cama dela, ela cavalgando, eu por trás, 69 com ela engolindo minha pica enquanto eu lambia a buceta cheia de porra. Dormimos abraçados, suados, marcados um do outro.
Quando acordei de manhã, ela tava me olhando com aquele sorriso bom humor de sempre, mas agora com tesão nos olhos. “Bom dia, meu irmãozinho safado. Vamos tomar banho juntos hoje?”

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Minha irmã carinhosa!

Codigo do conto:
255851

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
01/03/2026

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