Muita aproximidade com meu irmao, terminou em sexo!
Meu nome é Ana, tenho 18 agora, mas naquela época a gente ainda tava no último ano da escola e o mundo parecia pequeno demais pra caber o que a gente sentia. Meu irmão Lucas, um ano mais velho, sempre foi meu porto seguro. Desde moleque a gente dividia tudo: quarto (quando a mãe viajava), segredos, até a porra do controle da TV. Brigávamos pra cacete também – ele me chamava de pirralha mimada, eu batia nele com o travesseiro até ele me prender no chão e rir na minha cara. Mas no fundo, ele tava sempre lá. Quando eu chorava por causa de nota baixa, quando um babaca da sala me zoava, lá vinha o Lucas com o braço em volta do meu ombro e aquele cheiro de garoto que suava no futebol. O problema começou quando eu entrei na puberdade de verdade. Peitos cresceram, bunda empinou, e de repente os caras da escola tavam em cima de mim que nem moscas no mel. “Nossa Ana, que delícia de corpo”, “me dá teu zap que eu te mostro uma coisa grossa”. Eu ria, fingia que não ligava, mas no fundo gostava daquela atenção. Lucas via tudo. E o ciúme dele... caralho, era visceral. Ele ficava quieto, olhar escuro, depois explodia em casa. “Tu gosta né, de ser olhada que nem uma vadia?”, ele rosnava baixo no corredor do quarto. Eu respondia gritando: “Cala a boca, seu invejoso de merda! Tu é meu irmão, não meu dono!”. As brigas eram feias, portas batendo, mãe perguntando do outro lado da casa o que tava acontecendo. Mas ele nunca me delatava. Só guardava aquela raiva quente no peito. Uma noite de sexta, depois de uma festa da escola onde eu dancei colada com um tal de Pedro, a coisa estourou. Cheguei em casa cheirando a cigarro e perfume barato, rindo sozinha no escuro. Lucas tava me esperando na sala, luz só do celular dele iluminando o rosto. “Tu deixou ele te tocar, né? Eu vi pela janela da casa do vizinho.” A voz dele tremia. Eu revidei: “E se deixei? Tu não manda na minha vida, Lucas!”. Ele se levantou rápido demais, me encurralou contra a parede. Os olhos dele tavam vermelhos. De repente, sem aviso, ele desabou. Caiu de joelhos, abraçando minha cintura, rosto enterrado na minha barriga. “Eu não aguento, Ana... não suporto a ideia de outro cara te beijando, te tocando, te comendo. Tu é minha. Sempre foi. É meu destino cuidar de ti, te proteger, te... te ter só pra mim.” As lágrimas molhavam minha blusa. Eu congelei. Aquilo era estranho pra caralho, mas ao mesmo tempo... fazia sentido. O jeito que ele me olhava desde sempre, o ciúme, a proteção exagerada. Meu coração batia tão forte que parecia que ia sair pela boca. “Lucas...”, sussurrei, passando a mão no cabelo dele. Ele levantou o rosto, olhos brilhando de choro e de outra coisa mais escura. E me beijou. Não foi beijo de irmão. Foi boca aberta, língua quente invadindo a minha, mão apertando minha bunda por baixo do short. Eu devia ter empurrado. Mas não empurrei. Gostei. Porra, eu adorei. Minha bucetinha deu uma latejada imediata, como se tivesse acordado de um sono de anos. Beijei de volta, mordendo o lábio dele, gemendo baixinho na boca dele. “Porra, mana... tu tá molhada já?”, ele murmurou, mão descendo entre minhas pernas, sentindo o calor através do tecido fino. Eu só consegui gemer “cala a boca e me beija mais”. A gente se pegou ali mesmo no corredor por uns minutos, mãos explorando, respirações ofegantes. Depois paramos, assustados com o barulho da mãe no quarto. Mas aquilo foi só o começo. Nas semanas seguintes a gente se evitava de dia, mas de noite trocava mensagens safadas. “Tô duro pensando na tua boca”, ele mandava. Eu respondia: “Quero sentir essa pica latejando na minha mão”. A tensão sexual tava insuportável. Até que uma tarde a mãe viajou pro interior visitar a tia. Casa vazia. Só nós dois. Eu tava no quarto dele, fingindo ajudar com lição, mas a gente mal conseguia se concentrar. Ele sentou na cama, eu no colo dele. Beijo veio violento, roupas voando. Tirei a camisa dele, passei a língua no peito definido de quem malhava escondido. Ele arrancou meu top, mamilos duros expostos. “Caralho, Ana, teus peitos são perfeitos... olha como tão durinhos pra mim.” Chupou um, depois o outro, mordendo de leve, sugando até eu arquear as costas e gemer “ai irmãozinho, assim eu gozo só com isso”. Desci a mão pro short dele, senti a rola dura pra caralho, latejando contra o tecido. “Tá tão grande... nunca vi uma pica de perto.” Ele riu rouco: “É toda tua, mana. Tira pra fora, vai”. Baixei o short e a cueca. A rola pulou pra fora, grossa, veias saltadas, cabeça rosada brilhando de pré-gozo. Uns 18 centímetros fáceis, curvada pra cima. Meu Deus, era linda. Segurei, senti o calor, a pele macia por cima do aço. Comecei a bater devagar. Ele gemeu: “Isso, mano... aperta mais forte, assim... porra, tu manja”. Ele me deitou na cama, tirou meu short e a calcinha encharcada. Olhou minha buceta virgem, lisinha (eu tinha raspado de manhã pensando nele), lábios inchados, clitóris aparecendo, mel escorrendo pelas coxas. “Que xota gostosa... toda molhada pro irmão. Vou comer direitinho.” Abriu minhas pernas, baixou a cabeça e lambeu devagar, língua larga subindo do cu até o clitóris. Eu gritei: “Porra Lucas! Que língua quente... chupa meu grelo, vai!”. Ele obedeceu, sugando forte, dois dedos entrando devagar na minha entradinha apertada. Eu tava encharcada, barulho molhado ecoando no quarto. Gozei pela primeira vez na vida dele, pernas tremendo, gozo escorrendo na boca dele. “Tô gozando irmão... caralho, que delícia!” Ele subiu, rola babada roçando minha coxa. “Quer minha pica agora? Quer que eu te foda virgem?” Eu assenti, olhos vidrados: “Quero. Enfia tudo, me arromba, me faz mulher tua.” Ele cuspiu na mão, lubrificou a cabeça e pressionou contra minha entrada. Devagar no começo, a cabeça grossa abrindo meus lábios. Doeu um pouco, mas era uma dor gostosa, quente. “Relaxa mana... deixa entrar.” Centímetro por centímetro, ele foi metendo. Eu sentia cada veia, cada pulsação. Quando rompeu o hímen, uma fisgada forte, mas logo virou prazer puro. “Ai porra... tá todo dentro... tô sentindo teu pau no meu útero!” Ele parou, beijando meu pescoço: “Tu é tão apertada... parece que tá me ordenhando.” Começou a bombear devagar, depois mais rápido. O barulho de saco batendo na bunda, pele contra pele, molhado pra caralho. Eu cravava as unhas nas costas dele: “Me fode mais forte, Lucas! Mete essa rola grossa na buceta da tua irmã! Goza dentro, me enche de porra!” Ele acelerou, suor pingando do peito dele no meu, mãos apertando meus peitos. “Tu é minha vadia agora... só minha. Ninguém mais vai te tocar.” Eu gozei de novo, buceta apertando ele, leite escorrendo. Ele rosnou: “Tô gozando... toma tudo mana!” Senti jatos quentes explodindo dentro de mim, enchendo meu útero, escorrendo pelas coxas quando ele saiu devagar. A gente ficou ali, ofegantes, colados, rola ainda semi-dura dentro de mim. Ele beijou minha testa: “Eu te amo pra caralho, Ana. Isso aqui é pra sempre.” Eu sorri, apertando ele com as pernas: “Pra sempre irmãozinho. Agora me limpa com a língua, vai... quero sentir teu gosto misturado com o meu.” Desde aquele dia a gente virou viciado um no outro. Sexo todo dia que dava. No banheiro de manhã, rapidinho, ele me comendo por trás enquanto eu me segurava na pia: “Olha no espelho mana, vê como tua buceta engole minha pica.” No carro estacionado atrás do colégio, eu chupando ele até engasgar, engolindo cada gota: “Goza na minha garganta, amor... me dá esse leitinho quente.” À noite, na cama dele, horas de 69, ele lambendo meu cu enquanto eu engolia as bolas dele. A gente inventava cada vez mais safadeza: ele me fodia no cu pela primeira vez depois de meses, lubrificando com cuspe e meu próprio gozo: “Abre esse cuzinho apertado pra mim... isso, relaxa, tá entrando... porra que cu guloso!” O tabu tornava tudo mil vezes mais intenso. Saber que era errado, que era o meu irmão, fazia minha buceta pingar só de pensar. A gente trocava olhares na mesa do jantar, pé dele subindo pela minha perna por baixo da toalha, dedo me dedando devagar enquanto a mãe contava do trabalho. Depois, no quarto, ele me comia com a mão na minha boca pra eu não gritar: “Cala a boca sua puta incestuosa... vai acordar a casa toda.” Hoje, anos depois, a gente mora junto numa cidadezinha longe da família. Ainda nos amamos igual, talvez mais. Toda noite ele me come gostoso, me chama de mana, de irmãzinha safada, me enche de porra e depois me abraça forte. Ninguém nunca vai me entender como ele. Ninguém nunca vai me foder como ele. Porque ele é meu destino. E eu sou o dele.
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