Um amor de irmãzinha!

Porra, eu nunca pensei que ia chegar nesse ponto. Tenho 32 anos, moro sozinho numa quitinete no centro de Madre de Deus, Bahia, trabalho com uns freelas de TI, e minha vida era tranquila. Até ela, minha irmãzinha, a Larissa, fazer 21 e a gente começar a se grudar que nem cola. Ela ainda mora na casa da mãe, aquele sobrado velho na rua de trás, e toda semana a gente marca: “Bora dar uma volta de carro, maninho?” Eu pego o Gol 2010, passo lá, ela desce de shortinho jeans rasgado ou legging colada, blusinha fina que marca os biquinhos dos peitos, cabelo preto solto até a cintura, aquele cheiro de shampoo de morango misturado com o suor leve de quem ficou o dia inteiro em casa. A gente roda pela cidade, fala merda pra caralho – sobre ex-namorados dela que eram uns otários, sobre como eu tô cansado de piranha que só quer selfie, sobre filme pornô que a gente viu escondido quando era mais novo. Rimos alto, eu boto a mão na coxa dela “sem querer” pra trocar marcha, ela não tira. Meu pau já dá sinal de vida só com isso.
Mas dentro da minha cabeça, mano… dentro da minha cabeça era um inferno de tesão. Eu queria lamber ela inteira. Da cabeça aos pés. Queria enfiar a língua na orelha dela, descer pelo pescoço, chupar aqueles peitinhos que eu via balançando quando ela ria, passar a boca na barriguinha lisinha, abrir as pernas dela e enterrar o nariz na bucetinha quente, sentir o cheiro forte de mulher nova, lamber devagar os lábios inchados, chupar o clitóris até ela gritar “caralho, irmão, não para”. Fantasiava com ela de quatro, cu empinado, eu lambendo tudo, desde o cuzinho apertado até os pés, chupando dedo por dedo enquanto metia devagar. Porra, eu gozava pensando nisso quase toda noite.
Ela não desconfiava de nada. Ou será que desconfiava? O lance que me deixava louco era a cesta de roupa suja no banheiro de baixo. Ela sabia que eu usava aquele banheiro quando ia lá em casa. Sabia que eu ia mijar, lavar a mão, às vezes ficar um tempo sozinho. E mesmo assim, toda vez que a gente ficava juntos, ela descia, se trocava e deixava a calcinha jogada por cima da cesta. Não escondia, não enrolava na toalha. Deixava ali, bem à vista. Da última vez foi foda.
A gente tinha passado a tarde rodando de carro, comendo pastel na feira, falando merda sobre como ela tava solteira e eu também. Chegamos em casa, mãe tava na cozinha fazendo café. Larissa subiu pro quarto dela rapidinho, desceu de moletom cinza folgado e blusinha regata branca. “Vou me trocar aqui embaixo, tá calor pra caralho”, ela disse, sorrindo aquele sorrisinho safado que ela dá quando sabe que tá provocando. Entrou no banheiro, deixou a porta entreaberta – eu vi de relance. Tirou o shortinho, a calcinha preta de renda ficou na mão dela por um segundo, depois jogou em cima da cesta, bem no topo. Troçou só a blusa, ficou com o moletom por baixo. Saiu do banheiro cheirando a perfume fresco. “Bora jogar Banco Imobiliário com a mãe?”
Sentamos na mesa da sala. Eu de frente pra ela. A mãe do lado. E eu sabia, porra, eu sabia que debaixo daquele moletom folgado não tinha nada. Nada cobrindo a bucetinha dela. Toda vez que ela cruzava a perna, o tecido subia um pouco, eu imaginava a xota lisinha roçando na costura interna. Meu pau endureceu tanto que tive que ajustar disfarçadamente. Ela me olhava, ria, “Te peguei nessa propriedade, maninho! Paga aí.” E eu só pensava: “Se eu pudesse te pegar agora, irmãzinha, eu te jogava na mesa, abria esse moletom e enfiava a língua até você molhar o pano inteiro.”
A noite foi longa. Jogamos três partidas. Mãe foi dormir lá pelas onze. Larissa bocejou, esticou os braços, a blusinha subiu e mostrou um pedaço da barriga bronzeada. “Vou tomar banho e dormir, irmão. Amanhã cedo tenho faculdade.” Me deu um beijo no rosto, daqueles demorados, boca perto da minha orelha. “Obrigada pelo rolê hoje, te amo.” Subiu as escadas rebolando sem querer. Ou querendo.
Eu fiquei na sala fingindo ver TV. Coração batendo forte. Sabia que ela ia dormir logo. Desci pro banheiro de baixo, fechei a porta devagar. A luz amarela, o cheiro dela ainda no ar. Lá estava: a calcinha preta de renda, jogada por cima da cesta, ainda quente. Peguei com as mãos tremendo. O tecido estava úmido no fundo. Cheirei fundo. Porra… que cheiro, mano. Forte, azedo, doce, aquele cheiro de buceta jovem que ficou o dia inteiro guardada, suando um pouco no carro, roçando no banco. Inspirei de novo, mais fundo, até meus pulmões encherem. Meu pau já tava duro pra caralho, latejando dentro da calça.
Sentei na privada, baixei a bermuda. Puxei a calcinha pro rosto, cobri o nariz e a boca. Comecei a bater punheta devagar, olhando o tecido molhado. “Larissa… sua putinha… você deixou isso aqui pra mim, né? Sabia que eu ia cheirar essa bucetinha suada.” Lambi o fundo da calcinha, provei o gosto salgado, o leve gosto de xota. Meu pau babava pré-gozo. Acelerei o punho, imaginando ela ali na minha frente, pernas abertas no chão do banheiro, moletom arriado até os tornozelos, buceta brilhando. “Vem, irmão, lambe tudo… lambe minha xota molhada, chupa meu clitóris, enfia a língua no meu cu…”
Gozei forte. Jatos grossos, quentes, espirrando direto na calcinha. Um, dois, três, quatro jatos pesados, encharcando o tecido preto. Fiquei ali, ofegante, esfregando minha porra na renda, misturando com o cheiro dela. Limpei o resto com papel, dobrei a calcinha do jeito que estava, coloquei de volta exatamente como encontrei. Saí do banheiro com as pernas bambas, subi pro sofá da sala e dormi ali mesmo, sonhando com ela.
Mas isso foi só o começo da fantasia que não parava na minha cabeça. Naquela noite, deitado, eu não consegui parar. Fechei os olhos e imaginei o que aconteceria se eu contasse tudo.
No dia seguinte, a gente marcou outro rolê. Peguei ela em casa. Ela entrou no carro de shortinho jeans curto pra caralho, pernas lisas, bronzeadas, unhas dos pés pintadas de vermelho. “Bora pra praia de Itacaré, irmão? Só nós dois?” Dirigimos duas horas, conversando, rindo, minha mão na coxa dela de novo. Paramos num mirante deserto. O sol batendo, vento quente. Ela tirou o cinto, virou pra mim.
“Maninho… eu sei o que você fez ontem.” Meu coração parou. Ela sorriu, maliciosa. “Vi a calcinha hoje cedo. Tava… molhada. Com um cheiro diferente. Seu cheiro.”
Eu tentei gaguejar. Ela colocou o dedo na minha boca. “Shhh. Eu deixo de propósito, sabia? Toda vez. Queria que você cheirasse. Queria que você gozasse pensando em mim. Porque eu também penso em você, porra. Toda noite eu me masturbo pensando no teu pau grande, imaginando você me lambendo inteira.”
Não deu tempo de falar mais. Ela pulou pro meu colo, beijou minha boca com fome, língua quente, saliva misturando. Minhas mãos subiram por baixo do short, encontrei a buceta sem calcinha – molhada pra caralho, inchada, escorrendo. “Caralho, Larissa… tua xota tá encharcada.” Ela gemeu no meu ouvido: “Lambe, irmão. Lambe tudo como você sonha.”
Eu abaixei o banco do carro, tirei o short dela. Abri as pernas dela no banco do passageiro. Comecei da ponta dos pés. Chupei cada dedinho, lambi a sola macia, subi pelas canelas, beijei a parte de trás dos joelhos. Ela tremia. “Isso, maninho… lambe sua irmãzinha toda.” Cheguei nas coxas, mordi de leve, senti o gosto de suor e protetor solar. Abri bem as pernas. A buceta dela era linda – lábios rosados, clitóris inchado, tudo brilhando. Enfiei o nariz primeiro, inspirei fundo aquele cheiro vivo, quente, agora sem filtro. “Que buceta gostosa, porra… cheira a safada.”
Lambi devagar, de baixo pra cima. Língua plana, cobrindo tudo. Ela agarrou meu cabelo: “Chupa, caralho! Chupa minha xota!” Enfiei a língua dentro, fodi ela com a boca, suguei o clitóris, fiz barulho molhado. Ela gozou pela primeira vez em menos de dois minutos, jorrando na minha boca, pernas tremendo, gritando “Irmãozinho, que delícia, eu sou tua puta agora!”
Não parei. Virei ela de quatro no banco de trás, abri a bunda. O cuzinho piscando, rosadinho. Lambi ali também, circulei, enfiei a ponta da língua. “Ai, porra… ninguém nunca lambeu meu cu assim…” Ela empinava mais, rebolava na minha cara. Meu pau tava explodindo. Tirei a calça, meti tudo de uma vez na buceta quente, apertada. “Toma, irmã… toma o pau do irmão bem fundo.” Metia forte, pele batendo, o carro balançando. Ela gritava: “Me fode, maninho! Me arromba essa bucetinha! Goza dentro, enche tua irmã de porra!”
Troquei de posição. Deitei ela no capô do carro, sol quente nas costas dela. Lambi os peitos, chupei os bicos duros, mordi de leve. Desci de novo pra buceta, limpei minha própria porra com a língua enquanto ela gozava de novo. Depois meti no cu – devagar no começo, depois fundo. “Ai, caralho… tá me rasgando… mas não para!” Ela se masturbava enquanto eu socava o cu apertado. Gozei pela segunda vez, enchendo o cuzinho dela de leite quente, escorrendo pelas coxas.
A gente ficou ali, suados, ofegantes, beijando devagar. “Isso não vai parar nunca, né?”, ela sussurrou. “Nunca, porra. Agora você é minha. Eu vou te lamber todo dia, te foder em todo canto, gozar na tua cara, na tua boca, na tua buceta, no teu cu. Você vai andar sem calcinha pra mim sempre.”
E assim foi. Nas semanas seguintes, a gente transformou a vida em puro sexo proibido. Em casa, quando mãe saía, eu descia pro banheiro, ela já esperava de pernas abertas na pia, “Vem lamber, irmão”. No carro, parávamos em estradinhas de terra, ela sentava no meu pau de frente, rebolando, falando sacanagem: “Olha como tua irmãzinha cavalga gostoso… enche essa xota de porra, vai!” Uma vez ela me surpreendeu: chegou na minha quitinete com um vestido soltinho, sem nada por baixo. Tirou na porta mesmo, ficou nua, se ajoelhou e chupou meu pau até eu gozar na garganta dela. Depois deitou na cama, abriu as pernas: “Agora lambe tudo de novo, da cabeça aos pés, como você sempre quis.”
Eu lambia devagar, dedicando tempo. Dedos dos pés, tornozelos, panturrilhas, coxas internas, virilha, barriga, peitos, pescoço, orelhas, boca. Depois virava ela, lambia as costas, a bunda, abria e enfiava a língua no cu até ela implorar pra meter. A gente fodia horas. Eu gozava, ela gozava, misturava tudo, lambia a porra um do outro. “Toma, bebe o leitinho do irmão”, eu dizia, e ela abria a boca, língua pra fora.
Hoje, quando a gente sai de carro, todo mundo acha que somos só irmãos próximos. Mas debaixo do painel, a mão dela tá no meu pau, ou a minha tá dentro da xota dela. E à noite, na casa da mãe, eu desço pro banheiro, pego a calcinha dela ainda quente, cheiro, gozo… e sei que amanhã ela vai deixar outra, mais molhada ainda, porque agora a gente joga o jogo juntos.

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Comentários


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escorpianotemtesao Comentou em 01/03/2026

Larissa deve ser deliciosa, só posso torcer para que vocês se divirtam e gozem muito juntos, abraços




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Um amor de irmãzinha!

Codigo do conto:
255815

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
01/03/2026

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