Eu sempre soube que era errada pra caralho. Desde os 14 anos, quando comecei a reparar no corpo do meu pai chegando do banho só de toalha na cintura, aquela rola grossa marcando o tecido, os gominhos da barriga ainda durinhos mesmo com 50 anos. Ele parecia ter 35, cabelo preto com uns fios brancos nas têmporas que deixavam ele ainda mais macho, pele bronzeada de quem trabalha ao ar livre na cidade, sorriso safado que fazia as mulheres da Alagoinhas molharem a calcinha só de olhar. Minha mãe? Coitada, vivia reclamando que ele chegava tarde, cheirando a perfume barato de outras bucetas. Eu sabia. Escutava os gemidos no celular dele tarde da noite, via as mensagens safadas. E em vez de sentir raiva, eu sentia inveja. Queria ser eu a chupar aquela pica toda. Aos 21 eu já não aguentava mais. Toda noite eu me masturbava pensando nele. Dedo na buceta, imaginando a boca dele chupando meu grelo, a rola dele me arrombando até eu gritar “pai, me enche de porra”. Eu era virgem de pau de verdade, mas safada pra caralho nos pensamentos e por um descuido, em uma dessas noites de desespero pela rola do meu pai, acabei enfiando um cabo de escova de cabelo na buceta e acabei rompendo o himem, fazendo minha virgindade ir pro ralo. Queria ser a boa filha que alivia o macho da casa, que dá pra ele o que as outras vadiazinhas da cidade davam. Chega de ficar só olhando. Hoje eu ia tomar ele pra mim. Mamãe tinha viajado pra casa da tia em Feira de Santana, ia ficar três dias. Perfeito. Eu passei o dia todo me preparando. Tomei banho demorado, passei óleo de coco no corpo todo pra ficar brilhando, depilei a bucetinha deixando só uma marquinha fina de pelos. Escolhi uma camiseta velha dele, branca, fina pra caralho, sem sutiã, meus peitos médios mas empinados marcando o tecido, bico duro roçando o pano. Embaixo, só uma saia jeans curtíssima, sem calcinha nenhuma. Quando eu me abaixasse, ele ia ver minha xota lisinha, rosadinha, já molhada só de pensar. Ele chegou do serviço às 19h, suado, camisa aberta mostrando o peito peludo. “Oi filha, cadê tua mãe?” perguntou, jogando a chave na mesa. Eu estava na cozinha, fingindo arrumar as coisas, me virando de costas pra ele ver a bunda sainha da saia. “Foi pra Feira, pai. Só nós dois até quinta.” Minha voz saiu rouca, safada. Ele parou, olhou. Eu senti o olhar dele descer pelas minhas pernas. Sentei no sofá da sala, pernas cruzadas mas de propósito abrindo um pouco. A camiseta subiu, mostrando a curva da bunda. “Pai, vem sentar aqui comigo. Quero conversar uma coisa séria.” Ele veio, sentou do meu lado, o cheiro dele de homem trabalhando me deixou tonta de tesão. Meu coração batia na garganta, buceta latejando. “Fala, princesa.” Respirei fundo, olhei nos olhos dele. “Pai… desde pequena eu te acho o homem mais gostoso do mundo. Eu vejo como as mulheres olham pra você. Eu sei que você come várias por aí, que a mamãe não dá conta. E eu… eu não aguento mais fingir. Eu quero você. Quero que você me foda. Quero ser sua putinha particular, a filha que te chupa quando você chegar estressado, que abre as pernas pra você descarregar toda essa porra que as outras não aguentam.” Ele ficou paralisado. Os olhos arregalaram, mas eu vi o volume na calça crescer rápido. “Caralho, filha… você tá louca? Eu sou teu pai, porra!” A voz dele tremia, mas a mão dele já tinha ido pro meio das pernas, apertando a rola por cima do jeans. Eu me aproximei, coloquei a mão em cima da dele, sentindo o calor do pau duro. “Eu sei, pai. Por isso que é tão gostoso. Eu te amo pra caralho. Quero te ajudar. Quero ser melhor que todas aquelas vadiazinhas. Deixa eu chupar essa rola que eu sonho toda noite.” E sem esperar resposta, eu abri o zíper dele, tirei aquela pica grossa pra fora. Meu Deus, era maior do que eu imaginava. Veia pulsando, cabeça vermelha brilhando, uns 22cm fácil, grossa como meu pulso. Cheiro de macho, suor, pré-gozo já escorrendo. Eu lambi os lábios. “Que rola linda, pai… olha o tamanho disso. Vai caber todinha na minha bucetinha apertada?” E enfiei na boca. Ele gemeu alto, mão na minha cabeça. “Filha da puta… ai que boca quente… chupa, vai, chupa o pau do teu pai.” Eu engoli fundo, baba escorrendo, garganta relaxando pra tomar tudo. Ele segurava meu cabelo, fodia minha boca devagar no começo, depois mais forte. “Isso, engole o caralho do papai, sua safada. Eu sempre soube que você era puta, olhando pra mim no banho.” Eu tirava pra respirar, cuspia na rola, massageava as bolas peludas. “Quero tua porra na minha boca primeiro, pai. Goza pra tua filha.” Ele não aguentou. Depois de uns minutos de garganta profunda, ele rosnou “Tô gozando, caralho!” e jorrou. Porra grossa, quente, salgada, enchendo minha boca até transbordar. Eu engoli tudo, lambendo os cantos, olhando pra ele com olhos de vadia. “Delícia, pai. Agora me fode.” Ele me puxou pro colo, tirou minha camiseta num puxão. Meus peitos pularam, bicos duros. Ele atacou, chupando um, mordendo o outro, mão descendo pra minha buceta encharcada. Dois dedos entraram fácil. “Porra, tá pingando, filha. Essa xota é minha agora, entendeu? Ninguém mais vai comer essa bucetinha.” Eu gemia, rebolando nos dedos dele. “Sim, pai… sou tua puta. Fode tua filha, arromba essa buceta.” Ele me jogou no sofá de quatro, levantou a saia. “Olha essa bunda… que cu rosadinho. Vou comer os dois buracos hoje.” Cuspiu na rola, esfregou na minha entrada e meteu tudo de uma vez. Eu gritei de prazer e dor misturados. “Aaaai pai, que rola grande… tá me rasgando… mais forte!” Ele segurou meu quadril e meteu fundo, bolas batendo na minha buceta, barulho molhado ecoando na sala. “Toma, toma o pau do pai, sua cadelinha. Essa buceta é mais apertada que qualquer puta que eu já comi.” Ele metia sem parar, mão dando tapa na bunda. “Bate mais, pai… marca tua filha.” Eu gozei pela primeira vez, esguichando nos coxas dele, corpo tremendo. Ele não parou. Tirou, virou de frente, colocou minhas pernas nos ombros e meteu de novo, olhando nos meus olhos. “Olha pra mim enquanto eu te fodo, filha. Diz que ama o pau do pai.” “Amo, pai… amo teu caralho me destruindo… goza dentro, enche a buceta da tua filha de porra!” Ele acelerou, suor pingando no meu peito. “Tô gozando de novo… toma tudo!” Senti o jato quente enchendo meu útero, transbordando, escorrendo pela bunda. Ele tirou devagar, rola ainda dura, e mandou eu chupar limpo. Eu lambi tudo, gosto da minha buceta misturado com a porra dele. Mas não acabou. Ele me carregou pro quarto dele, me jogou na cama de casal que ele divide com a mamãe. “Agora vou comer teu cu, princesa. Relaxa.” Ele lambeu meu cuzinho, língua entrando, dedo lubrificando com a porra que escorria da buceta. Depois encaixou a cabeça e foi empurrando devagar. Dor queimando, prazer insano. “Ai pai, tá entrando… que delícia… me arromba o cu também!” Quando ele tava todo dentro, começou a bombear forte. “Porra, que cu apertado… melhor que qualquer mulher dessa cidade.” Eu me tocava a buceta, gozando de novo enquanto ele me fodia o rabo. Ele gozou pela terceira vez, enchendo meu cu de porra quente. Depois me virou, me beijou na boca pela primeira vez — beijo de língua, possessivo, de macho marcando território. “Você é minha agora, filha. Toda vez que tua mãe sair, essa buceta e esse cu são meus. E quando ela estiver em casa, você vai me chupar escondido no banheiro, entendeu?” Eu sorri, exausta, corpo marcado de chupões, porra escorrendo dos dois buracos. “Sim, pai. Eu sou a boa filha que você merece. Vou te ajudar a descarregar essa rola toda hora. Pode me chamar de vadia, de puta, de filhinha safada… eu amo.” Naquela noite dormimos pelados, ele me abraçando por trás, rola meio dura encostada na minha bunda. De manhã cedo ele me acordou com a boca na minha buceta, chupando até eu gozar na cara dele. Depois me fodeu na cozinha, eu sentada na mesa, pernas abertas, ele metendo em pé enquanto o café passava. “Toma o leite do pai junto com o café, filha.” E assim começou nossa vida secreta. Toda vez que ele chegava estressado do trabalho, eu já estava de joelhos na porta, boca aberta. Quando ele brigava com a mamãe, eu ia pro quarto dele à noite e cavalgava aquela rola até ele esquecer o mundo. Eu virava a putinha particular dele, a filha que aliviava todas as vontades que a mulher legítima não dava conta. E ele me tratava como rainha: me dava dinheiro, me levava pra motel fora da cidade, me comia em todos os cantos da casa. Eu finalmente era a boa filha que sempre quis ser. A que fazia o pai gozar como ninguém. E toda noite, antes de dormir, eu sussurrava no ouvido dele: “Amanhã eu quero mais, pai. Quero tua porra o dia inteiro.” E ele sempre dava. Porque agora eu era o segredo mais safado dele.
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