Peripécias sexuais com meu papai!

Ana tinha 19 anos e, desde que os pais se separaram, a vida na casa do pai, Carlos, de 47 anos, havia mudado tudo. Carlos era aquele tipo de homem que envelhecia bem: alto, ombros largos de quem malhava ocasionalmente, barba bem aparada, olhos castanhos calorosos e um sorriso que fazia qualquer um se sentir especial. Ele era gentil, atencioso, o oposto do que ela via nos caras da idade dela. Mas ultimamente, Ana não conseguia parar de pensar nele de um jeito proibido. Aqueles pensamentos invadiam sua cabeça quando estava sozinha na cama, a mão descendo entre as pernas enquanto imaginava as mãos grandes dele tocando seu corpo.
A cada duas semanas, quando ficava com ele, a proximidade só piorava as coisas. Eles passavam horas juntos, assistindo TV, cozinhando, rindo de bobagens. Carlos tinha ficado mais carinhoso, mais divertido, como se a separação tivesse libertado um lado dele que ela não conhecia. Ana começou a testar os limites. Primeiro, foram as roupas. Uma blusa fina, quase transparente, sem sutiã por baixo. Seus seios médios, firmes, com mamilos rosados que marcavam o tecido quando o ar-condicionado batia. Ela andava pela casa assim, fingindo normalidade, mas sentindo o olhar dele queimando na pele.
“Caralho, Ana, você tá crescendo mesmo hein”, ele disse uma vez, os olhos descendo para o decote onde os bicos duros apareciam. Ela riu, corando, mas por dentro sua xereca latejava. Depois vieram os shorts de pijama folgados, daqueles bem curtos e largos, sem calcinha nenhuma. Quando ela se sentava no sofá com as pernas um pouco abertas, dava pra ver a bucetinha lisinha, os lábios inchados de excitação constante. Ela se pegava molhada o tempo todo perto dele.
Uma noite, depois de um dia quente, Ana desceu assim vestida. A blusa colada no suor leve, mamilos espetados. Carlos estava na cozinha, preparando um lanche. Quando ela passou por ele para pegar água, ele a olhou de cima a baixo. “Filha, você tá uma delícia hoje. Essa roupa te deixa ainda mais linda.” Antes que ela respondesse, a mão grande dele deu um tapa firme na bunda dela, o som ecoando. O impacto fez a carne macia tremer, e uma onda de calor subiu direto para sua boceta. Ana ficou chocada, mas a xereca respondeu imediatamente, ficando encharcada, o melzinho escorrendo pela coxa. “Ai, pai!”, ela soltou um gritinho, mas sorriu, o coração acelerado. Aquela palmada doeu gostoso, e ela sentiu vontade de pedir mais.
A partir daí, a tensão sexual no ar era palpável. Eles se abraçavam no sofá para assistir séries. Ana se aninhava no peito largo dele, o corpo colado. Ela sentia o calor da pele dele através da camisa fina, o cheiro masculino de sabonete e suor leve que a deixava louca. Às vezes, quando ela se mexia, sentia algo duro crescendo contra sua coxa – o pau do pai endurecendo. Ela fingia não notar, mas apertava mais o corpo contra ele, roçando de leve. “Você é meu maior conforto, filha”, ele murmurava, a mão acariciando as costas dela, descendo perigosamente perto da bunda.
Uma das coisas mais íntimas era o banheiro. Ana tinha o hábito de entrar enquanto o pai tomava banho. A porta nunca trancada, confiança total. Ela sentava no vaso para fazer xixi, o som do mijo caindo na água enquanto ouvia o chuveiro e via a silhueta dele através da cortina transparente. O corpo nu de Carlos, o pau semi-duro balançando enquanto ele se ensaboava, os músculos das costas, a bunda firme. “Pai, tô mijando aqui”, ela dizia casualmente, mas seus olhos fixos no volume dele. Sua buceta pulsava, imaginando aquela rola grossa entrando nela. Às vezes, ela demorava de propósito, limpando a xereca molhada com papel, os dedos roçando o clitóris inchado, sentindo o cheiro da própria excitação misturado com o vapor do banho dele.
Recentemente, Ana ofereceu fazer massagens nele. “Pai, você tá sempre cansado do trabalho. Deixa eu te dar uma massagem nas costas.” Carlos aceitou com entusiasmo, os olhos brilhando. “Ah, isso seria ótimo, filha. Você é um anjo.”
Naquela noite, ele deitou de barriga para baixo na cama grande dele, só de cueca boxer. Ana subiu, montando nas coxas dele, a bucetinha sem calcinha roçando o tecido. Ela começou pelas costas, as mãos pequenas espalhando óleo, massageando os músculos tensos. “Que delícia, Ana… suas mãos são mágicas.” O gemido baixo dele fez ela se molhar mais. Ela desceu as mãos para a lombar, depois para as coxas, os dedos chegando perto da virilha. A cueca dele estava esticada, o pau duro como pedra marcando. Ana respirou fundo e, sem pedir, puxou a cueca para baixo, liberando o caralho do pai.
Nossa, que pau! Grosso, veioso, uns 20 cm de rola quente, a cabeça rosada brilhando com pré-gozo. “Pai… você tá duro por minha causa?”, ela sussurrou safada. Carlos virou um pouco, os olhos cheios de desejo contido. “Filha… você me deixa louco com essas roupas. Eu tento não olhar, mas sua bucetinha aparecendo, esses peitos… porra, Ana.”
A vergonha dela derreteu no fogo do momento. Ela segurou o pau dele com as duas mãos, sentindo o calor pulsar. “Eu também penso em você, pai. Quero te chupar.” Sem esperar resposta, Ana baixou a cabeça e lambeu a glande, provando o gosto salgado do pré-porra. “Mmm, que gostoso.” Ela abriu a boca e engoliu o máximo que pôde, a rola enchendo sua garganta. Carlos gemeu alto, a mão na cabeça dela. “Isso, chupa o pau do papai, sua putinha safada. Que boca quente da porra.”
Ana chupava com vontade, babando tudo, as bolas pesadas na mão, chupando uma por uma enquanto masturbava a vara grossa. O som molhado de sucção enchia o quarto. Ela enfiava fundo, engasgando, lágrimas nos olhos de tesão. “Quero que você goze na minha boca primeiro, pai.”
Mas Carlos a puxou para cima. “Vem cá, deixa eu ver essa xereca que me enlouquece.” Ele tirou a blusa dela, mamilos duros expostos, e chupou um, mordendo de leve. Depois, deitou ela na cama, abriu as pernas. A buceta de Ana estava pingando, os lábios inchados, clitóris protuberante. “Olha como tá molhada pra mim, filha. Que bucetinha linda e rosada.” Ele mergulhou o rosto ali, lambendo o mel, sugando o clitóris com força. Ana arqueou as costas, gritando: “Ai caralho, pai! Chupa minha xoxota, assim… porra, que língua boa!”
Ele enfiava a língua fundo na entradinha apertada, depois dois dedos grossos fodendo ela enquanto chupava. Ana gozou pela primeira vez forte, jorrando um pouco na boca dele, o corpo tremendo. “Estou gozando, papai! Não para!”
Sem dar tempo, Carlos subiu, posicionou a rola na entrada molhada. “Quer o pau do pai dentro de você, safada?” “Quero sim, me fode pai. Enfia essa rola grossa na buceta da sua filha.” Ele meteu devagar no começo, abrindo ela, centímetro por centímetro. A sensação de ser preenchida pelo caralho do próprio pai era insana. “Tá apertada pra caralho, Ana. Que buceta gostosa.”
Depois que entrou todo, ele começou a bombear forte, as bolas batendo na bunda dela. O som de pele contra pele, o barulho molhado da xereca engolindo o pau. Ana cravava as unhas nas costas dele: “Me fode mais forte, papai! Destrói minha xereca! Sou sua putinha agora.”
Eles mudaram de posição. Ela por cima, cavalgando loucamente, os peitos balançando, ele apertando a bunda e dando tapas. “Rebola nessa rola, filha. Toma tudo.” Ela gozou de novo, apertando o pau dentro dela.
Depois, ele a fodeu de quatro, puxando o cabelo, metendo fundo, tocando o fundo da buceta. “Vou gozar dentro, pode?” “Goza pai, enche a xereca da filha com porra quente!” Carlos rugiu, jorrando jatos grossos de sêmen fundo nela, transbordando.
Mas não parou aí. Depois de um descanso curto, com ela lambendo o pau sujo de porra e mel, ele ficou duro de novo. Foderam no banheiro, ela sentada na pia enquanto ele metia, olhando no espelho. Depois no sofá, onde tudo começou, uma foda lenta e profunda.
Ana perdeu a conta dos orgasmos. O pai era incansável, comendo ela em todas as posições, falando as maiores safadezas: “Essa buceta é minha agora, só o papai pode comer. Sua mãe nunca soube chupar como você.” Eles gozaram juntos várias vezes, suor, porra, mel por todo lado. No final, exaustos, abraçados, o pau ainda semi-duro dentro dela.
“Eu te amo, filha. Isso não vai estragar nada, só vai nos unir mais.” Ana sorriu, a xereca dolorida mas satisfeita, cheia de porra do pai. “Eu também te amo, papai. Quero mais todos os dias.”
E assim, o que começou com olhares e roupas reveladoras virou uma paixão proibida e intensa que nenhum dos dois queria parar.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Peripécias sexuais com meu papai!

Codigo do conto:
255808

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
01/03/2026

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