Desde moleque eu já era louco pela tia Carla. Ela tinha uns 38 anos agora, divorciada há uns cinco, corpo de quem malha mas não abre mão de uma cerveja gelada no fim de semana. Peitos grandes, naturais, daqueles que balançam quando ela ri. Bunda redonda, empinada, que esticava qualquer shortinho. E os pés... porra, os pés dela eram minha perdição desde os 12 anos. Ela chegava do trabalho de salto, cansada, sentava no sofá, tirava o sapato e dizia com aquela voz rouca: “Vem cá, sobrinho, massageia o pé da titia que tá moído. Depois lambe pra tirar o suor, vai, você gosta, né?” Eu ficava de pau duro escondido, lambendo entre os dedos, sentindo o gosto salgado, o cheiro forte de couro e pele quente. Ela ria baixinho, mexia os dedinhos na minha língua e falava: “Você foi o primeiro homem que eu apaixonei, sabia? Olha como você chupa gostoso esses pés da titia.”
Hoje eu tenho 22, moro a duas quadras da casa dela em Alagoinhas e passo lá quase todo dia. Durmo lá quando rola. Ela me busca, me trata como filho... mas com aquele olhar que diz “eu sei que você quer me foder”. Na sexta passada foi o dia que a porra toda explodiu.
Ela ia pra uma festa de amiga, disse que ia chegar tarde. Eu tava na sala jogando no celular quando ela saiu do quarto já de toalha, cabelo molhado, indo pro banheiro do corredor porque o do quarto dela tava quebrado. “Fica aí quietinho, tá? Titia vai se arrumar rapidinho.” Assim que ouvi a porta do banheiro fechar, meu coração disparou. Corri pro quarto dela, abri a gaveta da cômoda e lá estavam: as calcinhas sujas do dia. Peguei uma preta de renda, ainda quente, com a marca da buceta dela bem no fundo. Cheirei fundo, aquele cheiro azedo e doce de mulher molhada misturado com suor. Lambi o tecido, senti o gosto salgado da secreção dela. Meu pau já tava latejando dentro da bermuda. Baixei ela, comecei a bater uma punheta lenta, esfregando a calcinha na cabeça do meu pau, imaginando a buceta carnuda da tia Carla engolindo tudo.
Ouvi o chuveiro desligar. Guardei tudo correndo, voltei pra sala fingindo que tava no celular. Ela saiu do banheiro com um vestido vermelho justo, decote normal, mas marcando os bicos dos peitos. “E aí, sobrinho? Nota de 0 a 10 pra titia?” Eu engoli seco: “Dez, tia. Tá linda pra caralho.” Ela riu, girou, a bunda empinada esticando o tecido. “Esse é o primeiro. Vou experimentar outro.”
Voltou pro quarto e saiu de novo com o segundo vestido. Preto, curto pra porra, decote em V que descia quase até o umbigo, sem sutiã. Os peitos enormes quase saltando, os mamilos escuros marcando o tecido fino. A saia era tão curta que dava pra ver o contorno da buceta, aquela marquinha de camelo bem no meio das coxas grossas. Ela parou na minha frente, virou de costas: “Fecha o zíper aqui em cima pra mim, vai.”
Minhas mãos tremiam quando toquei a pele quente das costas dela. Desci o zíper devagar, sentindo o cheiro do sabonete misturado com perfume caro. O zíper chegou no fim e, de repente, o vestido inteiro escorregou pelos ombros dela como se tivesse vida própria. Caiu até a cintura num segundo. Os peitos enormes pularam livres, balançando pesados. Eram perfeitos, caralho: dois melões grandes, pesados, com aréolas largas e escuras, mamilos duros do tamanho de uma moeda de 1 real, apontando pra mim. A pele morena brilhava, veias finas aparecendo de tão inchados.
Ela se virou rápido, fingindo pegar o vestido, mas demorou um segundo a mais. Os peitos ficaram balançando na minha cara. Eu fiquei paralisado, pau latejando tanto que a bermuda tava marcando a rola toda. “Menino travesso... da próxima vez não fica olhando assim pros peitos da sua tia, hein?” Ela riu, mas não puxou o vestido pra cima logo. Deixou eles balançando mais um pouco, depois segurou um com a mão e apertou de leve, fazendo o mamilo ficar ainda mais duro. “Ou será que você quer mamar um pouquinho, seu safado?”
Meu rosto queimava. Ela olhou pra baixo e viu a barraca na minha bermuda. “Nossa, olha só o que eu causei... O pauzinho do meu sobrinho tá todo empinado, latejando pra titia. Tá duro que nem pedra, né? Desde quando você fica assim por causa da tia Carla?” Ela deu um passo mais perto, os peitos quase encostando no meu peito. “Eu sempre soube que você era tarado por mim. Lembra quando você lambia meus pés depois do trabalho? Você chupava cada dedinho como se fosse uma rola. Eu sentia seu pauzinho duro roçando na minha perna.”
Eu não aguentei mais. “Tia... eu... porra, eu sempre quis isso.” Ela sorriu maliciosa, puxou o vestido todo pro chão. Ficou só de calcinha fio-dental preta, a buceta quase aparecendo dos lados. “Então vem, sobrinho. A festa que se foda. Hoje a titia vai te ensinar o que é buceta de verdade.”
Ela sentou no sofá, cruzou as pernas e esticou um pé pra mim. “Começa do jeito que você gosta, vai. Tira o salto da titia e lambe esses pés suados. Eu dancei o dia inteiro pensando em você.” Tirei o salto devagar. O pé dela tava quente, úmido, cheiro forte de couro misturado com pele. Cheirei fundo entre os dedos, depois passei a língua devagar pela sola, sentindo cada ruga, o gosto salgado. Ela gemeu baixinho: “Isso, lambe gostoso, seu pervertido. Chupa os dedinhos da tia, vai, enfia tudo na boca.” Eu chupei um por um, babando, minha língua entre eles. Ela esfregava o outro pé no meu pau por cima da bermuda, sentindo a rola pulsar. “Olha como tá babando pré-gozo... que delícia.”
Depois de uns minutos lambendo os dois pés, ela tirou a calcinha. A buceta era linda: lábios grossos, inchados, peladinha, já brilhando de tesão. Um filete de mel escorrendo. “Agora vem comer a buceta da titia. De joelhos, vai.” Eu me ajoelhei, abri as coxas dela e enterrei a cara. O cheiro era forte, azedo, delicioso. Lambi de baixo pra cima, sentindo o gosto doce-salgado, chupei o clitóris inchado enquanto ela segurava minha cabeça. “Isso, chupa o grelo da tia, mete a língua lá dentro, vai, fode minha buceta com a boca, seu cachorro!” Ela rebolava na minha cara, gozando na primeira vez em menos de dois minutos, jorrando um líquido quente na minha língua. “Porra, que boca boa, sobrinho... agora sobe aqui.”
Ela me puxou pro sofá, tirou minha bermuda. Meu pau pulou pra fora, 19cm latejando, cabeça roxa, veias saltadas, babando. “Caralho, que rola gostosa o meu sobrinho tem. Maior que a do meu ex.” Ela cuspiu na palma da mão, começou a bater uma punheta lenta, apertando a cabeça. Depois abaixou e engoliu tudo de uma vez. Garganta profunda, sem engasgar, chupando as bolas, lambendo o cu. “Gosta que a tia chupe seu cu, né safado? Olha como tá piscando.” Eu gemia como um animal.
Não aguentei. “Tia, eu quero te foder.” Ela sorriu, deitou de quatro no sofá, empinou aquela bunda enorme. “Mete então. Mete esse pau na buceta da titia bem devagar primeiro.” Eu segurei os quadris dela, encostei a cabeça na entrada molhada e empurrei. Caralho, quente, apertada, sugando. Entrei tudo, senti as paredes pulsando. Comecei a meter forte, o barulho de pele batendo, os peitos dela balançando pra frente e pra trás. “Fode, vai! Mete fundo, rasga essa buceta da sua tia! Mais rápido, porra!” Eu metia como um louco, segurando o cabelo dela, dando tapas na bunda que ficava vermelha.
Ela gozou de novo, apertando meu pau dentro dela. “Agora no cu, vai. Eu sei que você sonha com isso.” Cuspi no cu dela, enfiei devagar. O cuzinho apertado engoliu tudo. Ela gritava de prazer: “Isso, fode o cu da titia, mete tudo, seu tarado! Me enche de porra!” Eu metia sem parar, o cu dela piscando, apertando. Depois ela virou de frente, abriu as pernas no ar, pés no meu peito. Eu metia olhando pra cara dela, chupando os dedões enquanto fodia. “Olha pra mim enquanto goza dentro, vai. Enche a buceta da tia de leitinho quente.”
Eu não aguentei mais. Gozei jorrando, jato atrás de jato, enchendo ela toda. Ela gozou junto, esguichando no meu pau. Depois tirou meu pau ainda duro e fez um footjob perfeito: os pés macios me masturbando, esfregando a cabeça sensível até eu gozar de novo, dessa vez nos peitos e na cara dela. Ela lambeu tudo, sorrindo.
Deitamos no sofá, suados, ofegantes. Ela passou a mão no meu peito: “Agora você vem aqui todo dia, dorme aqui todo dia. Essa buceta e esse cu são seus, sobrinho. E você vai continuar lambendo os pés da titia sempre que eu mandar. Entendeu, seu putinho?”
Eu sorri, já sentindo o pau endurecendo de novo. “Sim, tia. Todo dia.”