Meu nome é Lucas, 25 anos, e desde aquela noite eu não consigo mais bater uma punheta sem pensar na minha irmã, a Letícia, 22 aninhos de pura putaria disfarçada. Tudo começou numa madrugada de sexta-feira, porra. Eu tinha acabado de tirar a melhor foto do meu pau da vida: luz baixa do quarto, óleo de coco brilhando na cabeça rosada, veias saltadas, o cacete duro como pedra medindo uns 19cm bem grossos, curvado pra cima, com aquele jeitão de quem quer foder fundo. Mandei pro meu amigo Biel no chat privado, mas o dedo escorregou, caralho. Adicionei no story público sem querer. Deixei lá uns quarenta minutos antes de apagar, achando que ninguém ia ver. Era tarde, quase três da manhã. Acordei com o celular vibrando. Notificação do Snapchat: “Letícia visualizou seu story”. Meu coração quase saiu pela boca. Ela tinha visto. E não foi só visto: ela deslizou pra cima, mandou uma mensagem e deletou rapidinho. Eu nem consegui ler. Fiquei olhando a tela, pau já meia-bomba só de imaginar o que ela escreveu. “Que porra é essa, mano?” ou “Nossa, que delícia” ou talvez um simples “kkkkk” seguido de “apaga isso, seu doente”. O fato é que ela apagou. Por quê? Se fosse nojo, ela teria mandado print pros pais ou me zoado no almoço. Mas não. Ela apagou. E isso me deixou louco. Fui direto pro perfil dela. Letícia tava online, postando stories todo dia: aquela bunda gorda, empinada, rebolando no shortinho de academia que mal cobria metade das nádegas. Pele morena clarinha, cabelo cacheado solto, cintura fina e quadril largo pra caralho. Eu sempre soube que ela era gostosa, mas agora… agora eu tava obcecado. Rolei o feed dela até achar o vídeo que me fodeu de vez: ela de quatro na cama do quarto dela, de fio-dental preto, rebolando devagar, a bunda balançando, as carnes tremendo, o tecido sumindo entre as bandas grossas. Eu apertei salvar sem querer, o dedo tremendo. Snapchat mandou notificação pra ela, eu sei. Mas ela não falou nada. Nem eu. Naquela mesma noite eu me tranquei no quarto, baixei o vídeo salvo, tirei a cueca e comecei a me punhetar olhando pra bunda da minha própria irmã. “Porra, Letícia… que raba gostosa, hein, sua vadiazinha”, eu gemia baixo, mão subindo e descendo no pau duro. Imaginava ela virando o rosto pro celular, mordendo o lábio, falando “Gostou do que viu, irmãozinho? Essa bunda é pra você agora”. Gozei tanto que espirrou até na barriga, porra grossa, leitosa, jorrando enquanto eu via o vídeo em loop. A obsessão só cresceu. Todo dia eu acordava com o pau babando pré-gozo só de lembrar. No café da manhã, ela passava de shortinho curto, sem sutiã, os bicos dos peitos marcando na regata fina. Eu fingia olhar pro celular, mas tava contando as gotas de suor que escorriam no vale entre os seios. “Bom dia, mana”, eu dizia, voz rouca. Ela sorria, inocente pra caralho: “Bom dia, Lu”. Mas eu sabia. Sabia que ela tinha visto meu pauzão e tinha gostado. Uma semana depois rolou o clique. Era sábado à noite, pais viajando pro interior. Casa só pra gente. Eu tava no sofá vendo Netflix, pau semi-duro dentro da bermuda. Letícia saiu do banho de toalha enrolada no corpo, cabelo molhado pingando nas costas. “Vou pegar água”, ela disse, passando na minha frente. A toalha era curta pra porra, mal cobria a bunda. Quando ela se abaixou pra pegar a garrafa na geladeira, a toalha subiu e eu vi tudo: a bucetinha lisinha, rosada, os lábios carnudos brilhando de umidade, o cuzinho apertadinho logo acima, marrom clarinho, piscando de leve. Meu pau pulou na bermuda. “Caralho, Letícia…”, eu soltei sem pensar. Ela virou rápido, toalha quase caindo. “O que foi?” Olhos dela desceram pro meu colo, onde a barraca tava armada, o contorno do cacete grosso marcando o tecido. Ela não desviou o olhar. Ficou olhando uns segundos, mordendo o lábio inferior. “Você… ainda tá com aquela foto na cabeça, né?”, ela perguntou, voz baixa, safada. Eu não aguentei. Levantei, pau latejando, e fui pra cima dela. “Vi que você viu, mana. E vi que você apagou a mensagem. O que você escreveu, hein? Fala pra mim.” Minhas mãos seguraram a cintura dela, polegar roçando a pele macia logo acima da toalha. Letícia respirou fundo, peitos subindo e descendo. “Eu escrevi… ‘que pauzão gostoso, irmão. Queria chupar’… e apaguei porque fiquei com medo. Mas agora… agora eu quero.” A toalha caiu no chão. Porra, que corpo. Peitos médios, firmes, bicos marrons duros como pedra. Barriga chapada, buceta depilada brilhando, coxas grossas. Eu a empurrei contra a pia, ajoelhei e enfiei a cara entre as pernas dela. Cheiro de sabonete misturado com tesão puro. Lambi devagar, língua abrindo os lábios, saboreando o mel doce que escorria. “Hummm, que bucetinha deliciosa, mana. Tá molhada pra caralho pra mim.” Ela gemeu alto, mão segurando meu cabelo: “Chupa, Lucas… chupa a buceta da tua irmã, vai… lambe esse grelinho inchado, vai porra.” Eu chupei como louco. Língua girando no grelo, dois dedos entrando fundo na xota apertada, fazendo barulho molhado. Letícia rebolava na minha cara, bunda batendo na pia. “Ai, que delícia… ninguém nunca me comeu assim… continua, irmão… me faz gozar na tua boca.” Quando ela gozou, jorrou na minha língua, suco quente escorrendo pelo queixo. Eu levantei, pau pra fora já, cabeça roxa brilhando. “Agora chupa o pau que você viu no story, vadia.” Ela se ajoelhou ali mesmo, olhos brilhando de putaria. Pegou meu cacete com as duas mãos, lambeu da base até a cabeça, girando a língua na fenda. “Que rola grossa, Lucas… maior do que eu imaginava. Vou engolir tudo.” Abriu a boca e desceu devagar, garganta relaxando, engolindo até as bolas. Babava pra caralho, saliva escorrendo, olhos lacrimejando. Eu segurava a cabeça dela e fodia a boca: “Isso, mana… engole o pau do irmão… que garganta gulosa, porra.” Depois de uns minutos eu a levantei, virei de costas e empinei aquela bunda gorda na pia. Cuspi na mão, passei no pau e meti tudo de uma vez na buceta quente. “Aaaah, caralho! Que xota apertada, Letícia… tá me espremendo inteiro.” Ela gritava: “Me fode, Lucas! Mete fundo nessa buceta, vai, na bucetinha da tua irmã… rasga, vai… quero sentir essas bolas batendo no meu grelinho.” Eu metia com força, estocadas secas, pele batendo em pele, barulho molhado ecoando na cozinha. Peguei os cabelos cacheados dela como rédea, puxando pra trás. “Rebola essa raba pra mim, mana… mostra como você rebola pro irmão.” Ela rebolava como no vídeo, bunda quicando no meu pau, apertando. Eu metia, tirava quase tudo e socava de novo. “Vou gozar dentro, hein? Vou encher essa bucetinha de porra quente.” “Goza, irmão… me enche… me faz tua putinha particular.” Quando eu gozei, foi explosão: jatos grossos batendo no fundo da xota, transbordando, escorrendo pelas coxas dela. Letícia gozou junto, pernas tremendo, gemendo meu nome. Mas não parou aí. A gente não conseguia mais parar. Subimos pro quarto dela, ela me empurrou na cama e sentou no meu pau ainda duro. Cavalgava como louca, peitos pulando, mão esfregando o clitóris. “Olha como eu sento gostoso, Lu… essa buceta foi feita pro teu pau.” Eu apertava as bandas da bunda, dedo roçando o cuzinho. “Quero foder esse cu também, mana.” Ela sorriu safada: “Hoje não… amanhã. Hoje eu quero leite na boca.” Eu a deitei de lado, levantei uma perna e meti de conchinha, devagar, sentindo cada centímetro. Beijava o pescoço, mordia a orelha: “Tu é minha agora, Letícia… toda vez que eu quiser, vou te comer. De manhã, de noite, no banheiro… onde eu mandar.” Ela gemia: “Sim, irmão… sou tua putinha… fode minha buceta quando quiser… me usa.” A gente fodeu a noite inteira. Segunda rodada eu botei ela de quatro na cama, cuspi no cuzinho e meti dois dedos, abrindo. “Amanhã esse cu vai levar pau, hein?” Ela empinava mais: “Quero… quero sentir o pauzão abrindo meu cu virgem.” Terceira vez foi boquete duplo: ela chupava enquanto eu filmava no celular, depois eu gozei na cara dela, porra branca escorrendo nos lábios, nos cílios. Ela lambia tudo, sorrindo: “Delícia… gosto do leite do meu irmão.” De manhã, quando o sol entrou pela janela, eu acordei com ela mamando meu pau acordado. “Bom dia, gostoso… acorda que eu tô com fome de rola.” Engoliu tudo de novo, garganta massageando a cabeça. Eu gozei na boca dela e ela engoliu até a última gota, depois subiu e me beijou, língua com gosto de porra misturada com a dela. Desde então virou rotina. Todo dia ela me manda vídeo rebolando só de calcinha no quarto, eu mando foto do pau duro. Às vezes a gente se encontra no corredor, ela abaixa a calcinha rapidinho e eu meto de pé, rapidinho, gozando dentro e voltando pra vida normal. No almoço de família, ela senta do meu lado, mão por baixo da mesa apertando meu pau enquanto conversa com a mãe. Eu finjo normalidade, mas por dentro tô pensando em como vou comer ela no banheiro depois. Ontem mesmo, pais em casa, ela me chamou pro quarto dela com desculpa de “me ajudar com o celular”. Trancou a porta, tirou o short, sentou na minha cara e gozou na minha boca em menos de dois minutos. Depois ajoelhou e chupou até eu jorrar na garganta dela. Limpou a boca com as costas da mão e saiu sorrindo: “Obrigada, irmãozinho… tava precisando.” Eu não paro mais de me masturbar pensando nela, mas agora é melhor: quando eu bato uma, ela tá ali do lado, às vezes segurando meu pau, às vezes sentando em cima enquanto eu gozo dentro. A obsessão virou realidade. E eu não quero cura nunca. A bunda dela ainda é a coisa mais perfeita do mundo. O jeito que ela rebola quando eu tô metendo por trás, gemendo baixinho pra não acordar ninguém: “Mais forte, Lucas… me fode mais fundo… quero sentir teu pau batendo no meu útero.” O cheiro da buceta dela depois de um dia inteiro de tesão, molhada só de me ver. O gosto doce quando eu lambo devagar, língua entrando na entradinha apertada. O jeito que o cuzinho dela pisca quando eu roço a cabeça do pau ali, prometendo que um dia vou arrombar. Ontem à noite foi a primeira vez no cuzinho dela. Ela pediu. Deitou de bruços, empinou, cuspiu na própria mão e passou no cuzinho. “Vai devagar primeiro, mas depois mete tudo.” Eu entrei milímetro por milímetro, sentindo o anel apertado cedendo. “Caralho, mana… que cu gostoso… tá me espremendo.” Ela gemia de dor e prazer: “Dói gostoso… continua… abre meu cu, irmão… me faz tua putinha anal também.” Quando eu tava todo dentro, comecei a bombear devagar, depois mais rápido. Ela gritava abafado no travesseiro: “Me fode o cu! Mete nessa bundinha virgem!” Eu meti até gozar lá dentro, porra quente enchendo o intestino dela. Quando tirei, o cuzinho ficou aberto, piscando, porra escorrendo devagar. Ela virou, lambeu meu pau sujo e falou: “Amanhã de novo.” Eu tô viciado. Ela tá viciada. A gente fode todo dia, em todo canto da casa. E toda vez que eu olho pro Snapchat agora, lembro daquela foto que mudou tudo. Se eu pudesse voltar no tempo, eu deixaria o story no ar de propósito. Porque agora minha irmã é minha puta particular, minha buceta de estimação, meu cu virgem arrombado. E eu sou o irmão mais sortudo do mundo.
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