A noite que seduzi minha mãe!

Era uma noite quente pra caralho em Feira de Santana, Bahia, o ar parado, abafado, daqueles que deixam a pele pegajosa. Eu tinha 22 anos e fazia meses que eu fantasiava com isso sem parar. Minha mãe, aos 47, era uma mulher madura que ainda virava cabeça na rua. Corpo cheio de curvas, peitos grandes e pesados que transbordavam no decote, mamilos marrons grandes que ficavam duros só de roçar o tecido, uma barriguinha macia de quem pariu mas que deixava ela ainda mais gostosa, coxas grossas com um pouquinho de celulite que eu achava sexy pra porra, e uma bunda enorme, redonda, empinada, que balançava quando ela andava de salto ou rebolava no forró. Pele morena clara, suave, cabelo castanho até os ombros, olhos castanhos que às vezes me olhavam um segundo a mais quando eu passava de short folgado. Eu sabia que ela olhava disfarçado pro volume na minha calça. Não era coisa da minha cabeça. Ela era ativa pra caralho na cama, sempre foi. Eu ouvia os gemidos quando trazia namorado pra casa: "me fode mais forte, caralho", "mete tudo nessa buceta". Agora que tinha terminado com o último babaca, tava há semanas sem pau decente, isso eu sabia muito bem.
Decidi que hoje à noite eu ia tentar. Ela tinha saído pra dançar forró com as amigas, beber caipirinha de limão, rebolar a noite inteira. Ia voltar com a calcinha encharcada, o corpo pegando fogo de tesão acumulado. E o melhor de tudo: ela sempre me deixava dormir na cama dela grande pra eu fugir do sofá desconfortável da sala. Perfeito pra minha ideia.
Eu preparei tudo direitinho. Coloquei uma cueca boxer preta justa, abri o bolso da frente e tirei meu pau inteiro pra fora, deixando ele solto, pesado, balançando livre dentro da calça de pijama fina de algodão cinza. Meu pau é um monstro: 21 centímetros quando duro de verdade, grosso como uma lata de energético, veias saltadas ao longo da rola, cabeça grande rosada que brilha quando baba pré-gozo, bolas cheias, pesadas, peludas. Só de imaginar a cena, ele já tava meio inchado, pulsando devagar. Qualquer movimento e o contorno ficava óbvio na calça leve, quase transparente quando esticada. Se eu mexesse a perna certo, a cabeça podia até escapar pela abertura da perna da calça. Deitei na cama dela, coração disparado, pau semi-duro, luz do abajur baixa só pra criar clima. Fiquei esperando, o pau latejando só de pensar na cara dela quando visse.
O relógio marcava quase duas da manhã quando a porta da frente abriu. Ela entrou rindo sozinha, tropeçando um pouco nos saltos altos, claramente alta de cachaça e do clima da balada. Voz rouca, sexy, daquele jeito que ficava depois de beber e dançar: "Filho? Tá acordado? Vem pra cama da mamãe hoje, tô sozinha e precisando de um abraço quentinho, porra."
Eu respondi do quarto, voz baixa: "Tô aqui te esperando, mãe. Como foi a noite?"
Ela entrou no quarto, o vestido preto curto colado no corpo todo suado da dança, tecido fino marcando cada curva, mamilos duros furando o pano como se pedissem pra ser chupados. Sem sutiã, óbvio. O cheiro dela invadiu tudo: perfume doce misturado com suor feminino, um toque forte de buceta excitada que eu juro que senti de longe. Ela tirou os saltos gemendo de alívio, se alongou, e começou a tirar o vestido devagar na minha frente, como se quisesse que eu olhasse. O vestido deslizou, revelando os peitos grandes caindo naturais, mamilos escuros duros, barriguinha macia, e a calcinha fio dental vermelha que mal cobria os lábios inchados da buceta. A bunda toda de fora, redonda, com a marca do fio sumindo no meio, coxas grossas brilhando de suor. "Caralho, tá calor pra porra hoje. Dançar me deixou toda molhada, filho... rebolei que nem uma puta na pista, mas nenhum homem me satisfazia direito."
Ela riu safada, deitou na cama ao meu lado, o corpo quente colando direto no meu. Pele contra pele quase, só a camisola fina dela e minha calça fina separando. "Vem cá, me abraça. Tô com o corpo todo quente, a buceta latejando de tanto esfregar na dança." Ela disse isso rindo, mas os olhos castanhos desceram direto pro meu colo. O volume na calça do pijama tava enorme, o pau meio duro fazendo uma tenda grossa, o contorno da cabeça e das veias marcando o tecido.
Eu virei de lado, abraçando ela por trás, abraçado bem colado. Meu pau encostou direto na bunda macia dela, só a calça fina separando. Ela rebolou devagar contra mim, como se testando. "Nossa senhora... o que é isso encostando na minha bunda? Tá duro pra caralho, hein, garotão? Tá pulsando..."
Eu não respondi com palavras. Mexi os quadris devagar e o pau, que tava solto na cueca, deslizou pra fora da perna da calça do pijama. A cabeça grossa rosada roçou a pele quente e suada da bunda dela, deixando um rastro viscoso de pré-gozo brilhando na luz fraca. Ela parou de respirar por um segundo, depois empurrou a bunda pra trás, roçando mais. "Filho da puta... você tirou o pau da cueca de propósito? Olha isso... que rola enorme, grossa, quente. Tá babando na bunda da mamãe, caralho. Que safadeza é essa, meu filhote?"
A voz dela mudou, ficou baixa, rouca de tesão. Eu sussurrei no ouvido dela, mordendo o lóbulo devagar: "Eu sei que você olha, mãe. Olha disfarçado pro meu volume faz tempo, quando eu passo de short. Hoje eu quis que você visse de verdade, sentisse. Eu preparei isso pra você. Quero te comer. Quero meter essa pica toda na buceta que me pariu, na xota da minha mãe gostosa."
Ela gemeu alto, virou o rosto e me beijou na boca com fome, língua molhada, quente, com gosto doce de caipirinha e cigarro. A mão dela desceu rápido, agarrou meu pau nu, apertando a grossura toda. "Ai que delícia, filho... tão grosso, as veias pulsando na minha mão. Maior que qualquer pau que já comi na vida. Seu putinho safado... mamãe tá louca de tesão há semanas. Tira essa calça toda, vai."
Eu tirei rápido, ficando pelado. Meu pau pulou livre, balançando pesado, cabeça brilhando de baba, bolas cheias penduradas. Ela olhou hipnotizada, lambendo os lábios carnudos. "Olha o tamanho dessa rola... as bolas cheias de porra. Vem, deixa a mamãe te mamar gostoso."
Ela se ajoelhou na cama, bunda empinada pra cima pra mim ver, e engoliu meu pau de uma vez até a metade. A boca quente, molhada, sugou a cabeça com força, língua girando em volta do frenulum, chupando o pré-gozo salgado que escorria. "Mmmph... gosto bom pra caralho do pau do meu filho, salgado, jovem. Vou mamar tudinho, engolir até o fundo." Ela desceu fundo, garganta apertando a rola, babando muito, saliva grossa escorrendo pelos cantos da boca e pingando nas bolas. Sons obscenos enchiam o quarto: gluck gluck gluck, slurp slurp. Ela cuspia no pau, espalhava com a mão experiente, masturbava rápido enquanto chupava as bolas, uma por uma, sugando forte, língua lambendo embaixo.
Eu segurei o cabelo castanho dela, fudendo a boca dela ritmado, empurrando os quadris. "Isso, mãe, chupa o pau do filho como a puta safada que você é. Engole tudo, vadia gostosa. Olha como tá babando pra mim." Ela gemia com a boca cheia, olhos lacrimejando mas cheios de luxúria, olhando pra cima pra mim. "Quero você dentro de mim agora, filho. Minha buceta tá encharcada, pingando melzinho, latejando pra essa pica."
Ela tirou a camisola fina e a calcinha fio dental, jogou pro lado. Abriu as pernas bem abertas. A buceta era uma visão do paraíso proibido: lábios grossos inchados, clitóris grande aparecendo duro, toda molhada brilhando, um fio grosso de mel claro escorrendo pra bunda. Peladinha, cheirando forte a mulher madura no cio, doce e almiscarado. Eu me aproximei, esfreguei a cabeça do pau nos lábios molhados, misturando os fluidos. "Tá vendo como tá molhada? Toda aberta pra mim, mãe. A buceta que me pariu quer o pau do filho."
Empurrei devagar. A cabeça abriu ela, centímetro por centímetro, as paredes quentes, apertadas, sugando minha rola como se nunca quisessem soltar. "Caralho, mãe... sua buceta tá me apertando tanto... tão quente, tão molhada, tão macia. Melhor que qualquer novinha que já fodi."
Ela gritou de prazer puro, unhas cravando nas minhas costas, pernas enrolando na minha cintura: "Ai meu Deus do céu! Me arromba, filho! Mete essa pica grossa toda na buceta da mamãe! Fode forte, me rasga, me usa como sua puta particular!"
Comecei a meter com força, o saco batendo na bunda gorda dela, ploc ploc ploc alto e molhado ecoando no quarto. Os peitos dela balançavam loucamente pra cima e pra baixo, eu peguei um, chupando o mamilo duro, mordendo leve, sugando como se quisesse leite. Ela rebolava contra mim, suada pra caralho, gemendo alto sem parar: "Isso, meu garanhão! Fode sua mãe gostosa! Tô viciada nessa rola grossa! Mais fundo, caralho, soca tudo!"
Mudei de posição, coloquei ela de quatro, bunda empinada pra cima, as mãos dela abrindo as nádegas. A visão era de matar: o cu piscando rosado, a buceta aberta vermelha, escorrendo porra e mel misturados. Meti de novo com tudo, batendo forte, segurando os quadris largos, dando tapa na bunda que fazia a carne tremer. A mão dela desceu, esfregava o clitóris rápido enquanto eu socava. "Tô gozando, filho! Ai porra, tô gozando na pica do meu menino! Não para!"
Ela tremeu inteira, buceta apertando meu pau em espasmos fortes, squirtando um pouco no lençol, mel escorrendo pelas coxas grossas. Eu não parei, continuei metendo mais rápido, suor pingando do meu peito nas costas dela. "Goza dentro, me enche de porra quente! Quero a semente do meu filho enchendo a buceta da mamãe!"
Eu explodi, jatos grossos, quentes, jorrando fundo dentro dela, enchendo até transbordar, escorrendo pelas coxas, pingando no lençol. Gozei tanto que saiu pra fora, misturando com o mel dela. Caímos exaustos, abraçados, suados, respirando pesado. Mas depois de uns 20 minutos descansando, beijando, mão dela acariciando meu pau mole, ela tava dura de novo. "Não acabou não, safado. Quero mais. Senta que a mamãe vai cavalgar essa rola até você implorar."
Ela montou em mim, cowgirl, segurou o pau e desceu devagar, engolindo tudo de novo, os peitos balançando na minha cara. Eu chupava os mamilos enquanto ela subia e descia, rebolando gostoso, gemendo: "Que pau bom do caralho, filho. Me destrói por dentro. Tô sua puta agora, pra sempre. Mete de baixo, vai."
Cavalgou por uns 15 minutos, gozando mais duas vezes, buceta apertando, mel escorrendo nas minhas bolas. Depois viramos de lado, devagar, beijando na boca, mãos explorando cada parte do corpo um do outro. Eu metia lento, sentindo cada dobra da buceta dela, o pau saindo brilhando de porra e mel, o som molhado ploc ploc suave. "Olha como tá molhado, mãe. Sua xota tá viciada na rola do filho."
Ela sussurrava no meu ouvido, voz rouca: "Desde que você cresceu eu sonhava com isso, filho. Olhava pro seu pau e ficava molhada escondida. Agora toma, fode a mamãe como quiser. Goza onde quiser."
A gente fez 69 também: eu deitado, ela por cima, buceta na minha boca, eu chupando os lábios inchados, língua no clitóris, dedo no cu apertadinho dela. Ela mamava meu pau com fome, garganta profunda, baba escorrendo. O gosto dela era salgado doce, perfeito. Ela gozou na minha cara, mel escorrendo na minha boca.
A noite inteira foi assim, rounds e mais rounds até o sol raiar. Ela pediu até no cu: "Enfia no cu da mamãe também, filho. Arromba esse cuzinho virgem pra você." Eu cuspi, enfiei devagar, o cu apertando minha rola como um punho quente. Fodemos anal devagar depois forte, ela gritando de prazer: "Ai que delícia, me enche o cu de porra!"
Quando amanheceu, estávamos destruídos, corpos grudados de suor e porra, buceta dela inchada e vermelha, meu pau dolorido mas satisfeito pra caralho. Ela beijou meu pau mole e disse, sorrindo: "Isso fica nosso segredo sujo, mas podemos repetir sempre que eu quiser essa rola, né, meu filhote? Mamãe tá viciada agora."
Eu sorri, puxando ela pra abraçar. "Sempre, mãe. Sempre que você quiser."
Tinha aberto a porta pro paraíso proibido e não tinha volta. A partir daquela noite, a cama dela virou nossa, toda vez que ela voltava de balada ou tava carente, eu tava lá com o pau solto esperando pra foder a mãe mais gostosa do mundo.

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Ficha do conto

Foto Perfil baelfire
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Nome do conto:
A noite que seduzi minha mãe!

Codigo do conto:
255791

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
01/03/2026

Quant.de Votos:
2

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