Era uma noite abafada de verão, daquelas que o ar parece grudar na pele e deixar todo mundo com o corpo pedindo pra ser tocado. Eu, Juliana, com meus 24 anos, tava deitada na minha cama king size, só de regata branca curtinha que mal cobria os bicos dos meus peitos e um shortinho jeans apertado pra caralho, daqueles que sobem até o meio da bunda e deixam a metade da minha bundona de fora, brilhando de tanto que eu tinha passado óleo corporal mais cedo. Meu irmãozinho, o Caio, 20 anos recém-completos, tava sentado na beira da cama, de bermudão folgado e camiseta regata, conversando comigo sobre merda nenhuma como sempre fazíamos. Ele era meu melhor amigo, meu confidente, o cara que eu contava tudo... menos o fogo que eu sentia na buceta toda vez que ele me olhava mais do que dois segundos. Eu tava estressada pra porra depois de um dia de trabalho insano, e soltei sem pensar: — Ai, Caio... tô com o corpo todo travado, mano. Essa merda de estresse tá me matando. Ele ergueu a sobrancelha, aquele sorrisinho safado que ele sempre dá quando quer me agradar, e falou baixinho: — Quer que eu te dê uma massagem, mana? Daquelas de verdade, não aquelas meia-boca que eu faço nos ombros. Corpo inteiro, se você quiser. Meu coração deu um salto. Eu já tinha deixado ele me massagear os pés e os ombros antes, mas nunca assim, sozinhos no meu quarto às duas da madrugada, com a casa toda dormindo. Eu sabia que era perigoso. Sabia que eu tava molhada só de imaginar as mãos dele em mim. Mas eu disse sim. Claro que disse. — Tá bom, irmãozinho... mas deita aqui na cama comigo. E sem frescura, hein? Quero sentir essas mãos fortes de verdade. Eu me virei de bruços, empinei levemente a bunda pra cima só pra provocar, e ele engoliu seco. Eu senti o colchão afundar quando ele subiu de joelhos ao meu lado. As mãos dele começaram nos meus ombros, apertando devagar, os polegares fazendo círculos firmes na minha nuca. Porra, que delícia. Eu soltei um gemidinho baixo, daqueles que escapam sem querer: — Hmmm... assim, Caio... mais forte, vai... Ele foi descendo pelas minhas costas, por cima da regata fina. O tecido era tão fino que dava pra sentir o calor das palmas dele queimando minha pele. Quando chegou na lombar, eu tava toda arrepiada. Meu shortinho tinha subido tanto que metade da minha bunda tava exposta, a calcinha fio-dental preta mal cobrindo o risco do meu cu. Ele hesitou ali, os dedos tremendo de leve. — Mana... tem certeza? Tá... tá bem perto da... Eu não deixei ele terminar. Virei o rosto de lado, mordi o lábio e soltei com a voz rouca de tesão: — Massageia minha bunda também, irmãozinho. Por favor... tá doendo pra caralho aqui embaixo. Vai, não fica com vergonha. É só massagem, né? Ele respirou fundo, quase um gemido preso na garganta, e colocou as duas mãos abertas na minha bundona. Caralho, o toque dele era quente, pesado. Ele começou apertando devagar, os dedos afundando na carne macia, subindo e descendo, abrindo minhas nádegas de leve. Eu senti meu cu piscar e minha buceta latejar, já molhando a calcinha inteira. — Assim, Caio... aperta mais forte, porra... isso... abre minha bundinha... hmmm, que gostoso... Ele se empolgou. As mãos dele ficaram mais ousadas, massageando em círculos, os polegares escorregando pro meio da minha bunda, roçando o tecido fino da calcinha bem em cima do meu cuzinho. Eu tava gemendo sem parar agora, esfregando a buceta contra o colchão sem vergonha nenhuma. Meu shortinho subiu mais, e eu senti o ar frio batendo na minha pele úmida. — Mana... você tá... tá molhada pra caralho aqui — ele murmurou, a voz rouca, quase um sussurro sujo. Eu ri baixinho, safada: — E você tá de pau duro, né, seu safado? Eu vi aquela barraca na sua bermuda desde que você começou a apertar minha bunda. Não disfarça, irmãozinho... eu tô louca pra sentir essa rola latejando. Ele parou por um segundo, mas eu não deixei. Virei de lado rapidinho, puxei ele pela camiseta e enfiei a língua na boca dele. O beijo foi bruto, molhado, cheio de saliva e desejo acumulado há anos. Minhas mãos desceram direto pro volume na bermuda dele, apertando o pau duro por cima do tecido. Caralho, era grosso pra porra, pulsando na minha palma. — Tira essa merda, Caio. Quero ver o pau do meu irmãozinho — ordenei, chupando o lábio dele. Ele obedeceu tremendo. A bermuda desceu e o pau saltou pra fora, vermelho, veioso, cabeça brilhando de pré-gozo. Uns 20 centímetros fáceis, grosso como meu pulso. Eu lambi os lábios e desci a boca sem piedade. Engoli tudo de uma vez, sentindo a cabeça bater no fundo da minha garganta. Ele agarrou meu cabelo e gemeu alto: — Porra, mana... que boca gulosa... chupa o pau do seu irmãozinho, vai... isso... engole tudo, sua vadia safada... Eu babava inteiro, chupando com fome, as mãos massageando as bolas pesadas dele enquanto minha buceta escorria pelo shortinho. Ele não aguentou muito. Me puxou pra cima, arrancou minha regata e meu shortinho num segundo. Meus peitos grandes pularam livres, bicos duros como pedra. Ele atacou um mamilo com a boca, chupando forte enquanto os dedos dele deslizavam direto na minha buceta encharcada. — Caralho, mana... você tá pingando... essa sua bucetinha tá toda meladinha pra mim... — ele rosnou, enfiando dois dedos grossos de uma vez. Eu gritei de prazer, rebolando no colo dele: — Me fode com esses dedos, irmão... isso... mais fundo... abre minha bucetinha... aaaah, porra, que delícia... Ele me deitou de novo de bruços, subiu em cima de mim e encaixou o pau na entrada da minha buceta. Empurrou devagar no começo, mas eu empinei a bunda e mandei: — Me fode logo, Caio! Enfia essa rola grossa na buceta da mana! Quero sentir meu irmãozinho me arrombando! Ele meteu tudo de uma vez. O pau dele abriu minhas paredes, batendo fundo no colo do útero. Começou a estocar forte, o barulho molhado da buceta dele batendo na minha bunda ecoando no quarto. Ploc, ploc, ploc. Eu tava gritando no travesseiro: — Isso, irmão... me fode... rasga minha buceta... sou sua putinha agora... goza dentro de mim, porra! Ele me virou de frente, levantou minhas pernas nos ombros e meteu ainda mais fundo. Meu clitóris roçava no corpo dele a cada estocada. Eu gozei primeiro, jorrando na rola dele, o corpo todo tremendo, gemendo o nome dele como uma vadia: — Aaaah Caiooo... tô gozando... porra, irmãozinho... me enche de porra! Ele não parou. Me virou de quatro, segurou meus quadris e começou a meter como um animal. A mão dele deu um tapa forte na minha bunda, depois outro, deixando marca vermelha. — Toma, sua safada... essa bunda é minha agora... vou gozar dentro dessa bucetinha apertada... Eu sentia as bolas dele batendo no meu clitóris, o pau inchando dentro de mim. Quando ele gozou, foi um jorro quente, grosso, enchendo minha buceta até transbordar. Eu senti cada jato pulsando, escorrendo pelas minhas coxas. Ele desabou em cima de mim, pau ainda latejando dentro, e sussurrou no meu ouvido: — Mana... isso foi... caralho... melhor que qualquer massagem. Eu ri, ainda ofegante, rebolando devagar no pau dele que ainda tava duro: — Isso foi só o começo, irmãozinho. Amanhã você vai me massagear de novo... e vai me foder até eu não conseguir andar. Essa buceta é toda sua agora. Nós ficamos ali, suados, melados, pau ainda dentro de mim, sabendo que nada mais seria como antes. Eu tinha cruzado a linha com meu irmãozinho... e queria cruzar de novo. Toda noite. Sem parar.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.