Meu pai e minha mãe tinham marcado aquelas férias dos sonhos, um resort all-inclusive numa praia paradisíaca no Nordeste, com direito a tudo: sol, mar, drinks e sossego. Mas aí, duas semanas antes, meu velho foi promovido do nada pro cargo de gerente geral da firma. O filho da puta não podia mais sair, reunião atrás de reunião, viagem de última hora pra São Paulo. Minha mãe me ligou desesperada, voz tremendo do outro lado da linha: “Filho, pelo amor de Deus, você precisa vir no lugar do seu pai. Já paguei tudo, não vamos perder esse dinheiro. É só uma semana, a gente se diverte pra caralho, prometo.” Eu tava de boa na faculdade, sem nada marcado, e ela insistiu tanto que eu topei. “Tá bom, mãe, eu vou. Mas sem drama, hein.” Chegamos no resort na segunda-feira e tava tudo perfeito. Sol quente, mar azul cristalino, quarto com vista pro oceano, cama king size que parecia nuvem. Durante o dia a gente explorava o lugar: mergulho, massagem, comia camarão na praia, bebia caipirinha até rir à toa. Ela tava radiante, cabelo solto, pele bronzeada, aquele sorriso de quem finalmente relaxou depois de anos casada com um workaholic. Eu notava como os caras olhavam pra ela – 42 anos, corpo de quem malha três vezes por semana, bundona empinada, peitos firmes que balançavam de leve no decote. Mas eu fingia que não via. Era minha mãe, porra. Na quinta-feira decidimos alugar um carro e sair pra explorar o resto da região. “Vamos fugir dos turistas, filho, ver o que tem de verdade por aqui”, ela disse, óculos escuros no rosto, short jeans curtinho marcando a bunda. Dirigi por estradas de terra, passamos por templos antigos cheios de estátua de Buda, comemos uma moqueca de peixe divina num restaurantezinho à beira-mar. O sol já tava baixando quando a estrada acabou num matagal. “Para aqui, vamos dar uma volta a pé. Tá lindo demais”, ela falou, animada. A gente caminhou uns dez minutos por uma trilha no meio do mato e, de repente, o paraíso: uma praiazinha escondida, areia branquinha, mar calmo, sol se pondo pintando tudo de laranja e rosa. Parecia cena de filme. “Nossa, que foda”, eu disse. “Vamos trocar de roupa rapidinho e entrar na água, né?” Tinha umas pedras grandes ali, a gente se escondeu e trocou. Eu pus uma sunga preta simples. Ela... caralho. Saiu de trás da pedra com um biquíni preto minúsculo, daqueles que mal cobrem as partes. A calcinha era fio-dental, a parte de cima mal segurava os peitos grandes, redondos, com um decote profundo que mostrava o vale entre eles. A bunda dela tava uma delícia, redonda, empinada, pele lisinha brilhando com o protetor solar. O tecido preto contrastava com a pele bronzeada. Eu engoli seco, mas ri pra disfarçar. “Mãe, você tá gata pra caralho hoje, hein?” Ela riu, deu um tapa no meu ombro: “Para de bobagem, filho. Vem, vamos entrar!” A gente correu pra água rindo como criança. O mar tava morninho, ondas pequenas batendo na cintura. Nadamos, jogamos água um no outro, ela me abraçou por trás brincando: “Meu filhote forte!” O corpo dela encostava no meu, pele molhada, macia. Tava tudo perfeito até a gente sair da água pra pegar ar. Aí vimos: um casal passando pelado, sem vergonha nenhuma, pau balançando, buceta à mostra. Depois mais dois, uma mulher sozinha com os peitos caídos mas andando tranquila. Eu e minha mãe nos olhamos chocados. “Que porra é essa?”, eu murmurei. Fomos até a placa de madeira na entrada da praia. “Praia de nudismo natural. Livre para todos. Respeito e liberdade acima de tudo. Sem roupa obrigatória, sem julgamento.” A gente ficou parado uns segundos. “Mãe, vamos embora?”, eu disse, já meio tenso. Ela mordeu o lábio, olhou pro mar, pro sol se pondo. “Peraí, filho... pensa bem. Ninguém conhece a gente aqui. Eu odeio ficar com marquinha de biquíni, fica feio pra caralho. E olha que lindo isso tudo. Liberdade total. Você não tem vergonha de mim, tem?” Eu hesitei, coração batendo forte. “Não é isso... é que... você é minha mãe.” Ela riu baixinho, pegou minha mão: “Exatamente. Sou sua mãe, te criei, te vi pelado mil vezes quando era pequeno. Agora você é homem feito. Vamos experimentar? Só pra gente se sentir vivo. Se ficar estranho a gente volta pro carro e vai pro resort beber algo.” Ela me convenceu. Começou tirando o top do biquíni devagar, bem na minha frente. Os peitos pularam pra fora – grandes, naturais, mamilos rosados e duros do vento fresco da tarde. Pesados, balançando de leve quando ela se mexeu. Depois desceu a calcinha devagar, virando de costas pra mim. A bunda se abriu um pouquinho, mostrando o cuzinho rosadinho e a buceta inchada, lábios carnudos, lisinha, sem um pelo. Tava depilada total. Caralho, que visão. Meu pau reagiu na hora, inchando dentro da sunga, ficando duro como pedra. Eu tava tenso pra porra, mãos tremendo. “Vem, tira logo, não fica com vergonha não”, ela disse, virando pra mim, peitos balançando, mão na cintura. “Todo mundo aqui tá assim.” Eu respirei fundo, baixei a sunga. Minha rola saltou pra fora – 19cm de pau grosso, veias pulsando, cabeça vermelha brilhando, já babando pré-gozo. Ela olhou direto, olhos arregalados por um segundo. “Ah... tudo bem, querido. Nossa... você cresceu mesmo, hein?” Ela riu nervosa, corando. “Talvez a gente devesse voltar pro resort, tomar um café, relaxar...” Mas não voltamos. O sol tava lindo demais, o mar chamando. A gente entrou na água pelados. A sensação era foda: água morninha batendo direto na rola dura, nas bolas. Nadamos lado a lado. Ela mergulhou, saiu perto de mim, peitos flutuando, mamilos roçando meu braço. “Tá gostoso pra caralho, né filho?” Eu só conseguia gemer baixo. Meu pau não baixava, ficava roçando na coxa dela quando a onda empurrava a gente junto. “Mãe... desculpa... eu tô duro pra porra, não consigo controlar.” Ela parou, olhou pra baixo, viu a rola latejando debaixo d’água, quase tocando a barriga dela. “Eu sei, meu amor. Tá tudo bem. Olha pra mim... eu também tô sentindo umas coisas estranhas. Faz tempo que não vejo um homem nu assim, tão... grande.” A gente saiu da água e sentou na areia quente, pelados, joelhos encostados. O sol batia nos corpos. Eu não conseguia parar de olhar: os peitos dela subindo e descendo com a respiração, gotas de água escorrendo pros mamilos, a buceta entre as pernas abertas de leve, brilhando. Ela notou. “Você tá me olhando tanto... tá achando feio?” “Feio? Mãe, você tá uma delícia. Essa bunda, esses peitos... caralho, eu tô louco.” Ela mordeu o lábio, mão descendo devagar até roçar a coxa. “Vem cá, filho. Deita aqui do meu lado. Vamos só curtir o pôr do sol.” Deitamos de lado, um de frente pro outro. O pau duro encostou na barriga dela. Ela não afastou. Pelo contrário, a mão dela subiu, dedos leves roçando a cabeça da minha rola. “Tá tão quente... tão grosso. Mamãe nunca imaginou que o filhinho dela tinha uma pica dessas.” Eu gemi, mão tremendo indo pros peitos dela, apertando um mamilo. “Porra, mãe... deixa eu tocar.” Ela arqueou as costas: “Toca, meu filho. Chupa esses peitos da mamãe. Faz tempo que ninguém mama neles direito.” Eu me joguei. Boca no mamilo esquerdo, chupando forte, língua rodando, mordendo de leve. Ela gemeu alto: “Ai, caralho... assim, filho... mama gostoso na teta da sua mãe.” Minha mão desceu, dedinho abrindo os lábios da buceta dela – molhada pra caralho, quente, escorrendo mel. Enfiei um dedo, depois dois, sentindo a xota apertada piscando. “Mamãe tá molhada pra porra... quer o pau do filho?” Ela puxou meu cabelo: “Quero, porra. Quero essa rola grossa dentro da buceta que te pariu. Me fode, filho da puta safado.” Levantei ela de quatro na areia. Bunda empinada pra mim, buraco do cu piscando, buceta inchada pingando. Cuspi na mão, passei na cabeça da rola e meti devagar. “Aaaahhh, caralhooo! Que pica grande, filho... tá abrindo toda a buceta da mamãe!” Entrei até o talo, bolas batendo na clitóris dela. Comecei a socar forte, ritmo de foda selvagem. A bunda dela tremia a cada estocada, pele batendo pele, som molhado ecoando. “Fode, filho! Mete essa rola toda na bucetinha da sua mãe! Me arromba, porra!” Eu segurava os quadris, metendo fundo, sentindo o útero dela bater na cabeça da pica. Troquei de posição: sentei na areia, ela sentou de frente, cavalgando como louca. Peitos pulando na minha cara, eu mamando um, depois o outro, mãos apertando a bunda, dedo enfiando no cuzinho apertado. “Ai, meu Deus... tá mexendo no meu cu também? Que safado... enfia mais, filho. Mamãe gosta de cu também.” Ela gozou pela primeira vez, xota apertando minha rola, jorrando squirt na minha barriga: “Tô gozando, porra! Gozando no pau do meu filho!” Não parei. Virei ela de lado, perna pra cima, metendo de conchinha, beijando o pescoço, mordendo a orelha: “Você é minha puta agora, mãe. Essa buceta é minha.” Ela gemia rouca: “Sou sua vadia, filho. Me usa, me enche de porra. Goza dentro, me engravida se quiser, eu quero sentir o leitinho quente da rola do meu menino enchendo tudo.” Meti mais uns minutos, suor misturado com areia, sol já quase sumindo. Senti as bolas apertarem. “Mãe... vou gozar... porraaa!” Ela apertou a buceta: “Goza, meu amor! Jorra tudo dentro da mamãe!” Explodi, jatos grossos de porra quente enchendo ela até transbordar, escorrendo pelas coxas. A gente ficou ali, ofegantes, pau ainda dentro, pulsando. Mas não acabou. Depois de um tempo descansando, ela virou, boca na minha rola mole, chupando com vontade, lambendo as bolas, enfiando fundo na garganta até engasgar. “Quero chupar o pau que me fodeu, sentir meu próprio gosto.” Eu endureci de novo na boca quente dela. Deitei ela de costas, abri as pernas no V, meti de novo, agora devagar, olhando nos olhos: “Eu te amo, mãe... mas também quero te foder todo dia agora.” Ela sorriu safada, unhas arranhando minhas costas: “Então fode, filho. Essa viagem virou nossa lua de mel proibida.” A gente fodeu mais duas vezes naquela praia: uma de pé contra uma pedra, ela gemendo “me rasga, caralho”, outra com ela sentada no meu colo, rebolando devagar enquanto o sol sumia. Gozei no peito dela da segunda vez, pintando os peitos de branco grosso. Ela lambeu tudo, olhos brilhando: “Delícia do meu filho.” Voltamos pro resort já de noite, pelados no carro até o estacionamento, rindo baixinho. No quarto, tomamos banho juntos, fodi ela contra o vidro do box, água quente escorrendo, ela gritando “mais forte, porra!”. Dormimos abraçados, meu pau entre as coxas dela. O resto da viagem foi assim: de dia turista normal, de noite (e às vezes de tarde em cantos escondidos) virávamos animais. Na piscina do resort tarde da noite, ela me chupou debaixo d’água. No restaurante, pé descalço esfregando minha rola por baixo da mesa. No último dia, voltamos na mesma praia nudista e fodemos na água, ondas batendo enquanto eu metia por trás, mão tapando a boca dela pra não gritar muito. Quando voltamos pra casa, meu pai nem desconfiou. Mas eu e ela... a gente trocava olhares safados, mensagens no celular tipo “hoje à noite mamãe quer leite do filhinho”. Virou nosso segredo sujo, intenso, viciante. Aquela viagem mudou tudo. E toda vez que lembro daquela praia, do pôr do sol, da buceta da minha mãe apertando minha rola... caralho, ainda fico duro na hora.
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