Dançando com minha irmã!

Era o casamento dos primos, uma festa daquelas que família polonesa faz direito: salão alugado no interior, mesas cheias de pierogi, kielbasa, vodca polonesa pura que desce queimando a garganta e sobe direto pro cérebro. Todo mundo dançando, rindo alto, os tios já vermelhos de tanto shot. Eu e minha irmã Ana tínhamos chegado juntos, ela com 22 anos, corpo de puta de academia, peitos médios mas empinados pra caralho, bunda redonda que balançava dentro daquele vestido vermelho justo que mal cobria as coxas grossas. Eu com 24, já meio alto desde o brinde inicial. A gente ria de tudo, abraçava todo mundo, mas o álcool foi fazendo efeito rápido.
Por volta das três da manhã, a luz baixou, a música virou lenta, romântica pra porra. Ana me puxou pra pista. "Vem dançar comigo, irmão, só nós dois." Começou normal, mão na cintura dela, mas logo ela colou o corpo todo. O cheiro dela misturava perfume doce com suor de festa e vodca no hálito quente. Minhas mãos desceram sozinhas, apertando aquela bunda macia por cima do tecido fino. Porra, era firme, quente, e ela rebolou devagar contra mim, sentindo minha rola acordar na hora. O pau inchou dentro da calça social, ficando duro pra caralho, marcando contra a virilha dela. Ana riu baixinho no meu ouvido, o corpo tremendo de leve: "Hmm... tá sentindo como eu tô mexendo em você, hein? Sua pica tá dura pra irmãzinha?"
Eu apertei mais forte, os dedos afundando nas nádegas, puxando ela contra mim. O pau roçava bem no meio das pernas dela, sentindo o calor da bucetinha através da roupa. Ela rebolava em círculos lentos, esfregando a xota molhada (eu imaginava que já tava encharcada) na cabeça da minha rola. "Caralho, Ana, você tá me deixando louco", murmurei, o coração batendo forte. Ela gemeu baixinho, mordendo o lábio, os mamilos duros marcando no vestido. Minhas mãos subiram um pouco, apertando a cintura fina, depois voltaram pra bunda, abrindo as bandas de leve como se fosse meter ali mesmo na pista. O tesão era insano, mistura de álcool e o proibido de ser minha irmã. Por uns minutos a gente dançou assim, corpos colados, suor escorrendo, o pau latejando querendo rasgar a calça e enfiar tudo na buceta dela. Mas aí eu olhei pro lado e vi um tio olhando torto. Parei na hora, o corpo todo quente, voltei pra mesa com a rola ainda dura, o coração na boca. "Porra, quase fomos pegos", pensei.
Chegamos em casa umas cinco da manhã. Os pais, caindo de bêbados, foram direto pro quarto deles no térreo, porta fechada, já roncando. Eu subi pro meu quarto no andar de cima, tirei a roupa toda, fiquei só de cueca boxer que mal escondia o volume ainda meio duro. Deitei na cama, o teto girando, mas a imagem da Ana rebolando não saía da cabeça. Meu pau deu mais uma latejada só de lembrar o calor da bunda dela.
Cinco minutos depois, batida leve na porta. Era ela. Entrou de fininho, ainda com o vestido vermelho amassado, o cabelo loiro bagunçado caindo nos ombros, os olhos brilhando de vodca e tesão. Fechou a porta, trancou, e veio sentar na beira da cama. "Irmão... posso conversar um pouco? Sobre o que rolou na dança?"
A gente riu primeiro, nervoso. "Foi loucura né? A gente bêbado pra caralho, eu apertando sua bunda como se você fosse minha mina." Ana riu mais alto, mas chegou mais perto, a coxa encostando na minha perna nua. O vestido subiu um pouco, mostrando a pele branca das coxas. "Foi estranho... mas confesso que me deu um tesão danado sentir você duro roçando em mim. Sua pica tava latejando contra minha buceta, irmão. Eu fiquei molhada na hora."
Meu coração disparou. O quarto tava escuro, só a luz do corredor filtrando pela fresta, iluminando o rosto dela corado. "Ana, a gente é irmão, porra. Isso é errado pra caralho." Ela mordeu o lábio inferior, os olhos descendo pro meu colo onde a cueca já marcava o pau endurecendo de novo. "Seria muito estranho se a gente se beijasse agora? Só pra ver como é... sem ninguém ver."
Eu sabia que era loucura, mas o álcool e o tesão falaram mais alto. Me inclinei devagar. Nossos lábios se tocaram primeiro suave, quentes, molhados. Depois a língua dela invadiu minha boca, enrolando na minha, chupando, lambendo com fome. Porra, Ana beijava melhor que qualquer vadia que eu já peguei. O gosto de vodca misturado com o dela era viciante. Minhas mãos subiram pros peitos dela por cima do vestido, apertando, sentindo os mamilos duros como pedra. Ela gemeu na minha boca: "Aperta mais, irmão... toca nos peitinhos da sua irmã safada."
Tirei o vestido dela devagar, puxando pelas alças, revelando o sutiã preto rendado que mal continha aqueles peitos perfeitos. Desabotoei atrás, joguei longe. Os mamilos rosados, pequenos e duros, pedindo boca. Baixei a cabeça e chupei um com força, lambendo em círculos, mordiscando de leve enquanto a mão apertava o outro. Ana arqueou as costas, gemendo alto: "Isso, caralho... chupa o peito da mana, morde gostoso. Ahhh, tô ficando toda molhada por você."
Desci a mão pela barriga dela, entrei por baixo da calcinha fio-dental. A buceta tava lisinha, depilada, os lábios inchados e encharcados. Passei o dedo na fenda, sentindo o mel grosso escorrendo até o cu. "Porra, Ana, sua xota tá pingando pra caralho. Tudo isso pro pau do irmão?" Ela rebolou contra minha mão, abrindo mais as pernas. "Sim, irmãozinho... enfia o dedo nessa buceta que te deseja. Me deda gostoso, vai."
Enfiei dois dedos de uma vez, sentindo a parede quente e apertada pulsar em volta. Dedava devagar no começo, depois mais rápido, o som molhado ecoando no quarto quieto. Com o polegar roçava o clitóris inchado, fazendo ela tremer. Ana puxou minha cueca pra baixo, minha rola pulou pra fora, grossa, veias saltadas, cabeça vermelha brilhando de pré-gozo. Ela agarrou firme, bateu punheta lenta, apertando a base. "Que pica linda, irmão... maior que eu imaginava. Quero chupar tudo."
Ela se ajoelhou na cama, baixou a cabeça e lambeu da base até a ponta, chupando as bolas pesadas uma por uma, lambendo o saco todo suado. Depois abriu a boca e engoliu metade do pau, garganta apertando. "Gluck gluck", o som de boquete safado encheu o quarto. Eu segurei o cabelo dela, fodi a boca devagar no começo, depois mais fundo, batendo no fundo da garganta. "Chupa o caralho do irmão, sua puta incestuosa. Engole tudo, vadia." Ana babava toda, lágrimas nos olhos de tanto engasgar, mas olhava pra cima com tesão puro: "Me usa, irmão... fode a boca da sua irmã."
Não aguentei mais. Deitei ela de costas, abri aquelas coxas grossas e enfiei o rosto na buceta. O cheiro era forte, doce e almiscarado, de buceta molhada e suor de festa. Lambi devagar da entrada do cu até o clitóris, chupando os lábios, enfiando a língua bem fundo. Ana segurou minha cabeça, rebolando contra minha cara: "Isso, lambe a xota da mana... chupa meu clitóris, caralho! Tô gozando, irmão... aaaahhh!" O corpo dela tremeu forte, a buceta jorrando um pouco de porra quente na minha boca. Gozou na minha língua, gemendo alto, pernas apertando minha cabeça.
Subi por cima dela, posicionei a cabeça da rola na entrada da buceta e meti devagar. "Porra, Ana, sua buceta é apertada pra caralho... tá engolindo meu pau inteiro." Entrei até o fundo, os ovos batendo na bunda dela. Comecei a meter ritmado, forte, o som de pele contra pele "ploc ploc ploc" ecoando. Ela cravava as unhas nas minhas costas: "Me fode, irmão! Mete essa pica grossa na buceta da sua irmãzinha! Mais forte, caralho, rasga minha xota!"
Troquei de posição, coloquei ela de quatro, a bunda empinada pra mim. Segurei a cintura e meti tudo de uma vez, batendo fundo. A bunda balançava a cada estocada, eu dava tapa forte nas nádegas, deixando marca vermelha. "Rebola nesse caralho, vadia. Essa bunda é minha agora." Ana rebolava pra trás, encontrando minhas investidas: "Sim, irmão... me come como uma cachorra. Bate na minha bunda, me xinga, vai! Quero sentir seu pau batendo no fundo do meu útero!"
Meti mais uns minutos assim, depois deitei de lado, levantei uma perna dela e continuei fodendo de conchinha, uma mão apertando o peito, a outra esfregando o clitóris. O suor escorria dos nossos corpos, o quarto cheirava a sexo puro. "Tô quase gozando, Ana... onde quer que eu goze?" Ela virou o rosto, olhos vidrados: "Goza dentro, irmão... enche a buceta da sua irmã de porra quente. Me engravida se quiser, eu quero sentir seu leite jorrando."
Não aguentei. Meti fundo umas dez vezes mais e gozei pra caralho, jatos grossos enchendo a buceta dela, escorrendo pelas coxas. Ana gozou junto, a xota apertando meu pau como um punho, gemendo meu nome misturado com "porra" e "irmão".
A gente ficou ali deitado, ofegantes, meu pau ainda dentro dela amolecendo devagar. O estranho bateu forte. "Caralho, Ana... a gente fodeu. Eu comi minha própria irmã." Ela virou pra mim, sorriu safada, passou a mão no meu peito. "Foi incrível, irmão. Sua pica é melhor que qualquer outro. E olha..." ela pegou meu pau mole, apertou de leve. "Já tá voltando a endurecer. Amanhã quero de novo. Quero chupar você no banho, quero que você me coma de manhã cedo antes dos pais acordarem. Quero sentir esse caralho no meu cu também."
Eu ri, mas o pau deu sinal de vida de novo. A gente ficou se beijando devagar, mãos explorando, sabendo que aquilo era só o começo. O estranho ainda tava ali, mas o tesão era maior. Minha irmã era agora minha puta particular, e eu não queria parar nunca.
Depois do primeiro gozo, a gente não dormiu. Ana se levantou, ainda pelada, a buceta vermelha e escorrendo minha porra pelas coxas. "Quero mais, irmão. Deixa eu sentar nesse pau." Ela me empurrou de costas na cama, montou em mim, segurou a rola ainda melada e sentou devagar. A buceta quente engoliu tudo de novo, apertada mesmo depois de gozar. Começou a cavalgar lento, os peitos balançando na minha cara. Eu segurei eles, chupei os mamilos enquanto ela rebolava: "Cavalgue meu pau, mana. Senta gostoso nessa rola que te fez. Sinta como tá fundo." Ana acelerou, batendo a bunda nas minhas coxas, gemendo alto: "Ahhh, que delícia... sua pica tá batendo no meu ponto G. Tô gozando de novo, caralho!"
Ela gozou pela segunda vez, esguichando um pouco na minha barriga. Eu segurei a bunda dela, ajudei a subir e descer mais rápido, até gozar pela segunda vez, enchendo ela mais uma vez. O leite escorria pra fora, molhando meus ovos.
A gente trocou mais beijos molhados, línguas se enrolando, mãos sujas de porra e mel. Eu virei ela de bruços, abri as bandas da bunda e lambi o cuzinho enrugado, ainda virgem. "Quero comer esse cu também, vadia." Ela gemeu: "Come, irmão... enfia devagar no meu rabo." Cuspi na rola, posicionei e forcei a cabeça pra dentro. Ana gritou de prazer e dor misturados: "Devagar... ahhh, tá abrindo meu cu! Mete tudo!" Entrei centímetro por centímetro até os ovos encostarem, depois meti devagar, depois mais forte. O cu apertava pra caralho, quente e proibido. "Que cu gostoso da minha irmã... tô fodendo o rabo da Ana!" Ela rebolava pra trás: "Sim, me arromba o cu, irmão! Goza dentro do meu cu!"
Gozei pela terceira vez, enchendo o intestino dela de porra quente. Ana gozou só de sentir, o corpo todo tremendo.
Só então a gente deitou exausto, corpos colados, suor e porra por todo lado. O sol já clareava a janela. "Irmão... isso foi a melhor foda da minha vida. Amanhã repete, tá? Quero acordar com seu pau na boca." Eu beijei a testa dela, ainda sentindo o estranho no peito, mas o pau já pensando no próximo round. A família polonesa nunca mais seria a mesma.

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Ficha do conto

Foto Perfil baelfire
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Nome do conto:
Dançando com minha irmã!

Codigo do conto:
255824

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
01/03/2026

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