Meu nome é Henrique, tenho 18 anos agora, e minha irmã mais velha, Mariana, tem 30. Sempre fomos grudados pra caralho. Ela é aquela ruiva de cabelo longo até a bunda, pele clara que fica rosada no sol da Itália, olhos verdes que parecem te foder só de olhar. Seios fartos, daqueles que balançam quando ela anda de blusa decotada, e um bumbum grande, redondo, que parece feito pra ser agarrado com as duas mãos enquanto você mete fundo. Todo ano a família viaja pra Itália, alugamos um apartamento em Roma ou Florença, e eu, desde que a puberdade bateu forte, comecei a vê-la diferente. Não era mais só a mana que me levava pra passear no Coliseu ou pra comer gelato na Piazza Navona. Era a puta mais gostosa que eu conhecia, e meu pau latejava só de pensar nela. Na última viagem, em agosto, o calor tava insuportável. A gente ficava o dia todo andando pela cidade, ela de jeans justo que marcava cada curva daquela bunda empinada, blusinha fina sem sutiã, os mamilos marcando o tecido quando o vento batia. Eu andava atrás dela de propósito, só pra ver o rebolado. Meu pau ficava duro o tempo todo, uma ereção enorme, latejando dentro da bermuda. À noite, quando a família dormia, eu voltava pro nosso apartamento alugado e ia direto pro quarto dela. Pegava o moletom que ela usava pra dormir, aquele cinza surrado que cheirava a perfume doce misturado com suor de mulher madura. Enfiava o nariz e cheirava fundo, imaginando que era a buceta dela molhada. Depois pegava uma calcinha que ela tinha deixado no cesto de roupa suja – uma preta de renda, com uma manchinha branca no fundo, o cheiro forte de xota que me deixava louco. Eu enrolava no pau e batia uma punheta violenta, gemendo baixo: “Porra, Mariana, sua vadia, deixa eu foder essa buceta ruiva...” Uma vez eu gozei tanto que deixei um pouco de porra na calcinha dela, bem no fundinho, e guardei de volta. Queria que ela sentisse meu cheiro no dia seguinte, que soubesse, no fundo, que o irmãozinho tava obcecado pela irmãzona. Ela nunca falou nada, mas eu via o sorrisinho dela quando me olhava de canto, como se soubesse. No terceiro dia, fomos andar pela Via del Corso. Eu decidi arriscar: vesti uma bermuda larga, sem cueca. Meu pau tava meio duro já, balançando livre. Caminhamos lado a lado, ela rindo de alguma bobagem, o sol batendo nos cabelos ruivos. Eu enfiei a mão no bolso, segurei o cacete grosso e comecei a me masturbar devagar, bem do lado dela. O prepúcio subia e descia, a cabeça roxa brilhando de lubrificante natural. Olhava pro decote dela, pros seios pesados balançando a cada passo, e acelerava. “Caralho, mana, olha esse pau do teu irmão latejando por ti”, pensava eu. Ela virou o rosto, sorriu de um jeito provocante e disse: “Tá quente hoje, né? Você tá suando todo...” Não sei se notou o movimento no meu bolso, mas não parou de andar. Meu gozo veio forte, jatos quentes molhando a bermuda por dentro. Eu tremi, fingi que era o calor, e continuei andando com o pau melado, deixando escorrer pela perna. O cheiro de porra fresca subia, e eu juro que ela respirou mais fundo. De volta pro apartamento, enquanto os pais saíram pra comprar vinho, eu entrei no quarto dela de novo. Peguei a calça jeans que ela tinha tirado pra tomar banho – ainda quente, com o cheiro da bunda suada. Enfiei o rosto entre as pernas do tecido, lambi o fundo como se fosse a buceta dela. Depois bati outra punheta olhando pro espelho, imaginando ela de quatro: “Vem cá, sua puta ruiva, abre esse cu grande pra mim. Quero meter até o talo e encher de porra quente.” Gozei de novo, dessa vez no chão, e limpei com a manga do moletom dela. Deixei o rastro. Queria que ela sentisse. À noite, a gente foi jantar numa trattoria perto do rio Tibre. Ela sentou na minha frente, de shortinho curto. Cruzou as pernas de um jeito que a coxa grossa ficava exposta, depois se inclinou pra pegar o guardanapo e eu vi o vale entre os seios fartos, os bicos rosados quase aparecendo. Quando levantou pra ir ao banheiro, ela parou do meu lado, roçou a bunda na minha mão “sem querer”. Meu pau acordou na hora. No caminho de volta, ela deitou no sofá do apartamento pra ver TV, de lado, bunda empinada pra mim. O short subiu, mostrando a metade da nádega esquerda, sem calcinha por baixo. Eu fiquei ali, fingindo mexer no celular, mas com a mão no bolso de novo, batendo punheta discreta. O barulho molhado da pele contra pele era quase audível. Ela virou o rosto, olhou direto pros meus olhos e lambeu os lábios devagar: “Henrique, tá tudo bem? Você parece... animado.” A voz dela tava rouca, cheia de sacanagem. Eu não aguentei mais. No dia seguinte, fomos só nós dois pra uma trilha nos arredores de Florença, os pais ficaram na cidade. Calor de rachar. Ela de top esportivo justo, shorts de lycra que marcava a buceta inchada. Eu de bermuda sem cueca de novo, pau semi-duro o tempo todo. Subimos um morro, suando pra caralho. No topo, sentamos num banco de pedra com vista pro vale. Ela deitou de bruços, pernas abertas, bunda pra cima. O shorts entrou no rego, mostrando o contorno perfeito do cu e da xota. Eu sentei atrás, tirei o pau pra fora sem vergonha agora, comecei a bater olhando aquilo. “Mana... sua bunda é tão gostosa... eu quero comer você inteiro.” Ela virou o rosto, me viu com o cacete na mão, grosso, veias saltadas, cabeça brilhando. Em vez de gritar, ela sorriu safada: “Porra, Henrique... você tá mesmo batendo punheta pra mim? Olha o tamanho desse pau, meu irmãozinho... tá latejando todo por causa da minha bunda?” Levantou de quatro ali mesmo, puxou o shorts pra baixo devagar. A buceta apareceu, rosada, peladinha, já molhada, os lábios grossos brilhando de tesão. O cu piscava, apertadinho, rosado. “Vem, seu safado. Se você quer tanto, come a buceta da tua irmã. Mete esse pauzão em mim.” Eu pulei em cima dela como animal. Agarrei aqueles cabelos ruivos longos, puxei forte, e enfiei o pau de uma vez só na buceta quente e molhada. “Caralhooo, mana! Sua xota é tão apertada... tá engolindo meu pau todo, sua vadia incestuosa!” Ela gemeu alto, empinando mais: “Fode, Henrique! Mete fundo na bucetinha da tua irmã! Eu sei que você cheira minhas calcinhas, seu pervertido... goza dentro de mim, enche de porra de irmão!” Eu metia com força, o barulho de saco batendo na bunda ecoava no morro. Os seios dela balançavam soltos, eu estiquei a mão e belisquei os mamilos duros: “Olha esses tetões, porra... tão duros pra mim.” Ela rebolava, apertando a buceta em volta do meu cacete: “Isso, chupa minha orelha enquanto fode... diz que sou tua puta particular.” Troquei de buraco. Cuspi no cu dela, abri com os dedos e forcei a cabeça do pau no rego apertado. “Agora vou arrombar esse cu grande, mana. Você merece levar no rabo.” Ela gritou de prazer: “Arromba, caralho! Mete no cu da tua irmã ruiva! Quero sentir esse pauzão rasgando meu intestino!” Entrei devagar no começo, depois meti tudo. O cu dela era quente, apertado pra caralho, sugando meu pau. Eu socava sem parar, puxando os cabelos, dando tapas na bunda que ficava vermelha: “Toma, sua puta! Toma porra de irmão no cu! Eu vou gozar aqui dentro e você vai vazar o dia todo!” Ela gozou primeiro, tremendo, squirtando na grama: “Tô gozandooo, Henrique! Sua irmã tá gozando no pau desse irmão safado e roludo! Mais fundo, porra!” Eu não aguentei. Puxei pra fora, virei ela de frente, enfiei na boca dela até a garganta. “Chupa, vadia! Engole o pau que tava no teu cu!” Ela engasgou, babando, olhos lacrimejando, mas chupava com fome, lambendo as bolas suadas: “Me dá tua porra, irmão... quero beber tudo.” Gozei como nunca, jatos grossos enchendo a boca dela, escorrendo pelos seios fartos. Ela engoliu o que pôde, o resto lambendo dos lábios: “Deliciosa... porra de irmão é a melhor.” Daí pra frente a viagem virou putaria pura. Todo dia, quando conseguíamos, eu metia nela. No banheiro do apartamento, ela de joelhos chupando enquanto os pais dormiam no quarto ao lado: “Shhh, mana, engole quietinha... não faz barulho com essa boca de puta.” No carro alugado, estacionado numa rua escura de Roma, eu comia ela de quatro no banco de trás, janela embaçada: “Rebola nessa pica, sua safada... aperta o cu enquanto eu soco.” Uma noite, na varanda do apartamento com vista pro Vaticano, ela sentou no meu colo, buceta engolindo meu pau devagar, rebolando enquanto sussurrava: “Olha lá embaixo, Henrique... todo mundo andando e eu aqui sentando na rola do meu irmão. Goza dentro, engravida tua irmã se quiser... eu quero sentir teu leitinho quente enchendo meu útero.” Eu lambia tudo nela. Chupava a buceta molhada até ela gozar na minha cara, o suco escorrendo pelo queixo: “Bebe minha xota, irmão... lambe esse grelo inchado.” Ela me fazia cheirar o cu dela antes de sentar: “Cheira fundo, seu fetichista... isso, enfia a língua no meu rabo.” Os detalhes eram infinitos: o jeito que o suor pingava dos seios dela pros meus lábios, o cheiro forte de buceta excitada misturado com perfume, o barulho molhado da foda, os gemidos abafados virando gritos quando estávamos sozinhos. “Eu te amo, porra... mas te fodo como uma cadela no cio”, ela dizia, arranhando minhas costas. No último dia, antes de voltar pro Brasil, a gente transou no banheiro do aeroporto, rápido e sujo. Ela debruçada na pia, shorts abaixado, eu metendo por trás: “Última foda na Itália, mana... goza pra mim uma vez mais.” Ela gozou mordendo o braço pra não gritar, eu enchi o cu dela de porra e saímos como se nada tivesse acontecido, o sêmen escorrendo pela perna dela enquanto passávamos pela imigração. De volta em casa, nada mudou pra fora, mas dentro... toda noite ela me manda mensagem: “Vem pro meu quarto, irmão. Tua irmã tá molhada pensando no teu pau.” E eu vou, sempre. Porque agora ela é minha puta ruiva particular, e eu sou o irmão que não consegue parar de foder a família.
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