Meu nome é Lucas, tenho 22 agora, mas tudo começou faz uns meses, quando eu ainda tava morando com minha irmã mais velha, a Camila, 23. A gente sempre foi grudado pra caralho, dormia no mesmo corredor, dividia banheiro, e desde moleque eu já batia punheta pensando na bunda dela empinada dentro daqueles shorts de algodão fininho que ela usava pra dormir. Mas o bagulho explodiu de verdade numa tarde de sábado chuvosa, quando a casa tava vazia. Eu tava no quarto dela, coração martelando no peito, com uma calcinha preta dela na mão – daquelas de renda barata, fio-dental, que ela tinha jogado no cesto de roupa suja. O cheiro era insano: uma mistura de buceta quente, suor de dia inteiro e aquele perfume barato de baunilha que ela passava na virilha. Meu pau já tava duro pra caralho, latejando, a cabeça roxa brilhando de pré-gozo. Eu deitei na cama dela, baixei a bermuda até o joelho, enrolei a calcinha na pica e comecei a bater uma punheta lenta, apertando o tecido contra as bolas. “Porra, Cami... tua bucetinha cheirosa, mano...”, eu gemia baixinho, imaginando ela sentando na minha cara, molhando minha boca toda. O tecido tava ficando melado, escorregadio, e eu acelerava, o som molhado ecoando no quarto silencioso. Foi aí que a porta abriu devagar. Camila tava parada na soleira, de short jeans curto e regata branca sem sutiã, os mamilos marcando o pano fino. Os olhos dela arregalaram por meio segundo, depois um sorrisinho safado se abriu nos lábios carnudos. “Caralho, Lucas... você tá mesmo se masturbando com minha calcinha suja?”, ela disse, voz rouca, quase rindo. Mas não tinha raiva. Tinha tesão. Eu congelei, pau na mão, calcinha enrolada na cabeça da pica pingando. “Não para não, mano. Continua. Quero ver você gozar nela.” Meu coração quase saiu pela boca. “Cami... sério?” Minha voz saiu tremida. “Seríssimo, porra. Bate essa punheta pra mim. Mostra como você pensa na irmãzinha quando tá sozinho.” Ela encostou na porta, fechou devagar, e ficou ali, braços cruzados embaixo dos peitos, empinando eles. Os olhos fixos no meu pau. Eu voltei a mexer a mão, mais devagar no começo, envergonhado pra caralho, mas o tesão venceu. “Olha pra mim, mana... olha como minha pica tá dura por causa da tua buceta...” Eu puxei a calcinha pra cima, mostrando o tecido todo melado de pré-gozo, e comecei a bater mais forte. O som era obsceno: ploc, ploc, ploc, pele batendo em pele molhada. Camila lambeu os lábios. “Isso, mano... mais rápido. Imagina enfiando essa rola grossa na minha xota molhada, me arrombando toda...” A voz dela era pura sacanagem, baixa, sussurrada. Eu vi a mão dela descer devagar pro short, apertando a buceta por cima do jeans. “Goza, Lucas. Goza bem gostoso na calcinha da mana.” Foi demais. Meu cu apertou, as bolas subiram, e eu explodi. Jatos grossos de porra quente espirraram direto no tecido preto, enchendo o fundo da calcinha, escorrendo pros lados. “Aaaah, porra... Cami... tô gozando na tua calcinha... caralho...” Eu gemia alto, corpo tremendo, gozando tanto que até pingou no lençol dela. Ela se aproximou devagar, pegou a calcinha da minha mão ainda latejando, olhou o estrago – um monte de porra branca, cremosa, grudando na renda – e fez a coisa mais louca do mundo. Tirou o short e a calcinha que tava usando (uma branca simples), e vestiu a que eu tinha acabado de melar. Bem devagar, puxando o tecido melado pra dentro da fenda, esfregando minha porra na buceta dela. “Meu Deus do céu...”, eu sussurrei, pau ainda meio duro, pingando o resto. “Isso é a coisa mais safada que eu já vi na vida.” Ela riu baixinho, girou o corpo, mostrou a bunda pra mim com a calcinha preta agora toda branca de porra na virilha. “Gostou, maninho? Agora tua porra tá bem pertinho da bucetinha da mana. Toda vez que eu andar, vou sentir você aí, melando minha xota.” Eu quase gozei de novo só de ver. Duas semanas se passaram num inferno de tesão. A gente fingia que nada tinha rolado na frente dos pais, mas trocava olhares que queimavam. Eu batia punheta todo dia pensando nela vestida com aquela calcinha suja. E aí veio a noite que mudou tudo. Eram quase duas da manhã. Eu tava acordado, pau duro de novo, quando ouvi gemidos baixos vindo do quarto dela. Porta entreaberta, luz do abajur acesa. Eu fui pé ante pé, coração na boca, e espiei. Camila tava deitada de costas na cama, pernas abertas pra caralho, completamente pelada. A buceta dela brilhava de tão molhada – lábios inchados, rosados, o clitóris aparecendo durinho. Dois dedos dela entravam e saíam devagar, fazendo aquele som molhado, “shlup, shlup”, enquanto a outra mão apertava um peito, torcendo o mamilo. A calcinha preta que eu tinha gozado tava jogada no travesseiro, e ela cheirava ela de vez em quando. “Porra... Lucas... enfia essa pica grossa na mana... me fode...”, ela gemia baixinho, olhos fechados, dedos acelerando. Não aguentei. Empurrei a porta devagar e entrei. Ela abriu os olhos, mas não parou. Só sorriu, safada. “Vem, mano... eu sei que você quer. Quer foder a irmãzinha?” Eu tirei a cueca num segundo, pau duro pra cima, veias saltadas, cabeça brilhando. “Posso mesmo, Cami? Posso meter na tua buceta?” “Pode, caralho. Vem logo. Tô pingando por você faz semanas.” Eu subi na cama, me ajoelhei entre as pernas dela, segurei a pica pela base e esfreguei a cabeça na entrada melada. O calor era insano. “Tá tão molhada, mana... olha isso... tua xota tá babando pra mim.” “Enfia logo, porra. Me arromba.” Eu empurrei devagar. A cabeça entrou fácil, depois o resto – centímetro por centímetro, sentindo as paredes quentes, apertadas, pulsando em volta da minha rola. “Aaaah, caralho... tua buceta é quente pra porra... me apertando todo...” Camila arqueou as costas, unhas cravando nas minhas costas. “Isso, maninho... me fode fundo... mete tudo... sinto teu pau batendo no meu útero... porra...” Eu comecei a bombear. Devagar no começo, depois mais forte. O som era obsceno: pele batendo em pele molhada, “plap, plap, plap”, a cama rangendo. Eu baixava o rosto, chupava os mamilos dela, mordia de leve, enquanto ela gemia no meu ouvido: “Mais forte, Lucas... fode a buceta da mana... me usa como tua vadia particular...” Eu virei ela de quatro. A bunda empinada, buceta inchada, pingando. Segurei os quadris e meti com tudo. “Olha esse cu piscando, Cami... um dia eu vou comer ele também, tá?” “Pode comer quando quiser, mano... mas hoje quero leite na xota. Goza dentro, enche a mana de porra.” Quinze minutos de foda braba. Eu troquei de posição umas quatro vezes – de lado, ela por cima cavalgando gostoso, peitos pulando, cabelo grudado no suor. Quando ela tava por cima, rebolando, apertando a buceta em volta da minha pica, eu senti o orgasmo vindo. “Vou gozar, Cami... vou encher tua buceta...” “Goza, mano... goza tudo... me enche com essa sua porra gostosa... aaah, porraaa!” Eu explodi. Jatos grossos, quentes, fundo dentro dela. Senti a buceta dela apertando, ordenhando cada gota. Ela gozou junto, corpo tremendo, gemendo alto: “Tô gozando na pica do meu irmão... caralho... que delícia...” Ficamos ali, eu ainda dentro, porra escorrendo pelas coxas dela. Quando saí, um filete branco grosso saiu junto, pingando na cama. Ela sorriu, exausta, pegou uma calcinha limpa do lado da cama – outra preta, igual à primeira – e me entregou. “Quero que você faça igual da outra vez, mano. Goza nela pra mim. Quero vestir amanhã sentindo tua porra na buceta de novo.” Eu peguei, ainda duro, e bati mais uma punheta rápida ali mesmo, olhando pra ela de pernas abertas, buceta vermelha e cheia de porra. Gozei de novo, enchendo a nova calcinha toda. Desde esse dia, virou rotina. Toda noite ela me manda nudes: buceta aberta com os dedos, close do cu, vídeos dela se masturbando falando meu nome. “Vem foder a mana hoje, Lucas? Tô com saudade dessa pica grossa me arrombando.” Às vezes eu entro no quarto dela de madrugada, ela já tá de quatro esperando. Outras vezes ela vem no meu, senta na minha cara, esfrega a xota molhada na minha boca até eu engasgar de tanto melado. Já comi ela no banheiro, no sofá da sala quando os pais tavam dormindo, até no carro no estacionamento do supermercado uma vez. Ela é a melhor irmã do mundo, porra. Minha vadia particular, minha buceta favorita. E toda vez que eu gozo nela ou na calcinha dela, eu penso: caralho, como eu tenho sorte.
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