Eu tava na sala esperando quando ouvi o táxi parar na frente de casa. Era ela, minha sobrinha Milena, filha do meu primo Jonas, mas pra mim sempre foi a garotinha que eu via crescer. Só que agora, aos 19 anos recém-completos, a menina tinha virado uma porra de uma tentação ambulante. 1,57m de corpo atlético, daqueles que malham pra lap dance, perna grossa e definida, bunda empinada que balançava como se pedisse tapa, cintura fina, peitos médios mas durinhos que marcavam qualquer roupa. Cabelo loiro liso caindo nos ombros, olhos castanhos grandes cheios de malícia e um sorriso que desmontava qualquer homem. Ela desceu do carro com um vestido preto curto pra porra, decotado até o umbigo quase, o tecido fino colado no corpo suado do calor baiano. Salto alto preto, perna brilhando de óleo, e quando ela se abaixou pra pegar a mala o vestido subiu mostrando metade da bunda redonda, sem calcinha visível. Meu pau deu um pulo na hora dentro da bermuda. Caralho, pensei, essa putinha tá pedindo pra ser comida. Abri a porta e ela pulou no meu pescoço. “Tiooo! Que saudade dessa casa!” O abraço foi apertado, os peitos dela esmagando meu peito, mamilos duros roçando minha camisa. Senti o perfume doce misturado com suor leve dela, e meu pau inchou inteiro, latejando forte, marcando a bermuda fina. Ela ficou uns segundos a mais colada, como se sentisse o volume. Quando soltou, olhou pra baixo rápido e sorriu de canto. Levei a mala pro quarto de hóspedes e voltamos pra sala. Sentamos no sofá, conversando sobre a prova que ela tinha acabado de fazer, faculdade, vida em Salvador. Mas eu não conseguia parar de olhar pro decote. O vestido era tão solto que quando ela se inclinava pra pegar o copo de água, os peitos quase saltavam pra fora. Mamilos rosados, durinhos, marcando o tecido fino como se estivessem pedindo pra serem chupados. Em alguns cafés da manhã nos dias seguintes ia ser pior: ela descia de camisola fina e dava pra ver tudo, os bicos espetados, a aréola clara aparecendo quando a luz batia. Eu tentava disfarçar, cruzava a perna, mas meu pau tava duro como ferro, cabeça inchada roçando o tecido, uma mancha de pré-gozo já molhando. Ela falava normal, mas eu via pelo canto do olho que ela olhava pro meu colo. De repente parou no meio da frase, mordeu o lábio inferior e disse com voz rouca, safada: “Tio... quer que eu acalme ele um pouco? Olha como tá nervoso, pulsando aí dentro da bermuda... parece que vai rasgar o pano de tão duro.” Meu coração quase saiu pela boca. “Como assim, menina? Você é minha sobrinha, caralho...” Mas ela já tava se levantando, vindo devagar, rebolando aquele quadril de dançarina. Ajoelhou bem entre minhas pernas abertas, mãos pequenas subindo pelas minhas coxas. “E daí, tio? Eu tenho 19, sou maiorzinha. E essa rola aqui tá pedindo socorro. Deixa eu cuidar dela com minha boquinha quente...” Ela desabotoou a bermuda devagar, puxou o zíper com os dentes quase, e meu pau saltou pra fora, grosso, veioso, 20cm latejando, cabeça vermelha brilhando de tesão. Ela arregalou os olhos bonitos. “Nossa, tio... que pauzão delicioso! Grosso pra caralho, cheiroso... olha como tá babando pra mim.” Agarrou com as duas mãos, uma na base apertando forte, a outra massageando as bolas pesadas. Começou a acariciar devagar, polegar girando na cabeça, espalhando o pré-gozo. “Mmm, tá tão quente... tão duro... eu adoro pau nervoso assim.” Então abriu a boca rosada, língua pra fora, lambeu da base até a ponta bem devagar, girando em volta da cabeça como se fosse um sorvete. “Gostoso pra porra, tio... salgadinho.” Engoliu a cabeça inteira, sugando forte, bochechas afundando. Depois desceu mais, mais, até o nariz encostar na minha barriga, garganta engolindo tudo, gluck gluck ecoando na sala. Olhos lacrimejando mas olhando pra cima, safada, como se dissesse “engolei até o talo, tio”. Saliva escorrendo pelo pau, pingando nas bolas. Ela subia e descia rápido, mão girando na base, outra apertando o saco. “Chupa meu pau, sua putinha safada! Isso, engole tudo, garganta funda... caralho que boca gulosa!” Eu segurava o cabelo loiro dela, guiando o ritmo, metendo na boquinha quente. Ela gemia alto, vibração no pau me deixando louco. “Gluck... gluck... mmm... me fode a boca, tio... usa sua sobrinha como putinha de boquete...” Eu tava no limite, bolas contraindo. Puxei ela pelo cabelo, tirei o pau da boca um segundo. “Vou gozar, porra!” Ela abriu a boca, língua pra fora, mão batendo rápido. Jatos grossos, quentes, explodiram: primeiro na cara toda, escorrendo no olho, no cabelo loiro, depois no peito, cobrindo os peitos firmes, pingando do mamilo. Uma porra enorme, leitosa, ela rindo e gemendo: “Que delícia, tio! Quanta porra gostosa... me banhou toda... olha como escorre nos meus peitos...” Ela pegou com o dedo, lambeu devagar, olhos fechados de prazer. “Mmm, seu leitinho é viciante... eu gostei muito de você, tio. Quero fazer mais... muito mais durante essas férias. Minha bucetinha tá pingando só de chupar essa rola.” Não deu nem tempo de eu responder. Ela levantou, tirou o vestido preto num movimento só, ficou pelada na minha frente. Corpo perfeito: buceta depilada, lábios inchados brilhando de tesão, clitóris aparecendo, bunda redonda, peitos melados da minha porra. “Agora é minha vez de dançar pra você, tio. Lap dance especial.” Sentou no meu colo de costas, rebolando devagar, bunda macia roçando meu pau que já tava duro de novo. Sentia o calor da buceta molhada deslizando na minha coxa. Ela girava o quadril como profissional, mãos atrás segurando meu pau, esfregando entre as nádegas. “Sente como tá molhada pra você? Essa xota tá louca pra engolir essa rola grossa.” Virou de frente, peitos na minha cara, mamilos duros roçando minha boca. Chupei forte, mordendo de leve, ela gemendo alto: “Isso, mama as tetas da sua sobrinha... morde, tio... ai que delícia!” Não aguentei mais. Levantei ela, joguei no sofá de quatro. Ajoelhei atrás, abri aquela bundinha, lambi a buceta de baixo pra cima, língua entrando no buraco quente, chupando o clitóris inchado. “Ahhh porra, tio! Chupa minha xota... lambe tudo... tô pingando pra você!” Ela rebolava na minha cara, suco escorrendo no meu queixo. Enfiei dois dedos, metendo rápido enquanto chupava. Ela gozou gritando, pernas tremendo: “Tô gozando, caralhooo! Na sua boca, tio!” Virei ela de costas, abri as pernas, posicionei a cabeça do pau na entrada melada. Empurrei devagar, centímetro por centímetro, sentindo a buceta apertada engolindo tudo. “Caralho, que buceta quente e apertada... tá me sugando, putinha!” Comecei a meter forte, bolas batendo na bundinha, som de tapa ecoando. Ela gritava: “Me fode, tio! Mete essa rola grossa até o fundo... arromba a buceta da sua sobrinha! Mais forte, porra!” Troquei pra missionário, pernas dela nos meus ombros, metendo fundo, beijando a boca safada, língua dela chupando a minha. “Olha pra mim enquanto eu te fodo... isso, geme pra tio... diz que ama meu pau.” “Amo pra caralho, tio! Me enche de porra... goza dentro!” Levantei ela, fodi de pé, contra a parede, bunda batendo forte. Depois de novo no sofá, ela cavalgando louca, peitos pulando na minha cara, mãos no meu peito. “Rebola nessa rola, safada! Isso, senta até o talo!” Ela ia rápido, buceta esguichando, gozando de novo: “Tô gozando de novo... ai meu Deus que pauzão!” Virei de lado, perna dela pra cima, metendo de conchinha, mão no clitóris. Depois doggy de novo, tapa forte na bunda deixando marca vermelha. “Toma tapa nessa bunda dançarina... sua putinha de lap dance agora é minha puta particular!” Ela gemia rouca: “Bate mais, tio! Me arromba... quero seu leite quente enchendo tudo!” No final, de quatro de novo, metendo selvagem, puxando o cabelo loiro. Senti as bolas apertando. “Vou gozar de novo, caralho!” Ela pediu: “Na minha cara outra vez, tio! Banha sua sobrinha!” Tirei, ela virou rápido, boca aberta. Jatos grossos de novo, cobrindo rosto, língua, peitos, barriga. Ela lambendo tudo, sorrindo: “Que delícia... quanta porra... vou querer todo dia dessas férias, tio. Me fode escondido, na cozinha, no banheiro, na piscina... sou sua putinha particular agora.” A gente caiu no sofá, suados, cheiro de sexo no ar, porra e buceta misturados. Ela deitou no meu peito, mão brincando no meu pau mole. “Adorei você de verdade... essas férias vão ser as melhores da minha vida.” Eu sorri, já imaginando todas as vezes que ia meter naquela bucetinha apertada nos próximos dias.
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