Eu e minha irmã. Porra, só de pensar no nome dela já sinto o pau latejar dentro da cueca. Ela se chama Larissa, 22 anos, corpo de puta de luxo: bundão empinado, cintura fina, peitinhos firmes que balançam quando ela anda descalça pela casa. Eu tenho 25, mas desde que a gente era adolescente eu sou louco por ela. Incesto? Foda-se o nome. Eu amo aquela vadia, amo o cheiro dela, amo o jeito que ela morde o lábio quando tá com tesão. E o melhor momento da minha vida foi aquela porra de noite consertando o cano da pia do quintal. Era fim de tarde, o sol já tinha se escondido atrás do muro, mas o calor baiano ainda grudava na pele. A gente tava sem água na cozinha desde cedo, pai e mãe viajando, só nós dois em casa. Larissa apareceu na porta do quarto vestindo uma saia preta transparente, daquelas fininhas que grudam na bunda, com um corte alto atrás, alinhado bem na perna direita. Por baixo? Uma calcinha preta fio-dental, tão fina que parecia pintada na pele. Blusinha regata branca, sem sutiã, mamilos marcando o tecido. “Vem me ajudar, maninho? Tô cansada de esperar o encanador.” Eu fui, óbvio. O cano corria rente à parede de cimento do quintal, bem baixo, perto do chão. Ela se abaixou, curvando o corpo a partir do quadril, bundão empinado pra trás, saia subindo devagar. O corte da saia se abriu como uma cortina safada, revelando a pele morena das coxas grossas. “Espanta os mosquitos pra mim, vai? Tá anoitecendo e esses desgraçados tão me comendo viva.” Eu me ajoelhei atrás dela, coração martelando no peito. Minhas mãos começaram nos tornozelos dela, dedos roçando a pele macia, subindo devagar pelas panturrilhas enquanto eu fingia espantar os pernilongos. “Tá aqui, mana... shhh, sai daí, filho da puta.” Mas meus olhos... meus olhos tavam grudados lá em cima. O corte da saia aberta deixava ver tudo. A calcinha preta, fina pra caralho, marcava o formato perfeito da bucetinha dela. Depiladinha lisinha, só um filete de pelos finos no monte de Vênus. Os lábios externos inchadinhos, pressionando o tecido, uma marquinha úmida no meio. Porra, eu conseguia ver o contorno do clitóris, pequeno e arrebitado. O cheiro dela subia quente, misturado com suor e aquele perfume de buceta fresca que me deixava louco. Meu pau endureceu na hora, latejando dentro da bermuda, babando pré-gozo. Eu continuei subindo as mãos, agora nas coxas, “espantando” mais perto. “Tá melhor, Lari?” Ela gemeu baixinho, sem virar. “Ahhh, sim... continua aí, tá gostoso.” Gostoso? Porra, ela não fazia ideia. Eu me aproximei mais, nariz quase encostando na saia. O corte deixou a calcinha toda exposta. Eu vi a fenda, os lábios carnudos separados pelo tecido molhado. Ela tava úmida. Minha irmã tava molhada pra mim. Não aguentei. Meu dedo indicador roçou de leve a parte de dentro da coxa, subindo até roçar a borda da calcinha. “Mosquito aqui, mana...” menti, e deixei o dedo deslizar por baixo do tecido. A bucetinha dela tava quente pra caralho, lisinha, melada. O clitóris inchado pulsava quando eu toquei. Larissa soltou um gemido rouco: “Hmmm... que porra é essa, mano? Tá me tocando aí?” Eu não parei. Enfiei o dedo mais fundo, sentindo a entrada apertada, quente, sugando meu dedo. “Tô, Lari. Tô vendo sua bucetinha linda através dessa saia safada. Tá molhada pra mim, né? Essa xota depiladinha tá pingando desde que eu me ajoelhei aqui.” Ela empinou mais a bunda, gemendo alto agora. “Porra, mano... você é louco. Mas não para... mete esse dedo na buceta da sua irmã.” Eu tirei a calcinha dela pro lado com violência, expondo tudo. A buceta brilhava no escuro, lábios rosados, clitóris inchado pedindo boca. Enfiei dois dedos de uma vez, sentindo as paredes quentes apertarem. “Caralho, Lari, que buceta gulosa. Tá apertadinha, hein? Quantos pau já passou aqui?” Ela riu safada, rebolando no meu dedo. “Nenhum como o seu, maninho. Quero o seu agora. Tira essa pica dura e me fode.” Levantei a saia toda, bundão branco contrastando com a pele morena, empinado pra mim. Meu pau já tava pra fora, 20 cm de rola grossa, veias saltadas, cabeça roxa babando. Bati a cabeça na entrada dela, esfregando pra cima e pra baixo, molhando tudo. “Quer meu caralho, irmãzinha? Quer que eu foda essa bucetinha de família?” Ela virou o rosto, olhos vidrados de tesão: “Mete tudo, porra! Arromba a buceta da sua mana!” Eu meti de uma vez, fundo até o talo. A buceta dela engoliu meu pau inteiro, quente, molhada, apertando como se não quisesse soltar. “Aaaahhh caralhooo!” ela gritou, unhas cravando no cimento. Eu segurei os quadris dela e comecei a bombear forte, pele batendo em pele, “ploc ploc ploc”. O quintal ecoava nossos gemidos. “Que buceta filha da puta, Lari... tá sugando meu pau. Olha como ele entra e sai brilhando da sua porra.” Ela rebolava, jogando a bunda pra trás. “Fode mais forte, mano! Mete esse caralhão na buceta da sua irmã! Eu sou tua puta, caralho!” Eu acelerava, uma mão descendo pra esfregar o clitóris dela, a outra dando tapas na bunda que ficava vermelha. “Toma, vadia. Essa bunda é minha agora. Vou gozar dentro, encher essa xota de porra quente.” De repente ela gozou, corpo tremendo, buceta esguichando no meu pau. “Ihhhhh porraaa, tô gozandooo! Meu irmãozinho safado tá me fazendo gozar!” O aperto dela me levou ao limite. Eu meti mais fundo, sentindo as bolas baterem no clitóris, e explodi. Jatos grossos de porra enchendo ela até transbordar, escorrendo pelas coxas. Mas não acabou. Eu puxei o pau ainda duro, virei ela de frente, deitei no chão frio do quintal e sentei ela em cima. A saia toda embolada na cintura, blusinha puxada pra cima, peitinhos duros à mostra. Ela desceu devagar, engolindo meu pau de novo. “Agora eu vou cavalgar essa rola, mano. Olha como minha buceta tá cheia da sua porra.” Ela subia e descia, bundão batendo nas minhas coxas, peitos pulando na minha cara. Eu chupei um mamilo, mordi de leve. “Chupa mais, vai... morde o peito da sua irmã enquanto eu fodo você.” A gente trocou de posição umas três vezes ali mesmo. Eu comi ela de quatro de novo, depois de lado, dedo no cuzinho apertado dela. “Quer no cu também, Lari?” Ela gemeu: “Ainda não, safado... primeiro enche minha buceta mais uma vez.” Eu gozei de novo, dessa vez ela deitada de costas, pernas no meu ombro, pau batendo fundo no útero. Porra escorrendo, misturando com o suor dela. Depois, quando a gente tava ofegante, eu lambi tudo. Limpei a buceta dela com a língua, chupando minha própria porra misturada com o mel dela. “Que delícia, mana... gosto de família.” Ela puxou minha cabeça, me beijou com língua, trocando porra. “Amanhã a gente conserta outro cano, né? Quero mais dessa pica.” Desde aquela noite, a gente fode todo dia. Na cozinha, no quarto dela, no banheiro. Ela usa saia transparente de propósito agora, só pra eu ver a bucetinha através do corte e lembrar daquele momento. Eu sou apaixonado pra caralho pela minha irmã, e ela pela minha rola. É errado? Pra nós é a coisa mais certa do mundo.
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