Eu nunca contei essa porra pra ninguém, nem pro meu melhor amigo depois de umas cervejas. Tinha 24 anos na época, tava trabalhando numa oficina mecânica, voltando todo suado e cansado todo dia. Minha irmã, a Larissa, tinha acabado de fazer 18, recém-saída do colégio, corpo de quem tá virando mulher de verdade – peitinhos firmes que balançavam de leve quando ela ria, bundinha empinada daqueles shorts jeans curtos que ela adorava usar em casa. A gente sempre se deu bem pra caralho, desde moleque. Brincava de luta, via filme junto, trocava confidência sobre crush. Mas nunca, nunca tinha rolado nada sexual. Até aquela noite. Os velhos tinham saído pra um jantar de aniversário de casamento, iam voltar tarde. Eu e ela ficamos sozinhos na sala da casa velha, ar-condicionado no mínimo porque tava um calor do inferno em Amélia Rodrigues. Colocamos um filme qualquer na Netflix, um daqueles romances com cena de sexo bem explícita, tipo corpo suado rolando na cama, gemido baixo. Eu tava de bermuda larga e regata, sem cueca porque tava relaxado. Ela de shortinho de algodão fininho, daqueles que marca a calcinha por baixo, e uma regata branca sem sutiã, os biquinhos dos peitos marcando de leve no tecido. A gente tava deitado no sofá grande, eu no canto, ela encostada em mim, perna dela por cima da minha coxa. O filme tava naquela parte quente, a atriz gemendo enquanto o cara enfiava a mão entre as pernas dela. De repente, Larissa se mexe, incomoda. Mete a mão por baixo do short, ajeitando a calcinha com um suspiro. "Porra, mano, essa calcinha tá me apertando a buceta toda", ela resmunga baixo, rindo sem graça. Eu dou risada, mas já sinto um calor subindo. Ela faz de novo, uns minutos depois, a mão deslizando mais devagar dessa vez, como se estivesse coçando de leve a xota por cima do pano. "Tá pinicando, hein?", eu provoco, olhando de lado. Ela morde o lábio inferior, aqueles olhos castanhos brilhando na luz da TV. "Tá sim, irmão... tá molhada pra caralho. O filme tá me deixando louca." Faz a terceira vez, agora a mão fica mais tempo lá dentro, mexendo. Meu pau já começa a inchar na bermuda, latejando só de imaginar. Eu engulo seco e solto, sem pensar muito: "Quer que eu ajude a ajeitar, mana? Deixa eu ver o que tá acontecendo aí." O olhar dela muda na hora. Aquela carinha de irmãzinha vira pura safadeza. Ela não fala nada, só abre um pouquinho as pernas, o short subindo na coxa grossa e macia. Eu estico a mão devagar, coração batendo como tambor. Em vez de só puxar a calcinha pra fora, eu enfio os dedos por baixo do elástico, direto na pele quente. Caralho... a xerequinha dela tava ENSOPADA. Tipo, mel escorrendo, aqueles sucos grossos e quentes cobrindo minha palma inteira. A bucetinha raspadinha, lisinha, inchada de tesão. Eu abro os lábios com dois dedos e sinto o calor saindo, o cheirinho doce e safado subindo pro meu nariz. "Porra, Larissa... sua bucetinha tá encharcada, mana. Tá vazando pra caralho", eu sussurro, voz rouca. Ela morde o lábio mais forte, olhos semicerrados, e faz que sim com a cabeça, devagarinho, como se estivesse envergonhada mas louca pra continuar. Eu começo a cutucar o clitóris dela com o polegar, circulando devagar, sentindo ele pulsar, durinho, escorregadio de tanto mel. "Ai, irmão... isso, fode meu clitóris assim... tá bom pra caralho", ela geme baixinho, voz tremendo. Eu enfio só a pontinha do dedo médio na entradinha apertada. Puta merda, era virgem de dedo, tão apertadinha que mal entrava. A xota dela engolia meu dedo com força, sugando, quente como forno. Eu vou devagar, só um dedo, mexendo pra dentro e pra fora, sentindo as paredes carnudas apertarem, o suco escorrendo pro meu pulso, pingando no sofá. "Olha só esse mel todo, mana. Sua xereca tá babando no meu dedo. Tá gostando do irmão te dedando, né safada?" Ela arqueia as costas, peitinhos empinando a regata, bicos duros marcando. "Sim, caralho... me deda mais fundo, mano. Sua irmã tá toda molhada pra você." A mão dela desce sozinha, entra pela minha bermuda, e agarra meu pau que já tava duro como pedra, latejando, cabeça inchada babando pré-gozo. "Puta que pariu, seu pau tá enorme, irmão. Tão grosso, tão quente... deixa eu bater uma pra você também." Ela começa a punhetar devagar, mão macia subindo e descendo na rola toda, polegar espalhando o pré-porra na cabeça sensível. Eu gemo alto, "Ahhh porra, mana... sua mão na minha pica tá foda." O filme continua rolando, mas ninguém liga mais. A sala tá só com nossos gemidos, o som molhado do dedo entrando e saindo da buceta dela, o barulhinho da mão dela batendo no meu saco. Eu aumento o ritmo, agora dois dedos tentando entrar, mas ela é tão apertada que só um vai fundo, curvando pra acertar aquele pontinho G que faz ela tremer. "Tá sentindo aqui, safada? Esse é seu ponto fraco. Vou te fazer gozar no dedo do irmão." Ela rebola o quadril, esfregando a xota na minha mão, suco escorrendo pela coxa, molhando tudo. "Sim, caralho! Fode minha bucetinha apertada, mano! Tá me deixando louca... ai, que delícia, seu dedo é grosso pra porra." Eu me inclino e chupo o pescoço dela, mordendo de leve, enquanto meu polegar continua massacrando o clitóris inchado. O cheiro de buceta molhada enche o ar, misturado com suor nosso. Ela aperta meu pau mais forte, punhetando rápido agora, pele deslizando na pele, bolas apertadas de tesão. "Seu pau tá pulsando na minha mão, irmão... tá querendo gozar pra mim? Goza na mão da sua irmãzinha, vai." Gememos juntos, voz baixa virando grito abafado. Eu sinto a xota dela contrair forte, sugando meu dedo como se quisesse engolir. "Tô quase, mano... não para, caralho! Tô gozando... ai meu Deus, tô gozando no dedo do meu irmão!" Ela grita, corpo tremendo inteiro, perna apertando minha mão, jatos de squirt saindo da bucetinha, molhando minha palma, o short, o sofá. A cara dela é de puta em êxtase, olhos revirados, boca aberta gemendo meu nome: "Irmão... porra... que gozo gostoso!" Eu não aguento mais. Meu pau incha na mão dela, bolas subindo. "Larissa... tô gozando também, mana! Toma o leitinho do irmão!" Jorro forte, jato atrás de jato de porra grossa e quente, espirrando nas mãos dela, nos dedos que ainda me punhetam, escorrendo pro meu saco, sujando a bermuda. Ela continua batendo devagar, ordenhando cada gota, olhando fascinada a porra branca cobrindo os dedinhos dela. "Caralho, irmão... tanto leitinho... tá quente pra porra, melou tudo minha mão." A gente fica ali, ofegando, suor escorrendo, o filme esquecido na tela. Minha mão ainda dentro do short dela, dedo molhado de tanto suco. A dela, cheia da minha porra. Olhamos um pro outro, chocados mas com um sorriso safado. "Isso nunca aconteceu", eu digo, rindo nervoso. Ela lambe um pouco do leitinho do dedo e pisca: "Mas pode acontecer de novo, né mano? Sua irmã gostou pra caralho de ser dedada por você." Depois dessa noite, a gente fingiu que nada, mas toda vez que os velhos saíam, o sofá virava nosso cantinho secreto. Mas aquela primeira vez... caralho, nunca vou esquecer o gosto do proibido, o mel da bucetinha da minha irmã escorrendo no meu dedo, o calor do meu pau explodindo na mão dela. Foi o começo de uma sacanagem que a gente guardou só pra nós.
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