Delirando no corpo da minha filha!

Desde que minha filha completou 18 anos, ela realmente floresceu pra caralho. Antes era só uma menininha magrinha, mas agora... puta merda, o corpo dela virou uma tentação ambulante. Peitos grandes, firmes, daqueles que balançam gostoso quando ela anda, com bicos rosados que eu imaginava chupando toda noite. Cintura fina, quadril largo, e a bunda... ah, a bunda empinada, redonda, durinha de tanto agachar na academia. Parecia feita pra sentar e rebolar. Pernas grossas, coxas macias, pele morena brilhando de suor depois do treino. Ela ainda morava comigo, a mãe tinha sumido faz tempo, e a safada continuava com aquelas manias de filha: sentar no meu colo pra ver TV, fazer carinho no meu cabelo, encostar o corpo todo em mim como se nada tivesse mudado.
O problema é que tudo mudou. Pra mim, pelo menos. Toda noite, depois do jantar, ela vinha pro sofá com aqueles shorts jeans curtinhos, quase um fio dental, que mal cobriam metade da bunda. Sem sutiã por baixo da regata fina, os peitos livres, balançando de leve. "Pai, deixa eu sentar aqui com você?", ela pedia com aquela vozinha doce, mas os olhos tinham um brilho safado que eu já sabia. Eu dizia "claro, filha", abrindo as pernas pra ela se acomodar bem no meio, a bundinha quente encostando direto na minha virilha.
No começo eu tentava disfarçar. Mas bastava ela se ajeitar, mexer um pouco pra "ficar confortável", e meu pau traidor começava a inchar. Latejava devagarinho, crescendo entre as nádegas dela, empurrando o tecido fino do short. Ela sentia, com certeza. Porque aí vinha o movimento: uns pulinhos sutis, como se estivesse rindo de alguma piada na TV, mas na verdade era ela rebolando devagar, esfregando a fenda da bundinha bem em cima da cabeça da minha rola. O calor da pele dela atravessava o short, o cheiro de sabonete misturado com suor fresco da pele jovem me deixava louco.
Uma noite dessas, tava passando um filme qualquer. Ela chegou do banho, cabelo molhado, regata branca colada nos peitos, os bicos marcando. Shorts preto, curtíssimo. Sentou no colo, encostou as costas no meu peito, e logo o meu caralho acordou. Duro que nem pedra, latejando forte entre as nádegas macias. "Humm... pai, que é isso aqui cutucando minha bundinha?", ela perguntou baixinho, com um risinho, mexendo o quadril em círculos lentos. Eu engoli seco. "Nada não, filha... só... o corpo reage." Ela riu mais alto, deu um pulinho que fez minha rola deslizar bem no meio do rego da bunda. "Reage como, hein? Tá duro pra caralho, pai. Tá sentindo o calor da bundinha da sua filhinha?"
Meu coração batia na garganta. Culpa misturada com um tesão insano. "Para com isso, menina... você é minha filha, porra." Mas ela não parou. Pelo contrário. Rebolou mais forte, apertando as coxas, esfregando a bucetinha por cima do short bem na base do meu pau. "Mas eu gosto, pai. Sinto sua pica grossa latejando aqui... tá molhada minha calcinha já, olha." Ela pegou minha mão e levou pro meio das pernas dela. O short tava quente, úmido. Dedo deslizou no tecido, senti os lábios inchados da xota dela. "Tá vendo? Sua filhinha tá pingando por causa do seu caralhão."
Eu não aguentei. Apertei a coxa dela, puxei mais pra perto. "Safada do caralho... desde quando você faz isso de propósito?" Ela virou o rosto, olhos vidrados de tesão, e sussurrou no meu ouvido: "Desde que vi você olhando pros meus peitos, pai. Queria sentir essa rola dura na minha bundinha faz tempo. Rebola pra mim, vai... deixa eu sentir latejando mais."
A partir daí virou rotina. Todo dia, depois do almoço, ela vinha "ver TV" só de short e regata. Sentava, rebolava, gemia baixinho. "Ah pai... sua pica tá tão grossa hoje... tá querendo foder a bucetinha da filha, né?" Eu respondia com a voz rouca: "Cala a boca, safada, senão eu te como aqui mesmo." Um dia ela tirou o short na frente do sofá. Sem calcinha. A bucetinha depilada, rosada, brilhando de tesão. Sentou de volta, nua da cintura pra baixo, e começou a esfregar direto na minha bermuda. Meu pau vazava pré-gozo, manchando o tecido. Ela pegou e esfregou a cabecinha inchada nos lábios molhados. "Olha como tá escorregando, pai... minha xota tá babando na sua rola. Quer meter?"
Eu ainda resistia, mas o corpo não. Mãos subiram pros peitos dela, apertei forte, belisquei os bicos duros. Ela gemeu alto: "Isso, aperta os peitões da sua filhinha, vai... chupa eles, vai." Puxei a regata pra cima, enfiei um peito na boca, suguei com força, língua rodando no bico enquanto ela rebolava mais rápido, a buceta deslizando pra cima e pra baixo na extensão do meu pau, sem entrar ainda. O som molhado, tchac tchac, enchia a sala. "Porra, filha... você tá me matando... essa bucetinha é tão quente, tão apertada."
A ruptura veio numa sexta à noite. Tava chovendo forte lá fora. Ela chegou do treino toda suada, short grudado na bunda suada. "Pai, tô toda molhada... me deixa sentar no seu colo pra secar?" Sentou, mas dessa vez virou de frente, pernas abertas em cima das minhas. Peitos colados no meu peito. Beijou meu pescoço, lambeu. "Eu quero você, pai. Quero seu caralho dentro de mim. Fode sua filhinha hoje, por favor." Eu perdi o resto de controle. Segurei o rosto dela e enfiei a língua na boca, beijo molhado, safado, saliva escorrendo. Mãos desceram, abri o short dela, enfiei dois dedos na buceta quente. "Tá encharcada, caralho... apertadinha pra porra." Ela gemia na minha boca: "Dedos do pai... ahhh, mete mais fundo... prepara a xota pra sua rola grossa."
Tirei a roupa dela toda. Peitos saltaram livres, bunda empinada brilhando. Ajoelhei no sofá, abri as pernas dela e enfiei a cara na buceta. Cheiro de tesão jovem, salgado, doce. Língua lambendo os lábios, sugando o clitóris inchado. Ela segurou minha cabeça: "Chupa a bucetinha da filha, pai... isso, assim... tô gozando, porraaa!" Gozou na minha boca, jorro quente escorrendo no meu queixo. Corpo tremendo, peitos balançando.
Agora era minha vez. Tirei a bermuda, meu pau pulou pra fora: 20cm de rola grossa, veias saltadas, cabeça roxa brilhando de pré-gozo. Ela arregalou os olhos: "Que caralhão, pai... cabe tudo na minha bucetinha?" Montou em mim, segurou a base e desceu devagar. "Aaaaiii... tá abrindo tudo... que delícia, tá me arrombando." Centímetro por centímetro, a xota apertada engolindo minha rola até o fundo. Calor úmido, paredes pulsando. Comecei a meter pra cima, mãos na bunda empinada, dando tapas fortes. Ploc ploc ploc. "Toma, filha... toma o pau do pai inteiro... rebola nessa rola, safada."
Ela cavalgava como uma puta: subia até quase sair, descia batendo os ovos no cu dela. Peitos pulando na minha cara, eu chupava um, mordia o outro. "Me fode, papai... mete forte na bucetinha da sua menininha de 18 anos... ahhh, tô gozando de novo!" Gozou apertando minha rola, esguichando no meu pau. Eu virei ela de quatro no sofá, bunda empinada pra cima. Meti de uma vez, fundo, batendo o saco nas coxas. "Olha esse cu piscando... quer rola no cu também, safada?" Ela olhou pra trás, olhos lacrimejando de prazer: "Quero, pai... arromba meu cu virgem também... tudo seu."
Cuspi na rola, pressionei na roseta apertada. Entrei devagar, ela gritando: "Ai caralho... tá rasgando meu cuzinho... mas continua, por favor... fode o cu da filha!" Meti tudo, metendo forte, uma mão no cabelo puxando, outra estapeando a bunda vermelha. O som de pele batendo, gemidos ecoando. "Tá gostoso, hein? Cuzinho apertado engolindo o caralhão do pai... vou gozar dentro, porra." Ela gozou de novo, cu piscando, apertando minha rola. Eu não aguentei: "Toma, filha... toma a porra quente do pai!" Jatos grossos enchendo o cu dela, escorrendo pelas coxas.
Mas não acabou. Passamos a noite toda. Ela chupou meu pau lambuzado de porra e buceta, garganta funda: "Gosto do gosto da minha xota no seu caralho, pai... engole tudo, vai." Montei nela de lado, metendo na buceta enquanto chupava os peitos. Gozamos juntos mais três vezes. De manhã, acordamos colados, meu pau ainda meio duro dentro dela. "Todo dia agora, pai? Quero ser sua putinha particular." Eu sorri, metendo devagar de novo: "Todo dia, filha... essa bunda e essa buceta são minhas pra sempre."
E assim virou nossa vida. Todo dia ela sentava no colo, provocava, rebolava até eu não aguentar e foder ela no sofá, na mesa da cozinha, no banheiro. Peitos balançando, bunda batendo, porra jorrando, gemidos de "me fode papai", "toma no cu da filha". Culpa? Sumiu. Só tesão puro, intenso, proibido e delicioso pra caralho.

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Comentários


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professorbsb Comentou em 01/03/2026

Filhas que quiserem ajuda para realizarem esse fetiche, vejam o meu perfil e enviem mensagem.

foto perfil usuario marissima

marissima Comentou em 01/03/2026

Impossível resistir a tantas provocações, sua filha tinha e tem atração e desejos por você Melhor que faça sexo seguro com você




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Delirando no corpo da minha filha!

Codigo do conto:
255848

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
01/03/2026

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4

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