Eu já tava maluco pela minha irmã fazia uns bons meses. A gente mora junto desde que os velhos se separaram e a casa ficou só pra nós dois. Ela tem 24, eu 26, e porra, o corpo dela é uma tentação sublime e ambulante. Pele morena clarinha, cabelo preto caindo até a cintura, peitos médios que balançam quando ela anda de regata fina em casa, e aquelas coxas grossas, macias, que eu ficava olhando escondido toda vez que ela deitava no sofá de shortinho. Eu sabia que era errado pra caralho, mas meu pau não entendia de moral. Toda noite eu batia uma punheta pensando nela, imaginando enfiando minha rola dura até o talo naquela bucetinha que eu nunca tinha visto, mas sonhava molhada e apertada. Começou devagar. No começo era só eu me encostando mais perto quando a gente dormia na mesma cama grande que tinha no meu quarto— o ar-condicionado do quarto dela tinha quebrado e a gente dividia o meu pra não passar calor. Eu fingia que tava dormindo e deixava meu pau semi-duro roçar na bunda dela por cima da calcinha. Ela nunca reclamava. Só se mexia um pouquinho, como se fosse normal. Aí eu fui ousando mais. Esfregava devagar, sentindo o calor da pele dela através do tecido fino. Meu cacete inchava todo, latejando, babando pré-gozo na cueca. Eu tinha medo pra porra de pedir qualquer coisa direto. E se ela surtasse? E se parasse de falar comigo? Então eu só esfregava, quietinho, gozando às vezes dentro da cueca mesmo, segurando o gemido pra não acordar ela. Mas ontem... ontem foi diferente, caralho. A noite tava quente pra dedéu, mesmo com o ar ligado no 18. A gente tinha jantado uma besteira, assistido um filme idiota no celular e deitado cedo. Eu só de cueca boxer preta, ela de camisola curta de algodão, sem sutiã, só a calcinha por baixo. Eu me aconcheguei atrás dela, peito colado nas costas, braço por cima da cintura. Meu pau já tava meia-bomba só de sentir o cheiro de shampoo no cabelo dela. Comecei devagar, como sempre: um roçar inocente na coxa dela, bem na parte de trás, onde a pele é mais macia. A camisola tinha subido um pouco, e minha rola escapou pela abertura da cueca, quente, dura, veias pulsando. Eu empurrei devagar, sentindo a cabeça grossa deslizar na pele dela. Porra, que delícia. O pré-gozo deixava tudo escorregadio. Eu respirava pesado no pescoço dela, controlando pra não gemer alto. Ela tava de lado, de costas pra mim. Eu aumentei o ritmo, esfregando mais firme agora, a rola inteira deslizando entre a coxa e a bunda. O tecido da calcinha dela roçava na minha glande inchada e eu sentia o calor da rachinha dela ali pertinho. Meu saco batia de leve na pele macia. Eu tava louco, pensando: “Caralho, irmã, se você soubesse o quanto eu quero te foder agora, meter essa pica toda na tua buceta e gozar bem fundo até transbordar...” Foi aí que aconteceu. Sem aviso, a mão dela desceu devagar. Eu congelei por um segundo, pau latejando contra a coxa dela. Os dedos finos dela tocaram minha rola por baixo, hesitaram um instante... e então ela fechou a mão em volta. Porra. A palma quente, macia, envolveu meu cacete grosso como se fosse a coisa mais natural do mundo. Ela não disse nada. Só apertou de leve e começou a mexer. Devagar no começo, subindo e descendo toda a extensão. Meu pau tava babando tanto que a mão dela escorregava fácil, fazendo aquele barulhinho molhado, shlick shlick shlick, que ecoava baixinho no quarto escuro. Eu mordi o lábio pra não gemer alto. “Irmã... caralho...”, pensei, mas não falei. Ela continuou, agora mais firme, o polegar passando na cabeça inchada, espalhando meu pré-gozo. A outra mão dela ficou parada, mas eu sentia o corpo dela quente, a respiração um pouco mais rápida. Ela tava acordada. Sabia exatamente o que tava fazendo. Eu empurrei o quadril pra frente, fodendo a mão dela devagar, sentindo aqueles dedos apertarem na base, subirem até a glande sensível. Porra, ela era boa pra caralho. Melhor que qualquer punheta que eu já tinha batido sozinho. A pele dela era quente, a pegada certa, nem apertada demais nem frouxa. Ela girava o pulso de leve no topo, massageando a cabeça, e eu sentia as bolas apertando, o gozo subindo rápido demais. “Não aguento... irmã... tu vai me fazer gozar rapidinho, porra”, eu pensei, mordendo o travesseiro. Ela acelerou um pouco, mão subindo e descendo mais rápido agora, o som molhado ficando mais alto. Meu pau pulsava na mão dela, inchando mais, veias saltadas. Eu sentia o cheiro de sexo no ar, misturado com o perfume dela. Meu quadril tremia. Segurei a cintura dela com força, enterrando os dedos na carne macia, e gozei. Caralho, que gozo. Jatos grossos, quentes, explodindo um atrás do outro. O primeiro acertou direto na palma dela, escorrendo entre os dedos. O segundo e o terceiro jorraram na coxa dela, branco e viscoso, escorrendo pela pele morena. Eu gemia baixinho no ouvido dela, “Porra... porra... gozei tanto...”, mas sem voz, só o ar saindo pesado. Foram uns oito jatos fortes, meu pau contraindo na mão dela como se quisesse sugar tudo. Ela não parou de mexer até o último espasmo. Depois... soltou. Simples assim. Limpou a mão na própria camisola, virou de lado de novo e voltou a respirar devagar, como se nada tivesse acontecido. Eu fiquei ali, pau ainda meio duro pingando resto de porra na coxa dela, coração batendo na garganta. O quarto cheirava a sêmen fresco e a buceta molhada (porque eu juro que senti um cheirinho vindo dela também). Eu não dormi direito o resto da noite. Só ficava pensando: “Ela me deu uma punheta. Minha irmã me bateu uma punheta gostosa pra caralho e nem falou nada.” Hoje o dia todo eu tô com o pau semi-duro só de lembrar. No trabalho eu ficava imaginando a cena de novo: a mão dela me masturbando, aqueles dedos finos apertando minha rola grossa, o jeito que ela espalhou meu gozo na própria pele. E agora eu só penso em mais. Quero foder ela de verdade. Quero deitar em cima, abrir aquelas coxas grossas, enfiar a cabeça da pica na entradinha molhada da buceta dela e meter fundo, sem camisinha, até sentir o útero. Quero gozar lá dentro, enchendo minha irmã de porra quente, sentir ela apertar em volta de mim enquanto eu gozo. Quero ouvir ela gemendo meu nome: “Irmão... me fode mais... goza dentro da minha bucetinha... me enche toda, porra...” Eu não sei se peço hoje à noite ou se espero ela tomar iniciativa de novo. Mas eu tô louco. Quando a gente for dormir, vou me encostar de novo, pau já duro pra caralho, e vou sussurrar no ouvido dela: “Irmã... tu me deixou louco ontem... me deixa te foder agora? Só uma vez... eu quero sentir tua buceta engolindo minha rola...” Ou talvez eu só comece a esfregar de novo e veja se ela pega na pica mais uma vez. Se ela pegar, eu vou guiar a mão dela pro ritmo certo, depois vou virar ela de costas, puxar a calcinha pro lado e meter devagar, sentindo cada centímetro quente e apertado. Eu sei que é errado pra porra, mas depois daquela punheta eu não consigo pensar em outra coisa. Quero comer minha irmã. Quero foder ela até ela gozar gritando meu nome. Quero gozar dentro, deixar a buceta dela escorrendo minha porra o resto da noite. E amanhã... amanhã eu quero mais. Quero tudo. Porque agora que rolou uma vez, eu sei que ela quer também. Só tá fingindo que dorme. Mas eu vou fazer ela admitir. Vou fazer ela pedir pra eu meter.
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