Eu tinha 19 anos, o pau sempre duro como pedra por qualquer merda, e minha irmã, a Jéssica, 29 anos, era o tipo de mulher que fazia qualquer macho babar sem nem perceber. Alta, corpo de academia, pele morena clarinha que brilhava de suor fácil, cabelo preto liso caindo até as costas e, caralho, aquela bunda... redonda, empinada, daqueles tanquinho que balança quando ela anda de shortinho apertado pela casa. A gente morava juntos desde que nossos pais viajaram pro interior, e as brigas de irmão eram rotina. Mas daquela vez, mano, tudo mudou pra sempre. Era uma tarde quente pra porra, daqueles dias em que o ar condicionado mal dá conta e a gente fica suado só de existir. Eu tava deitado na cama dela, zoando como sempre, e comecei a encher o saco dos pés dela. Jéssica tava de short de algodão fino, daqueles que marcam a calcinha, e uma regata folgada que deixava os mamilos marcando de leve. "Para, seu filho da puta!", ela ria, tentando puxar o pé de volta. Mas eu segurei firme, tirei a meia branca devagar, revelando aqueles pés macios, unhas pintadas de vermelho escuro, cheirando um pouquinho a suor do dia todo. Passei a língua de brincadeira no dedão, só pra irritar, e ela deu um grito misturado com riso: "Porra, Renato, você é doente! Solta isso aí!" Ela se debateu, mas eu não larguei. Aí ela deu o contra-ataque. Levantou de repente, me deu um pique e pulou em cima de mim na cama. Caímos os dois embolados, eu por baixo, sentindo o peso gostoso do corpo dela. Meu rosto ficou colado na barriga dela, inalando aquele cheiro de mulher quente, suor misturado com perfume barato. "Agora tu vai ver, seu merdinha!", ela rosnou, rindo, e começou a fazer cosquinhas nas minhas costelas. Eu me contorci, mas aproveitei pra agarrar a cintura dela, descendo as mãos até aquela bunda macia. Dei o primeiro tapa de leve, só pra testar. Plaft! O som ecoou no quarto. "Ai, caralho! Tá maluco?", ela gritou, mas não saiu de cima. Em vez disso, se ajeitou mais, pressionando os peitos contra meu peito. Eu não parei. Comecei a falar merda sem parar: "Sua bunda é mole pra caralho, hein, maninha? Parece travesseiro de puta rica. Deixa eu apertar mais um pouco..." E aí veio o tapa mais forte. Plaft! Plaft! As mãos batendo naquelas nádegas carnudas, sentindo a carne tremer, quente, elástica. Ela fingia raiva, mas os olhos tavam brilhando de um jeito diferente. "Cala a boca, Renato! Tu tá pedindo pra eu te calar de verdade..." Eu ri na cara dela: "Ah é? E como tu vai fazer isso, sua vadia? Com essa bundona aí? Não tem coragem não, sua safada." Foi aí que o clima mudou. Jéssica parou de rir por um segundo, me olhou bem nos olhos, o rosto vermelho de calor e excitação. "Tu acha que eu não ouso, né, seu putinho?" E antes que eu pudesse responder, ela girou o corpo com uma agilidade de quem já tava imaginando isso há tempos. Em dois segundos, tava de quatro em cima de mim, a bunda virada pra minha cara, o shortinho esticado no limite. Eu senti o coração disparar. "Espera aí, Jessi..." Mas ela não esperou porra nenhuma. Com as duas mãos, puxou o short pra baixo junto com a calcinha fio-dental preta, revelando aquela bunda perfeita, sem uma marca de bronzeado, branquinha no meio das coxas morenas, as nádegas grossas se abrindo devagar. "Agora cala essa boca, irmãozinho..." E ela sentou. Porra, mano, foi o paraíso. Aquela bunda macia, quente, suada, desceu direto no meu rosto como um travesseiro vivo. As nádegas se espalharam por completo, cobrindo minha boca, meu nariz, meus olhos. Senti o peso gostoso esmagando minha cara, o cheiro forte de buceta molhada misturado com suor de cu. O aroma era doce e safado, tipo almíscar de mulher excitada. Minha língua saiu sozinha, lambendo a pele macia entre as nádegas. "Hmmm, isso, chupa, seu pervertido!", ela gemeu alto, rebolando devagar, esfregando o cu rosado bem na minha boca. Eu fingia me debater, mas na real tava no céu. Minhas mãos subiram e agarraram aquelas coxas grossas, puxando ela mais pra baixo. A bunda dela era perfeita: redonda, firme mas macia pra caralho, tipo massa de pão quente. Cada movimento que ela fazia, as carnes tremiam na minha pele. Meu pau tava duro pra explodir dentro da cueca, latejando, babando pré-gozo. "Porra, Jessi... tua bunda é uma delícia, mano... cheira a puta safada...", murmurei abafado contra a pele dela. Ela riu safada e apertou mais: "Engole meu cu, vai! Lambe tudo, seu irmãozinho tarado! Tá sentindo como tá molhada? É por tua causa, seu filho da puta!" Ela começou a rebolar de verdade agora, cavalgando meu rosto como se fosse uma rola. O cu dela piscava contra minha língua, e eu enfiava fundo, sentindo o gosto salgado, quente, viciante. Minha respiração tava curta, só inalando buceta e cu, o short dela todo embolado nas coxas. Jéssica tava gemendo alto pra caralho: "Ai, caralho... tu mama gostoso, hein? Chupa minha xota, Renato! Olha como tá encharcada..." Ela levantou um pouquinho só pra eu ver: a buceta dela tava inchada, lábios grossos brilhando de tesão, um fio de mel escorrendo direto pra minha boca. Eu ataquei, enfiando a língua entre os lábios, chupando o clitóris inchado enquanto ela se esfregava. O quarto tava cheio de barulho de sucção, gemidos e tapas. Eu dava tapas leves na bunda dela enquanto lambia: ploft, ploft, fazendo a carne balançar. "Sua vadia descarada... senta mais forte, engole minha cara com essa bunda gostosa!" Ela obedeceu, descendo com tudo, quase me sufocando. Meu nariz tava enterrado no cu dela, a língua fodendo a buceta molhada. Eu sentia o corpo dela tremendo, os gemidos ficando mais agudos. "Tô gozando, porra... tô gozando na boca do meu irmão! Engole tudo, seu porco!" E ela gozou forte. O corpo inteiro convulsionou, a buceta jorrando um mel quente direto na minha garganta. Eu engoli tudo, lambendo como um cachorro sedento, o gosto doce e salgado enchendo minha boca. Jéssica gritava: "Caralhooo! Que delícia, mano... nunca gozei assim!" Quando ela levantou um pouco, meu rosto tava todo melado, brilhando de porra dela, saliva e suor. Mas não acabou aí. Eu tava louco. Virei ela de costas na cama, puxei o short e a calcinha de vez, jogando pro lado. Meu pau tava tão duro que doía. "Agora é minha vez, sua puta." Ela abriu as pernas, mostrando a buceta depilada, inchada, pingando. "Enfia logo, Renato... fode tua irmã como tu sempre quis." Eu meti de uma vez, sentindo a buceta quente, apertada, sugando minha rola inteira. "Porra, que xota gulosa... tá me apertando todo, Jessi!" Comecei a socar forte, o barulho de pele batendo ecoando: plap, plap, plap. As tetas dela pulavam pra cima e pra baixo, mamilos duros como pedrinhas. Ela me puxava pelo cabelo, arranhando minhas costas: "Mais fundo, caralho! Rasga essa buceta! Tu é meu irmãozinho safado, né? Me fode como uma cachorra!" Eu metia sem parar, sentindo as bolas batendo no cu dela. Virei ela de quatro, agarrei aquela bunda que tinha me sufocado e comecei a comer por trás. "Olha essa bundona rebolando... vou te encher de porra, maninha!" Ela rebolava contra mim, gemendo: "Goza dentro, porra! Enche o útero da tua irmã!" Gozei como nunca. Jatos grossos, quentes, enchendo ela até transbordar. Caiu por cima dela, os dois suados, ofegantes. Mas a gente não parou. Ela virou, pegou meu pau ainda duro na boca e chupou tudo, limpando a mistura de porra e buceta. "Gosto de nós dois juntos... tu é viciado na minha bunda agora, né?" Eu ri, puxei ela pro colo e comecei tudo de novo: dedos na buceta, língua no cu, até a gente gozar mais duas vezes naquela noite. Depois disso, toda briga de irmão virou prelúdio. Toda vez que eu via aquela bunda, já sabia: ia acabar com ela sentada na minha cara, me afogando em tesão, e depois me cavalgando até o amanhecer. A gente virou viciado um no outro, sem culpa nenhuma. Incesto? Pra nós era só a melhor foda da vida.
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