Tomei uma decisão: comi minha mãe!

Eu decidi que hoje à noite ia rolar. Fazia tempo que eu percebia os olhares dela. Minha mãe, a Dona Lúcia, 46 anos, corpo de quem dança forró todo fim de semana: bundão empinado, coxas grossas, peitos grandes e pesados que balançam quando ela anda de salto. Sempre que eu ficava de short em casa, ela dava aquela olhadinha discreta pro volume da minha pica, fingindo arrumar o cabelo ou pegar o controle da TV. Eu sabia que ela tava com fome de rola. Tinha acabado de dar um pé na bunda daquele corno do ex-namorado dela, um babaca que mal aguentava duas bombadas. Ela tava há semanas sem dar, e eu via no jeito que ela se esfregava no travesseiro quando achava que eu tava dormindo.
Então montei o plano. Coloquei minha cueca boxer preta, aquela com o bolso na frente pra carregar o pau. Tirei minha rola grossa pra fora pelo buraco do bolso, deixei ela solta, pesada, semi-duro já só de imaginar. Depois vesti a calça de pijama cinza folgada, de algodão fino, sem cueca por cima. Meu pau ficava ali, balançando livre, a cabeça rosada roçando no tecido, o volume aparecendo todo. Se eu mexesse a perna direita, ele escapava fácil pelo elástico frouxo. Perfeito.
Ela saiu pras 20h pra dançar no forró do clube com as amigas, toda produzida: vestido justo preto que marcava a bunda, decote mostrando metade dos peitos, salto alto. "Não me espera acordado, filho", disse ela me dando um beijo na bochecha, mas o olhar desceu pro meio das minhas pernas rapidinho. Eu sorri por dentro. "Pode deixar, mãe. Divirta-se."
Voltei lá pelas 2h15 da manhã. Ouvi o táxi parar, a chave na porta, o risinho dela de bêbada. Ela entrou cambaleando um pouco, cheirando a cachaça, suor de dança, perfume doce misturado com o cheiro de mulher excitada. O vestido colado no corpo suado, os mamilos marcando o tecido – sem sutiã. "Ai, filho, que noite louca! Dansei até o chão, bebi pra caralho, mas tô acabada. Vem dormir comigo hoje, né? Deixa o sofá pra lá, a cama é grande."
Meu coração acelerou. "Claro, mãe. Vou escovar os dentes e já vou."
No quarto dela, luz só do abajur amarelo fraquinho. Ela nem esperou eu sair. Tirou o vestido pela cabeça na minha frente, ficando só de calcinha fio-dental vermelha, daqueles que some entre as nádegas carnudas. Os peitos livres, grandes, aréolas marrons grandes, mamilos duros como pedrinhas. "Tô suada pra porra, mas tô com preguiça de tomar banho agora. Deita aí, meu amor."
Deitei do lado dela, de lado, virado pra ela. Meu pau já tava meio duro, latejando. A calça do pijama soltinha. Eu mexi a perna devagar, fingindo me ajeitar, e pronto: a cabeça da minha pica grossa escapou pelo elástico, ficou ali, balançando pra fora, veias saltadas, um fiozinho de pré-gozo brilhando na glande. Eu fingi que não vi nada.
Ela deitou de lado também, de frente pra mim, a cara a uns 30cm da minha rola. Os olhos dela desceram direto. Pararam. Ficaram ali, fixos. Eu vi a respiração dela mudar, os peitos subindo e descendo mais rápido. "Filho... o que é isso aí saindo da sua calça?"
Fingi surpresa, mas não cobri. "Ah, mãe... desculpa, a cueca deve ter saído do lugar. É que... tá quente hoje."
Ela lambeu os lábios, os olhos vidrados na minha pica que pulsava sozinha, crescendo rápido. "Nossa... tá grande pra caralho, hein? Maior que eu imaginava... Olha o tamanho dessa rola, filho da mãe."
O "filho da mãe" saiu com voz rouca, safada. Ela não tirou os olhos. Eu empurrei o quadril pra frente devagar, fazendo o pau balançar mais perto da cara dela. "Você gosta de olhar, né, mãe? Eu sei que você olha quando eu tô de short."
Ela riu baixo, bêbada e com tesão. "Safado... eu olho mesmo. Toda vez que você passa, eu penso nessa pica grossa. Depois que terminei com aquele inútil, eu fico aqui na cama, de noite, dedando minha buceta pensando em você. Tá molhada agora só de ver isso."
Ela esticou a mão devagar, os dedos tremendo, e tocou a cabeça da minha rola. Passou o polegar no pré-gozo, espalhou. "Tão quente... tão dura... Meu Deus, filho, você tem uma cacete enorme. Olha como lateja na minha mão."
Eu gemi baixo. "Aperta, mãe. Toca no pau do teu filho."
Ela segurou firme, a mão macia de quem faz unha toda semana, e começou a bater punheta lenta, olhando no meu olho. "Assim, meu amor? Gostoso? Sua mãe safada tocando nessa rola grossa que saiu dela... Porra, tá babando tanto. Quer que eu chupe?"
"Quero, mãe. Chupa essa pica toda. Engole até o fundo."
Ela não pensou duas vezes. Abaixou a cabeça, os cabelos pretos caindo no meu colo, e lambeu a cabeça devagar, girando a língua no frenulum. "Hmm... gosto salgado de macho... Delícia." Depois abriu a boca e engoliu metade da rola de uma vez, sugando forte, fazendo barulho molhado. Glup, glup, glup. Babava tudo, saliva escorrendo pelo pau, pelos meus bagos pesados.
Eu segurei a cabeça dela, empurrando devagar. "Isso, vadia... Chupa o pau do filho. Engole mais fundo, vai, engasga nessa rola."
Ela gemeu com a boca cheia, os olhos lacrimejando, mas não parou. Desceu até quase engolir tudo, o nariz encostando na minha barriga. Cuspiu, subiu, lambeu os ovos, chupou um por um. "Seus bagos tão cheios, filho... Cheio de porra pra mamãe. Vai gozar na minha boca primeiro?"
"Não, mãe. Quero comer tua buceta primeiro."
Ela tirou a calcinha rápido, jogou pro lado. A xota dela era linda: lábios grossos, peladinha, inchada, pingando mel. O clitóris aparecendo, todo vermelho. Cheiro forte de buceta excitada invadiu o quarto. "Olha como tá molhada, filho. Tudo por causa dessa pica. Vem, come a buceta da tua mãe."
Eu me joguei entre as pernas dela, abri as coxas grossas, e enfiei a língua direto no buraco. Lambi tudo: de baixo pra cima, sugando o clitóris, enfiando dois dedos fundo enquanto chupava. Ela arqueou as costas, gritando. "Ai, caralho! Isso, filho! Chupa a xota da mamãe! Lambe esse grelo, vai! Tô gozando já, porra!"
Ela gozou na minha boca em menos de um minuto, jorrando squirt quente no meu queixo, as pernas tremendo, unhas cravadas na minha cabeça. "Fodeeee! Que gozo bom, filho da puta!"
Não esperei. Virei ela de quatro, a bunda empinada, bundão branco com marca de calcinha. Segurei minha rola latejando e bati na xota dela. "Quer essa pica, mãe? Pede."
"Por favor, filho... Mete essa rola grossa na buceta da mamãe. Me fode como uma vadia. Rasga minha xota!"
Eu meti tudo de uma vez, até o talo. A buceta dela era apertada pra caralho, quente, molhada, sugando meu pau. "Aaaahhh! Que delícia, filho! Tá me enchendo toda! Mais fundo, vai!"
Comecei a socar forte, pele batendo em pele, ploc-ploc-ploc ecoando no quarto. Segurava os cabelos dela, puxava. "Toma, sua puta! Toma a rola do filho! Essa xota é minha agora!"
Ela rebolava pra trás, encontrando as estocadas. "Sim, meu macho! Fode a mamãe! Mete mais! Quero sentir teu saco batendo no meu cu! Ai, que rola gostosa, porra!"
Troquei de posição. Deitei ela de lado, levantei uma perna dela no meu ombro, e voltei a meter. Dava pra ver meu pau entrando e saindo, brilhando de porra dela. Os peitos balançando, eu mamava um mamilo enquanto socava. Ela gemia sem parar: "Me enche de porra, filho! Goza dentro! Me engravida se quiser, eu quero teu leite quente enchendo minha buceta!"
Eu não aguentei mais. Depois de uns 15 minutos metendo sem parar, senti os bagos apertando. "Tô gozando, mãe! Toma toda!"
Jorrei dentro dela, jato atrás de jato, porra grossa e quente enchendo a xota até transbordar. Ela gozou junto, apertando meu pau com a buceta, gritando "Isso, enche a mamãe! Que porra quente!"
Mas não acabou. Ela virou, chupou meu pau mole, limpando tudo com a língua. "Ainda tá duro... Vira de costas, filho. Mamãe vai sentar nessa rola."
Ela sentou de costas pra mim, rebolando devagar no começo, depois cavalgando forte, a bunda batendo nas minhas coxas. Eu metia os dedos no cuzinho dela, apertadinho. "Quer no cu também, mãe?"
"Quero tudo, filho. Depois fode meu cu. Mas agora goza de novo na minha buceta."
Ela cavalgou até eu gozar pela segunda vez, enchendo de novo. Depois eu comi o cu dela devagar, lambuzando com cuspe e porra da buceta, metendo fundo enquanto ela gritava de prazer. "Ai, que rola no meu cu! Me arromba, filho! Sou tua puta agora!"
Gozei no cu também, e ela gozou mais uma vez dedando o clitóris.
Passamos a noite inteira assim. Três rodadas na buceta, uma no cu, boquetes no meio, ela me fazendo lamber a porra que escorria dela. De manhã, quando o sol entrou pela janela, ela me beijou na boca com língua, a mão no meu pau de novo. "Hoje à noite de novo, filho? A mamãe tá viciada nessa rola."
Eu sorri, pau já endurecendo. "Toda noite, mãe. Essa xota é minha pra sempre."

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Tomei uma decisão: comi minha mãe!

Codigo do conto:
255831

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
01/03/2026

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