Meu nome é Beatriz e vou contar a vocês o que aconteceu entre eu e meu cunhado. Eu tinha acabado de completar 30 anos e decidi ir morar com meu namorado em um apartamento no centro. Assim eu ficaria mais próxima da minha faculdade e ele do seu trabalho.
Para dividir as despesas, o irmão mais novo do meu namorado viria morar com a gente também. A verdade é que eu não o conhecia, e fiquei um pouco chateada com a idéia, já que isso ia tirar um pouco a nossa privacidade.
No fim decidi que eu precisava abrir um pouco mais a minha mente, já que o rapaz iria ser o meu cunhado em definitivo dentro de pouco tempo. Como eu amava muito o meu namorado, pensei que seria melhor não ver a presença do irmão dele como uma obstáculo para a nossa felicidade.
O nome do meu cunhado era Gustavo, e na primeira vez que eu o vi fiquei muito surpreendida. Nossaaaaaa! Ele tinha uns 25 anos, alto e moreno, com uns olhos lindos. Seu corpo era um espetáculo, e ele tinha uma voz grossa e gostosa de se ouvir.
Quando meu namorado me apresentou a seu irmão, eu senti minha buceta palpitar. Foi uma "cosquinha" tão gostosa que me arrepiei todinha. Me lembro que ele estava usando uma calça jeans bem apertada, que deixava seu traseiro uma delícia. Sua camisa apertada realçava seu peitoral. Na hora percebi que ele era o tipo de cara que adorava academia.
Pouco a pouco eu e o Gustavo fomos pegando confiança um no outro. Ficávamos horas conversando, e foi assim que percebi que ele ficava procurando garotas pela internet. Fiquei pensativa. Não era possível que um rapaz tão bonito precisasse da internet para encontrar mulheres.
Um dia meu namorado viajou e ficamos sozinhos em casa, eu e o Gustavo. Decidi que era o momento de provocar o meu cunhado um pouquinho. Eu não pensava em dar pra ele, mas imaginei o quanto seria bom tê-lo rastejando aos meus pés, doidinho pra me comer.
Vesti um short bem curtinho, um top bem apertado, com um sutiãzinho mostrando as alcinhas. Em seguida calcei uma sandália com um salto médio, só para realçar os músculos das minhas pernas. Me olhei no espelho e me achei muito gostosa. Meu cunhado ia ter um ataque do coração.
Fui para a sala, onde ele estava vendo TV, sentado no sofá. Me sentei ao seu lado e comecei a fazer perguntas sobre o programa que estava passando. Não demorou muito e fiz uma caneta cair no chão, de propósito, e me agachei para pegá-la.
Ao me abaixar eu o fiz de forma que minha bunda ficasse praticamente na cara dele. Quando me levantei eu olhei pra ele e lhe dei um sorriso. Foi uma maneira de dar a luz verde para que ele começasse a brincar comigo.
Ele me olhou meio espantado e ficou paralisado, mas eu sabia que ele tinha gostado do que eu tinha feito.
- Não vai falar nada, Gustavo?... há algo que você não gosta em mim? - falei com a voz bem sensual, olhando-o diretamente nos olhos.
- Bia... v-v-você é uma m-m-mulher linda... mas é namorada do meu irmão! - ele gaguejou um pouco, até conseguir falar isso.
- Ué! Já que vou fazer parte da sua família... achei que seria bom a gente se conhecer melhor, não acha? - dei uma risada e falei.
Ele continuava parado, me olhando, sem saber como reagir. Olhei para o pau dele, e vi que estava ficando cada vez mais duro.
- Hummmmm... seu soldadinho está bastante inquieto, Gustavo... posso ver ele? - falei e já fui levando a mão até o volume que sua pica fazia em sua calça.
Meu cunhado me olhou com os olhos arregalados, parecendo não estar acreditando naquilo. Abri sua calça e tirei seu pau para fora. Estava muito duro mesmo. Toquei a pica dele com a minha mão e vi o quanto ela estava quente. Dei uma apertadinha e meu cunhado deixou escapar um gemido.
- Biaaaaa... que loucura é essa?!?... você quer me deixar doido? - ele falou e terminou de tirar sua calça e sua cueca, ficando só de camiseta, sentado ao meu lado no sofá. Comecei a punhetar o pau dele, enquanto ele beijava meu pescoço e suas mãos apertavam e massageavam os meus seios, ainda protegidos pelo meu sutiã e top.
Bati punheta pra ele até perceber que ele já estava quase morrendo de tesão. Então me levantei, virei as costas pra ele e tirei meu shorts, lentamente. Virei de frente e fiquei alguns segundos só de calcinha, rebolando na frente do meu cunhado.
- Que delíciaaaaaa... você é muito gostosa, Bia!! - ele falou, sem tirar os olhos da minha xoxota.
- Você acha, cunhadinho? Então prova pra ver se sou mesmo! - tirei minha calcinha e ofereci a minha buceta pra ele chupar.
Ele ficou sentado no sofá e eu, de pé, coloquei a buceta na altura de sua boca, com uma perna no sofá e a outra no chão. Esfreguei minha xoxota na cara dele, e ele, como um bom cachorrinho lambedor, começou a chupar minha perereca de uma forma incrível.
- Chupa ela... chupa... chupa bem gostoso essa bucetinha, meu safadinho!! - gemi e falei, enquanto ele passava a língua deliciosamente no meu clitóris, massageando ele e me deixando louca. Agarrei a cabeça dele com todas as minhas forças e esfreguei minha racha na boca dele.
- Chupa, safadoooo... chupa essa perereca, seu taradinho safadooo... ohhhhhhhhhh... meu deussssss... vou gozarrrrrr... vou gozar na sua boca, seu gostosooooooo...!! - falei e comecei a ter um orgasmo tão intenso que fez minhas pernas tremerem.
Caí no sofá e ele continuou com o rosto no meio das minhas pernas, beijando minha buceta. Nosssaaaaaaaa!! Que delíciaaaa!! Puxei ele pra cima de mim e nos beijamos como loucos, e pude sentir o gosto da minha xoxota em sua boca.
- Gustavoooooooo... tú é muito gostoso, menino!! - falei e arrastei ele para o meu quarto, o mesmo quarto que eu dormia com o seu irmão. Empurrei ele na cama e parti pra cima dele com muita vontade mesmo. Eu queria retribuir o oral gostoso que ele tinha feito em mim.
Peguei o pau dele e comecei a chupar lentamente, dando lambidinhas na cabeça da rola. Depois eu enfiava o máximo que eu conseguia na minha boca e apertava bem os meus lábios. Isso fazia o meu cunhado gemer totalmente descontrolado.
- Ohhhhhhhhhhhhhh... Biaaaaaaa... que delíciaaaaaaa... ahhhhh... vou gozarrrrrr... vou gozarrrrrr...!! - ele gemeu mais alto e vi que ele estava perdendo a batalha.
- Goza, meu gostoso... goza na minha boca... quero leitinho quentinho na boquinha... dá leitinho pra mim... dá...!! - falei e mamei mais um pouquinho.
O pau dele começou a cuspir tanta porra que encheu minha boca. Nossaaaaaa!! Engoli tudinho, sempre olhando nos olhos dele e vendo ele se contorcer todo de tanto prazer. Que cena mais gostosa de se ver. Meu cunhado estava totalmente sob o meu controle agora, aos meus pés.
Ficamos um tempão deitados na cama, pelados, trocando carícias e conversando. Logo o Gustavo começou a me falar das tantas punhetas que ele já tinha batido em minha homenagem, principalmente quando eu andava pelo apartamento com roupas mais curtas ou fazia algum movimento de pernas que permitiam a ele ver a minha calcinha.
Foi muito bom saber que ele já tinha esse desejo por mim. Beijei a boca dele e demonstrei o carinho que eu estava sentindo pelo meu cunhadinho. Em seguida fui me ajeitando na cama, até ficar de quatro, apoiando parte do meu corpo na cabeceira.
Empinei bem a minha bunda e vi o Gustavo, muito apressado por sinal, pegar uma camisinha e encapar seu pênis. Um segundo depois o pau dele já estava enfiado todinho na minha buceta. Meu deussssss!! Gemi e rebolei como uma puta safada, coisa que eu não fazia com o irmão dele.
- Fodeeeeee... fode bem gostoso a sua cunhadinhaaaaa... mete essa pica, meu safadinhooooo... ahhhhhhh... ahhhhhh... que delícia, Gustavoooooo... que pau mais deliciosooooooo...!! - eu falava enquanto ele me segurava forte pela cintura e metia em mim sem dó.
Minha buceta estava tão molhadinha que a pica dele entrava e saia totalmente. A sensação era tão deliciosa que não demorei a gozar, arreganhando minha bunda o máximo que pude, para receber todo aquele cacete dentro de mim.
Depois pedi pra ele ficar por baixo e subi em cima dele. Cavalguei sua rola como uma verdadeira amazona, subindo, descendo, rebolando e fazendo vários movimentos que me davam prazer. Enquanto isso ele beijava minha boca, chupava meus seios, dava tapas na minha bunda e falava um monte de besteiras no meu ouvido. Gozei de novo, e fiquei muito fraca.
Pedi pra ele parar um pouco, pois eu queria ir ao banheiro fazer xixi. Ele concordou e fui. No banheiro eu peguei um gel lubrificante especial para penetração anal. Voltei para o quarto, me deitei de bruços e entreguei o gel a ele.
- Você merece um presente, gato... mas quero sem camisinha... pra você gozar dentro! - falei e coloquei minhas mãos nas minhas nádegas, abrindo-as para ele. O Gustavo não perdeu tempo e começou a passar lubrificando no anelzinho do meu cú, fazendo uma massagem externa e depois enfiando os dedos.
Em seguida ele tirou a camisinha, passou gel em todo o seu pau e subiu em cima de mim.
- Ohhhhhhhhhhhh... está entrando tão gostosoooooooo... meu deussssss... que delíciaaaaaaa... ahhhhhhh... está indo tão fundo...!!! - gemi e falei ao sentir o meu cú "chupar" o pau dele pra dentro do meu ânus guloso.
Meu cú não era mais virgem, e já tinha experimentando paus de vários tamanhos. Essa minha facilidade em dar o rabo, aliada ao uso do gel lubrificante, permitia que o Gustavo fodesse meu cú sem qualquer esforço. O pau dele entrava e saia deslizando, me arrancando gemidos de puro prazer.
Coloquei uma mão por baixo de mim e toquei meu grelo. Enquanto meu cunhado bombava na minha bunda eu comecei a me tocar, pois eu queria gozar mais uma vez. Me concentrei no rítmo dele e curti cada minuto daquela penetração anal.
- Ahhhhhhhhhh... que cú mais gostosooooo, Biaaaaaa... puta que pariu... que delícia de bunda... não aguento mais... vou gozar nesse cuzinhoooooo...! - o Gustavo falou e senti o pau dele inchar dentro do meu cú.
- Goza então, safadinhooooo... goza no cuzinho da sua cunhadinha... essa bundinha é sua agora... goza nela, goza... goza bem lá dentro... quero sentir sua porra dentro do meu cú...!! - falei e ele deu socadas bem rápidas e fortes. Em seguida o leitinho saiu, quente e grosso.
Nossaaaaaa!! Na hora que ele começou a gozar dentro da minha bunda eu aumentei os toques no meu clitóris e gozei aos gritos, gemendo e babando. Meu deusssss!! Não sou muito escandalosa quando estou gozando, mas neste dia eu não consegui me segurar.
O Gustavo ficou com o pau dele engatado na minha bunda durante um bom tempo, deitado em cima das minhas costas. Acabei foi pegando no sono. Quando acordei ele já tinha tomado banho e estava ao lado da minha cama, tomando um suco e brincando com os dedos na minha buceta. Nem preciso dizer que umas duas horas depois ele me pegou novamente.
Essa foi a minha primeira experiência com o meu cunhado. Me casei e durante um bom tempo continuamos nossos encontros às escondidas, e em cada um deles a gente fazia novas loucuras, sempre com muita diversão. É como eu sempre digo: a família é algo que temos que conservar e cuidar.