Olá, pessoal! Meu apelido é Guto e tenho 35 anos, sou casado e bem casado. Minha esposa é linda e bem mais jovem do que eu, e desperta muita atenção por onde passa. Eu até já briquei com muitos vagabundos na rua tentando pegar minha mulher. Enfim, sou um homem até razoavel, e muitas mulheres tentam investir em mim. Mas eu nego, porque tenho sido fiél o máximo que posso.
Mas o meu sonho de consumo era minha cunhada Rayanne. Que delícia que ela era, com seus 20 aninhos, com carinha de 15. Quando ela falava para as pessoas que ela tinha 20 anos, ninguém acreditava, e com razão, pois ela parecia uma ninfetinha, baixinha, bem branquinha, loira, seios pequeninos e durinhos, e tinha uma bundinha pequena e empinadinha.
Eu era louco para pegar ela, e por várias vezes bati punheta vendo suas fotos de shortinhos e biquínis. Mas ela nunca me deu atenção nenhuma. Na época ela tinha um namoradinho novinho e fraquinho, que não fazia nada com ela, o que era um desperdício, pois a Rayanne merecia ser comida todos os dias.
Em um belo domingo, um feriado, minha esposa chamou sua irmã para ir para a nossa casa almoçar, enfim passar o dia com ela. E, para a minha alegria, a Rayanne foi sozinha, já que o namoradinho teve que viajar com o pai. Era por volta das 10:30 e ela chegou linda, com um shortinho e uma blusinha solta, mostrando as alcinhas do sutiã. Que delícia! Que coisinha mais linda!
- Oi, irmã! - minha esposa a recebeu no portão. Caralho! Minha cunhadinha estava uma belezinha mesmo. Ela sorriu, entrou e foram as duas para a cozinha, já preparar o almoço. Nessa hora minha esposa pediu para eu ir ao sacolão comprar algumas verduras e frutas. Foi a minha chance de me aproximar da Rayanne.
- Tudo bem, cunhado? - ela veio rapidamente e me deu um abraço. Que cheiro mais gostoso, a pele lisinha, os cabelos. Me deu uma vontade louca de agarrá-la e beijá-la alí mesmo. Mas a minha esposa estava bem do lado, o que me forçou a me controlar. Dei uma disfarçada na minha ereção, peguei a lista de compras e saí para o sacolão.
A caminho do mercado eu fui maquinando na minha mente como eu iria pegar a Rayanne. Era a minha chance. Dificilmente eu teria outra oportunidade como aquela. Fui ao sacolão e, ao sair de lá eu me lembrei que eu tinha um amigo cuja esposa tomava calmantes para dormir. Não pensei duas vezes.
Do sacolão eu corri para a casa desse meu amigo. Inventei uma mentirinha que era para ele arrumar um pouco de óleo para lubrificar a corrente da minha moto, e depois inventei outra desculpa falando que já havia uns dias que eu não dormia bem, que estava estressado e tal, e que iria comprar remédio para dormir.
- Ué, cara, minha mulher tem vários remédios para dormir aqui... deixa eu pegar um pra você! - meu amigo falou, para a minha alegria. Então ele trouxe uns comprimidos e falou que era tiro e queda, que era só tomar que dentro de uns 10 minutinhos eu dormiria igual uma criança. Peguei e voltei correndo para casa.
Entreguei as verduras para a minha esposa e ela voltou para a cozinha com a Rayanne, para prosseguirem com a preparação do almoço. E eu fui tomar um banho, bem caprichado, no qual até bati uma punheta gostosa, sem gozar, é claro. Me vesti, passei perfume e o almoço já estava pronto.
- Benzinho... faz um suco pra gente! - minha mulher me pediu.
Caralho! Era sorte demais para um dia só. Preparei o suco e, com muito cuidado, amassei um dos comprimidos que o meu amigo tinha me dado e coloquei no copo da minha mulher, com a intenção de fazer ela dormir. No copo da minha cunhadinha eu coloquei dois frascos de Tesão de Vaca que eu tinha comprado num sex shop.
Foi batata! Mal terminamos de almoçar e minha mulher se deitou no sofá da sala, para cair em um sono profundo em questão de minutos. A Rayanne, por sua vez, estava inquieta e agoniada. Era o Tesão de Vaca fazendo efeito no corpinho dela. Os pelinhos de suas pernas estavam arrepiados, e ela não conseguia mais disfarçar, e por duas ou três vezes flagrei ela apertando a buceta por cima do shortinho.
Fui para cozinha e peguei uma garrafa de vinho.
- Ué, já que sua irmã pegou no sono, Rayanne... vem beber um pouco de vinho comigo! - falei, convidando minha cunhada. Ela aceitou de imediato.
- Tá bom... mas só uma taça, tá? - ela respondeu, agoniada por causa do Tesão de Vaca que eu tinha colocado no suco dela.
Um pouco desconfiada, a Rayanne pegou a taça de vinho e começou a beber, sem sequer desconfiar que eu tinha pingado mais Tesão de Vaca. "Daqui a pouco vou comer essa sua bucetinha!", pensei, olhando para o corpinho dela. E continuamos na sala assistindo TV, enquanto minha esposa se desmanchava de tanto roncar do meu lado.
- Aqui, toma mais um pouquinho! - falei e me sentei ao lado da Rayanne. O cheirinho do corpo dela me deixou ainda mais louco.
- Olha lá, heim! Esse negócio vai me deixar bêbada!
- Vai nada, cunhada... é só pra você ficar mais à vontade! - falei e continuei enfiando vinho nela, até que ela tomou praticamente a garrafa toda. Nessa hora, vendo que ela estava bem tonta e com muito tesão, segurei o rostinho dela e tasquei-lhe um beijo na boca. Ela deu um salto para trás, assustada, mas não se levantou do sofá.
- Cunhado de deussss... tá ficando louco?... que é isso?!? - ela falou, com os olhos arregalados.
- Eu te quero hoje, Rayanne... faz tempo que estou te querendo! - falei e fui para cima dela novamente. Dessa vez ela deixou eu beijar, mas não abriu a boca, e eu beijei apenas seus lábios.
- A gente não... pode... meu deussss... a gente não pode fazer isso... olha... a Gláucia está bem alí...! - ela protestou mais uma vez, me empurrando levemente. Voltei a tentar beijá-la. E dessa vez ela deixou. Suavemente ela abriu os olhos e nossas bocas se colaram. Que delícia! Que boca molhadinha e quentinha, com a língua dançando e enroscando com a minha.
O jogo já estava ganho. Eu só tinha que prosseguir com cuidado. Assim, enquanto eu a beijava, levei minha mão até o botão de seu shorts e o abri, e em seguida o zíper, e finalmente enfiei a mão para dentro do shortinho e depois para dentro da calcinha.
- Ainnnnnnnn...! - a Rayanne gemeu quando minha mão tocou sua bucetinha.
Fazia muito tempo que eu não sentia uma xoxotinha tão melada.
- Hummmmm... que delícia, cunhada! Por que você tá tão molhadinha assim, heim?
- Estou com tesão... com vontade... nossaaaaa... e nem sei explicar porque estou assim...! - ela falou e voltei a beijá-la. "Como eu sou mau!", pensei por dentro, satisfeito.
Ali mesmo, na sala, eu tirei o shortinho da Rayanne e comecei a beijar a bucetinha dela, por cima de sua calcinha. Me lembro até hoje a calcinha dela, branquinha, minúscula, feita sob medida para o volumezinho da pepeca dela. A cada beijo que eu distribuia na buceta da Rayanne eu percebia o corpinho dela tremer mais intensamente.
Então, lentamente, fui tirando a calcinha e revelando sua bucetinha rosinha, pequenina. Que delícia! Meu sonho estava sendo realizado, e o tesão dela estava a mil por hora, pois a pepeca babava de forma descontrolada. Eu não podia esperar mais. Beijei a minha cunhadinha novamente e vi que seus olhos brilhavam de desejo, de vontade de ser penetrada.
- Vamos para o quarto comigo? - falei no pé do ouvido dela e ela só balançou a cabeça. Então, com a minha esposa apagada na sala, peguei a minha cunhadinha nos meus braços e a levei para o meu quarto. Nem perdi tempo. Joguei ela na cama e comecei a chupar aquela bucetinha perfeita novamente. E ela ficava só me olhando.
- Está gostoso, tá?... gosta da minha boca na sua xaninha? - perguntei.
- Aham... é muito bom... ninguém nunca tinha feito isso comigo antes...! - ela falou, entre gemidos.
Como eu fiquei contente em saber isso. Chupei com mais vontade ainda, até que senti as mãos dela segurarem minha cabeça e ela começou a esfregar a bucetinha na minha boca. Poucos segundos depois ela explodiu em um orgasmo intenso, se tremendo todinha e fazendo até um certo barulho. Mas aquele remédio que eu tinha dado para a minha mulher manteria ela dormindo pelo menos por mais umas quatro horas.
Arranquei minha roupa, terminei de tirar a blusa e o sutiã da Rayanne e me preparei para meter nela, pois o meu pau estava muito duro. Mas antes eu queria sentir a boquinha linda dela na minha rola.
- Chupa um pouquinho... vem cá, vem...! - fiquei esfregando a cabeça do pau no meio dos lábios dela, lentamente, até que ela os abriu.
- Ohhhhhhhhhh... delíciaaaaa...! - gemi como louco quando ela encaixou a cabeça do meu pau em sua boquinha e começou a chupar, meio sem jeito, mas muito delicioso. Me senti envolvido em um mar de prazer e sensualidade. Depois, como eu vi que já estava quase gozando, fui de boca nos peitinhos dela, com seus biquinhos pontudos e rosados.
- Pega a camisinha... vai... estou com muita vontade...! - ela sussurrou no meu ouvido. Peguei um dos preservativos que eu guardava escondidos e encapei meu pau. Me ajeitei na cama e pedi para a Rayanne vir por cima. E ela veio, calmamente apontou a cabeça do meu pau na entradinha da pepeca e sentou. Meu deusssss!! Que delícia de buceta!
Não aguentamos quase nada. Bastou dois minutos que a minha cunhadinha estava cavalgando o meu pau para gozarmos os dois ao mesmo tempo, juntinhos, nos beijando como loucos. Mas o nosso tesão era tanto que iniciamos um 69, no qual ela bebeu toda a porra que ainda saía do meu pênis e eu pude saborear o melzinho da xoxotinha dela.
- Agora dá esse cuzinho pra mim? - abracei minha cunhadinha e pedi no ouvido dela.
- Ãnnn?!? - ela me olhou, meio assustada.
- Sim, sou louco de vontade de comer sua bundinha, Rayanne... dá ela pra mim, vai!
- Não... nem pensar... vai doer... tentei só uma vez para nunca mais! - ela disse, querendo escapar.
- Vai doer não, meu amor... eu sei fazer... tenho lubrificante... e depois, você bebeu vinho, está mais relaxada... você vai ver... não vai doer nem um pouquinho! - insisti.
- Tá bom... mas se eu falar pra parar você pára, tá? - ela falou finalmente, e vi que ela estava doidinha de tesão novamente. Bendito Tesão de Vaca! Peguei um lubrificante e, com a Rayanne deitada de ladinho, lambuzei bem a entradinha do cuzinho dela, passei também no meu pênis, deixando bem escorregadio.
Abracei ela por trás, encaixei a cabeça da rola bem em cima das preguinhas do ânus da minha cunhadinha e fui fazendo pressão. Até que "ploft", a cabeça entrou e ela soltou um longo gemido.
- Hunnnfff... de... ainnnnn... va... de... vagarrrr...!! - ela gemeu e fiquei parado dentro dela, esperando seu rabinho quentinho se acostumar com a minha presença. Eu estava no paraíso com aquele cuzinho super apertadinho, quase torando meu pau. E ela quietinha, gemendo baixinho, contraíndo o esfincter involuntariamente.
Com carinho eu fui beijando a nuca dela, a orelha, sussurrando coisas no ouvido dela, chamando ela de gostosinha, de cheirosa e, ao mesmo tempo, fui empurrando o pau um pouco mais.
- Ainnnnnn... dói... ainnnnn... está doendoooooo... hunnnfff...! - a Rayanne gemia gostoso, reclamando.
Segurei ela bem forte nos meus braços e fui enfiando, até que senti que meu pau estava todinho dentro daquele buraquinho quente e apertado. Oh, delícia de bundinha! Os pelinhos da nuca dela estavam todos arrepiados, e ela começou a empurrar a bundinha em mim, ditando o nosso rítmo.
- Soca, vai... ahhhhhh... soca gostoso... ohhhhhh... meu deusssss... está tão gostosooooo... ainnnnn... tão gostoso... Guto... no meu cú...! - ela murmurava e eu metia cada vez mais fundo e mais rápido. Quando percebi que ela estava gozando eu não me aguentei mais e gozamos juntos, gemendo alto e descontrolados. Fazia tempos que eu não gozava daquele jeito.
Fomos correndo para o banheiro tomar um banho às pressas, com medo de a minha esposa já estar acordando.
- Guto de deusssss... a gente não devia ter feito isso... ainnnnnn... a Gláucia vai descobrir isso e vai me matar... e matar você também...! - a Rayanne falava, desesperada.
- Eu sempre vou querer você pra mim, cunhadinha gostosa! - falei e a beijei, tentando tranquilizá-la. Nos enxugamos, vestimos nossas roupas e fomos para a sala. Liguei a televisão e minha esposa ainda estava dormindo profundamente. Tive ainda tempo de dedar a xoxotinha da Rayanne por mais um tempinho.
Então, passados mais uns 30 minutinhos, minha esposa acordou, um pouco confusa por causa do remédio. Disfarçamos como se estivesse tudo normal. No final realizei meu sonho de pegar minha cunhada novinha. Agora minha meta é pegar minha cunhada e minha esposa ao mesmo tempo. Isso eu vou conseguir e vou contar em um outro relato.