Evangélica e carente: peripécias sexuais com a missionária Lorrana!
Passados alguns dias desde aquele fim de semana inesquecível de pecados fraternais, Rafael partiu de volta para Feira de Santana na segunda-feira de manhã, carregando uma mochila leve e um sorriso secreto nos lábios que traía as memórias ardentes. Ele havia fodido a irmã com uma intensidade que ainda ecoava em seu corpo – as estocadas violentas na buceta dela, o cu virgem arrombado pela primeira vez, os gozos múltiplos que a fizeram esguichar como uma fonte descontrolada, deixando a cama encharcada de sucos misturados à porra grossa dele. "Mana, isso foi... loucura. Mas a melhor loucura da minha vida", murmurara ele ao beijá-la na porta, a mão apertando disfarçadamente a bunda redonda dela sob a saia, sentindo o calor residual do cuzinho latejante. Rayane acenou da varanda, os olhos verdes brilhando com cumplicidade, o corpo ainda dolorido e marcado: o pescoço salpicado de chupões roxos que ela escondia com lenços na igreja, a buceta inchada e sensível roçando contra a calcinha úmida, e o cu piscando com uma dor prazerosa que a fazia andar devagar, relembrando cada centímetro do pau do irmão esticando-a ao limite. "Volta logo, irmãozinho... sua mana vai sentir falta desse pau delicioso", sussurrou ela para si mesma ao vê-lo sumir na rua poeirenta de Camaçari, o sol baiano já escaldando o ar úmido como um lembrete de que sua luxúria não descansava. A semana seguiu em uma rotina aparente de normalidade evangélica: cultos matinais onde Rayane liderava o grupo de jovens com voz trêmula, orando por perdão enquanto flashes de incesto e bestialidade invadiam sua mente; noites solitárias masturbando-se no banheiro, os dedos enfiando fundo na buceta enquanto imaginava o nó do cachorro travando novamente ou o pau do vizinho Marcos batendo contra a parede. Erique retornara da viagem missionária na terça, alheio a tudo, murmurando versos bíblicos antes de virar para o lado na cama, deixando-a carente como sempre. Mas na quarta-feira, por volta das 10h, uma batida familiar na porta interrompeu sua manhã de lavar louça: era Lorrana, a missionária da igreja, uma mulher de 30 anos que Rayane conhecera nos cultos – alta e esguia, com 1,70m, pele clara contrastando com os cabelos loiros cacheados que caíam até os ombros, olhos azuis penetrantes cheios de uma devoção fingida, e um corpo curvilíneo escondido sob roupas recatadas: seios médios e firmes que esticavam as blusas brancas, cintura fina que se alargava em quadris arredondados, e pernas longas sempre cobertas por saias abaixo dos joelhos. Lorrana era solteira, dedicada ao ministério, mas Rayane sempre notara um brilho travesso nos olhos dela durante as pregações sobre pureza, como se escondesse desejos reprimidos sob a fachada de santa. "Rayane, querida! Vim te visitar... trouxe uns biscoitos caseiros e um chá de ervas que a pastora recomendou para acalmar o espírito", disse Lorrana com um sorriso amplo, entrando na casa com uma cesta na mão, o perfume floral dela misturando-se ao aroma de suor sutil do calor baiano. Rayane a recebeu com um abraço apertado, sentindo o calor macio dos seios dela contra os seus, um arrepio involuntário percorrendo sua espinha. "Que bom que veio, Lorrana! Erique tá no trabalho, a casa tá vazia... vamos passar o dia juntas, como irmãs em Cristo." Elas se instalaram na cozinha modesta, preparando o chá da tarde – folhas de camomila fervendo na água quente, o vapor subindo como fumaça de incenso profano – e almoçaram juntas: feijão tropeiro com linguiça defumada, arroz soltinho e salada de folhas frescas do quintal, rindo de fofocas leves da congregação enquanto o sol filtrava pelas cortinas, iluminando a pele clara de Lorrana como porcelana. Os dias seguintes se transformaram em uma rotina deliciosa e inesperada: na quinta, elas assistiram a filmes cristãos na TV da sala, sentadas lado a lado no sofá velho, as coxas roçando acidentalmente, o calor dos corpos se intensificando com o ar condicionado quebrado; na sexta, passearam pelo bairro, colhendo flores silvestres e conversando sobre a Bíblia, mas com toques de confidências pessoais que escapavam como sussurros proibidos. Elas tomavam chá da tarde todos os dias – bolos de fubá quentinhos, biscoitos amanteigados derretendo na boca – e se divertiam com jogos de cartas evangélicos, rindo alto até as bochechas doerem. Mas aos poucos, como um fogo lento se alastrando por palha seca, as conversas evoluíram para terrenos perigosos. Começou inocente: Lorrana confessando na quinta à noite, enquanto bebiam chá sob a luz fraca da sala, "Sabe, Rayane... às vezes me sinto tão sozinha no ministério. Os homens da igreja são tão... frios. Eu oro por um marido devoto, mas meu corpo... ah, Deus me perdoe, mas ele tem desejos que eu reprimo." Rayane, sentindo um formigamento familiar entre as pernas, assentiu com empatia, os mamilos endurecendo sob a blusa fina: "Eu entendo, irmã. Erique é bom, mas no leito... ele mal me toca. Eu me sinto carente, com vontades que a igreja chama de pecado. Tipo... imaginar toques mais intensos, beijos profundos, um pau grosso me enchendo até gozar gritando." As palavras escaparam ousadas, e Lorrana corou, os olhos azuis vidrados, mas não recuou – em vez disso, inclinou-se para frente, o decote da blusa revelando o vale entre os seios médios, suados pelo calor. "Eu também... sonho com isso. Na igreja, não podemos falar, mas eu quero sentir uma língua na minha buceta, dedos me abrindo, gozar esguichando como uma puta. Deus, perdoe minha boca suja!" Elas riram nervosas, mas o ar se carregou de eletricidade, os corpos se aproximando no sofá, as mãos tocando os braços uma da outra com carinhos "inocentes". Na sexta à tarde, durante o chá, a conversa esquentou de vez: Rayane descrevendo em detalhes explícitos seus desejos reprimidos – "Eu imagino um homem me fodendo de quatro, batendo na bunda até ficar vermelha, enfiando o dedo no cu enquanto mete fundo" – e Lorrana confessando, a voz trêmula e rouca: "Eu me masturbo pensando em mulheres também... seios macios, bucetas molhadas se roçando, chupando clitóris até a outra gritar. É errado, mas me deixa encharcada." Ambas sentiam o tesão crescer: Rayane com a buceta pingando sucos quentes na calcinha, o clitóris inchado latejando; Lorrana cruzando as pernas para apertar a coxa contra a vulva, os mamilos endurecidos marcando a blusa branca. No sábado à noite, após um filme romântico cristão que as deixou agitadas – as cenas de abraços castos evocando fantasias sujas –, o devaneio atingiu o pico. Sentadas no sofá, as luzes baixas, Lorrana murmurou: "Sabe, Rayane... eu sempre quis comparar... tipo, ver se minha buceta é normal. Na igreja, ninguém fala, mas eu sou depilada, inchada quando excitada." Rayane, o coração acelerado, assentiu com um sorriso safado: "Eu também... vamos mostrar uma pra outra? Só pra comparar, como irmãs." Elas se levantaram, nervosas mas excitadas, erguendo as saias ao mesmo tempo – Rayane revelando a buceta depilada e morena, lábios maiores inchados e rosados, o clitóris protuberante brilhando de umidade, sucos claros escorrendo pelas coxas internas; Lorrana expondo a sua, clara e rosada, com pelos loiros finos na parte superior, lábios menores proeminentes e úmidos, o cheiro doce de excitação preenchendo o ar. "Olha a sua... tão molhada, cheirando a tesão", sussurrou Rayane, os dedos tremendo ao tocar levemente os lábios de Lorrana, sentindo o calor pegajoso. "A sua é linda... inchada como a minha, querendo ser chupada", respondeu Lorrana, tocando de volta, os dedos circulando o clitóris de Rayane. O toque foi o estopim: elas se olharam nos olhos, os rostos corados, e se beijaram com fome voraz – bocas colidindo, línguas dançando em um emaranhado molhado, saliva trocada enquanto as mãos exploravam os corpos. "Vamos pro quarto, irmã... quero te foder como uma lésbica safada", gemeu Rayane, puxando Lorrana pela mão para o quarto de casal, a cama king size esperando como um altar de luxúria. Elas se despiram com urgência: Rayane arrancando a blusa de Lorrana, revelando os seios médios com aureolas claras e mamilos rosados endurecidos, chupando-os vorazmente, mordendo a carne macia até ela gemer alto; Lorrana puxando a saia de Rayane, expondo a bunda redonda e as coxas grossas, apertando as nádegas com força enquanto beijava o pescoço suado. No quarto, o ar abafado pelo calor, elas caíram na cama entrelaçadas, os corpos nus se roçando – peles suadas colando, seios se esmagando, bucetas úmidas se tocando acidentalmente. Rayane desceu primeiro, abrindo as pernas de Lorrana como uma flor proibida, o nariz inalando o cheiro almiscarado e doce da excitação dela: "Que buceta linda... rosada, pingando pra mim." Ela lambeu devagar no início, a língua larga traçando os lábios maiores, separando-os para chupar o clitóris protuberante com sucção ritmada, os dentes roçando levemente enquanto enfiava dois dedos na buceta apertada, bombando rápido e curvando para acertar o ponto G. Lorrana gritou, as mãos apertando os cabelos ondulados de Rayane, arqueando as costas: "Ahhh... sua língua na minha buceta... chupa mais, irmã safada... me faz gozar na sua boca!" Rayane intensificou, enfiando um dedo lubrificado no cuzinho virgem de Lorrana, sentindo o anel apertado contrair, esticando-o com movimentos circulares enquanto chupava vorazmente, o rosto encharcado de sucos. Lorrana gozou forte, esguichando jatos quentes na cara de Rayane, o corpo convulsionando, as paredes da buceta e do cu contraindo ao redor dos dedos: "Estou gozando... oh, Deus, perdoa... esguichando na boca da minha irmã de igreja!" Rayane bebeu avidamente, lambendo cada gota, o gosto salgado e doce na língua. Elas inverteram: Lorrana mergulhando entre as coxas de Rayane, lambendo a buceta morena com fome, a língua penetrando o buraco molhado enquanto chupava o clitóris inchado, enfiando três dedos na buceta e um no cu já experimentado de Rayane, bombando com rudeza. "Seu cu piscando no meu dedo... que puta evangélica você é... goza pra mim, Rayane!" Rayane gritou rouca, gozando em ondas violentas, esguichando na boca de Lorrana, os sucos escorrendo pelo queixo dela enquanto o cu contraía no dedo invasor. O ápice veio com a tesoura: elas entrelaçaram as pernas na cama bagunçada, as bucetas se roçando com fúria – lábios inchados colidindo, clitóris se esfregando em círculos molhados, sucos misturando-se em uma poça pegajosa no lençol, os quadris batendo ritmadamente como em uma dança lésbica profana. "Sente minha buceta na sua... roçando, esguichando juntas... ahhh, que delícia proibida!", gemeu Rayane, as mãos apertando os seios de Lorrana, pinçando os mamilos com força. Lorrana respondia, uma mão enfiando dedos no cu de Rayane enquanto roçavam: "Meu clitóris no seu... gozando molhado, irmã... encharca tudo!" Elas gozaram juntas em um clímax ensurdecedor, esguichando simultaneamente, jatos quentes se misturando entre as bucetas, encharcando a cama em uma poça viscosa e quente, os corpos tremendo em espasmos, lágrimas de prazer escorrendo enquanto gritavam nomes uma da outra. Exaustas e saciadas, elas se abraçaram na cama molhada, os corpos suados e pegajosos, beijando-se devagar. "Isso foi... nossa descoberta, Lorrana. Na igreja, ninguém sabe, mas aqui... vamos repetir sempre", sussurrou Rayane, os dedos ainda traçando a buceta encharcada dela. Lorrana assentiu, um sorriso safado: "Sim, irmã... minha buceta é sua agora. Que pecado delicioso." A nova paixão lésbica havia nascido, molhada e intensa, selando mais um capítulo na queda voraz de Rayane.
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