Eu tava casado com a mãe de Camila há quinze anos, mas o casamento já era um tédio do caralho. A gente mal transava, era só “boa noite” seco e cada um pro seu lado da cama. Quando a Camila, que nessa altura do campeonato já tinha trinta anos, terminou com o namorado babaca e pediu pra voltar pra casa uns seis meses atrás, eu disse “claro, filha, sua mãe vai adorar”. Mas por dentro… porra, eu sabia que ia ser problema. Ela chegou com mala, bunda empinada e aquele corpo de academia que não perdoa: peitos médios mas durinhos, cintura fina, coxas grossas e uma bunda que balançava só de andar. Trinta anos, doutoranda, esperta pra cacete, mas com uma cara de safada que eu nunca tinha reparado direito. No primeiro mês ainda foi normal. Depois… começou o show. Era inverno pra valer, frio de rachar, e a vadia resolveu usar shortinho daqueles de algodão, curtinho, subindo até a bunda toda hora. Eu tava na sala vendo jogo, ela passava pra cozinha: “Tô com fome, pai”. E o shortinho marcando a fenda da bunda, sem sutiã, mamilos furando a blusinha fina. Eu fingia que não via, mas meu pau já dava sinal de vida. Pior: ela começou a deixar as roupas no meu banheiro. Shortinho suado, calcinha fio-dental branca com mancha amarelinha no fundo, meias pretas. Um dia eu entrei pra tomar banho e vi a calcinha jogada no chão, ainda quente. Peguei sem querer, cheirei… porra, cheiro de buceta jovem, azedinho, misturado com perfume doce. Meu pau ficou duro na hora. Bati uma pensando naquilo, gozei forte pra caralho imaginando ela abrindo as pernas pra mim. Duas semanas atrás o negócio esquentou de vez. Tava eu no sofá, ela veio “pai, posso sentar aqui rapidinho?”. Sentou direto no meu colo, de shortinho, bundão quente encostando na minha virilha. Conversou besteira sobre o dia dela, mas rebolava devagarinho, como quem não quer nada. Meu pau traiu na hora — inchou, endureceu, ficou cutucando a bunda dela por baixo do tecido fino. Eu fiquei vermelho, constrangido pra porra, mas não falei nada. Ela sentiu, eu sei que sentiu, porque parou de falar um segundo e deu um sorrisinho safado. Depois levantou como se nada tivesse acontecido, mas deixou o cheiro dela no meu colo. Eu comecei a procurar sinais. Olhar mais demorado quando ela se abaixava pra pegar algo no chão. O jeito que ela me chamava de “pai” com aquela voz manhosa. As calcinhas cada vez mais molhadas no banheiro. Eu tava ficando louco, curioso pra caralho, mas ainda segurava a onda. Casado, né? Morno, mas casado. Ontem à noite o dique arrebentou. Eram quase onze horas. A mãe dela já tinha ido dormir no quarto lá em cima, roncando de leve depois do remédio. Eu tava na sala, luz baixa, lendo o trabalho de pós-graduação da Camila pro doutorado — um texto chato pra caralho sobre literatura contemporânea. Ela apareceu de shortinho preto minúsculo e uma regata branca fina, sem sutiã, mamilos escuros marcando o tecido. Cabelo solto, cheiro de banho recente. “Pai, me ajuda a revisar isso? Tá difícil pra mim sozinha.” Sentei no sofá de três lugares. Ela sentou do meu lado, mas logo esticou as pernas e colocou os pés descalços bem em cima das minhas coxas. Pés macios, unhas vermelhas, quentes. Eu comecei a ler em voz alta, corrigindo umas frases. Aí ela fez. Devagarinho, como quem não quer nada, arrastou o pé direito pela minha virilha. Primeiro de leve, depois com mais pressão. Meu pau, que já tava meio acordado só de ter ela perto, endureceu na hora — latejando, inchando dentro da calça de moletom fina. Ela sentiu a protuberância dura e não tirou o pé. Pelo contrário: começou a esfregar devagar, dedo grande pressionando a cabeça da minha rola por cima do tecido. Eu parei de ler. Olhei pra ela, voz rouca: “Camila… tira o pé daí, porra.” Ela não tirou. Olhou nos meus olhos com aquela cara de cachorra no cio, lábios entreabertos, e sussurrou: “Por quê, pai? Tá duro pra caralho… eu tô sentindo sua pica latejando. Você quer que eu tire mesmo?” Meu coração tava batendo na garganta. Eu tava suando frio, pau babando pré-gozo na cueca. Mas o tesão venceu. Segurei o tornozelo dela e, em vez de tirar, pressionei o pé dela mais forte contra minha rola. “Sua putinha… você tá fazendo isso de propósito desde que voltou, né? Deixando calcinha molhada no meu banheiro, sentando no meu colo… agora isso. Quer o quê? Quer que eu foda você?” Ela sorriu, safada pra caralho, e mordeu o lábio inferior. “Quero, pai. Quero sua pica grossa dentro da minha bucetinha apertada faz tempo. A mamãe não te dá mais, né? Eu vejo como você olha pra mim. Eu tô molhada pra porra só de sentir você duro assim.” Ela tirou os pés, mas só pra subir no meu colo de frente, montando em mim. Shortinho de lado, buceta quente e molhada encostando direto na minha rola por cima da calça. Começou a rebolar devagar, esfregando a fenda inchada na minha extensão dura. Eu agarrei aquela bunda redonda com as duas mãos, apertando forte, dedos afundando na carne macia. “Caralho, Camila… você é uma vadia mesmo. Olha como tá molhada… tá pingando no meu pau.” Ela gemeu baixinho, colando a boca no meu ouvido: “Sou sua vadia agora, pai. Quero você me comendo gostoso. Quero chupar essa pica até você gozar na minha garganta. Depois quero sentar e cavalgar até minha buceta engolir tudo.” Eu perdi o resto de juízo. Levantei ela no colo, levei pro quarto de hóspedes (o dela), joguei na cama de casal. Tirei o shortinho dela num puxão — calcinha fio-dental preta, encharcada, grude de tesão brilhando na virilha. Arrancou tudo. A buceta dela era linda pra caralho: lisinha, lábios grossos inchados, clitóris durinho aparecendo, melzinho escorrendo pela bundinha. Caí de boca. Chupei aquela buceta como um desesperado. Língua girando no clitóris, sugando os lábios, enfiando fundo na entradinha apertada. Ela segurava minha cabeça, rebolando na minha cara: “Ai, pai… isso, chupa minha bucetinha… lambe meu grelo, porra… tô louca pra gozar na sua boca… sua língua é melhor que qualquer pau que eu já comi…” Eu enfiei dois dedos nela, curvados, batendo no ponto G enquanto sugava o clitóris. Ela gozou forte, jorrando na minha boca, corpo tremendo, gemendo alto: “Porraaaa… tô gozando… pai… que delícia… me fode agora, me fode logo!” Tirei a calça. Meu pau pulou pra fora — 20 cm grosso, veias saltadas, cabeça roxa brilhando de pré-gozo. Ela olhou com olhos de puta: “Que pica linda… grossa pra caralho… vem, pai, me come.” Ela se ajoelhou na cama, virou de quatro, bundão empinado, buceta aberta piscando. Eu cuspi na mão, passei na rola e meti tudo de uma vez. Ela gritou de prazer: “Aaaahhh… que pauzão… tá me abrindo toda… fode, pai, fode essa buceta da sua enteada… me usa como uma vadia…” Comecei a meter forte, fundo, bolas batendo no clitóris dela. O barulho molhado de pica entrando e saindo enchia o quarto. Eu dava tapa na bunda, puxava o cabelo: “Toma, sua putinha… essa buceta é minha agora… vou te foder todo dia enquanto sua mãe dorme… você gosta, né? Gosta de levar rola do padrasto?” “Gosto pra caralho… sou sua puta particular… me fode mais forte… quero gozar de novo…” Eu meti mais rápido, uma mão no cabelo, outra apertando o seio. Ela gozou de novo, buceta apertando minha pica como um punho quente e molhado. Eu quase gozei, mas tirei. Virei ela de frente, abri as pernas dela no “V” e meti de novo, olhando nos olhos: “Agora vou gozar dentro… quer meu leitinho na buceta, vadia?” “Quero… enche minha bucetinha… me fode todinha e arromba, vaaai… eu sou sua, sou sua putinha…” Meti mais umas dez vezes fundo e gozei jorrando, jato atrás de jato, enchendo ela até transbordar. Ela gemeu junto, outro orgasmo pequeno apertando meu pau. Caímos suados, ofegantes. Ela virou pra mim, mão na minha rola ainda meia dura, lambuzada de porra e mel dela: “Isso foi só o começo, pai. Amanhã eu quero no cu. E depois… quem sabe a gente não chama a mamãe pra assistir?” Eu sorri, exausto, pau já dando sinal de vida de novo só de ouvir. “Você é o diabo, Camila. Mas porra… eu tô dentro.” E assim começou nossa safadeza secreta. Todo dia ela me provocava, deixava calcinha no banheiro, sentava no meu colo quando a mãe saía. E toda noite, enquanto a casa dormia, eu comia aquela buceta e aquele cu apertado até cansar. O casamento morno? Continuou morno. Mas minha vida… minha vida virou uma porra de filme pornô particular.
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