O sol tava queimando pra caralho naquela praia de Ipanema, mas eu nem sentia. Fazia oito anos que eu não via a tia Carla. Ela tinha 39 agora, mas parecia ter parado no tempo, porra. Corpo de academia todo dia, cintura fina pra caralho, peitos firmes que empinavam no decote e um bumbum grande, redondo, daqueles que balançam devagar quando ela anda. Rosto 10/10 mesmo: olhos verdes puxados, boca carnuda que parecia feita pra chupar, cabelo preto longo até a metade das costas. Quando ela me abraçou no aeroporto, eu já senti o cheiro dela – perfume caro misturado com creme de corpo – e meu pau deu um sinalzinho de vida dentro da bermuda. — Meu Deus, sobrinho! Você tá um homem agora, hein? — ela disse, apertando minha cintura com força. Eu retribuí o abraço, mas deixei as mãos descerem um pouquinho mais que o normal, sentindo a curva da lombar dela, aquela pele quente e macia. Não cheguei no bumbum ainda. Ainda. Passamos o dia inteiro juntos. Ela de biquíni preto fio-dental, daqueles que some entre as bandas da bunda. O tecido mal cobria as auréolas dos peitos, e o bumbum… caralho, o bumbum dela era uma obra de arte. Redondo, empinado, com uma pele bronzeada brilhando de protetor solar. Eu não conseguia parar de olhar. Tirei umas fotos escondido enquanto ela passava óleo nas pernas: clique discreto, zoom no rabo, no vão entre as coxas grossas e saradas. Meu pau já tava meio duro só de ver. A gente entrou na água rindo, brincando como se ainda fôssemos família normal. Mas eu não era mais criança. Eu era homem, e ela era a tia mais gostosa que o mundo já pariu. Na hora de pegar a boia gigante amarela, ela deitou de bruços primeiro, o bumbum empinado pro alto, as bandas separadas só o suficiente pra eu ver o risco do fio-dental desaparecendo no meio daquela carne macia. — Vem, sobe aqui atrás de mim, vai! — ela gritou, rindo. Eu subi. Meu peito encostou nas costas dela, minhas pernas entre as dela. E aí… porra. Meu pau já tava duro feito pedra desde que ela tinha passado óleo nos peitos na frente de todo mundo. Quando eu me ajeitei, a cabeça do meu pau – inchada, latejando dentro da sunga fina – encostou bem no meio das duas bandas daquele bumbum perfeito. Senti o calor da carne dela através do tecido molhado. Ela deu um leve tremor, mas não disse nada. Só fingiu que tava ajustando a boia. — Tá bom assim, tia? — perguntei, a voz rouca, empurrando devagar pra frente. Meu pau deslizou entre as bandas, pressionando bem no meio, sentindo cada centímetro daquela bunda gostosa. A água balançava a boia, e cada onda fazia meu pau esfregar mais fundo, a cabeça roçando bem onde o fio-dental sumia. Ela respirou fundo, mas manteve o tom leve: — Tá ótimo, filhote… só não escorrega, hein? Filhote. Porra, ela me chamando de filhote enquanto meu pau tava literalmente encaixado entre as bandas da bunda dela. Eu comecei a mexer devagar, fingindo que era só pra manter o equilíbrio. Cada movimento fazia a cabeça do meu pau pressionar mais forte, sentindo o calor da pele, o tecido molhado grudando. Eu conseguia sentir o formato do cu dela através da sunga fina – um buraquinho apertado, quente. Meu saco batia de leve nas coxas dela. O pré-gozo já tava saindo, molhando tudo. — Caralho, tia… você tá tão quente — eu sussurrei no ouvido dela, sem conseguir me segurar. Ela virou o rosto de lado, os olhos semicerrados, mordendo o lábio inferior. — Shhh… para de falar besteira, menino. A gente tá na praia. Mas ela não se mexeu pra sair. Pelo contrário. Ela arqueou um pouquinho a bunda pra trás, só um centímetro, mas foi o suficiente pra meu pau deslizar mais fundo entre as bandas. Eu senti o fio-dental sendo empurrado pro lado pela cabeça do meu pau. A pele dela era macia pra caralho, quente, molhada de água do mar e de suor. Eu comecei a dar umas estocadinhas curtas, discretas, como se fosse só a onda balançando. Cada vez que eu empurrava, a cabeça do pau roçava bem no cuzinho dela. Ela soltou um gemidinho baixo, quase um suspiro. — Porra… você tá sentindo isso, né? — eu falei baixinho, mordendo a orelha dela. — Meu pau tá duro pra caralho na sua bunda gostosa. Tá sentindo como ele tá latejando entre suas bandas? Ela não respondeu com palavras. Só apertou as pernas um pouco mais, prendendo meu pau ali, e mexeu o quadril devagar, esfregando a bunda pra cima e pra baixo no meu cacete. A boia balançava loucamente agora. Eu passei as mãos pela cintura dela, desci até o cós do biquíni e enfiei os dedos por baixo, apertando aquelas bandas macias com força. — Tia safada… você fingiu que não sentiu, mas tá molhada pra porra, né? Aposto que sua bucetinha já tá babando dentro desse fio-dentalzinho. Ela virou o rosto de novo, os olhos vidrados de tesão. — Cala a boca e continua… mas disfarça, seu puto. Tem gente olhando. Eu não aguentei. Tirei uma mão e puxei o fio-dental pro lado, expondo o cuzinho rosado dela. Meu pau pulou pra fora da sunga, cabeça vermelha, babando pré-gozo. Eu encostei bem na entradinha, pressionando devagar. Ela soltou um gemido mais alto: — Ai, caralho… seu pau é grosso pra porra… vai devagar, sobrinho… não enfia tudo de uma vez aqui na praia. Mas ela mesma empurrou a bunda pra trás. A cabeça do meu pau entrou uns dois dedos no cu dela, quente, apertado pra caralho. Ela mordeu o próprio braço pra não gritar. Eu comecei a meter devagar, só a cabeça entrando e saindo, enquanto a boia girava na água. A gente parecia só dois parentes brincando na boia, mas na verdade eu tava fodendo o cuzinho da minha tia ali mesmo, no mar, com gente passando a poucos metros. — Porra, tia… seu cu tá me engolindo… tá tão quente e apertado… vou gozar dentro de você se você continuar apertando assim. Ela virou o rosto, a voz rouca de putaria: — Goza, vai… enche o cu da sua tia de porra quente… mas não para de meter, seu safado. Eu quero sentir esse pauzão latejando dentro de mim. Eu segurei a cintura dela com as duas mãos e dei mais três estocadas curtas. Meu saco apertou e eu gozei pra caralho, jatos grossos enchendo o cu dela por dentro. Ela tremeu inteira, gozando também, a buceta pulsando mesmo sem eu ter tocado. O sêmen escorreu pra fora quando eu tirei o pau, misturando com a água do mar. A gente ficou ali, ofegante, fingindo que nada tinha acontecido. Mas quando voltamos pra areia, ela me olhou com um sorriso safado e sussurrou: — Hoje à noite, no meu apartamento… você vai comer minha buceta e meu cu direito, sem boia pra atrapalhar. E vai filmar tudo, porque eu quero ver depois como meu sobrinho me fodeu como uma vadia. Chegamos no apartamento dela à noite. Ela nem esperou fechar a porta. Tirou o shortinho e ficou só de biquíni, me empurrando pro sofá. — Vem, filhote… mostra pra tia quanto tesão você tem por essa bunda. Eu arranquei a sunga, pau já duro de novo. Ela se ajoelhou, pegou meu cacete com as duas mãos e começou a chupar como uma profissional. Língua girando na cabeça, engolindo até a garganta, babando tudo. — Caralho, tia… sua boca é uma boceta… chupa mais fundo, vai… engole o pau do seu sobrinho. Ela olhou pra cima, olhos lacrimejando: — Eu sou sua puta hoje… me fode a boca primeiro. Eu segurei o cabelo dela e meti até o fundo da garganta. Ela engasgou, cuspiu, mas pediu mais. Depois eu levantei ela, virei de costas e rasguei o fio-dental com os dentes. Enfiei dois dedos na buceta dela – molhada pra porra, pingando. — Olha o quanto tá ensopada… bucetinha da tia tá louca pra levar rola de parente. Eu meti de uma vez só. Ela gritou de prazer: — Ai, porraaa! Que pauzão grosso… rasga minha buceta, sobrinho! Mete fundo, vai! Eu comecei a socar forte, segurando na cintura, batendo as bolas no clitóris dela. O barulho molhado ecoava no apartamento. Depois eu tirei e enfiei no cu dela de novo, agora sem água pra atrapalhar. Ela rebolava pra trás, gemendo: — Isso, fode o cu da tia… me arromba toda… eu sou sua vadia particular agora. A gente fodeu a noite inteira. Eu gozei na boca dela, no peito, dentro da buceta e no cu mais três vezes. Tirei fotos e vídeos dela de quatro, bunda empinada, porra escorrendo de todos os buracos. Ela lambia tudo depois, olhando pra câmera: — Diz pra câmera que você ama foder sua tia gostosa… diz que vai voltar todo fim de semana pra me encher de leitinho. Quando amanheceu, ela tava deitada no meu peito, passando a mão no meu pau mole. — Da próxima vez a gente chama uma amiga minha da academia… aquela loira de bunda maior que a minha. Você vai comer nós duas ao mesmo tempo, filhote. Mas hoje… você já me destruiu. E eu adorei cada segundo.
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