Eu sou a Tainara, uma garota que cresceu numa casa simples, com pai, mãe e irmãos bagunçando tudo. Meu pai, o velho safado, sempre foi daqueles que adora uma cerveja no fim do dia, sentadão na poltrona velha da sala, assistindo futebol ou qualquer merda na TV. Ele é grandão, mãos calejadas de trabalhar na construção, e tem umas pernas fortes, tipo tronco de árvore. Eu, aos 18 anos, era uma pirralha curiosa, corpo se desenvolvendo, peitos firmes, bunda redondinha, e uma bucetinha que já começava a formigar só de pensar em coisas erradas. Tudo começou inocente, sabe? Tipo, brincadeira de família. Eu pulava no colo dele pra fazer "cavalinho", balançando no joelho dele enquanto ele ria e balançava a perna pra cima e pra baixo. "Vai, filhinha, cavalga o papai!", ele dizia, com aquela voz rouca de fumante. Mas aí, uma vez, eu senti algo diferente. Meu corpinho roçando naquela coxa dura, o atrito da calça jeans dele contra minha calcinha fina... puta merda, comecei a ficar molhada. Meu clitóris inchando, pulsando, e eu não parava de me mexer. Ele balançava mais forte, eu apertava as coxas em volta da perna dele, e de repente, bam! Um orgasmo daqueles que te faz ver estrelas. Meu corpo tremendo, a buceta contraindo, gozando ali mesmo, na frente da família, mas ninguém notava. Eu mordia o lábio pra não gemer alto, só um suspiro disfarçado de riso. Depois disso, virou vício. Eu esperava todo mundo distrair e montava de novo. "Papai, faz cavalinho!", eu pedia, com carinha de anjo. Ele sorria, abria as pernas um pouco, e eu subia, sentando bem no joelho dele, rebolando devagar no começo. Minha xoxota escorrendo, melando a calcinha, e eu sentia o pau dele endurecendo debaixo da calça, roçando na minha coxa. Ele nunca dizia nada, só respirava mais fundo, mãos nas minhas costas, fingindo que era só brincadeira. Mas eu gozava forte, cara, tipo um rio saindo de mim, ensopando tudo. Uma vez, eu tava sem calcinha – sem querer, juro, tinha esquecido depois do banho. Sentei direto, pele na pele, minha bucetinha raspadinha escorregando no joelho peludo dele. "Ah, porra, papai...", eu pensei, mas não disse. O atrito era insano, meu suco escorrendo pela perna dele, e eu gozei tanto que molhei a calça inteira. Ele só limpou depois, sem uma palavra. Anos se passaram, eu já com 25 agora, mas a parada nunca parou. Centenas de vezes, fácil. É nosso segredo sujo, sem conversa, só olhares. Ele bebe umas cervejas, fica ali na poltrona, olhos vidrados na TV, mas eu sei quando ele quer. Ele se inclina pra frente, joelho pra fora, tipo um convite silencioso. "Vem, putinha do papai", é o que eu imagino ele pensando. Eu vou, de shortinho curto ou saia, sem calcinha pra facilitar. Sento devagar, sentindo a pressão no meu grelo inchado. "Vai, rebola pra mim, filhinha safada", ele sussurra baixinho às vezes, quando a casa tá vazia. Eu monto, cavalgo aquela perna como uma vadia no cio, esfregando a buceta molhada, os lábios se abrindo, o clitóris roçando no osso dele. Uma noite recente, ele tava com umas latinhas vazias no chão, cheiro de cerveja no ar. Eu cheguei, coração acelerado, xana já pingando só de pensar. "Oi, pai", eu disse, sentando no braço da poltrona. Ele olhou pra mim, sorriu torto, e inclinou o joelho. Sem hesitar, eu montei, pernas abertas em volta da dele, minha saia subindo. Comecei devagar, rebolando, sentindo o calor da perna dele contra minha carne quente. "Isso, vai, monta no papai", ele murmurou, mão subindo pela minha coxa, apertando. Eu acelerei, esfregando mais forte, a buceta melada fazendo barulho de chap chap contra a calça. Meu grelo latejando, inchado como um botão pronto pra explodir. "Porra, pai, me faz gozar...", eu gemi baixinho, mordendo o lábio. Ele balançava o joelho pra cima, empurrando contra mim, e eu sentia o pau dele duro como pedra, latejando debaixo. "Vai, filhinha, enche o papai de porra tua", ele grunhiu, voz grossa. Eu rebolava louca, peitos balançando, mamilos duros roçando na blusa. O orgasmo veio como uma onda, meu corpo convulsionando, buceta esguichando, molhando tudo – a calça dele virando uma poça, meu suco escorrendo pela perna até o chão. "Ahhh, caralho, tô gozando no teu joelho, pai!", eu solucei, tremendo toda. Ele só segurou minha cintura, deixando eu cavalgar até o fim, sem parar. Depois, eu desço, pernas bambas, xana vermelha e inchada, e ele fica ali, calça ensopada, cheiro de sexo no ar. A gente nunca fala, mas eu sei que ele adora. É nosso ritual sujo, intenso, proibido. Toda vez que ele bebe, eu vou, monto, gozo, deixo tudo melado. É viciante, cara, essa porra de incesto disfarçado de brincadeira. Me faz sentir viva, safada, puta do meu próprio pai. E eu não paro, não. Quero mais, sempre mais e quem sabe um dia eu crie coragem e peça pra ele me foder intensamente de vez.
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