Cara, esses últimos meses têm sido uma merda pra dormir. Trabalho estressante, conta pra pagar, e minha esposa no turno da noite no hospital, saindo às sete da noite e só voltando de manhã. Eu ficava sozinho em casa com a Júlia, minha filha de dezenove anos, aquela morena gostosa pra porra que cresceu de repente e virou uma mulher de corpo escultural. Peitos firmes do tamanho de melões maduros, cintura fina, bunda empinada que balançava toda vez que ela passava de shortinho curto pela sala. Eu tentava não olhar, juro, mas às vezes o pau dava aquele latejada traiçoeira só de ver ela de calcinha fina saindo do banho. Fui no médico, reclamei da insônia, e o cara me deu umas pílulas fracas pra dormir, só pra relaxar o corpo. Nada forte, mas o suficiente pra me apagar em meia hora. Naquela noite específica, minha esposa já tinha saído pro trabalho, e a Júlia veio no meu quarto pra dar boa noite. Ela tava vestida com uma camisolinha de algodão fina pra caralho, quase transparente, que mal cobria as coxas grossas e deixava os bicos dos peitos marcando o tecido. O cabelo preto longo solto, perfume doce misturado com cheiro de banho fresco. Ela se aproximou da cama, sorriu aquele sorriso inocente e safado ao mesmo tempo, e viu o frasco de pílulas na mesinha de cabeceira. “Pai, tá tomando isso de novo? Cuidado pra não exagerar, hein”, ela disse, voz manhosa, enquanto pegava o frasco e lia o rótulo. Eu ri, guardei de volta rápido e falei que era só pra ajudar. Ela me deu um beijo na testa, demorou um segundo a mais do que o normal, e saiu rebolando pro quarto dela. Eu tomei uma pílula, deitei, e em trinta minutos o sono veio pesado, como um tijolo caindo na cabeça. Não sei quanto tempo passou. De repente, senti um calor úmido, molhado pra cacete, envolvendo minha rola. Um calor macio, língua girando devagar na cabeça, sugando leve. Meu pau já tava meio duro, latejando dentro daquela boca quente. Pensei na hora que era minha esposa chegando mais cedo do plantão, com vontade de dar uma mamada rápida antes de dormir. Abri os olhos só uma frestinha, devagar, pra não acordar de vez... e meu coração quase parou. Era a Júlia. Minha própria filha, quem criei e cuidei com tanto carinho e zelo, de joelhos na cama entre minhas pernas, com a boca cheia do meu pau. A camisolinha dela tava levantada até a cintura, mostrando a bundinha redonda e uma calcinha fio-dental preta enfiada no meio das nádegas. Os peitos grandes balançavam soltos enquanto ela subia e descia a cabeça, devagar, como se tivesse praticando. Os lábios carnudos esticados ao redor da minha rola grossa, saliva escorrendo pelo eixo, pingando nas minhas bolas. Ela chupava com gosto, língua girando na glande, sugando a cabecinha inchada e depois descendo até quase engolir tudo, a garganta apertando no fundo. Porra, o que eu fazia? Meu cérebro gritava “isso é errado pra caralho, é sua filha, acorda e para”, mas meu pau traidor inchou mais ainda, ficando ferro duro na boca dela. O tesão foi maior que tudo. Fechei os olhos de novo, fingi que ainda tava dopado pelo remédio, respiração pesada e ritmada. Deixei rolar. E caralho, como tava bom. Ela não tava só chupando por obrigação. A Júlia tava safada pra porra. Soltava uns gemidinhos baixinhos enquanto lambia, tipo “hmmm... que rola gostosa, papai... tão grossa e quente”. A voz dela era um sussurro rouco, pensando que eu tava apagado. Uma mãozinha delicada segurava a base do meu pau, bombeando devagar enquanto a boca trabalhava na cabeça. A outra mão tava entre as pernas dela, por baixo da calcinha, dedando a bucetinha depilada que eu conseguia ouvir molhada, fazendo barulhinho de boceta encharcada. Ela tirou o pau da boca um segundo, lambeu toda a extensão da rola de baixo pra cima, bem devagar, passando a língua quente nas veias saltadas, depois chupou uma bola, sugando leve, e voltou pra engolir tudo de novo. “Meu Deus, pai... se você acordasse agora ia me foder gostoso, né? Essa rola tá latejando tanto na minha boca... quero sentir você gozando na minha garganta”, ela murmurou, quase gemendo, enquanto acelerava o ritmo. A boca subia e descia mais rápido, garganta apertando, babando tudo. Saliva escorria pelo meu saco, molhando o lençol. Eu sentia o calor dela, o cheiro de buceta excitada misturado com o perfume dela. Meu pau pulsava, inchando mais, as bolas apertando. Eu queria agarrar a cabeça dela, enfiar até o fundo, mas continuei fingindo, só gemendo baixo como se fosse sonho. Ela tirou o pau da boca de novo, só pra bater a cabeça inchada na língua dela, fazendo barulho molhado, e disse baixinho, voz cheia de tesão: “Porra, pai, sua rola é maior que eu imaginava... tá tão dura pra mim... eu roubei uma pílula sua mais cedo pra você dormir pesado e poder chupar assim... desculpa, mas eu não aguento mais só me tocar pensando em você”. Então voltou a chupar com fome, garganta funda, nariz encostando na minha barriga, engasgando um pouco mas continuando, olhos lacrimejando de tesão. A mão dela agora apertava minhas bolas, massageando, enquanto os peitos dela roçavam nas minhas coxas. Eu não aguentava mais. O prazer subiu como uma onda quente. Meu pau inchou todo na boca dela, latejando forte. “Tô gozando, filha... caralho...”, pensei, mas não falei nada, só deixei o corpo tremer. Gozei pra caralho. Jatos grossos e quentes explodindo direto na garganta dela. Um, dois, três, quatro jatos pesados, porra grossa saindo sem parar, enchendo a boca da Júlia. Ela engoliu tudo, gulosa, sem desperdiçar uma gota, garganta trabalhando pra sugar cada porra que saía. “Hmmm... que porra gostosa, pai... tá tão quente e grossa... engoli tudo, viu?”, ela sussurrou depois, lambendo a rola limpinha, passando a língua na cabecinha sensível, tirando os últimos fios de esperma que escorriam. Ela ficou ali mais uns segundos, beijando o meu pau enquanto ia amolecendo, limpando com a língua devagar, como se não quisesse parar. Depois se levantou quietinha, a camisolinha ainda levantada, buceta brilhando de tesão entre as coxas. Vi ela passar os dedos na própria bucetinha, provar o gosto, e sair do quarto na ponta dos pés, porta fechando suave. Eu fiquei ali, olhos abertos agora no escuro, pau ainda latejando, coração batendo forte. Porra, o que eu fiz? Minha filha de dezenove anos acabou de me chupar até o último jato enquanto eu fingia dormir. E foi a melhor mamada da minha vida, melhor que qualquer coisa que minha esposa já fez. O gosto dela ainda tava no ar, o calor da boca gravado na minha rola. Meu pau deu sinal de vida de novo só de lembrar dos gemidinhos dela, do jeito que ela falou “rola do pai” com aquela voz safada. Não sei o que fazer amanhã. Devo falar com ela? Fingir que não aconteceu? Ou... caralho, talvez deixar outra pílula na mesinha de propósito e ver até onde ela vai. Porque sentir aquela boca quente da minha própria filha engolindo meu pau foi bom demais pra esquecer. O corpo dela, os peitos balançando, a bucetinha molhada dedando enquanto me chupava... eu tô duro de novo só de pensar. Amanhã a gente vê. Por enquanto, só sei que quero mais. Muito mais.
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