Era o meio das férias de julho e eu tava de volta na casa dos meus pais com meu irmão mais velho, o Lucas. Meu namorado, o Márcio, tinha ficado na capital trabalhando feito um louco, então eu tava livre pra curtir a cidade pequena, dormir até tarde e lembrar dos velhos tempos. Lucas e eu sempre fomos grudados pra caralho desde criança, mas nesses últimos anos tinha um clima estranho rolando entre nós — olhares que demoravam demais, toques “acidentais” que deixavam minha pele queimando. Ontem à noite a gente resolveu sair só nós dois pra balada, pra matar a saudade. Eu vesti um shortinho jeans curtinho que mal cobria a bunda e uma regatinha fina branca, sem sutiã porque tava calor pra porra. Ele tava de camisa aberta, cheirando a perfume caro misturado com suor de homem. A gente dançou coladinho na pista escura, o corpo dele roçando na minha bunda “sem querer”, as mãos grandes apertando minha cintura enquanto a música batia forte. Eu ria, bebia cerveja gelada direto do gargalo, mas lá no fundo minha xoxota já tava dando sinal de vida toda vez que ele sussurrava no meu ouvido “porra mana, você tá gostosa demais hoje”. No carro voltando pra casa, quase quatro da manhã, o silêncio era pesado. Ele dirigia com uma mão na perna, eu olhava de canto de olho pro volume na calça dele e fingia que não tava molhando a calcinha. Chegamos em casa tentando não fazer barulho, mas a fome bateu e fomos direto pra cozinha fazer um café rápido porque os pais queriam almoço cedo. Eu abri a geladeira rindo baixo, pegando gelo e derrubando uma xícara que fez um barulhão no chão. “Shiii, caralho, que merda”, eu soltei, rindo mais ainda. Lucas veio por trás, ainda com a camisa aberta mostrando o peito definido da academia, e colocou o dedo indicador bem nos meus lábios, pressionando de leve. “Cala essa boca gostosa, mana, senão vai acordar a casa toda, sua louca safada.” O dedo dele era quente, cheirava a cigarro e cerveja da noite. Naquele exato segundo, o clima mudou pra porra. O olhar dele, antes brincalhão, virou fome pura, os olhos castanhos escurecendo enquanto ele olhava pra minha boca entreaberta. Meu coração disparou, as pernas fraquejaram e eu senti um jorro quente molhar minha calcinha fina. Eu lambi o dedo dele sem pensar, devagar, e ele grunhiu baixo no fundo da garganta, um som rouco que fez minha xoxota pulsar forte. Ele não tirou o dedo. Em vez disso, aproximou o corpo, o peito quente encostando nas minhas costas, o pau já semi-duro roçando na minha bunda por cima da calça. “Você tá cheirando a putaria da balada ainda, mana… e tá me deixando louco pra caralho.” O dedo deslizou pro meu queixo, ele virou meu rosto devagar e colou a boca na minha num beijo faminto, língua invadindo tudo, chupando, mordendo meu lábio inferior. Eu gemi contra a boca dele, as mãos dele descendo pros meus peitos, apertando por cima da regata fina, beliscando os bicos duros que já tavam marcando o tecido. “Porra, olha esses peitinhos durinhos… tá de sacanagem comigo? Você quer que eu te foda aqui mesmo, né, sua cachorrinha?” Minha cabeça girava. “Lucas… eu tenho namorado… o Márcio…”, eu tentei sussurrar, mas saiu fraco pra caralho porque as mãos dele já tavam descendo pro meu shortinho. Ele abriu o botão com uma mão só, enfiou os dedos grossos por baixo da calcinha encharcada e roçou direto no meu clitóris inchado. “E o corno do Márcio que se foda. Olha só como você tá molhada pra mim, mana. Essa xoxota tá pingando, gulosa pra caralho pro pau do irmão.” Dois dedos entraram fácil, escorregando no mel que escorria pelas minhas coxas. Ele mexia devagar, curvando pra acertar aquele ponto que me fazia ver estrelas, o polegar girando no clitóris. O som molhado, ploc ploc ploc, ecoava na cozinha silenciosa. Eu me segurei na bancada de granito frio, empinando a bunda contra ele, gemendo baixinho “ai Lucas… que delícia… não para”. Ele me virou de costas bruto, empurrando meu corpo contra a bancada. O granito gelado bateu na minha barriga e nos peitos, arrepiando tudo. Com um puxão só, ele arrancou meu short e a calcinha pros joelhos, deixando minha bunda redonda e branca exposta pro ar frio. Eu ouvi o zíper dele descendo, o barulho do pau saindo, grosso, pesado, a cabeça inchada já babando pré-gozo. Ele roçou a pica quente entre minhas nádegas, subindo e descendo, batendo de leve na minha entrada melada. “Olha o que você fez com meu pau, sua safada. Tá latejando e doido pra arrombar essa bucetinha apertada. Vou meter sem camisinha mesmo, quero sentir você quente e molhada engolindo tudo.” Eu tremi inteira, o tesão misturado com culpa — o Márcio nunca me fodia assim, cru, sem pedir. Mas era isso que me deixava louca. Ele se ajoelhou rápido atrás de mim, abriu minhas pernas com as mãos fortes e deu uma lambida longa na minha xoxota, da entrada até o cu, chupando o clitóris com fome. “Hmmm, delícia de bucetinha, minha irmã… doce pra caralho.” A língua dele entrava e saía, os dedos abrindo meus lábios, sugando meu mel. Eu mordia o braço pra não gritar, a bunda empinada tremendo. Quando ele levantou, segurou meus quadris com força, encostou a cabeça grossa da pica na minha entrada e empurrou devagar, centímetro por centímetro. “Tô entrando, mana… porra que apertada… sente o pau do irmão te abrindo.” Era quente, grosso, as veias pulsando contra minhas paredes molhadas. Ele entrou até o fundo, as bolas batendo na minha pele, e ficou parado um segundo, grunhindo “hnnng… que xoxota gulosa do caralho”. Então começou as estocadas lentas e profundas, saindo quase tudo e metendo até o talo, devagar, saboreando cada segundo. O som molhado de pele contra pele enchia a cozinha — plap, plap, plap. O suor dele pingava nas minhas costas, o cheiro de sexo misturado com café e noite de balada. “Toma o pau do teu irmão, sua putinha traidora… melhor que o do teu namorado, né? Essa buceta foi feita pra mim.” Eu gemia baixinho, “sim Lucas… me fode mais fundo… arromba minha xoxota… eu sou tua”. Ele acelerou um pouco, uma mão descendo pra esfregar meu clitóris enquanto metia, a outra apertando meu peito. As estocadas ficavam mais fortes, o pau batendo no fundo da minha buceta, me enchendo completa. Meu corpo inteiro tremia, as pernas bambas, a bancada rangendo. Ele grunhia cada vez mais alto no meu ouvido, a respiração quente: “Tô quase… vou gozar… vou encher essa bucetinha de porra quente sem pedir porra nenhuma.” E não pediu mesmo — foi o que me deixou mais louca. Ele cravou os dedos na minha cintura, meteu fundo três vezes seguidas e explodiu. Jatos quentes, grossos, pulsando dentro de mim, enchendo tudo, transbordando pela minha xoxota inchada e escorrendo pelas coxas. “Aaaah porra… toma meu leitinho, mana… toda cheia do irmão.” Eu gozei junto, apertando o pau dele com força, ondas de prazer me fazendo ver estrelas, gemendo abafado contra o braço. O calor da porra dele era inacreditável, escorrendo quente, marcando que eu era dele agora. Ele ficou dentro de mim mais uns segundos, pulsando, depois saiu devagar. A porra escorreu num fio grosso pela minha perna, pingando no chão da cozinha. Ele me virou, me deu um beijo molhado e safado, sorrindo com aquele olhar de quem sabia que tinha me quebrado. “Porra, mana… você me deixou louco. E gostou né? De levar porra do irmão sem camisinha.” Eu ainda tremia, as coxas meladas, a xoxota latejando inchada. “Sim… você nem perguntou… me encheu toda… e eu adorei pra caralho.” A culpa pelo Márcio bateu leve, mas o tesão era maior. A gente limpou rápido com papel toalha, rindo nervoso com medo dos pais acordarem. Mais tarde, deitada na minha cama, ainda sentindo o esperma dele vazando devagar da minha buceta quando eu mexia as pernas, eu toquei minha xoxota inchada e sorri sozinha. O cheiro de sexo ainda tava na minha pele. “Quero que ele me foda todo dia dessas férias”, pensei. Quero acordar com a pica dele me abrindo de novo, quero engolir o pau dele no banheiro escondido, quero levar porra quente na boca, na xoxota, no cu se ele quiser. Quero repetir isso mil vezes, sem camisinha, até as férias acabarem e eu voltar pro Márcio com a buceta marcada pelo irmão. Mandei uma mensagem pra ele: “Vem no meu quarto mais tarde… tô com saudade já.” Ele respondeu só com um emoji de fogo. Eu sei que vai rolar de novo. E eu tô torcendo pra que dure o mês inteiro.
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