Eu sempre soube que meu pai era o homem da minha vida. Desde que a mamãe morreu, quando eu ainda era uma pirralha, fomos só nós dois. Ele trabalhou pra caralho, ganhou uma grana boa, me criou com tudo que eu precisava e nunca deixou nenhuma mulher tomar o lugar dele. Tentou uns casos, sim, mas sempre voltava pra casa e me colocava em primeiro lugar. Pra mim, ele era o exemplo perfeito: forte, barba bem aparada, mãos grossas de quem faz tudo em casa, aquele corpo de pai maduro, barriga levemente marcada de quem malha de vez em quando, mas com músculos reais, não de academia de rico. Ultimamente, porém, alguma coisa mudou dentro de mim. Comecei a olhar pra ele diferente. Não como filha, mas como mulher. Ele chegava do trabalho suado, camisa colada no peito largo, e eu sentia um calor subir pela buceta só de imaginar aquelas mãos me apertando. Uma vez eu o vi saindo do banho só de cueca boxer preta, e caralho... o volume ali era absurdo. Pauzão mesmo, grosso, marcando o tecido como se quisesse rasgar. Fiquei molhada na hora. Desde então, toda noite eu trancava a porta do quarto, pegava meu vibrador rosa grosso e imaginava ele me fodendo. “Papi, me come essa xereca virgem de verdade”, eu sussurrava enquanto gozava forte, apertando os peitos e mordendo o travesseiro e, sim, eu nunca tinha caído numa pica, porem perdi minha virgindade com muito esforço e sofrimento nesse meu vibrador rosinha. Achava que era doente, até achar um forum em uma rede social e ver que um monte de filha safada que fantasiava a mesma coisa. Aí veio o dia que mudou tudo. A TV do meu quarto pifou de vez. Em vez de esperar o conserto, arrastei minha bicicleta ergométrica pra sala, bem na frente da TV grande. Era fim de tarde, calor do caralho, eu vesti só um top de ginástica branco fininho e uma legging preta colada que marcava até a racha da bunda. Sem sutiã, óbvio. Comecei a pedalar forte, suor escorrendo pelo pescoço, descendo entre os peitos. Meus mamilos endureceram com o atrito e ficavam apontando pro tecido molhado, quase transparentes. A buceta roçava no selim a cada movimento, me deixando toda melada por dentro da calcinha fio-dental. Meu pai chegou mais cedo que o normal. Abriu a porta, largou a pasta e parou seco no meio da sala. Seus olhos desceram devagar pelo meu corpo: pernas abertas na bike, coxas grossas brilhando de suor, barriga lisinha, e aqueles dois morros duros dos meus peitos com os bicos duros feito pedra. Ele engoliu em seco, visivelmente. — Porra, filha... um pai não deveria ver a filha assim — murmurou, voz rouca, quase um rosnado. Mas ele não desviou o olhar. Ficou ali uns segundos a mais, o pau na calça começando a inchar visivelmente. Depois virou de costas rápido demais e foi pro banheiro. Ouvi o chuveiro ligar. Meu coração batia na garganta, a xereca latejando. Continuei pedalando devagar, imaginando ele se masturbando pensando em mim. Quando ele saiu do banho, foi o golpe final. Só com uma toalha branca amarrada na cintura, peito largo molhado, gotas escorrendo pelos pelos pretos do peito até a barriga. A toalha mal cobria o volume monstruoso entre as pernas — o pau meio duro empurrando o tecido, a cabeça quase aparecendo na fenda. Ele parou na minha frente, cheirando a sabonete e homem. Se inclinou e me deu um beijo no rosto... mas demorou. Os lábios quentes roçaram minha pele suada, a barba pinicando de leve. Senti o cheiro dele misturado com o meu suor. — Vai tomar banho também, princesa. Eu guardo a bike e faço uma comida pra gente — disse baixinho, voz grave, e passou o polegar no meu lábio inferior antes de se afastar. Meu banho foi uma putaria. Entrei no boxe tremendo. A água quente batendo nos peitos, descendo pela barriga. Abri as pernas, apontei o chuveirinho direto na xereca inchada. “Ai, caralho... papi...”, gemi sozinha, esfregando o clitóris inchado com dois dedos enquanto a água jorrava forte. Imaginei ele me pegando ali mesmo, me virando de costas e enfiando aquele pauzão grosso na minha buceta molhada. Gozei duas vezes seguidas, pernas bambas, gemendo o nome dele baixinho pra não ser ouvida. Saí enrolada numa toalha curta, cabelo molhado, bicos dos peitos marcando o tecido. Ele tinha feito macarrão com molho, mas a mesa estava posta só pra dois, luz baixa. Ele ainda estava só de short de moletom folgado, sem camisa. O pau balançava pesado toda vez que ele se mexia. Sentamos. Comemos em silêncio no começo, mas o ar estava carregado. Eu cruzava e descruzava as pernas, sentindo a calcinha nova já ensopada. — Você tá uma mulher linda pra caralho, sabia? — ele soltou de repente, olhando direto pros meus peitos. — Hoje na sala... porra, filha, eu tentei não olhar. Mas aqueles mamilos duros contra o tecido... me deixaram louco. Um pai não devia pensar essas coisas da própria filha. Eu senti o fogo subir. Larguei o garfo. — E se eu quiser que você pense, pai? E se eu já penso em você toda noite? — falei baixinho, voz safada. — Eu te vi de cueca aquele dia. Vi esse pauzão marcando. E fico me masturbando pensando em você me comendo. Ele parou de comer. Os olhos escureceram. Levantou devagar, a toalha do short já armando barraca grossa. — Vem cá, sua putinha safada. Puxou minha mão e me levantou. A toalha caiu no chão. Meu corpo nu contra o dele. Ele me beijou com fome, língua invadindo minha boca, barba raspando minha pele. Suas mãos grandes apertaram minha bunda, dedos abrindo minha racha, sentindo a umidade escorrendo. — Caralho, tá molhada pra cacete — rosnou no meu ouvido. — Essa xereca de filha é toda minha agora. Me jogou no sofá. Abriu minhas pernas grossas, se ajoelhou entre elas. O pau dele pulou pra fora do short: enorme, veias saltadas, cabeça roxa brilhando de pré-gozo. Uns 22 centímetros fáceis, grosso como meu pulso. Ele lambeu minha buceta de uma vez só, língua larga subindo do cu até o clitóris. — Hummm, que gostinho de filha safada. Tão doce e molhada... — chupou forte, sugando meu grelo, dois dedos grossos entrando na minha vagina apertada. — Porra, tá apertadinha. Nunca foi comida direito, né? Papai vai abrir essa bucetinha hoje. Eu gemia alto, rebolando na cara dele. “Ai, papi... chupa mais forte... lambe o cuzinho da sua filha também...” Ele obedeceu, língua descendo pro meu cu, rodando enquanto os dedos fodiam minha xereca sem parar. Gozei na boca dele, jorrando squirt no queixo barbado. Ele não esperou. Virou meu corpo de quatro no sofá, bunda empinada. Cuspiu na mão, esfregou no pau e encaixou a cabeça grossa na entrada da minha buceta. — Vai doer um pouquinho, princesa... mas papai vai te foder gostoso. Empurrou devagar. Centímetro por centímetro, abrindo minhas paredes. Eu gemia de dor e prazer misturados. “Ai caralho... tá me rasgando... pauzão do papi... mais fundo...” Quando ele enterrou tudo, bolas batendo no meu clitóris, eu já estava gozando de novo. Ele começou a meter forte. Ploc-ploc-ploc ecoando na sala. Mãos apertando meus quadris, puxando meu cabelo. — Toma, sua vadiazinha. Leva o pau do pai bem fundo nessa buceta gulosa. Olha como ela mama meu caralho... porra, que xereca apertada da porra! Eu rebolava pra trás, louca. “Me fode, papi... me usa como sua putinha, vai... enche sua filhinha de porra...” Ele metia cada vez mais bruto, suor pingando nas minhas costas. Mudou de posição: me sentou no colo dele, pau enterrado até o talo. Eu subia e descia, peitos balançando na cara dele. Ele mamava meus mamilos duros, mordendo de leve. — Goza no pau do papai, vai... — ordenou. Gozei gritando, vagina apertando ele como um punho. Ele aguentou mais um pouco, depois me jogou de costas, abriu minhas pernas no máximo e meteu como um animal. “Tô gozando, filha... toma toda a porra do pai!” Senti o jato quente explodindo dentro de mim, grosso, quente, enchendo minha buceta até escorrer pelas coxas. Ele ficou lá dentro, pulsando, me beijando molhado. Depois daquela noite, não teve mais volta. Ele me fodeu no banheiro enquanto eu escovava os dentes, pau na boca até engasgar. Me comeu na cozinha, me dobrando na pia e metendo por trás enquanto o café passava. Uma vez me acordou de madrugada, me virou de bruços e enfiou o pau no meu cu virgem depois de muito lubrificante e paciência — “Relaxa, princesa... papai vai te arrombar esse cuzinho gostoso também”. Doeu pra caralho no começo, mas depois virei uma puta do cu, pedindo pra ele gozar dentro da minha bunda. Hoje a gente vive assim. Ele me chama de “minha putinha caseira”, eu chamo ele de “papi tesão”. A casa toda tem cheiro de sexo. E toda vez que eu subo na bike ergométrica na sala, ele já sabe: é sinal que quero ser comida suada, molhada, sem dó. Porque sou filha dele, mas sou dele pra foder quando quiser. E eu nunca fui tão feliz.
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