Caralho, eu nunca imaginei que uma simples porta entreaberta ia foder com a minha cabeça pra sempre. Era uma noite quente pra porra, daquelas que o ar-condicionado mal dá conta e todo mundo tá de short fino em casa. Eu tava indo pro banheiro quando, sem querer, empurrei a porta do quarto da minha filha. Ela tinha acabado de fazer 18 anos, mas ainda chamava de filhinha no dia a dia, né? Coisa de pai. Só que ali... puta que pariu. Ela tava completamente pelada, curvada na frente do espelho grande do guarda-roupa, passando loção nas pernas. A bunda empinada pra cima, redonda, firme, brilhando com o creme que ela espalhava devagar. As coxas grossas, aquelas que eu nunca tinha notado de verdade, tremiam levemente enquanto ela deslizava as mãos pra baixo, subindo de novo, massageando a pele macia. Os peitos pendurados, mamilos rosados duros por causa do ar frio, balançando a cada movimento. E a bucetinha... caralho, eu vi tudo. Os lábios inchadinhos, lisinhos, com um fiozinho de pelos bem aparado logo acima. Ela tava de lado pro espelho, mas virou o rosto e me viu ali, parado como um idiota, pau já começando a inchar dentro da cueca. Eu congelei. Meu coração batia na garganta. Ela fingiu que não viu. Continuou passando a loção, mas eu juro por Deus que os movimentos dela ficaram mais lentos, mais provocantes. Ela abriu um pouco mais as pernas, como se quisesse que eu olhasse melhor. Eu vi o reflexo da xota dela no espelho, brilhando úmida, e meu pau deu um pulo. "Porra, sai daqui, seu doente", pensei. Virei as costas e saí correndo pro meu quarto, batendo a porta. Caí na cama, pau duro pra caralho latejando dentro da cueca. Tentei negar. "É minha filhinha, caralho, 18 anos ou não, não pode." Mas a imagem não saía da cabeça: aquela bunda empinada, a bucetinha rosada, os peitos balançando. Puxei o pau pra fora, grosso, veias saltadas, cabeça roxa inchada. Comecei a bater punheta devagar no começo, imaginando ela ali, curvada pra mim. "Sua putinha... abrindo as perninhas pro pai...", sussurrei baixo, com vergonha de mim mesmo. Acelerei, apertando o saco, pensando no cheiro de loção misturado com o cheirinho de xota fresca. Gozei forte pra porra, jatos grossos voando no peito, lambuzando tudo. Fiquei ali, ofegante, odiando a mim mesmo. "Eu sou um homem decente. Nunca traí minha esposa em 20 anos de casamento. Que merda eu tô fazendo?" Mas o tesão não passou. Na mesma noite, depois do jantar, eu tava inquieto. Minha esposa tava no sofá vendo TV, e minha filha desceu de shortinho curto e regata fina, sem sutiã, os bicos marcando o tecido. "Filha, tá a fim de assistir um filme?", perguntei, tentando disfarçar a voz rouca. Ela sorriu, inocente pra caralho, e disse: "Claro, pai! Qualquer coisa romântica ou de ação?" Minha esposa riu e se juntou: "Eu também vou, gente." Apagamos as luzes, pusemos um filme de ação qualquer na Netflix. Minha esposa, exausta do trabalho, apagou em 20 minutos, roncando baixinho no canto do sofá enorme. Minha filha se ajeitou no chão, aos meus pés, deitada de barriga pra cima com uma almofada na cabeça. "Tá confortável aí, filha?", perguntei, voz baixa pra não acordar a mãe. Ela só murmurou "uhum" e esticou as pernas longas, os pés quase encostando nas minhas coxas. O filme rolava, mas eu não via porra nenhuma. Só conseguia olhar pra baixo. O shortinho dela subia e descia com a respiração, revelando a curva da bunda. As coxas grossas, lisas, brilhando na luz fraca da TV. Meu pau começou a inchar de novo, apertando contra o short de moletom. Eu tava duro pra caralho, latejando. Me abaixei devagar, fingindo pegar o controle remoto que tinha caído. Minha mão roçou na panturrilha dela. Quente. Macia. Ela parou de se mexer na hora. Não puxou a perna. Não disse nada. Meu coração disparou. "Porra, o que eu tô fazendo?" Mas o tesão era mais forte. Desci mais a mão, acariciando a coxa dela por dentro, subindo devagar. A pele era sedosa, quente. Ela abriu um pouco as pernas. Só um pouquinho, mas o suficiente. Meu dedo roçou na virilha, bem na beirada do short. Senti o calor saindo da bucetinha dela. "Filhinha... você tá molhada?", pensei, louco. Comecei a esfregar devagar, por cima do tecido fino. Ela não reclamou. Pelo contrário. Os quadris dela se mexeram de leve, empinando contra minha mão. Eu olhei pra minha esposa. Dormindo pesado. Voltei pra ela. Puxei o shortinho de lado com dois dedos, devagar. A xota dela apareceu: rosada, inchada, já brilhando de tesão. Os lábios grandes, carnudos, molhadinhos. "Caralho, que buceta linda...", murmurei baixinho, só pra mim. Meu dedo médio deslizou entre os lábios, sentindo a creminha quente escorrendo. Ela tava encharcada. Esfreguei o clitóris devagar, circulando, apertando de leve. Ela mordeu o lábio, soltou um suspirozinho baixinho, quase um gemido abafado. "Hmmm... pai..." Isso me deixou insano. Enfiei o dedo meio dentro da xotinha apertada. Quente pra porra, sugando meu dedo. Comecei a foder ela devagar com o dedo, entrando e saindo, enquanto o polegar massageava o grelo inchado. Os sucos dela escorriam pela minha mão, pingando nos meus pés descalços. "Sua putinha safada... abrindo a bucetinha pro pai enquanto a mãe dorme do lado", pensei, pau latejando tanto que doía. Ela abriu mais as pernas, empinando a bunda de leve, me dando acesso total. Meu dedo entrava fundo agora, fazendo barulhinho molhado, ploc ploc ploc baixinho. Eu não aguentava mais. Puxei meu pau pra fora do moletom, grosso, veioso, cabeça babando pré-gozo. Comecei a bater punheta com a outra mão, rápido, olhando pra xota da minha filha brilhando nos meus dedos. Ela tava se mexendo mais agora, rebolando devagar contra minha mão, os peitos subindo e descendo na regata. "Goza pra mim, filhinha... molha o dedo do pai", sussurrei no escuro. E ela gozou. O corpinho dela tremeu todo, a xota apertou meu dedo como um punho, jorrando creminha quente que escorreu pelos meus pés, lambuzando tudo. Ela soltou um gemidinho abafado: "Aaaah... porra... pai...". Isso me quebrou. Gozei ali mesmo, jatos grossos de porra voando no chão, no sofá, pingando nos meus pés misturados com o gozo dela. Meu pau pulsava, esguichando sem parar, enquanto eu mordia a língua pra não gemer alto. Fiquei ali, ofegante, pau ainda meio duro na mão, dedo dentro da bucetinha quente dela. Ela fechou as pernas devagar, puxando o short de volta, mas não disse nada. Só virou o rosto de lado e ficou quieta, respirando pesado. Minha esposa roncava do outro lado, sem fazer ideia da putaria que tinha rolado aos pés dela. Eu não acredito que fiz isso. Eu sou um homem decente. Nunca traí minha esposa. Mas agora... caralho. A xota da minha filha de 18 anos ainda pulsava no meu dedo, os sucos dela escorrendo pelos meus pés. E o pior: eu queria mais. Queria enfiar meu pau grosso naquela bucetinha apertada, foder ela de quatro enquanto a mãe dorme, enchê-la de porra quente até transbordar. Aquela noite de filme mudou tudo. Eu sou um pai safado agora. E não sei se quero voltar a ser decente.
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