Voltei da faculdade mais cedo pra caralho, pois a professora da minha turma informou que houve um imprevisto e não pode ir aplicar a aula, o que de certa forma me frustrou bastante pois após a aula eu havia marcado um encontro com um boy que já queria sair a alguns meses. Me depilei toda, passei o meu melhor perfume, fiz meu cabelo e tudo mais, no entanto o cara é casado e só poderia sair de casa após o término da minha aula e exatamente por isso voltei mais cedo pra casa com a buceta pingando de desejo e tesão. O dia tava quente, eu suada, de shortinho jeans curto que mal cobria a bunda e uma regata fina sem sutiã, os bicos dos peitos já marcando o tecido porque o vento da moto tinha me deixado arrepia. Meu pai tava lá em cima, no escritório dele, trancado como sempre, batendo no teclado. Ele nunca desce antes das cinco, né? Pelo menos era o que eu achava. Joguei a mochila no canto da sala, me esparramei no sofá grandão da sala de estar e liguei a TV só de fundo. Uma coisa levou a outra. Comecei passando a mão na coxa, subindo devagar, sentindo o calor subindo pela pele. “Porra, tô precisando disso”, pensei. Fazia dois dias que não gozava direito, só uns dedinhos rápidos no banheiro da faculdade. Abri as pernas, puxei o shortinho pro lado e lá estava ela: minha buceta lisinha, já inchadinha de tesão só de imaginar. Passei o dedo médio bem devagar no clitóris, sentindo ele pulsar. “Hmmm... caralho, que delícia.” Molhei o dedo na boca e voltei, agora circulando mais rápido. O shortinho ficou todo de lado, a bucetinha exposta pro ar fresco. Comecei a enfiar um dedo, depois dois, sentindo o barulhinho molhado começar. Ploc. Ploc. Ploc. Tava encharcada pra porra. Os sucos escorrendo pela bunda, molhando o sofá. Gemia baixinho no começo, mas logo soltei a voz: “Aaaah... que gostoso, porra... mais fundo...” Foi aí que ouvi o barulho. Passos na escada. Meu coração quase saiu pela boca. “Merda, merda, merda!” Puxei o cobertor fino que tava no encosto do sofá e me cobri até o pescoço num segundo. As pernas ainda tremendo, a buceta latejando de tesão interrompido. Meu pai apareceu na porta da sala, sorrindo daquele jeito normal dele, camisa social aberta no colarinho, calça jeans folgada. — Oi, filha. Chegou cedo hoje? Fiquei vermelha que nem tomate. Tinha certeza que ele ia sentir o cheiro de buceta no ar. Minha voz saiu rouca: — É... só estudo. Nada de aula. Ele ficou ali uns segundos, olhando pra mim enrolada no cobertor, sem me mexer. Eu não conseguia nem sentar direito, os dedos ainda melados de porra entre as coxas. Ele só balançou a cabeça. — Beleza. Vou fazer um café. Quer? — Não, valeu... tô... tô assistindo uma coisa. Ele deu de ombros e foi pra cozinha. Fiquei ali parada, coração martelando. “Ele não viu nada, né? Impossível.” Mas a safadeza já tava na minha cabeça. Aquela sensação de quase ser pega... caralho, me deixou ainda mais molhada. Esperei uns minutos, doom scrolling no celular só pra fingir. Ouvi ele mexendo na cafeteira, depois silêncio. “Foi embora”, pensei. “Subiu de novo.” Joguei o cobertor pro lado, abri as pernas de novo, puxei o shortinho todo pro chão dessa vez. Buceta livre, inchada, brilhando de tesão. Enfiei três dedos de uma vez, fundo pra caralho. “Aaaahhh... porra, que delícia...” O barulho ficou alto agora. Ploc-ploc-ploc-ploc. Tava escorrendo tanto que pingava no sofá. Com a outra mão apertava o peito, beliscava o bico duro. Eu sou assim mesmo, exibicionista pra cacete. A ideia de alguém ver me deixa louca. Comecei a rebolar no dedo, imaginando um cara qualquer me olhando pela janela. Gemendo alto, sem vergonha: “Isso... mete mais... me fode com esses dedos... caralho, tô tão molhada...” Foi quando vi o movimento atrás da porta da cozinha. Uma sombra. Parei no meio do movimento, dedo ainda enterrado na buceta. O coração disparou. A porta se mexeu devagarinho e lá estava ele. Meu pai. Parado do lado da porta, meio escondido, mas olhando direto pra mim. Olhos fixos na minha buceta aberta, nos dedos melados, na cara de puta que eu tava fazendo. Ele não falou nada. Eu não falei nada. O ar ficou pesado, quente, carregado de porra. E então... eu simplesmente continuei. Não sei que demônio me possuiu. Fechei os olhos primeiro, mas só por um segundo. Depois abri e encarei ele. Enfiei os dedos mais fundo, abri mais as pernas, mostrei tudo. “Olha pra mim, pai... olha como tua filha tá safada...” Não falei em voz alta, mas pensei gritando. Meu clitóris tava enorme, latejando. Comecei a esfregar ele com o polegar enquanto os outros dedos entravam e saíam fazendo um barulho nojento de tão molhada. “Ploc... ploc... ploc... ploc...” Os sucos escorrendo pela coxa, pingando no chão. Eu rebolava devagar, mostrando a entrada da buceta piscando pra ele. Ele não saiu. Só ficou ali, respirando pesado, a mão apoiada no batente. Vi que a calça dele tava marcando. Um volume grande, duro pra caralho. Meu pai tava de pau duro me vendo me tocar. Isso me deixou insana. — Hmmm... caralho... — gemi alto, de propósito. — Tô tão molhada... olha isso... olha como pinga... Ele não se mexeu. Só olhou. E eu gozei. Gozei pra porra. O orgasmo subiu como uma onda quente, apertou minha barriga, minhas pernas tremeram. “Aaaahhh... porra... tô gozando... tô gozando no dedo... caralhooo!” Jorrava. Literalmente. Um squirt fino saiu junto com o gozo, molhando o sofá inteiro. Meu corpo convulsionava, buceta apertando os dedos, suco escorrendo até o chão. Gritei alto, sem controle: “Isso... isso... me olha gozando... aaaahhh!” Quando abri os olhos, ele ainda tava lá uns dois segundos. Depois virou de costas, foi mexer na cozinha como se nada tivesse acontecido. Ouvi o barulho da xícara, da colher. Subiu as escadas de novo, sem uma palavra. Nenhum grito, nenhuma bronca. Nada. Fiquei ali, ofegante, buceta ainda pulsando, suco escorrendo. “Puta que pariu... o que foi que eu fiz?” Mas ao mesmo tempo... caralho, foi o melhor orgasmo da minha vida. Saber que meu próprio pai me viu toda aberta, dedando até jorrar, e ele ficou olhando... e ficou de pau duro... me deixou louca de novo. Não deu nem cinco minutos. Eu já tava me tocando outra vez. Deitei de lado no sofá, bunda empinada pra porta da cozinha, caso ele resolvesse descer de novo. Dedos voando na buceta, pensando nele lá em cima, talvez com o pau na mão se masturbando pensando na filha safada. “Vai, pai... bate uma pra mim... olha o que tua filha fez pra você...” Gemia o nome dele baixinho agora: “Pai... me olha... me olha dedando essa bucetinha molhada... eu deixei, pai... eu deixei você ver tudo... porra, que delícia...” Gozei de novo, mais forte ainda. Mordi o travesseiro pra não gritar o nome dele alto. O corpo todo tremia, suava, a buceta contraía tanto que meus dedos quase não saíam. Quando terminei, fiquei ali, pernas abertas, gozo escorrendo pela coxa, sorrindo feito uma vadia. Eu sei que tô ferrada. Sei que isso é errado pra caralho. Mas puta merda... foi tão bom. E ele não falou nada. Nem uma bronca. Só olhou. E eu sei, no fundo, que ele gostou. Porque se ele tivesse descido de novo... eu não ia parar. Ia abrir mais as pernas, ia pedir pra ele chegar perto. Ia deixar ele ver de pertinho. Quem sabe até mais. Fiquei o resto da tarde ali no sofá, me tocando mais duas vezes só de lembrar do olhar dele. Rezando pra ele descer de novo. Rezando pra ele ter gostado da putinha da filha dele. Porque agora eu não consigo parar de pensar nisso. E da próxima vez... eu não vou só deixar ele ver. Eu vou querer que ele faça muito mais.
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