A rola grossa do meu filho!

Sou mãe solteira faz uns 15 anos, criei o Lucas praticamente sozinha. Ele tem 22 agora, voltou pra casa nas férias da faculdade porque o apê dele tá em reforma. Achei que ia ser chato ter ele aqui de novo, bagunçando tudo, mas puta que pariu… mudou tudo. O garoto cresceu pra caralho. Alto, corpo definido de quem malha todo dia, pele bronzeada, cabelo bagunçado daquele jeito que deixa a gente louca. E o pior — ou o melhor — é que ele trata roupa como se fosse opcional. Anda de cueca pela sala, sai do banho só com a toalha na cintura, às vezes nem isso. E eu, aos 42, me pegando olhando que nem adolescente tarada.
Tudo começou numa tarde de domingo. Eu tava na cozinha preparando o almoço quando ouvi o chuveiro ligado. A porta do banheiro ficava entreaberta, como sempre, porque o Lucas nunca se preocupa com essas coisas. Eu passei ali pra pegar uma toalha limpa e… meu Deus. Ele tava de lado, ensaboando o peito, mas o que me paralisou foi o pau dele balançando entre as pernas. Não era um pinto normal, não. Era um pauzão grosso, pesado, veias saltadas, cabeça rosada brilhando de água. Mesmo mole, devia ter uns 20 centímetros fáceis. Balançava pesado toda vez que ele se mexia, as bolas grandes penduradas, cheias. Eu fiquei parada, coração disparado, boceta latejando de repente. Fazia anos que eu não via um caralho daqueles. Meu ex era normalzinho, mas isso aqui… isso era coisa de outro nível. Abençoado, dotado pra foder até o fundo da alma.
Voltei pra cozinha tremendo, mas a imagem não saía da minha cabeça. Sentei no sofá fingindo ver TV, mas só conseguia pensar naquele pauzão balançando. Minha calcinha ficou molhada na hora. Eu, que sou mãe, olhando pro meu próprio filho como se ele fosse um macho pra comer. Me senti suja, mas ao mesmo tempo tão excitada que minhas pernas tremiam. À noite, quando ele saiu pra encontrar os amigos, eu corri pro meu quarto, tranquei a porta e me masturbei como uma desesperada. Dedos enfiados na buceta melada, imaginando aquele rola grossa me abrindo, me rasgando. Gozei gemendo baixo o nome dele: “Lucas… ai, filho da puta… que pauzão do caralho…”
A partir daí virou rotina. Ele voltava das aulas ou da academia, tirava a roupa na sala mesmo, ficava só de cueca boxer preta que mal continha aquele volume. Eu via o contorno da rola mole, às vezes até a cabeça marcando o tecido. Ele sentava no sofá de pernas abertas, pau descansando pesado entre as coxas, e conversava comigo como se nada. “E aí, mãe, como foi seu dia?” E eu ali, respondendo com a voz rouca, enquanto minha buceta pingava só de olhar. Uma vez ele se inclinou pra pegar o controle e a cueca escorregou um pouco. Vi o começo do pau, a base grossa, os pentelhos pretos aparados. Quase gozei ali mesmo.
Ele percebia que eu olhava? Acho que sim. Começou a demorar mais no banho, deixava a porta mais aberta. Uma manhã eu entrei pra escovar os dentes e ele tava lá, pau meio duro na mão, se ensaboando devagar. Não tava se masturbando, mas o caralho tava inchando, crescendo na palma dele. Ele me viu pelo espelho e só sorriu, sem pressa. “Desculpa, mãe, tô quase acabando.” Mas não cobriu. Ficou ali, rola latejando, ficando cada vez mais grosso. Eu saí correndo, mas tranquei no quarto e me fodi com dois dedos até gozar duas vezes seguidas, sussurrando “pauzão do meu filho… quero mamar esse caralho todo…”
A tensão foi crescendo. Uma noite, depois de um churrasco com uns amigos dele, ele voltou bêbado e quente. Tirou a camisa, a bermuda, ficou só de cueca. Sentou do meu lado no sofá pra ver filme. O pau dele tava semi-duro, marcando forte. Eu tava de camisola fina, sem sutiã, peitos pesados balançando. Ele olhou pros meus mamilos marcando o tecido e lambeu os lábios. “Mãe, você tá gostosa pra caralho hoje.” Eu ri nervosa, mas meu corpo traiu — boceta esquentou na hora. Conversamos besteiras, mas o ar tava pesado. Quando ele se espreguiçou, a cueca desceu um pouco e metade do pauzão pulou pra fora. Grosso, roxo, cabeça brilhando de pré-gozo. Ele não escondeu. Só olhou pra mim e disse baixinho: “Tá vendo o que você faz comigo, né?”
Eu não aguentei. Minha mão tremeu e foi direto. Toquei a cabeça quente, senti o peso, a veia pulsando. “Lucas… filho… que pauzão lindo da porra…” Ele gemeu, segurou minha nuca e puxou pra perto. “Chupa, mãe. Mama esse caralho que você tanto olha.” Eu caí de boca como uma vadia faminta. O gosto era salgado, macho puro. Enfiei o máximo que consegui, garganta abrindo, baba escorrendo pelo queixo. Ele segurava minha cabeça e fodia minha boca devagar: “Isso, mama o pau do teu filho… engole tudo, sua puta gostosa… ai que boca quente da mãe…”
Eu chupava com fome, lambendo as bolas pesadas, sugando a cabeça até ele tremer. Ele me levantou, rasgou minha camisola, me jogou no sofá de quatro. “Buceta da mãe tá molhada pra caralho, né? Olha como pinga.” Enfiou dois dedos grossos, me abrindo, esfregando meu ponto G enquanto eu gemia feito cadela no cio. “Lucas… fode tua mãe… me come com esse pauzão…” Ele cuspiu na palma, lubrificou a rola e encostou a cabeça na entrada. Empurrou devagar. Meu Deus, que delícia. Me rasgando, me enchendo até o fundo. Metade entrou e eu já sentia o útero. Ele segurou meus quadris e meteu tudo: “Toma, mãe… toma o caralho inteiro do teu filho… que buceta apertada e molhada da porra…”
Começou devagar, estocadas fundas, pele batendo pele, som molhado ecoando na sala. Eu rebolava pra trás, pedindo mais: “Mais forte, filho… me fode como uma vadia… goza dentro da buceta da tua mãe…” Ele acelerou, bolas batendo no meu clitóris, mão dando tapas na minha bunda. “Sua puta… minha mãe safada… vou encher essa buceta de porra…” Gozei primeiro, esguichando no sofá, corpo tremendo inteiro. Ele não parou. Virou-me de frente, levantou minhas pernas nos ombros e meteu de novo, fundo, olhando nos meus olhos: “Olha pra mim enquanto eu te fodo, mãe… olha o pau do teu filho te arrombando…”
Metia sem parar, suor pingando do peito dele no meu. Eu apertava os peitos, beliscava os mamilos, gemia alto: “Me usa, Lucas… sou tua puta agora… fode esse cu também se quiser…” Ele sorriu safado, tirou o pau melado e encostou na minha bunda. Cuspiu de novo e empurrou. O cu abriu devagar, ardendo gostoso. Ele entrou até o talo, me fodeu o cu com vontade enquanto esfregava meu clitóris. Gozei de novo, gritando o nome dele. Ele rosnou: “Tô gozando, mãe… toma toda a porra do teu filho…” Senti jatos quentes enchendo meu cu, pulsando, transbordando.
Depois disso virou rotina diária. Acordava com ele me chupando a buceta, me fodia na cozinha enquanto eu fazia café, me comia no chuveiro com aquele pauzão batendo fundo. Uma vez ele me fez mamar enquanto falava no telefone com a namoradinha dele: “Sim, amor, tô em casa… ahhh… mãe tá me ajudando aqui…” E eu engolindo tudo, engasgando quieta. Ele gozava na minha cara, nos peitos, dentro de mim. Me chamava de “mãe vadia”, “buceta do filho”, “puta caseira”. Eu respondia: “Vem, filho… enche a mamãe de leitinho quente…”
As férias acabaram, mas ele não foi embora. Arrumou um estágio aqui perto. Toda noite ele volta, tira a roupa, mostra aquele pauzão duro e diz: “Vem cá, mãe… a buceta tá com saudade do caralho do filho?” E eu vou, de joelhos, boca aberta, pronta pra ser fodida até não aguentar mais. Nunca me senti tão viva, tão mulher, tão safada. Meu filho dotado me transformou na puta mais feliz do mundo. E eu não quero que isso acabe nunca.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
A rola grossa do meu filho!

Codigo do conto:
256064

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
03/03/2026

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