Desde pequenos eu e minha irmã éramos grudados pra caralho. Contávamos tudo um pro outro, ríamos das mesmas merdas, e conforme a gente foi crescendo aquela confiança virou tesão puro. Começou com toques escondidos na adolescência, depois a gente passou a se chupar escondido no quarto. Eu lambia aquela bucetinha rosada dela até ela tremer, e ela metia meu pau na boca quente e chupava com vontade, engolindo até o fundo e babando tudo. Depois a gente se vestia e voltava a ser irmão e irmã normal na frente dos pais. Era nosso segredo sujo, e porra, como aquilo me deixava louco. Eu tinha 24 anos, ela 19, e o desejo só aumentava. Aquele dia foi o dia. Eu tava deitado na minha cama, só de short folgado, pau meio mole enquanto rolava o celular, porta aberta como sempre. Não precisava de privacidade nessa casa. De repente ela entrou, com aquele sorrisinho malicioso que eu conhecia tão bem. Shortinho jeans curtinho marcando a bunda redonda e empinada, camiseta fina deixando os biquinhos dos peitos durinhos aparecendo. “E aí, maninho? Mamãe e papai saíram pro supermercado e não voltam por umas boas horas. A casa é toda nossa, irmãozinho.” Meu coração deu um salto e meu pau já começou a inchar só de ouvir a voz dela. Sorri de volta, sentindo o tesão subir rápido. “Porra, mana, você tá com cara de quem quer aprontar. O que você tá querendo fazer com todo esse tempo livre, sua safada?” Ela se sentou bem do meu lado na cama, as coxas grossas roçando na minha perna, mexendo as mãos nervosa mas com os olhos brilhando de desejo. Desviou o olhar um segundo, mordeu o lábio inferior e soltou a bomba: “Eu quero… quero que você esteja dentro de mim hoje. De verdade. Quero sentir sua pica grossa me enchendo todinha, irmão.” Caralho, eu quase engasguei. Minha irmãzinha ainda era virgem, nunca tinha deixado nenhum pau entrar naquela bucetinha apertada, e agora ela tava me oferecendo tudo. Meu coração disparou, pau latejando forte contra o short. “Mana… você tá falando sério? Quer dar sua virgindade pro próprio irmão? Tem certeza absoluta? Não quero que você se arrependa depois, porra.” Perguntei umas cinco vezes, olhando fundo nos olhos dela. E toda vez ela respondia firme, voz rouca de tesão: “Sim, eu quero você. Quero que meu irmão me foda pela primeira vez. Tô molhada só de imaginar sua pica me arrombando devagar.” A gente se levantou pra quebrar aquela tensão nervosa que tava no ar. Começamos a nos beijar loucamente. Minha boca colou na dela, línguas se enrolando com fome, saliva misturando, gemidinhos baixos escapando. Ela se entregou total, corpo colado no meu, peitos apertando meu peito. Desci a mão devagar pro short dela, enfiei por dentro da calcinha fina e, caralho, a buceta dela tava encharcada. Os lábios inchados, mel escorrendo pelos dedos, clitóris durinho pulsando. “Olha só como você tá melada, sua vadiazinha. Essa bucetinha tá pingando pra caralho só de pensar no pau do irmão. Que cheiro gostoso de tesão, mana.” Tirei o short e a calcinha dela com um puxão só. Ela ficou ali nua da cintura pra baixo, buceta lisinha, rosada, com um fiozinho de lubrificação natural escorrendo pela coxa. Admirei aquilo como sempre: perfeita, apertada, virgem. “Que delícia de xota, irmã. Nunca me canso de ver essa bucetinha pedindo pra ser comida.” Ela, toda animada e safada, puxou meu short pra baixo. Meu pau pulou pra fora, duro pra caralho, cabeça inchada brilhando de pré-gozo, veias saltadas. “Nossa, que pica grossa e gostosa, maninho. Vou te chupar bem gostoso pra deixar ele babado, porque hoje você vai me foder sem nada, tá?” Ela se ajoelhou rapidinho, agarrou meu pau com a mãozinha quente e meteu na boca quente e molhada. Chupou com vontade, língua rodando na cabeça, sugando o pré-gozo salgado, descendo até engolir metade do pau e fazer barulho de sucção molhada. “Mmm… gosto do seu pau, irmão. Tá tão duro e quente pra mim. Vou babar tudo pra você entrar fácil na minha bucetinha virgem.” Lambia as bolas, chupava uma por uma, depois voltava pro pau, babando tudo, mão subindo e descendo enquanto olhava pra cima com aqueles olhos safados. Depois de me deixar todo melado, ela se deitou na cama, abriu bem as pernas, coxas tremendo de nervoso e tesão. Usou os dedos pra separar os lábios da buceta, mostrando tudo: o buraco apertado piscando, clitóris inchado, mel escorrendo. “Tô pronta, maninho. Enfia devagar. Quero sentir você me arrombando.” Me posicionei entre as pernas dela, pau latejando na entrada. Perguntei mais uma vez: “Tem certeza, mana? Se doer muito a gente para.” Ela olhou nos meus olhos, voz tremendo mas decidida: “Sim, eu quero você. Me fode, irmão. Enfia essa pica na minha bucetinha virgem agora.” Empurrei devagar. A cabeça do meu pau forçou a entradinha apertada pra caralho. Ela fez uma careta forte, unhas cravando nas minhas costas. “Ai, caralho… tá doendo um pouco, mas continua, por favor. Não para.” Parei um segundo, beijei o pescoço dela, sussurrei: “Tá tudo bem, mana? Sua buceta tá apertando pra caralho.” Ela assentiu, gemendo baixinho: “Continua… me abre devagar, irmão. Quero sentir tudo.” Empurrei mais, centímetro por centímetro. Senti a membrana cedendo, um pouco de sangue quente misturando com o mel dela. Ela gemeu alto, mistura de dor e prazer: “Porra… tá me rasgando gostoso… sua pica é tão grossa dentro de mim.” Entrei todo, até as bolas encostarem na bunda dela. Nunca senti nada tão apertado e quente na vida. Minha bucetinha de irmã pulsando em volta do pau, sugando. “Caralho, mana… você tá me apertando demais. Tão molhada, tão quente… tô fodendo minha própria irmã, porra, isso é errado pra caralho mas delícia.” Perguntei se podia me mexer. Ela assentiu, olhos vidrados de tesão: “Pode… me fode devagar primeiro, irmãozinho. Me usa.” Comecei a entrar e sair bem lento. Ela fazia caretas, mas logo os gemidos viraram de prazer puro. “Ai… assim… tá ficando bom… mais fundo, maninho.” Aumentei o ritmo aos poucos. O barulho molhado de pele batendo enchia o quarto, sangue e mel escorrendo pela coxa dela. “Porra, sua bucetinha tá apertando meu pau como se não quisesse soltar! Tão molhada, mana… geme pra mim, sua safada.” Ela começou a gemer alto, sem vergonha: “Me fode mais forte, irmão! Enfia essa pica grossa toda! Ai caralho, tá tão fundo… me arromba, me usa como sua putinha particular!” Eu gemia junto, suor escorrendo, pau latejando dentro dela. O tabu deixava tudo mil vezes mais intenso: “Caralho, tô comendo minha irmã virgem... realizando meu sonho… sua buceta é perfeita, mana. Tão apertada… vou gozar logo se continuar assim.” Alguns minutos de vaivém gostoso, ritmo acelerando, pele batendo forte, peitos dela balançando. Ela cravava as unhas, pernas enroladas na minha cintura: “Não para, irmão! Me fode mais rápido! Quero sentir você me enchendo… porra, tô quase gozando só com sua pica dentro!” Eu avisei, voz rouca: “Mana… tô quase...não tô aguentando mais… vou... vou.....vou gozar.” A gente tinha medo pra caralho de eu ejacular dentro, mesmo ela tomando remédio. “Tira e goza na minha barriga, irmão! Jorra toda essa porra quente em mim!” Saí rapidinho, pau brilhando de sangue e mel dela. Bati uma punheta rápida e explodi: jatos grossos de porra quente espirrando na barriga lisinha dela, no umbigo, escorrendo pros lados. “Toma, mana… toda minha porra pra você!” Ela pegou um pouco com o dedo, levou à boca e lambeu devagar, olhos safados: “Mmm… não tá ruim não, irmão. Salgado e quente. Da próxima vez quero na boca direto, vou chupar até a última gota, tá?” Limpei a barriga dela com lenços umedecidos, carinhoso, beijando a pele suja. Depois desci a boca pra aquela bucetinha vermelhinha, inchada e melada de sangue misturado com meu gozo. Chupei devagar no começo, língua rodando no clitóris, sugando os lábios. Ela gemeu alto: “Ai sim… chupa minha buceta agora, maninho… lambe tudo… que delícia.” Meti a língua fundo, saboreando o gosto dela, chupando forte o clitóris enquanto dois dedos entravam e saíam. Ela tremeu inteira, mãos no meu cabelo: “Mais rápido… tô quase… porra, irmão, me faz gozar na sua boca!” Chupei com tudo, sugando, lambendo, até ela arquear as costas e gritar: “Tô gozando, caralho! Ai meu irmão… que delícia!” O corpo dela convulsionou, buceta pulsando na minha boca, mais mel jorrando. Ficamos deitados nus, suados, beijando devagar, línguas preguiçosas. Meu pau ainda meio duro encostado na coxa dela. Ela sussurrou no meu ouvido, voz satisfeita: “Adorei, maninho. Quero fazer isso de novo… várias vezes. Você me fode quando quiser agora.” Eu sorri, abraçando ela forte: “Pode deixar, mana. Da próxima eu gozo na sua boca e a gente experimenta mais sacanagem. Essa bucetinha agora é minha.” A gente ficou ali um tempo, corpos colados, coração batendo junto, sabendo que o segredo tinha virado algo muito maior. E eu já tava contando as horas pra repetir.
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