Minha filhota voltou a morar comigo, e.....

Desde que a Julia voltou pra casa, faz uns dois meses, minha vida virou um inferno gostoso. Ela tinha 20 anos agora, corpo de puta que parece feito pra dar tesão em qualquer macho. Morou com a mãe uns anos, brigou feio com o novo namoradinho dela — sei lá que porra aconteceu, ela não quis contar direito —, e do nada apareceu na porta com duas malas e aquele sorriso safado de quem sabe que tá gostosa pra caralho. “Pai, posso ficar aqui um tempo? A mãe tá insuportável.” Claro que sim, filha. Claro que sim, meu amor. Que saudades papai estava.
Julia me abraçava forte e o contato faz meu pau endurecer, no entanto disfarcei bem.
"Tambem estava com saudades, papai."
No começo eu tentava me controlar. Trabalhava o dia todo, chegava cansado, mas aí ela aparecia na sala de shortinho curto, aquelas coxas grossas, a bunda empinada balançando enquanto ia pegar água na geladeira. Os peitos dela, meu Deus, dois melões pesados que balançavam livres por baixo da regata fina, mamilos marcando o tecido quando o ar-condicionado batia. Eu me pegava olhando e meu pau inchava na calça sem pedir licença. “Porra, que filha mais gostosa eu criei”, pensava, e ia pro banheiro bater uma punheta rápida imaginando aquela bucetinha apertada.
Não demorou pra eu virar um cachorro no cio. Comecei a rondar o corredor quando ela chegava do banho. Ela saía do chuveiro só de toalha enrolada no corpo, cabelo molhado pingando nas costas, pele brilhando de creme. Eu fingia que tava indo pegar alguma coisa na cozinha, mas na verdade parava no escuro do corredor e tentava ver. Ainda não tinha visto nada de verdade, só um pedaço de coxa, a curva da bunda quando a toalha subia um pouco. Mas já era o suficiente pra eu ir pro meu quarto, fechar a porta e socar o pau até gozar pensando nela de quatro, pedindo pro pai meter.
Ontem à noite foi o que me quebrou de vez. Ela chegou tarde, rindo alto com um cara qualquer que ela conheceu na faculdade. Alto, tatuado, cara de quem fode gostoso. “Pai, esse é o Victor, ele vai dormir aqui hoje, tá bom?” Tá bom porra nenhuma, mas eu só balancei a cabeça e fui pra sala fingir que assistia TV. Eles entraram no quarto dela, que fica bem do lado do meu, só um corredor fino separando. A porta fechou, mas não trancou. E aí começou o show.
Primeiro foram os beijos molhados, aqueles estalos que dava pra ouvir claramente. Depois os gemidos baixinhos dela. “Ai, Victor… para de morder meu pescoço, caralho…” Eu já tava duro só de ouvir. Levantei do sofá devagar, coração martelando, e fui pro corredor na ponta dos pés. Parei bem na frente da porta entreaberta — só uma fresta, mas o suficiente. A luz do abajur tava acesa, e eu vi tudo.
A Julia tava de quatro na cama, bunda pra cima, shortinho já jogado no chão. O Victor atrás dela, pau pra fora, grosso e veioso, esfregando na bundinha dela. “Tá molhada pra mim, safada?”, ele perguntou, e ela respondeu com aquela voz rouca que eu nunca tinha ouvido: “Tô pingando, porra. Enfia logo esse caralho todo na minha buceta, vai. Me fode gostoso que eu tô louca pra gozar.”
Ele meteu de uma vez. Eu ouvi o barulho molhado da buceta dela engolindo o pau inteiro. “Aaaahhh, que delícia… assim, mais fundo!” Ela gemia alto agora, sem vergonha nenhuma, a cama batendo na parede. Eu fiquei ali, pau latejando dentro da calça, mão tremendo. Baixei o zíper devagar e comecei a bater punheta no ritmo deles. Cada estocada que ele dava, eu puxava o meu pau com força. “Sua puta gostosa”, ele rosnava, “essa buceta tá apertando meu pau pra caralho.” E ela respondia: “É pra você, amor… me enche de porra, goza dentro de mim!”
Eu tava babando de tesão e de raiva ao mesmo tempo. Aquele filho da puta tava comendo a minha filha ali do lado, e eu só conseguia imaginar que era eu metendo nela. Fiquei ali uns vinte minutos, ouvindo tudo: o barulho de pele batendo, o som molhado da buceta dela, os gemidos cada vez mais altos. “Vou gozar… porra, Victor, tô gozando no seu pau!” Ela gritou, corpo tremendo. Ele deu mais umas estocadas fortes e gozou também, rosnando como animal. Eu gozei junto, jatos grossos de porra batendo no chão do corredor, joelhos moles.
O cara saiu de madrugada. Eu ouvi a porta da frente bater. Fiquei deitado na cama, pau ainda semi-duro, pensando nela deitada lá, buceta cheia de porra alheia, provavelmente ainda molhada e aberta. Não consegui dormir direito. De manhã, quando acordei, o tesão tinha virado uma obsessão.
Ela levantou cedo, foi pro banho. Eu já tava no corredor de novo, coração na boca. Dessa vez a porta do banheiro ficou entreaberta — talvez de propósito, sei lá. Ela saiu do boxe pelada, sem toalha dessa vez. Puta que pariu. O corpo dela brilhando, gotas d’água escorrendo pelos peitos grandes, mamilos rosados duros. A buceta lisinha, ainda inchada da foda de ontem, lábios carnudos entreabertos. A bunda redonda, perfeita pra dar tapa. Eu não aguentei.
Entrei no banheiro sem bater. Ela se virou, assustada, mas não cobriu nada. Só sorriu aquele sorriso safado. “Pai… você tá me olhando faz tempo, né? Eu sei. Sinto seu olhar queimando quando eu saio do banho. Ontem… você ficou ouvindo eu foder com o Victor, não ficou?”
Eu não respondi com palavras. Meu pau já tava duro pra caralho dentro da cueca. Avancei, segurei ela pela cintura e puxei pro meu corpo. “Filha da puta… você sabe o que tá fazendo comigo.” Ela riu baixinho, mão descendo e apertando meu pau por cima da cueca. “Sei sim, papai. E eu adoro. Tô louca pra sentir esse caralho grosso que eu via você batendo punheta pensando em mim.”
Não teve mais conversa. Eu tirei a cueca, pau saltando pra fora, cabeça vermelha e babando pré-gozo. Ela se ajoelhou ali mesmo no chão molhado do banheiro, olhou pra cima com aqueles olhos de puta e engoliu meu pau até o fundo da garganta. “Mmmmmm… que pauzão gostoso do papai”, murmurou com a boca cheia, babando, chupando com vontade. Língua girando na cabeça, mão massageando as bolas. Eu segurei o cabelo dela e fodi sua boca devagar, fundo, sentindo a garganta apertar. “Chupa gostoso, sua filha safada… engole o pau do pai.”
Ela gemeu com o pau na boca, vibração me deixando louco. Depois se levantou, virou de costas e empinou a bunda no meu pau. “Me fode agora, pai. Me come como você sonha faz tempo. Essa buceta é sua.” Eu cuspi na mão, passei no pau e meti tudo de uma vez. Caralho, que buceta quente, apertada, molhada pra caralho. Ela gritou de prazer: “Aaaahhh porra… que pauzão… me rasga, papai! Me fode forte!”
Eu metia com tudo, mãos apertando aqueles peitos pesados, dedos beliscando os mamilos. O barulho molhado ecoava no banheiro. “Tá gostando, filha? Tá gostando do pau do pai te arrombando?” “Tô amando, caralho! Mais fundo… me enche de porra, pai! Goza dentro da sua filhinha safada!” Eu dei tapas na bunda dela, vermelhas marcando a pele clara. Meti mais rápido, sentindo as bolas batendo na buceta inchada.
Virei ela de frente, levantei uma perna e meti de novo, olhando nos olhos. Beijei aquela boca suja, língua dançando enquanto eu socava. “Eu te amo, filha… mas agora eu vou te foder todo dia.” Ela gozou primeiro, buceta apertando meu pau como um punho, jorrando melzinho nas minhas bolas. “Tô gozando no pau do meu papai......que gostoso, mais, mais, maaaaais… aaaahhh porraaa!” Eu não aguentei. Dei mais três estocadas fortes e gozei jatos grossos, enchendo a buceta dela até transbordar, porra escorrendo pelas coxas.
A gente ficou ali, ofegante, meu pau ainda dentro dela. Ela sorriu, me beijou de leve e sussurrou: “Agora que eu voltei pra casa de verdade, pai… pode espiar quanto quiser. E foder quando quiser também. Essa buceta é sua.”

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Comentários


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casalbisexpa Comentou em 02/03/2026

amo incesto




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Minha filhota voltou a morar comigo, e.....

Codigo do conto:
255981

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
02/03/2026

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