Sendo perversa com meu pai!

Eu sou a Milena, 20 anos, corpo bem feito, peitinhos empinados que cabem na mão de um homem, bundinha redonda e firme que balança quando eu ando de propósito. Natal na casa do meu pai sempre foi uma festa cheia de gente, mas esse ano eu tava com um fogo danado no rabo. Tudo começou por causa de uma selfie picante que eu mandei sem querer pro grupo da família ontem à noite. Eu tava deitada na cama só de camisola fina, decote baixo pra caralho, um mamilo quase escapando, e cliquei sem pensar que tinha mandado pro meu pai também. Ele viu. E o safado não só viu como me respondeu de madrugada com uma foto da rola dele dura pra dedéu dentro da cueca branca apertada. Caralho, o volume era enorme, a cabeça grossa marcando o tecido, uma mancha de pré-gozo no meio. Meu corpo inteiro esquentou na hora. Eu respondi com um emoji de fogo e fingi que foi acidente, mas por dentro eu já tava molhada só de imaginar aquela pica toda pra mim.
Hoje, dia de Natal, a casa tava lotada de tios, primos, todo mundo bebendo e rindo. Eu escolhi o vestido perfeito pra provocar: curtinho, daqueles que mal cobrem a bunda, vermelho vivo pra chamar atenção. Sem calcinha nenhuma, óbvio. Minha bucetinha lisinha, recém-depilada, ficava roçando no ar toda vez que eu mexia as pernas. Eu me certifiquei de sentar bem na frente dele, na poltrona oposta, cruzando e descruzando as pernas devagar. Na primeira vez que abri um pouco, ele viu tudo: os lábios rosados inchados, o brilhinho do mel escorrendo porque eu já tava excitada só de saber que ele tava olhando. O pai engoliu seco, os olhos grudados na minha xoxota exposta. A rola dele marcou na calça jeans na hora, uma barraca enorme que ele tentou disfarçar com o guardanapo. Eu sorri inocente, mordi o lábio e abri mais um pouquinho, deixando ele ver o clitóris inchadinho. “Ops, desculpa pai, o vestido subiu”, eu falei baixinho quando ninguém tava olhando, mas ele sabia que era de propósito. Durante o jantar eu ainda dei mais duas mostradas, uma vez abrindo as coxas bem devagar enquanto pegava a travessa de peru, deixando ele ver minha bucetinha piscando de tesão. Ele ficou duro o tempo todo, eu via o pau latejando por baixo da mesa. A madrasta, a Helen, tava do lado dele e não desconfiou de nada, coitada.
Quando finalmente todo mundo foi embora, só sobramos eu, ele e a Helen. Ela disse que precisava correr na loja comprar leite e pão pro café da manhã, que tinha esquecido. “Volto em uns 15 minutos”, falou, pegando a chave do carro. Meu coração disparou. Eu fui pra cozinha limpar a louça, o vestido ainda curto, a bunda quase aparecendo toda vez que eu me curvava na pia. O pai entrou logo atrás de mim, bem perto. Eu sentia o calor do corpo dele nas minhas costas. Meu cu apertou de nervoso e tesão misturados. Ele ficou ali, respirando pesado, e finalmente falou baixo, rouco: “Por que você tá sendo uma provocadora tão safada comigo hoje, Milena? Mostrando essa bucetinha molhada pra mim na frente de todo mundo… tá querendo deixar o pai louco?”
Eu tremi inteira. Virei um pouco o rosto, ainda com as mãos na louça, e respondi com a voz manhosa: “Talvez eu esteja com ciúmes da Helen, pai… ela te tem todo dia e eu só fico imaginando essa pica grossa que você me mostrou ontem.” Ele não esperou mais. Chegou colado, o pau duro encostando na minha bunda por cima do vestido, e deu um beijo quente no meu pescoço. Caralho, aquilo é meu gatilho instantâneo. Meu corpo inteiro derreteu. Um arrepio subiu da coluna até a cabeça, minha bucetinha contraiu e soltou um jorro de mel quente que escorreu pela coxa. Eu gemi baixinho e levei a mão pra trás, agarrando aquela rola por cima da calça jeans. “Porra, pai… tá tão dura… tão grossa… eu quero sentir ela pulsando na minha mão.”
Ele rosnou no meu ouvido: “Sua putinha safada… filha da puta provocadora… olha o que você fez com o pau do papai o dia inteiro.” Eu abri o zíper dele com as mãos tremendo de excitação, lutei com o botão, puxei a cueca pra baixo e lá veio aquela pica monstruosa pulando pra fora. Grossa pra caralho, veias saltadas, cabeça roxa brilhando de pré-gozo, pelo menos 22 centímetros latejando no ar. Eu agarrei firme, a pele quente e macia deslizando na minha palma, e comecei a bater punheta devagar, apertando a base enquanto ele gemia. “Que pauzão gostoso, pai… tá babando todo… olha isso, tá melando meus dedos.”
A mão dele subiu por baixo do meu vestido curto, subiu direto pras minhas coxas e encontrou minha bucetinha encharcada. Dois dedos grossos abriram meus lábios e entraram fundo, sem aviso. Eu soltei um gemido alto: “Aaaah, caralho… me fode com esses dedos, pai… minha xota tá pingando por você o dia todo.” Ele metia e tirava rápido, o som molhado ecoando na cozinha, o polegar roçando meu clitóris inchado. Eu tava doida, rebolando na mão dele, a bunda empinando pra trás pra sentir mais. Meu suco escorria pelo pulso dele. “Você é uma vadiazinha mesmo, Milena… bucetinha apertada da minha filha… tá molhada que nem uma puta no cio. Quer que o pau do papai te coma aqui na pia?”
Eu apertei mais a rola dele, batendo punheta mais rápido, espalhando o pré-gozo pela cabeça grossa. “Quero, pai… me come agora… enfia essa pica toda na minha bucetinha que tá babando de vontade de ser preenchida pelo seu pau… me fode forte antes que a Helen volte.” A gente tava louco, ele tirando os dedos pra tentar levantar meu vestido e enfiar a rola, eu abrindo as pernas, a ponta da pica já roçando meus lábios melados. Mas o tesão dele era grande demais. Ele gemeu alto, o corpo inteiro tremendo e sem ao menos meter, ele não aguentou e gozou pra caralho. Jatos grossos e quentes explodiram na minha mão, na minha coxa, escorrendo pela parte de trás da perna toda. “Toma, filha… toma o leitinho do papai… porraaa!” Um jato acertou até a bunda, outro pingou no chão. Era muito, quente, pegajoso, escorrendo devagar pela minha pele, o cheiro forte de porra enchendo a cozinha.
Eu ainda tava apertando a rola latejante, tirando as últimas gotas, quando ouvimos o carro da Helen estacionando. Meu coração quase saiu pela boca. “Merda, pai… rápido!” Ele guardou a pica ainda babando dentro da calça, eu puxei o vestido pra baixo, mas o gozo dele tava escorrendo pela minha perna inteira, grosso e branco, grudando o tecido na coxa. Um fiozinho pingava no chão. Eu corri pro banheiro fingindo que ia pegar uma coisa, mas na verdade tava morrendo de tesão ainda, a bucetinha pulsando sem ter sido comida. A Helen entrou pela porta da frente gritando “Cheguei!” e eu saí do banheiro com cara de normal, mas por dentro eu sentia o sêmen quente do meu pai escorrendo devagar, grudando tudo, o vestido colando na pele molhada. Eu sorri pra ela: “Oi, madrasta, tudo bem?” enquanto o pau do pai ainda latejava na calça e meu corpo inteiro pedia mais.
Fui tomar banho depois, mas antes fiquei uns minutos olhando no espelho, passando o dedo no gozo que ainda escorria, levando à boca pra provar o gosto salgado do meu pai. “Da próxima vez eu vou engolir tudo e sentar nessa pica até ele me encher de porra”, eu pensei, sorrindo safada. Porque agora que eu provei, não tem mais volta. O Natal mal acabou e eu já tô contando os dias pra próxima vez que vou provocar o pai até ele me foder de verdade.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Sendo perversa com meu pai!

Codigo do conto:
256122

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
04/03/2026

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