Rala e rola com meu irmão enquanto vemos um filme!
A sala estava escura, só a luz tremida da TV iluminando nossos rostos. Era noite de filme em família de novo, mas dessa vez eu já sabia que nada ia ser igual. Meus pais tinham apagado cedo semana passada, no meio do filme, e desde então eu não conseguia mais olhar pro meu irmão sem sentir a buceta latejar. A gente sempre foi grudado — abraço apertado no sofá, mão na coxa sem maldade, carinho de irmão e irmã que se dá bem pra caralho. Mas aquela noite fodeu tudo. O filme era um thriller qualquer, daqueles com cenas quentes que aparecem do nada. Meus pais bocejaram lá pelas nove e meia, disseram “boa noite, crianças, amanhã acordamos cedo” e sumiram pro quarto. Ficamos só nós dois no sofá enorme, eu encostada no peito dele, pernas jogadas por cima das dele, como sempre. O cheiro dele — aquele perfume barato misturado com suor limpo de quem passou o dia jogando bola — me deixava calma. Até que não deixou mais. A cena chegou sem aviso. Casal na cama, roupa voando, gemidos altos saindo da TV. Eu senti o corpo do meu irmão ficar rígido debaixo de mim. O braço que me abraçava apertou mais forte, e ali, bem no meio das minhas coxas, algo duro começou a crescer. Pauzão latejando contra minha perna. Eu congelei por meio segundo, mas logo veio a safadeza. Virei o rosto pra ele, sorrindo de canto de boca, e sussurrei bem pertinho do ouvido: — Eita, mano… tá de pau duro, parece até que tá assistindo pornô em família? Que vergonha, hein, seu pervertido. Ele tentou disfarçar, mexeu o quadril pra tirar o volume, mas era tarde. O cacete tava ali, grosso, empurrando o tecido da calça de moletom. Eu ri baixinho e continuei zoando: — Olha só isso… tá latejando, irmão. Quer que eu te ajude a abaixar essa barraca ou vai fingir que é o controle remoto? — Cala a boca, sua vadiazinha — ele rosnou, voz rouca, olhos ainda grudados na tela. Mas o pau deu um pulo contra minha coxa, traindo ele inteiro. Eu não calei. Nunca calo quando vejo fraqueza. Desci a mão devagar pela barriga dele, fingindo que era só carinho inocente, e parei bem em cima do volume. Apertei de leve, sentindo o calor que queimava através do pano. — Meu Deus, mano… que pauzão é esse? Tá latejando de tão duro já? Eu tô sentindo ele pulsando aqui, quase explodindo… Foi aí que ele perdeu o controle. Virou o rosto de repente, segurou meu queixo com força e colou a boca na minha. Beijo bruto, língua invadindo sem pedir licença, chupando minha saliva como se tivesse sede há anos. Eu travei. Porra, era meu irmão. Meu irmão de verdade. Mas o corpo não obedeceu. Minha boca abriu, minha língua enrolou na dele, e eu gemi baixo dentro do beijo. Ele tinha gosto de refrigerante e desejo proibido. — Porra, mana… você pediu — ele murmurou contra meus lábios, mão descendo pra minha bunda e apertando forte. — Tá molhada também, né? Aposto que essa bucetinha safada já tá encharcando a calcinha. Eu não respondi com palavras. Só mordi o lábio dele e puxei ele mais pra cima de mim. A gente se embolou no sofá, corpos colados, o filme virando ruído de fundo. Ele roçava o pau duro contra minha coxa, pra cima e pra baixo, devagarinho no começo, depois mais forte. Eu sentia cada veia pulsando através da calça. Minha buceta latejava tanto que eu apertava as pernas em volta dele, tentando esfregar o clitóris no osso do quadril dele. — Ai, caralho… — eu sussurrei, ofegante. — Seu pau tá enorme, mano. Tá me deixando louca… roça mais, vai… me fode com esse cacete por cima da roupa. Ele grunhiu, mão subindo por baixo da minha camiseta, dedos ásperos apertando meu peito. Mamilo duro pra caralho, ele beliscou e puxou, me fazendo arquear as costas. — Sua puta… minha irmãzinha safada. Olha como você tá molhada, eu sinto o cheiro daqui. Quer meu pau de verdade? Quer que eu te foda bem aqui no sofá da sala enquanto os pais dormem? Eu não aguentei. Desci a mão, enfiei por dentro da calça dele e segurei o cacete quente. Pele macia, veias grossas, cabeça babando pré-gozo viscoso. Comecei a bombear devagar, polegar espalhando o melzinho na glande. — Quero, mano… quero chupar essa rola até você gozar na minha garganta. Quero sentar nessa pica e cavalgar até minha buceta esguichar no seu colo. A gente se beijava sem parar, línguas se fodendo, saliva escorrendo pelo queixo. Ele tirou minha mão do pau dele, virou meu corpo de lado e encaixou o cacete entre minhas coxas, roçando bem na fenda da buceta por cima da legging fina. Empurrava forte, como se estivesse me comendo de verdade. Eu sentia o pau dele bater no meu clitóris inchado a cada estocada. Minha calcinha estava encharcada, o tecido grudando na pele, mel escorrendo pela bunda. — Tá sentindo, mana? Tá sentindo como eu tô duro pra você? — ele gemia no meu ouvido, mordendo o lóbulo. — Essa buceta gulosa tá piscando pra mim. Aposto que tá pingando. Deixa eu sentir… A mão dele desceu, dedos grossos apertando minha buceta por cima da roupa. Ele esfregou o dedo médio bem no ponto, circulando, pressionando. Eu quase gozei ali mesmo. — Porra… tá encharcada mesmo, sua vadia. Tá molhando minha mão toda. Quer dedar essa xota agora? Eu balancei a cabeça frenética, mordendo o ombro dele pra não gritar. O filme continuava, gemidos da TV misturando com os nossos. A gente se roçava cada vez mais rápido, pau dele deslizando entre minhas coxas apertadas, minha mão voltando pra masturbar ele por dentro da calça. Eu sentia as bolas pesadas, cheias, querendo explodir. — Goza pra mim, mano… goza na minha mão enquanto eu penso em você me fodendo de verdade — eu pedi, voz rouca de tesão. Ele estocou mais forte, corpo tremendo, e gozou. Jatos quentes de porra espirrando na minha palma, escorrendo entre meus dedos. O cheiro de sêmen fresco invadiu o ar. Eu gozei logo depois, buceta contraindo forte, mel escorrendo pela coxa, pernas tremendo como se tivesse levado choque. A gente ficou ali, ofegantes, beijos mais lentos agora, línguas se acariciando preguiçosas. Ele limpou a mão na minha barriga, eu lambi os dedos dele com gosto de porra, olhando nos olhos dele o tempo todo. Depois nos separamos, cada um pro seu quarto, como se nada tivesse acontecido. Mas aconteceu. E desde então minha vida virou um inferno gostoso. Quase todo dia eu me masturbo pensando nisso. Ontem mesmo, depois do banho, deitei na cama só de calcinha, fechei os olhos e voltei praquele sofá. Dedos deslizando devagar na buceta inchada, imaginando que era o pau dele me abrindo. Eu gemia baixinho “mano… me fode… me enche de porra, irmão” enquanto metia dois dedos fundo, polegar no clitóris. Gozei tão forte que molhei o lençol inteiro, corpo arqueando, buceta esguichando um pouquinho. E hoje, uma hora antes da nossa próxima noite de filme… eu tô aqui escrevendo isso com a calcinha já molhada de novo. Porque eu sei que hoje vai acontecer mais. Os pais vão dormir cedo de novo. O filme vai rodar. E quando a primeira cena quente aparecer, eu vou olhar pra ele, sorrir e sussurrar: — Tá de pau duro de novo, mano? Vem… vem foder sua irmãzinha direito dessa vez. E eu sei que ele vai vir. Vai me beijar mais forte, vai arrancar minha roupa, vai meter esse cacete grosso na minha buceta molhada e vai me foder até eu gritar o nome dele baixinho, gozando na pica dele enquanto a TV ilumina nossos corpos suados e proibidos. Porque a gente é irmão e irmã. Mas naquela noite de filme… a gente virou só dois animais no cio. E eu não quero mais parar.
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