Meu filho me espiando enquanto eu me tocava no banho!
Na semana passada eu tava sozinha em casa mesmo. Meu marido tinha viajado pro interior a trabalho e o Pedro, meu filho de 22 anos, tinha dito que ia ficar na casa de um amigo até tarde. Pelo menos era o que eu pensava. O dia tinha sido quente pra caralho, aquele calor de verão que gruda na pele e deixa a gente com vontade de tirar tudo. Eu tava com aquele tesãozinho discreto o dia inteiro, sabe? Daqueles que a gente finge que não existe, mas que fica latejando lá embaixo. Resolvi tomar um banho demorado, daqueles que a gente usa pra relaxar e às vezes tocar uma deliciosa siririca sem pressa. Deixei a porta do banheiro aberta de propósito, porque realmente achava que não tinha ninguém. O espelho grande da pia ficava bem de frente pro box, e a luz do corredor iluminava tudo. Perfeito. Tirei a blusinha regata devagar, sentindo o tecido roçar nos meus mamilos já durinhos de expectativa. Meus peitos são grandes, cheios, daqueles que balançam quando eu ando, com aréolas escuras e mamilos grossos que ficam duros só de pensar em ser olhados. Desci o short jeans, revelando a calcinha de renda preta que marcava a minha buceta inchada. Eu mantenho os pelos aparadinhos, só uma tirinha fina acima do clitóris, porque gosto de me sentir safada mesmo sendo mãe. Puxei a calcinha pra baixo e vi no espelho como minha boceta tava brilhando de umidade. “Caralho, Ana, tá molhada só de imaginar um banho quente”, pensei, rindo sozinha. Entrei no box, abri o chuveiro no máximo e a água quente caiu em cascata nos meus ombros. Gemido baixo escapou da minha boca. Passei as mãos nos cabelos longos, deixando a água escorrer pelo pescoço, pelos seios, pingando dos bicos duros. Peguei o sabonete líquido de baunilha e comecei a espalhar. Primeiro nos peitos: massageei devagar, apertando as tetas pesadas, puxando os mamilos entre os dedos como se fossem mãos de um homem. “Ahhh… que delícia”, sussurrei. O sabão escorria pela barriga macia, descia pro umbigo e chegava na minha buceta. Abri as pernas um pouco, esfreguei o sabão entre os lábios grossos, sentindo o clitóris inchar sob meus dedos. Circulava devagar, imaginando uma língua quente ali, chupando gostoso. Foi aí que ouvi o barulho. Um passo leve no corredor. Congelei por um segundo, coração disparado. Olhei pro espelho embaçado e, através da porta entreaberta, vi ele. Pedro. Meu próprio filho, parado ali, olhos grudados no meu corpo nu. Ele tava de short de academia, aquele que marca tudo, e tinha uma mão na virilha. Meu estômago deu um nó de choque. “Porra, o que ele tá fazendo aqui? Ele me viu…” Mas eu não gritei. Não fechei a porta. Algo dentro de mim, uma coisa safada que eu nem sabia que existia, me segurou ali. Continuei o banho como se nada tivesse acontecido, mas agora meus movimentos eram mais lentos, mais exibidos. Eu queria que ele visse. Ele não aguentou. Vi pelo espelho ele puxar o short pra baixo devagar. Meu Deus… o pau dele saltou pra fora, grosso, pesado, veias saltadas, cabeça roxa brilhando de pré-gozo. Uns 20 centímetros fáceis, maior que o do pai dele. Pedro começou a bater punheta bem devagar, olhando fixo pros meus peitos balançando enquanto eu ensaboava. A mão dele subia e descia no cacete, apertando a cabeça, espalhando aquele líquido transparente. “Caralho, filho… você tá se masturbando olhando pra sua mãe?”, pensei, e minha buceta respondeu com um jorro de tesão. Eu tava envergonhada pra porra, o rosto queimando, mas ao mesmo tempo minha xota pulsava, pedindo dedo. Não disse nada. Só continuei o show. Virei de lado pra ele ver meu perfil inteiro: tetas empinadas pela água, bunda grande e redonda, coxas grossas. Peguei o shampoo e levantei os braços, lavando o cabelo bem devagar, fazendo os peitos subirem e descerem. A água escorria pela fenda da minha bunda. Eu sabia que ele via tudo. Abri mais as pernas, enfiei dois dedos na buceta, fingindo que só tava ensaboando, mas na verdade tava me dedando bem fundo, imaginando aquele pau grosso me abrindo. “Olha pra mamãe, Pedro… olha como ela tá molhada pra você”, eu falava na minha cabeça, safada pra caralho. Ele acelerou a punheta. O barulho molhado da mão dele no pau chegava até mim por cima do chuveiro. Ele mordia o lábio, olhos semicerrados, olhando direto pro meu cu e pra minha buceta aberta. Eu me virei de costas pra ele, curvei um pouco o corpo e abri a bunda com as duas mãos, mostrando tudo. “Vem, filho… bate essa punheta gostosa pra mamãe”, pensei, e enfiei um dedo no cuzinho só pra provocar. Meu tesão tava insano. Vergonha misturada com uma vontade louca de me virar e chupar aquele cacete ali mesmo. Ele começou a gemer baixinho. “Porra… mãe… que buceta linda…” Ouvi ele sussurrar, achando que eu não escutava. Isso me deixou louca. Me virei de frente de novo, olhei direto pro espelho, encontrei os olhos dele e, em vez de fechar a porta, sorri de leve. Só um sorrisinho safado. Ele quase gozou na hora. A mão dele voava no pau agora, bolas batendo, cara vermelha de tesão. Eu peguei o sabonete de novo e ensaboei meus peitos bem na frente dele, apertando, levantando, deixando a espuma escorrer pros bicos. Depois desci a mão e comecei a esfregar o clitóris em círculos rápidos, gemendo alto agora, sem esconder. “Meu Deus, eu tô me tocando enquanto meu filho bate punheta pra mim… que puta eu sou”, pensei, mas não parei. Meu corpo inteiro tremia. A água quente, o vapor, o pau dele latejando no espelho… tudo me levava pro limite. Pedro apertou a cabeça do cacete, gemeu mais alto: “Ahhh… vou gozar… caralho, mãe…” E então ele explodiu. Jatos grossos de porra branca saíram voando, batendo na parede do corredor, escorrendo pelo chão. Tanto gozo que parecia que ele não gozava há semanas. Ver aquilo me fez perder o controle. Enfiei três dedos na buceta, rocei o clitóris com o polegar e gozei como uma vadia, pernas tremendo, gemendo “aaahhh… porraaa… que delícia…”. Meu suco escorreu pelas coxas misturado com a água. Fiquei ali mais uns minutos, fingindo que lavava o corpo, mas na verdade só curtindo o after. Ele guardou o pau ainda duro no short, deu uma última olhada e saiu correndo pro quarto dele. Fechei o chuveiro, coração ainda disparado. Me olhei no espelho embaçado: rosto corado, mamilos inchados, buceta vermelha e inchada. “Que vergonha, Ana… você deixou seu filho te ver pelada e ainda gozou pra ele.” Mas ao mesmo tempo um sorriso safado surgiu. Eu adorei. Adorei cada segundo daquela atenção proibida, daquele pau grosso latejando só pra mim. Meu corpo todo ainda formigava. Saí do banheiro enrolada na toalha e passei na frente do quarto dele. A porta tava entreaberta. Ouvi ele respirando pesado, provavelmente ainda pensando em mim. Não entrei. Mas na cama, de noite, eu me toquei de novo lembrando daquele pau, daqueles jatos de porra, daqueles olhos famintos. E pensei: “Se ele quiser me espiar de novo… eu vou deixar. E quem sabe da próxima vez eu chame ele pra entrar.” Porque, porra, eu tô envergonhada pra caralho, mas nunca me senti tão desejada, tão viva, tão molhada.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.