Chamo Larissa de “pirralhinha” só pra zoar mesmo, mas no fundo eu sei que a porra toda começou naquela noite de Halloween, quando eu voltei da festa cheirando a cerveja barata e suor de fantasia barata. Eu tava vestido de pirata vagabundo, camisa aberta mostrando o peito, e entrei no quarto ainda com a máscara na mão. A casa tava escura, meus pais viajando, e lá estava ela, minha irmã mais nova só de shortinho de algodão e uma camiseta velha minha que mal cobria a bunda. “Ei, irmão… veio conversar comigo?”, ela disse com aquela voz manhosa, sentando na beira da minha cama como se fosse a coisa mais inocente do mundo. Eu fechei a porta, o coração batendo feito tambor. “Conversar o quê, porra? Tá tarde pra caralho.” Mas ela não respondeu com palavras. Só se aproximou, os olhos brilhando no escuro, e colocou a mão no meu peito. “Eu vi você dançando com aquela vadia na festa… mas eu sei que você pensa em mim quando tá sozinho, né?” Foi aí que rolou. Eu segurei o rosto dela, puxei pro beijo. Os lábios eram macios pra caralho, quentes, e a língua dela entrou na minha boca como se tivesse esperando isso a vida inteira. A gente se beijou por uns bons minutos, mãos bobas já subindo. Eu apertei a bunda dela por cima do shortinho, senti aquela carne firme, e ela gemeu baixinho na minha boca: “Hmmm, irmão… você tá duro já?” A partir dali, virou uma rotina safada. Pelo menos três vezes por semana ela aparecia no meu quarto depois da meia-noite. “Não aguento mais fingir, porra”, ela sussurrava enquanto fechava a porta. A gente começava devagar, mas nunca ficava nisso. Beijos molhados, línguas se enrolando, saliva escorrendo pelo queixo. Eu tirava a camiseta dela e chupava aqueles peitos perfeitos – tetas médias, mamilos rosados que ficavam duros só de eu soprar neles. “Chupa mais forte, vai… morde minha tetinha, irmão safado.” Eu obedecia, mordia de leve, puxava com os dentes enquanto ela arqueava as costas e enfiava a mão na minha cueca. Depois de umas duas semanas eu já tava tocando na buceta dela. Ela tirava o shortinho, abria as pernas na minha cama e me mostrava tudo: aquela xoxota lisinha, depiladinha, com os lábios inchados de tesão. “Olha como eu tô molhada por sua causa… toca aqui, enfia o dedo.” Meu dedo médio entrava fácil, escorregando no mel quente dela. Ela rebolava devagar, gemendo baixinho pra não acordar a casa: “Isso… deda minha bucetinha gulosa… mais fundo, caralho.” Eu ficava horas assim, dois dedos agora, o polegar girando no clitóris inchado enquanto ela gozava tremendo, apertando minha mão com a coxa e sussurrando “Tô gozando, irmão… porra, tô gozando tanto”. Mas o que mudou tudo foi quando ela decidiu descer pra chupar meu pau. Fazia umas três semanas que a gente tava nessa. Eu tava deitado, pau latejando pra fora da cueca, e ela se ajoelhou entre minhas pernas, olhando pra cima com aquele olhar de puta safada. “Eu quero provar você hoje… posso?” Nem esperei resposta. A boca quente dela engoliu a cabeça do meu pau num só movimento. “Aaaah, caralho… que boca gulosa”, eu gemi. Ela não era profissional, mas era faminta: lambia da base até a glande, chupava as bolas uma por uma, babando tudo. “Gosta do meu boquete, irmão? Quer que eu engula tudo?” E engolia mesmo, fundo, até bater na garganta, olhos lacrimejando mas sem parar. Eu segurava o cabelo dela e fodia a boca devagar: “Isso, engole o pau do seu irmão… vai, sua vadia descarada… chupa gostoso.” Ela gozava só de me chupar, a mãozinha dela entre as pernas esfregando a buceta enquanto engolia meu leitinho. “Goza na minha boca… enche minha goela de porra quente.” E eu gozava, jatos grossos que ela engolia quase tudo, o resto escorrendo pelo queixo. Depois ela subia, me beijava com gosto de porra e sussurrava: “Quero mais… um dia eu quero que você me coma de verdade.” Os últimos dias foram o inferno do tesão acumulado. Ela mandava mensagem no meio da noite: “Tô na cama pensando no seu pau… quero ele dentro de mim, irmão. Quero que você me foda até eu não aguentar mais.” Eu respondia com foto do pau duro e ela mandava vídeo dela dedando a buceta, gemendo meu nome baixinho. “Vem me comer logo… eu tô louca pra sentir você me arrombar.” Aí veio a noite que quebrou tudo. Era sexta, pais fora de novo. Ela entrou no meu quarto só de calcinha fio-dental preta, os peitos de fora. “Hoje não tem mais desculpa, porra. Eu quero seu pau na minha buceta. Me come, irmão. Me fode como você sonha.” Eu não pensei duas vezes. Joguei ela na cama, rasguei a calcinha com as mãos e abri aquelas pernas. A buceta tava encharcada, brilhando. Eu passei a língua primeiro, chupando o clitóris inchado, enfiando a língua fundo enquanto ela segurava minha cabeça: “Chupa minha xoxota, vai… lambe tudo, seu pervertido… aaaah, que língua boa do caralho!” Depois eu subi, posicionei a cabeça do pau na entrada e empurrei devagar. “Porra… tá apertada pra caralho”, eu rosnei. Ela mordeu o lábio, olhos revirando: “Enfia tudo… rasga minha bucetinha de irmã… me fode sem pena!” Entrei inteiro num só golpe. Quente, molhada, pulsando em volta do meu pau como se tivesse sido feita pra mim. A gente começou devagar, estocadas longas, sentindo cada centímetro. Mas logo virou selvageria. Eu metia forte, a cama batendo na parede, bolas estalando na bunda dela. “Toma pau, sua safada… gosta de levar rola do próprio irmão, né? Diz!” “Gosto pra caralho! Me fode mais forte… me usa como sua putinha particular… goza dentro, enche minha buceta de porra!” Ela rebolava embaixo de mim, unhas cravadas nas minhas costas. Virei ela de quatro, agarrei o cabelo e meti por trás, vendo a bunda empinar. “Olha essa buceta engolindo meu pau… tá vendo como você é vadia?” Estapeei a bunda dela, deixei marca vermelha. Ela gemia alto agora: “Me estapeia mais… me arromba… eu sou sua puta, irmão… só sua!” Troquei de posição umas três vezes. De lado, ela com a perna pra cima; depois ela por cima, cavalgando como louca, tetas pulando na minha cara enquanto eu chupava os mamilos. “Rebola nessa rola… vai, mostra como quer meu leite.” Ela gozou primeiro, apertando meu pau com a buceta, squirtzinho escorrendo pelas minhas bolas: “Tô gozando no pau do meu irmão… porraaaa!” Eu não aguentei. Segurei a cintura dela e meti fundo, gozando jatos grossos dentro dela. “Toma porra… enchei sua buceta incestuosa… aaaah, caralho!” Ela sentiu tudo, rebolando pra tirar até a última gota. Depois desabamos, suados, ofegantes, meu pau ainda meio duro dentro dela, porra escorrendo pela coxa. Mas não parou aí. A gente fodeu mais duas vezes naquela noite. Segunda rodada foi lento, eu deitado e ela sentando de frente pra mim, olhando nos olhos enquanto rebolava: “Eu te amo pra caralho… mas também amo ser comida por você.” Terceira foi no banheiro, eu encostando ela na pia e metendo por trás enquanto olhávamos no espelho: “Olha como você fica gostosa levando pau… diz que quer mais todo dia.” “Quero… me fode todo dia, irmão… me engravida se quiser, eu não ligo mais.” Desde então virou vício. Toda noite ela vem, abre as pernas e pede: “Vem me comer, vai… meu irmãozão safado.” A gente fode sem parar, sem culpa, só tesão puro e amor torto pra caralho. E eu? Eu nunca mais vou parar. Porque agora eu sei: aquela buceta é minha, e eu sou o pau que ela mais quer no mundo.
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