Evangélica e carente: pegas no flagra pelo marido!

Passados alguns dias desde aquela possessão animal que havia marcado Lorrana como uma devota convertida ao abismo do proibido, a missionária encontrava-se em um estado de constante turbulência interna, seu corpo claro e sardento agora um mapa de memórias táteis que contrastavam com a rigidez de sua fé. As pregações na igreja tornaram-se um teatro agonizante: sua voz ecoando versos sobre pureza enquanto flashes do pau vermelho do vira-lata invadiam sua mente, o nó inchando como uma punição divina que, paradoxalmente, a fazia umedecer sob a saia recatada. Rayane, por sua vez, observava essa transformação com uma satisfação predatória, sua própria luxúria evoluindo para algo mais calculado, uma teia de desejos que entrelaçava o incesto familiar, a bruteza das ruas e agora essa irmandade lésbica tingida de bestialidade. Erique, alheio como sempre, anunciara uma viagem curta para um seminário em Salvador, partindo na sexta-feira à noite e prometendo retornar no domingo à tarde – tempo suficiente para que Rayane e Lorrana se perdessem em mais uma maratona de pecados, sem o peso de olhares externos.
A casa de Rayane, com suas paredes finas e mobília simples, transformara-se em um santuário profano naqueles dias. Na sábado à noite, após um culto vespertino onde ambas fingiram devoção, Lorrana chegou à porta com um pretexto banal: "Vim discutir o estudo bíblico para o grupo de mulheres", disse ela, mas seus olhos azuis já traíam a fome, fixando-se no decote sutil de Rayane, que usava uma blusa solta e saia leve, sem nada por baixo para facilitar o inevitável. Elas começaram com chá na cozinha, o vapor subindo como um véu de segredos, mas a conversa derivou rapidamente para o confessional: Lorrana admitindo, com voz trêmula e rouca, "Eu ainda sinto o sêmen dele escorrendo de mim nos sonhos... fino, quente, me enchendo como se eu fosse uma cadela marcada. É loucura, Rayane, mas meu corpo anseia por mais degradação." Rayane sorriu, tocando a mão dela sobre a mesa, os dedos entrelaçando-se em um gesto sutil de posse: "É o que nos torna vivas, irmã. A igreja nos sufoca, mas aqui... aqui podemos ser as putas que Deus escondeu em nós."
O chá esfriou intocado enquanto elas migravam para o quarto, a cama king size desfeita como um convite ao caos. Rayane puxou Lorrana para si com uma urgência que beirava a violência, beijando-a com fome voraz, a língua invadindo a boca da missionária como se quisesse devorar sua alma devota. "Você mudou, Lorrana... antes era tímida, agora quer ser possuída", murmurou Rayane entre mordidas no pescoço claro, deixando marcas vermelhas que contrastavam com as sardas. Lorrana, ofegante, respondeu com um gemido gutural, as mãos subindo pela blusa de Rayane para apertar os seios fartos, os polegares circulando os mamilos rosados endurecidos como se fossem botões de ignição para o inferno. "Eu quero... quero que você me foda como o cachorro me fodeu, sem piedade, me fazendo chorar de tesão." Elas se despiram com impaciência selvagem: a saia de Lorrana caindo no chão, revelando as coxas sardentas e a buceta rosada já inchada, lábios menores proeminentes brilhando de umidade precoce; Rayane arrancando a própria roupa, expondo a pele morena clara salpicada de memórias recentes – arranhões leves das patas, chupões do irmão Rafael que ainda latejavam como troféus.
Elas caíram na cama em um emaranhado de pernas e braços, os corpos suados colando-se no calor úmido da Bahia, o ar preenchido com o cheiro almiscarado de excitação feminina – doce e salgado, como um néctar proibido. Rayane desceu primeiro, abrindo as pernas de Lorrana com mãos firmes, o nariz inalando o aroma da buceta rosada, os lábios maiores inchados como pétalas de uma flor carnívora. "Olha você... pingando pra mim, irmã. Sua buceta cheirando a tesão reprimido da igreja." Ela lambeu devagar, a língua larga traçando os contornos dos lábios, separando-os para chupar o clitóris protuberante com sucção ritmada e voraz, os dentes roçando levemente a carne sensível enquanto enfiava três dedos na entrada úmida, bombando com uma profundidade que fazia Lorrana arqueiar as costas, as unhas cravando nos ombros de Rayane. "Ahhh... sua boca na minha buceta... chupa mais forte, Rayane... me faz esguichar como uma pecadora!" Lorrana gozou rápido, um jato quente espirrando na cara de Rayane, o corpo convulsionando em espasmos que a faziam tremer inteira, lágrimas de prazer precoce escorrendo pelos olhos azuis enquanto soluçava: "Gozei na sua língua... que delícia suja, me quebra mais!"
Inversão veio como uma vingança: Lorrana empurrou Rayane de costas na cama, montando no rosto dela com uma dominação inesperada, esfregando a buceta rosada na boca morena, os sucos escorrendo pelo queixo de Rayane enquanto chupava vorazmente. "Agora é minha vez... sente minha buceta na sua cara, irmã... lambe meu cu também." Lorrana inclinou-se para frente, abrindo as nádegas de Rayane com mãos trêmulas, a língua penetrando o cuzinho latejante enquanto enfiava dedos na buceta depilada, bombando com rudeza que fazia os quadris de Rayane se erguerem do colchão. "Seu cu piscando na minha língua... que puta evangélica você é... goza pra mim, esguicha na minha boca!" Rayane obedeceu, o orgasmo explodindo como uma bomba interna, esguichando jatos quentes que molhavam o rosto de Lorrana, o corpo moreno tremendo em ondas que borravam a visão, gemidos roucos ecoando no quarto como preces invertidas.
Mas o ápice, a tesoura alucinante que selaria aquela sessão, veio com uma intensidade insana, como se os corpos delas fossem imãs opostos colidindo em um vórtice de carne e fluidos. Elas entrelaçaram as pernas na cama bagunçada, as bucetas se roçando com fúria animal – a rosada de Lorrana contra a morena de Rayane, lábios inchados colidindo em estalos molhados, clitóris se esfregando em círculos brutais e desesperados, sucos misturando-se em uma poça pegajosa e quente que encharcava os lençóis, escorrendo pelas coxas entrelaçadas como um rio de luxúria. "Sente minha buceta na sua... roçando forte, clitóris no clitóris... ahhh, que tesoura louca, me faz gozar gritando!", gemeu Rayane, as mãos apertando os seios de Lorrana com pinçadas violentas, torcendo os mamilos rosados até ela choramingar de dor prazerosa. Lorrana respondia com igual ferocidade, uma mão enfiando dois dedos no cuzinho de Rayane enquanto roçavam, esticando o anel apertado com movimentos circulares e profundos: "Meu clitóris latejando no seu... gozando molhado, irmã... encharca tudo, me fode com sua buceta!" Os quadris batiam ritmadamente, como em uma dança pagã e insana, os corpos suados escorregando um no outro, os gemidos escalando para gritos roucos que ecoavam pelas paredes finas, esguichos simultâneos jorrando em arcos quentes que molhavam as barrigas e os seios, lágrimas de êxtase escorrendo pelos rostos enquanto soluçavam nomes uma da outra em um clímax que parecia eterno, os orgasmos se sobrepondo em ondas devastadoras que borravam os limites entre prazer e dor.
No meio dessa tesoura alucinante, com as pernas entrelaçadas tremendo em espasmos incontroláveis, a porta da frente rangeu de repente – o som de chaves girando na fechadura, passos pesados no corredor. Erique havia retornado cedo da viagem, sua voz ecoando confusa: "Rayane? Cheguei antes... o que é esse barulho?" Ele irrompeu no quarto sem aviso, os olhos castanhos se arregalando em choque absoluto ao deparar com a cena: sua esposa nua e suada, as pernas entrelaçadas com as de Lorrana, as bucetas roçando em um frenesi molhado, sucos esguichando no ar como fontes profanas, gemidos roucos preenchendo o espaço. O ar estava carregado com o cheiro almiscarado de sexo feminino – doce, salgado, viscoso – misturado ao suor de corpos em êxtase. Erique congelou na porta, o rosto devoto contorcido em uma máscara de traição e horror: "Meu Deus... Rayane? Lorrana? O que... isso é adultério, sodomia... na minha cama?" As mulheres, no auge do clímax, mal registraram a presença dele no início, os corpos convulsionando em um último esguicho conjunto, lágrimas escorrendo enquanto gozavam uma na outra, os quadris batendo uma última vez antes de se separarem devagar, ofegantes e trêmulas.
Rayane foi a primeira a reagir, o corpo ainda tremendo de aftershocks, sucos escorrendo pelas coxas morenas como evidência irrefutável: "Erique... você... voltou cedo." Sua voz era rouca, não de culpa, mas de uma satisfação residual que a fazia sorrir fracamente, os olhos verdes desafiadores. Lorrana, corando violentamente, cobriu os seios com as mãos, as lágrimas agora misturadas a pânico: "Irmão Erique... isso... não é o que parece. Foi... um momento de fraqueza." Mas Erique, o homem devoto que sempre virara para o lado na cama, agora via sua esposa como uma estranha – a mulher que liderava grupos de jovens na igreja, agora exposta em uma tesoura lésbica alucinante com a missionária. O choque o paralisou, mas por baixo, uma centelha de algo novo surgiu em seus olhos: não só traição, mas uma curiosidade reprimida que o fazia hesitar na porta, o volume sutil no jeans traindo um despertar involuntário. "Vocês... na minha casa? Com... isso tudo? Eu... não sei o que dizer." A narrativa de seu casamento, construída em versos bíblicos frios, desmoronava ali, no flagra de uma paixão insana que ele nunca imaginara, deixando-o à beira de um abismo que, talvez, o tentasse pular.

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Comentários


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lozo Comentou em 22/01/2026

Conto simplesmente delicioso, maravilhoso. Só porque é evangélica, não pode sentir prazer? não pode gozar? não pode conhecer outras formas de prazer, tanto recebendo como dando? Conto bom demais, lindo demais, delicioso. votado e aprovado

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lozo Comentou em 22/01/2026

Maravilhoso, gostoso, delicioso conto, profano e divino, safado e sagrado. Não tem amor mais lindo e angelical do que o amor e o sexo entre duas mulheres sedentas de prazer que as amarras da sociedade e da igreja as impedem. Que maravilha ler contos desse nível de erotismo, simplesmente lindo e excitante demais. votado e aprovado




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Evangélica e carente: pegas no flagra pelo marido!

Codigo do conto:
252826

Categoria:
Lésbicas

Data da Publicação:
22/01/2026

Quant.de Votos:
3

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