Meu tio sofreu um acidente feio de moto e ficou todo ferrado, pernas engessadas, muletas pra todo lado. Minha mãe sempre ia lá ajudar ele com tudo, banho, comida, o caralho a quatro. Mas dessa vez ela tava atolada no trabalho e me ligou: “Filha, vai lá na casa do seu tio rapidinho, ele precisa de ajuda pra jantar e pro banho. Você é grande, dá conta.” Eu tenho 19 anos, sou uma mulher gostosa pra caralho, corpo jovem, peitos firmes, bunda empinada, mas nunca tinha imaginado que ia acabar nessa. Fui mesmo assim, coração acelerado, mas pensando “é só ajudar, né? Família é família”. Cheguei na casa dele no fim da tarde, o sol ainda quente batendo na janela. Ele tava sentado na sala, muletas encostadas na parede, camisa folgada e aquele short largo que deixava as coxas grossas à mostra. “Nossa, sobrinha, que bom que você veio. Sua mãe disse que você era a salvadora hoje.” Conversamos um pouco, ele me contou do acidente, da dor nas costelas, da dificuldade pra se mexer. Eu ri, tentei deixar leve. Depois fui pra cozinha preparar o jantar – arroz, feijão, bife acebolado, coisa simples. A gente comeu na mesa da sala, ele elogiando cada garfada: “Porra, tá bom pra caralho, menina. Você cozinha melhor que a sua mãe.” Eu corei, mas o clima tava normal. Até ali. Terminamos de comer e ele limpou a boca devagar, me olhando de um jeito diferente. “Olha, filha… sua mãe sempre me ajuda no banho. Eu não consigo nem levantar direito sozinho. Você… você podia me dar uma mãozinha hoje?” Meu estômago deu um nó. Nervosa pra porra, mas disse sim. O que eu ia falar? “Não, tio, se vira”? Ele sorriu aliviado, pegou as muletas e mancou pro banheiro. “Espera um minutinho aí fora, tá? Vou me ajeitar.” Esperei no corredor, ouvindo a água do chuveiro ligar. Meu coração batia na garganta. Depois de uns dois minutos ele chamou: “Pode entrar, sobrinha!” Abri a porta e… caralho. Ele já tava dentro do box, completamente nu. Água escorrendo pelo corpo marcado de cicatrizes recentes, peito largo, barriga com um pouco de gordura de quem não treina mais, coxas fortes. O pau dele pendurado ali, mole ainda, mas grosso, meio escuro, com aquelas veias saltadas que eu nunca tinha visto de perto num homem da família. Fiquei parada na porta, sem saber onde enfiar a cara. “Entra logo, a água tá boa. Sua mãe faz isso toda semana, não tem frescura.” Pensei: “Se a mamãe faz, eu também faço.” Tirei os chinelos, entrei no banheiro quente e úmido. Ele me olhou de cima a baixo e falou baixo, rouco: “Pra não molhar a roupa toda, tira a blusa e a calça, fica só de sutiã e calcinha. É mais fácil, né? Água quente espirra pra todo lado.” Engoli em seco. Minhas mãos tremiam enquanto eu tirava a blusa, revelando meu sutiã branco simples, daqueles básicos da loja de departamento. Depois a calça jeans, ficando só de calcinha rosa de algodão – nem combinava, que merda. Eu tava me sentindo exposta pra caralho, os mamilos já endurecendo com o vapor, a calcinha marcando a bundinha redonda. Ele não tirava os olhos. “Puta que pariu, sobrinha… você cresceu mesmo. Tá uma mulherzinha gostosa.” Peguei o sabonete líquido e a esponja, entrei no box com ele. A água quente batia nos meus ombros, molhando tudo. Comecei pelas costas largas dele, ensaboando devagar, sentindo os músculos tensos. Desci pros braços, pros ombros, esfregando com força pra tirar o suor do dia. Ele gemia baixo: “Isso, assim… mais embaixo, vai.” Meu corpo encostava no dele de vez em quando, pele molhada escorregando. Desci pras costas da bunda, redonda e firme apesar da idade. Ele abriu as pernas um pouco e eu passei a esponja entre as nádegas, sentindo o cuzinho dele piscar de leve. “Ai, porra… sua mãe não vai tão fundo, hein? Tá bom demais.” Eu tava empolgada, o coração na boca, mas continuei. Virei ele de frente pra mim. Ensaboei o peito, os mamilos dele endureceram sob meus dedos. Desci pela barriga, chegando na virilha. O pau dele já não tava mais mole. Tava inchando, crescendo devagar, ficando semi-duro, pesado, apontando pra baixo ainda. “Olha o que você tá fazendo, sua safada. O pau do tio tá acordando só de você me tocar.” Ri nervosa, mas continuei. Peguei o pau na mão com a esponja, lavando a pele macia, puxando o prepúcio pra trás devagar. Ele gemeu alto: “Caralho, menina… esfrega a cabeça, vai… isso, assim, ó.” A água escorria pelo pau dele, misturada com espuma. Eu sentia ele pulsar na minha mão, crescendo mais, virando uma rola grossa, veias saltadas, cabeça vermelha brilhando. Desci pras bolas, pesadas, cheias, ensaboando uma por uma, apertando de leve. Ele segurou minhas costas com uma mão, a outra na muleta. “Puta merda, você é melhor que a sua mãe nisso. Ela lava rapidinho, mas você… você tá brincando com o pau do tio, né? Tá gostando, sua putinha?” Eu tava molhada pra caralho, não só da água. Minha calcinha grudava na buceta inchada, o clitóris latejando. Continuei limpando “em todo lugar”, como ele pediu. Enfiei o dedo ensaboado um pouco na bunda dele de novo, enquanto a outra mão masturbava devagar o pau agora duro pra porra. Ele tava ofegante: “Isso, sobrinha… chupa o dedo na minha bunda enquanto me bate uma. Sua mãe nunca faz assim… ela só lava e vai embora. Mas você… você quer mais, né?” Não aguentei. Ajoelhei ali mesmo, água batendo nas minhas costas, calcinha encharcada colada na pele. Segurei o pau dele com as duas mãos, olhei pra cima e falei baixinho: “Tio… posso limpar com a boca também?” Ele sorriu safado, segurou meu cabelo molhado. “Chupa, vai. Chupa o pau do seu tio como uma boa sobrinha vadia. Engole tudo, porra.” Abri a boca e meti a cabeça grossa lá dentro. O gosto salgado misturado com sabonete, o cheiro forte de homem. Chupei devagar no começo, lambendo a glande, girando a língua na frestinha. Ele gemeu alto: “Isso, caralho… mama gostoso. Sua boca é quente pra porra. Mais fundo, vai… engole a rola do tio.” Eu forcei, sentindo o pau bater no fundo da garganta, engasgando um pouco, baba escorrendo pelo queixo misturada com água. Subia e descia a cabeça rápido, uma mão nas bolas apertando, a outra batendo na base que não cabia na boca. Ele tava louco: “Porra, você chupa melhor que qualquer puta que eu já comi. Sua mãe faz isso também? Hein? Diz pra mim… ela engole o pau do marido dela assim?” Eu não respondi, só chupei mais forte, sugando, fazendo barulho molhado, gluck gluck gluck ecoando no banheiro. Ele segurou minha cabeça com as duas mãos (largou a muleta encostada) e começou a foder minha boca devagar: “Toma, toma a rola, sua safada. Vai, engole até o saco. Isso… que garganta apertada, caralho.” Eu tava pingando, buceta latejando, esfregando as coxas uma na outra. Ele puxou meu cabelo, tirou o pau da boca e bateu na minha cara: “Olha pra essa rola babada, sobrinha. Você deixou o tio louco. Agora mama de novo até eu gozar na sua boquinha.” Voltei a chupar com tudo, rápido, fundo, língua trabalhando na veia de baixo. Ele gemia sem parar: “Tá vindo… tá vindo, porra… engole tudo, sua putinha de família… aaaahhh!” Gozou forte demais. Jatos grossos, quentes, salgados enchendo minha boca. Engoli o primeiro, o segundo transbordou, escorrendo pelo queixo, pingando nos meus peitos. Ele tremia todo, gemendo meu nome misturado com “filha da puta… que boca… caralho”. Tirei o pau da boca, lambi a cabeça pra limpar tudo, engolindo o resto. Ele murmurou baixinho, quase sem fôlego, enquanto a água lavava tudo: “Sua mãe… faz igual… porra…” Saí do box tremendo, molhada, calcinha transparente colada na buceta inchada. Ele me olhou com um sorriso safado: “Obrigado, sobrinha. Você salvou o tio hoje… e de um jeito que sua mãe nem imagina.” Vesti a roupa por cima do corpo molhado, saí de lá com as pernas bambas. Cheguei em casa e não parei de pensar. Será que minha mãe realmente faz isso com ele toda semana? Lava, chupa, engole? Meu pai ficaria louco da vida se soubesse. Mas eu… eu fiquei molhada só de lembrar. E sei que vou voltar lá amanhã. Porque agora eu quero mais.
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