Carla empurrou Diego para o banco traseiro da viatura, as algemas tilintando enquanto ele caía desajeitado contra o couro gasto. O cheiro de cigarro velho e suor impregnava o interior do carro, misturado agora ao aroma forte de sexo que ainda pairava nela depois do gozo violento no beco. Ela bateu a porta com força, trancou as portas traseiras e sentou-se no banco do motorista por um segundo, respirando pesado. Olhou pelo retrovisor: Diego a encarava, rosto ainda lambuzado, olhos queimando de raiva e confusão. Seu pau, que já estava duro desde o momento em que ela esfregou a bunda na cara dele, marcava a calça jeans surrada. "Você achou que acabou, né, seu puto?", disse ela com voz rouca, ligando o motor. A viatura começou a rodar devagar pelas ruas esburacadas da periferia, faróis cortando a noite. "A gente ainda tem uns 20 minutos até o distrito. Tempo suficiente pra você me pagar direito." Sem aviso, Carla estacionou em uma rua lateral escura, onde as luzes dos postes mal chegavam. Desligou o giroflex para não chamar atenção, saiu do carro e abriu a porta traseira. Puxou Diego pelos braços algemados, virando-o de costas para ela. "Levanta essa bunda daí", ordenou, abrindo o zíper da própria calça outra vez. A calcinha já estava encharcada, grudada na pele. Ela a arrancou completamente, jogando-a no chão do carro, e subiu no banco traseiro, ficando de quatro, bunda empinada na direção dele. Diego, ainda algemado com as mãos atrás das costas, hesitou. Carla virou o rosto, olhos faiscando. "Enfia logo esse pau no meu cu, caralho! Ou eu te faço engolir a arma." Ele se aproximou desajeitado, o pau livre agora, pulsando, grosso e veioso. Carla cuspiu na própria mão e passou saliva no ânus já relaxado pelo oral violento anterior. Ela mesma guiou a cabeça do pau dele, pressionando contra o buraco apertado. "Devagar não, seu filho da puta. Enfia tudo de uma vez!" Diego obedeceu com força. Empurrou os quadris para frente, o pau invadindo o cu dela num movimento bruto. Carla soltou um grito rouco, meio dor, meio prazer insano. O anel apertado cedeu, engolindo centímetro por centímetro até as bolas baterem contra a bunda dela. "Porra… isso! Fode meu cu, seu ladrão! Me arromba!" Ele começou a meter com violência, sem piedade. As algemas limitavam os movimentos dos braços, então ele usava só os quadris, socando fundo, o pau entrando e saindo inteiro a cada estocada. O som era obsceno: pele batendo em pele, o cu dela fazendo barulhos molhados enquanto o pau deslizava dentro e fora, lubrificado pela saliva e pelos sucos que escorriam da buceta dela. Carla rebolava como uma possuída, empurrando a bunda para trás para encontrar cada investida. "Mais forte! Me fode como se quisesse me matar, porra! Arrebenta esse cu!" Diego grunhia, suor escorrendo pelo rosto. Ele tentava segurar os quadris dela com as mãos algemadas, mas só conseguia apertar de leve. Carla esticava uma mão para trás, agarrando as bolas dele, apertando enquanto ele metia. "Assim, caralho… mete até o talo! Sente como meu cu tá apertando teu pau? Tô te ordenhando, seu safado!" A viatura balançava levemente com os movimentos. O banco rangeu, o vidro embaçou com a respiração pesada dos dois. Carla levou a outra mão à buceta, esfregando o clitóris inchado em círculos rápidos enquanto o pau dele a fodia sem parar. "Olha pra mim pelo retrovisor… vê como eu tô gostando de ser arrombada por um bandido… vai, me faz gozar de novo!" Diego acelerou, as estocadas ficando mais curtas e brutais, batendo fundo no intestino dela. Carla gemia alto, sem se importar com o mundo lá fora. Seu corpo tremia, o cu contraindo em espasmos ao redor do pau invasor. "Eu vou gozar… porra… tô gozando no teu pau! Aaaah!" O orgasmo veio como uma explosão. Carla urrou, o corpo convulsionando, o cu piscando forte, apertando o pau dele como se quisesse sugar tudo. Jatos quentes escorreram da buceta dela, molhando o banco e as coxas dos dois. Diego não aguentou: com um grunhido animal, ele gozou também, enchendo o cu dela de porra quente, jato após jato, até escorrer pelas nádegas. Carla ficou imóvel por alguns segundos, ofegante, o pau ainda dentro dela pulsando os últimos espasmos. Depois, devagar, ela se afastou, o pau saindo com um som úmido, deixando o cu aberto e vermelho, com porra branca escorrendo. Ela se virou, limpou o suor do rosto e puxou a calça de volta, abotoando tudo com mãos trêmulas. "Agora sim… dívida paga, pelo menos por hoje." Sorriu maliciosamente, dando um tapa leve no rosto dele. "Se abrir a boca sobre isso no distrito, eu te encontro de novo… e aí vai ser pior." Ligou o carro outra vez, acelerando rumo ao distrito. No retrovisor, Diego estava largado no banco, exausto, pau mole e brilhando, rosto marcado pelo prazer e pelo medo. Carla, saciada como nunca, dirigia com um sorriso satisfeito nos lábios, o gosto da noite proibida ainda queimando em seu corpo.
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