Evangélica e carente: Rayane e Lorrana e um dog pra cada!

Rayane e Lorrana saíram do quarto arrastando os pés, os corpos ainda colados, suados, pegajosos de porra seca, esguichos antigos e baba de cachorro. Os dois cães — o pastor alemão de olhar atento e o rottweiler de mandíbula pesada — ficaram deitados no chão ao lado da cama, ofegantes, os paus vermelhos meio retraídos na bainha, pingando os últimos fios de sêmen no assoalho. Eles lambiam o próprio pau devagar, olhos semicerrados, como se soubessem que a noite ainda não tinha acabado.
As duas mulheres atravessaram o corredor curto até o banheiro minúsculo. O azulejo branco rachado refletia a luz fraca da lâmpada nua pendurada no teto. Rayane abriu o chuveiro primeiro, a água fria batendo no corpo quente delas como um choque elétrico. Lorrana entrou logo atrás, empurrando a amiga contra a parede úmida, as costas de Rayane colando no azulejo gelado. Os seios médios de Lorrana esmagaram os fartos da morena, mamilos rosados roçando mamilos endurecidos, um arrepio subindo pelas duas ao mesmo tempo.
“Você tá fedendo a cachorro, sua missionária vadia”, Rayane sussurrou, mordendo o lóbulo da orelha de Lorrana enquanto a água começava a esquentar e escorrer pelos corpos.
“E você tá pingando porra de quatro homens diferentes, sua putinha gospel do caralho”, Lorrana respondeu, a voz rouca, já enfiando a mão entre as coxas de Rayane. Os dedos deslizaram fácil na buceta inchada, mexendo a mistura de sêmen humano e animal que ainda restava lá dentro. “Olha como tá escorrendo… parece que você tomou uma surra de rola hoje.”
Rayane gemeu alto, empurrando os quadris contra a mão da loira. “Tomei mesmo. Meu pai e meu irmão me foderam juntos… depois dois desconhecidos na estrada me arrombaram o cu e a buceta… e agora você vai me comer de novo, sua cadela santa.”
Lorrana riu baixo, um riso sujo, quase animal e totalmente incrédula com a revelação de Rayane ter transando com o próprio pai e o próprio irmão, mas levando em consideração a convivência que ambas estão vivendo uma com a outra, resolveu não retrucar e achou por bem continuar a proporcionar essa pregação maravilhosa delas duas. Virou Rayane de costas, empurrou-a contra a parede, abriu as nádegas morenas com as duas mãos. A água quente escorria pela bunda, levando embora parte da porra seca, mas deixando o cuzinho vermelho e aberto bem visível. “Olha esse cu… tá arrombado, piscando… quer mais língua?”
Antes que Rayane respondesse, Lorrana ajoelhou no chão molhado do box, enfiou o rosto entre as nádegas e lambeu o cuzinho com vontade. A língua áspera circulou o anel sensível, penetrou fundo, chupando o gosto salgado da porra que ainda vazava de dentro. Rayane bateu as palmas das mãos na parede, gritando:
“Porra, Lorrana… chupa meu cu… lambe a porra que sobrou… enfia essa língua toda… me faz gozar de novo, sua lésbica safada!”
Lorrana obedeceu. Enfiou dois dedos na buceta de Rayane enquanto chupava o cu, mexendo rápido, curvando os dedos pra acertar o ponto que fazia a morena tremer. Rayane gozou em pé, as pernas bambas, esguichando forte contra a parede, o jato quente misturando-se à água do chuveiro e escorrendo pelo ralo. “Tô gozando… ahhh, caralho… sua boca no meu cu me faz gozar como puta…”
Elas se levantaram, se beijaram debaixo d’água, bocas abertas, línguas brigando, saliva e água escorrendo pelo queixo. As mãos não paravam: Lorrana apertava os seios fartos de Rayane, torcendo os mamilos até ela gemer de dor e tesão; Rayane enfiava três dedos na buceta rosada da loira, mexendo com força enquanto mordia o pescoço sardento.
“Vamos pra cama… quero esfregar minha buceta na sua até a gente gozar gritando”, Rayane sussurrou, desligando o chuveiro.
Elas saíram pingando, sem se secar, os corpos molhados deixando rastros no chão. Os dois cães ergueram as cabeças quando elas entraram no quarto, os olhos brilhando na penumbra, o cheiro de fêmeas excitadas enchendo o ar de novo. Rayane e Lorrana se jogaram na cama, entrelaçaram as pernas num movimento rápido e experiente, bucetas colando uma na outra, clitóris inchados se roçando com força.
“Esfrega gostoso, sua missionária puta… roça essa bucetinha rosada na minha… sente como tá molhada de porra de cachorro e de homem”, Rayane gemeu, os quadris girando em círculos lentos e profundos.
Lorrana respondeu empurrando com mais força, as coxas claras tremendo contra as morenas. “Tô sentindo… sua xota tá quente… tá babando na minha… esfrega mais forte, sua filha da puta vagabunda, descarada… me faz gozar na sua buceta…”
Elas aceleraram, os quadris batendo um contra o outro, os clitóris se esfregando em fricção alucinada, sucos escorrendo e se misturando, formando uma poça pegajosa no lençol. Os gemidos viraram gritos:
“Vai, Lorrana… roça esse clitóris no meu… tô sentindo ele pulsar… goza comigo, sua vadia santa… goza esfregando na minha buceta!”
“Tô gozando… ahhh, Rayane… tô gozando na sua xota… esguichando tudo… toma meu esguicho, sua puta!”
Elas gozaram juntas, os corpos convulsionando, esguichos quentes jorrando entre as bucetas coladas, molhando barrigas, coxas, lençóis. Lágrimas de prazer escorriam pelos rostos enquanto se beijavam com desespero, bocas abertas, línguas se enroscando, gemidos abafados na garganta uma da outra.
Mas os cães não aguentaram mais assistir.
O pastor alemão latiu primeiro, um latido grave e urgente. O rottweiler respondeu com um rosnado baixo, já se levantando, o pau vermelho saindo da bainha de novo, pingando pré-gozo no chão. Eles subiram na cama quase ao mesmo tempo, as patas pesadas afundando no colchão.
Rayane e Lorrana se olharam, os olhos brilhando de tesão louco.
“Vamos ficar de quatro… agora”, Rayane ordenou, a voz rouca.
As duas se colocaram lado a lado, empinando as bundas, rostos virados uma para a outra, bocas a centímetros de distância. O pastor alemão montou em Lorrana primeiro, o pau grosso cutucando o cuzinho arrombado dela, entrando fácil agora, deslizando até o talo. O rottweiler montou em Rayane, o pau maior e mais grosso forçando a entrada da buceta inchada, batendo fundo com uma estocada que a fez gritar.
“Porra… tá me abrindo toda de novo… fode, seu cachorro filho da puta… mete fundo na minha buceta!”
Lorrana virou o rosto, colou a boca na de Rayane, beijando-a com desespero enquanto os cães socavam. As línguas se enroscavam, saliva escorrendo pelos queixos, gemidos abafados enquanto os quadris eram empurrados para frente a cada estocada animal.
“O nó… tá inchando no meu cu… ahhh, Rayane… tô sentindo ele crescer… me travando… me enchendo de porra quente… beija mais, sua puta… me faz gozar enquanto eles nos fodem!”
Rayane respondeu mordendo o lábio inferior da loira, enfiando a língua fundo na boca dela enquanto o rottweiler socava sua buceta, o pau comprido batendo no colo do útero, as bolas peludas slapando contra o clitóris.
“Tô sentindo também… o pau dele tá pulsando dentro de mim… vai inchar… vai me travar… goza comigo, Lorrana… goza nesse pau de cachorro enquanto eu beijo sua boca de missionária vadia!”
Os nós incharam quase ao mesmo tempo enquanto elas duas rebolavam de maneira frenética e alucinante em cada pau canino. O pastor alemão travou no cuzinho de Lorrana, pulsando forte, jorrando sêmen fino e quente que transbordava pelo anel esticado, escorrendo pelas coxas claras em fios grossos. O rottweiler travou na buceta de Rayane, o nó inchado pressionando o ponto G, enchendo-a de porra que vazava pelos lados, molhando as coxas morenas e o lençol.
As duas gozaram juntas, gritando na boca uma da outra, lágrimas escorrendo pelos rostos enquanto os corpos convulsionavam. Esguichos saíam em jatos quentes das bucetas, misturando-se à porra que transbordava, encharcando tudo. Elas se beijavam com desespero, línguas brigando, gemidos virando soluços de prazer:
“Tô gozando… tô gozando nesse pau gostoso de cachorro… chorando de tesão… me enche mais, seu vira-lata filho da puta!”
“Tô gozando também… o nó tá me rasgando meu cuzinho… tô chorando gostoso… beija mais, Rayane… me faz gozar enquanto tô travada!”
Elas ficaram presas assim por longos minutos, os nós pulsando dentro delas, o sêmen jorrando sem parar, os corpos tremendo em espasmos intermináveis. As lágrimas escorriam pelos rostos colados, misturando-se à saliva, ao suor, à porra que vazava. Quando os nós finalmente diminuíram, os cães se soltaram com pops molhados, paus vermelhos saindo escorregadios, porra branca escorrendo em golfadas abundantes dos buracos abertos.
Rayane e Lorrana desabaram lado a lado, ofegantes, abraçadas, os corpos trêmulos, os rostos molhados de lágrimas e prazer. Elas se olharam, sorriram entre soluços.
“Eu te amo assim… toda arrombada… toda cheia de porra de cachorro”, Rayane sussurrou, beijando a boca inchada da amiga.
“Eu também te amo… minha puta… minha irmã de pecado”, Lorrana respondeu, enfiando os dedos na buceta aberta da outra, mexendo devagar a porra que ainda vazava.
Os cães deitaram ao lado da cama, lambendo os próprios paus, esperando a próxima rodada. A noite ainda era longa, e elas sabiam que não iam parar até o corpo implorar misericórdia — ou até não sobrar mais lágrimas de prazer para chorar.

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Nome do conto:
Evangélica e carente: Rayane e Lorrana e um dog pra cada!

Codigo do conto:
253897

Categoria:
Zoofilia

Data da Publicação:
04/02/2026

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